sábado, 31 de dezembro de 2011

Felicidades! 2012 vem aí!

 


Quer um 2012 bem feliz, leitor? Eu quero, também.

O meu amigo, o ilustrador Sérgio Bastos fez um desenho para saudar a chegada do novo ano; é o que está reproduzido aí em cima. O cenário é a capital do Pará, mais exatamente na frente da cidade de Belém, às margens da baia do Guajará. Em mim, a imagem em destaque despertou muitas saudades. Lá, bem na retaguarda desses prédios verticais, está a maior parte da minha família.

O meu desejo - Desejo-lhe uma excelente travessia de 2011 para 2012, meu caro leitor. Tudo na maior paz e atenção a tudo e a todos, independente do lugar ou situação que estejamos.


Até a próxima!

Você cuida bem do seu cachorro, leitor?


A tira é do Benett , mas a preocupação deve ser de todos, especialmente dos que têm cães em casa - Reprodução
Você tem cachorros em casa, leitor? Por favor, não saia do seu espaço doméstico para festejar a virada do ano sem providenciar os cuidados necessários para que o seu cão fique tranquilo, alimentado, hidratado e bem acompanhado. 

Muitos costumam deixar seus cães sozinhos nas datas festivas; o pior é atribuir aos coitados a função de vigia -  e, costumeiramente, pedir para que alguém venha em dias alternados colocar água e alimento para os pobres animais, enquanto você aproveita a festança, o fim-de-semana na praia ou as férias em lugar bem distante. Muita gente esquece dos vizinhos, dos que ficam na cidade. É um treino ao desrespeito da convivência ordeira entre vizinhos.

É previsível.. - Quando o "cuidador" do cão desaparece, os animais ladram e, aqui entre nós, perturbam muito. Eu não tenho cachorro em casa, mas meus vizinhos têm. Fico bem chateada quando sou obrigada a dormir e a acordar com os choramingos dos cães solitários.
 
Diga lá! - O festejo comemorativo de hoje promete muita zanga, foguetório e latidos amedrontados. Já pensou no caso, leitor? Se eu tivesse um bebê bem chorão, especialmente à noite, tenho certeza de que os vizinhos pensariam horrores das minhas habilidades maternas. Credo! Por que ela não faz o nenê ficar quieto? Ou pior é o que pensariam em segredo. A convivência ordeira é exigente, meu caro leitor; somos responsáveis pelos nossos queridos, sejam eles animais ou bebês, jovens e idosos. Cães são como filhos para muita gente; é preciso tratá-los como tal. Cuidados ilimitados, sempre!

A tirinha é do Benett (Gazeta do Povo, 23/12/2011) - para mim é um alento. Muitos veem o direito ao sossego noturno (ao menos) ser violado no maior descaramento e não dizem nada, não escrevem ou desenham profissionalmente sobre o tema. Obrigada, cartunista; você sempre desenhando em cima dos fatos que fazem a vida ser o que é: um aprendizado da convivência respeitosa entre todos. 


Até a próxima!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O "Xingu" é agora um filme, também!

 
Reprodução de imagem obtida no site História do Cinema Brasileiro
Eu soube pelo interminável fluxo de tuites de que o Xingu agora é um filme. Penso que é muito bom popularizar tudo o que diga respeito ao que envolve o poderoso rio amazônico e  entender antropologicamente a importância do Parque Indígena do Xingu. Não tenho qualquer dúvida de que Cao Hamburger ( Folha.com, Ilustrada, hoje) articulou muito bem o tema oportuno.

A saga dos Villas-Bôas - O leitor atento, especialmente aquele ligado às questões ambientais e aos costumeiros descuidos com o polêmico rio e com os seus habitantes ribeirinhos, sabe a importância de maior divulgação à temática. Os irmãos Villas-Bôas certamente empreenderam a construção de uma narrativa vivenciada e fortalecida; o roteiro, os atores e as falas no filme têm enorme responsabilidade com a verdade dos fatos.

Indiscutivelmente - Olhares internacionais serão ampliados às variadas pendengas conexas atreladas ao Rio Xingu. O cinema tem, felizmente, o grande poder de expandir tudo, inclusive, os problemas, mas cabe ao cidadão sentadinho, ali na poltrona em frente ao grande telão, avaliar as intenções de um roteiro cinematográfico, concorda comigo, leitor? Não vejo a hora de poder comprar o meu ingresso, assim que o filme estiver liberado ao circuito comercial.

Observação: não deixe de clicar no link indicado na legenda da imagem em destaque acima. Sobre os Villas-Bôas a Época fez um excelente apanhado geral; confira


 Até a próxima!

Conhece o "Soneto Amazônico", leitor?

   
É o Rio Xingu, leitor - Reprodução feita do blog do Lafayette Nunes, o  Xipaia
 As águas quietas e escuras guardavam no seio imóvel
A cor dos grandes céus com suas nuvens,
E guardavam um silêncio como não vi maior:
Um silêncio maduro, de coisas se transformando;

Um silêncio fecundo, de natureza crescendo;
Um silêncio inicial, de antes do mundo possuir
Suas formas, o seu ritmo, o seu equilíbrio numerosos;
Um silêncio prestes a se partir num grande grito.

Em torno das águas escuras estava a floresta tropical.
Com a sua exasperada palpitação e o seu denso mistério,
As árvores pareciam esperar um acontecimento inesperado.
Poderíamos, em ermo, sentir os primeiros passos da Noite,
Que vinha com os seus grandes pés escuros
Quebrando frágeis galhos e machucando flores e plantas silvestres.
( in Antologia de Poemas Para a Juventude, Ediouro, p. 23)


É do poeta Carlos Frederico Schmidt o poema cima; tentarei reunir ao longo do dia algumas imagens dos rios e de trechos da floresta nortista para melhor ilustrar a pujança e a necessidade de bem preservar a região amazônica. Aceitarei contribuições - e, para deixar claramente a intenção interativa, logo mais farei um convite à conversa tuiteira com o tema.

Sugestão: clique logo, leitor! - O meu conterrâneo André Costa Nunes, pai do Lafayette, mantém um blog. Em postagem enriquecida pelas imagens fotográficas ele traça um panorama visual e diz Rio Xingu, é tudo isso. 
  
Até a próxima!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Cena deplorável exibida para o eleitor brasileiro

Ontem à noite, enquanto saboreava com os meus parentes uma deliciosa pizza da Atolini, não me contive e mostrei a todos as fotos que retratam a cena deplorável oferecida pelo garoto, filho do senador fichasuja JBarbalho. Fiz questão de mostrar aos meus jovens sobrinhos, especialmente aos em idade eleitoral, para que gravem o nome politicamente vergonhoso na cabeça e jamais outorguem qualquer poder aos que carregam a fichasuja nas ações .

Beto Barata_ AE - Foto reproduzida do Estadão

Cena deplorável - Tenho certeza de que ninguém aprovou a cena, ao contrário, recriminou. As fotos, feitas pelo Beto Barata certamente fizeram a convergência dos olhares ao farto material oferecido pelo Estadão. Tenho certeza, igualmente, de que os que deram o poder ao político empossado, graças ao cumprimento legal do FichaLimpa, não viram a cena, porque certamente não sabem ler e não têm o saudável hábito de refletir sobre qualquer tema. São os pobres eleitores que costumam vender o voto. O (e)leitor discorda das minhas observações?

Fique na escuta...- Tomara que as crianças leitoras, diante do rol de fotografias do menino que coloca a língua para fora e faz caretas em insolência escrachada,perguntem, perguntem e perguntem sobre o motivo do fato. Os pais  das crianças brasileiras têm a obrigação de explicar com base na verdade dos fatos, não apenas na ironia ou na explicação escapista e vazia de sentido. Tomara que os adultos brasileiros mostrem que o mau exemplo de escolher um político não é privilégio apenas do Pará, mas também de outros lugares no Brasil.  O exemplo do eleitor paulista ao votar no palhaço Tiririca  é ilustrativo. Ao trocar conversa virtual com a minha @amiga Be Neviani ela logo adjetivou as cenas como"grotescas". Concordo e acrescento mais dois adjetivos: as imagens revelam um acintoso roteiro grotesco, deplorável e inadmissível.

Envergonho-me de ter um conterrâneo com marcas inapagáveis da fichasuja. O pior é que o DNA parece carregar a má conduta e a insolência diante de qualquer pessoa. Tomara que nenhum paraense ouse reeleger o político em questão. Será um erro em dose enlouquecida e a maior expressão de semvergonice eleitoral.

Até a próxima!

Partidas & Chegadas

 
Já ficou esperando alguém muito querido desembarcar aqui, leitor?- Aeroporto Afonso Pena. S. José dos Pinhais, PR- arq. pessoal
Estamos mais perto do final de 2011, meu caro leitor. A imagem fotográfica que destaquei alude às chegadas dos que estiveram ou ainda estão presentes nas nossas vidas. O portão de desembarque de passageiros no Aeroporto Afonso Pena a mim trouxe grandes alegrias. Espero retornar outras vezes para aguardar a chegada dos meus parentes e amigos, em passeio pela agradável Curitiba.

Comparar é preciso, sempre! - Já fiz a analogia entre a ano novo e os felizes desembarques em 2011, mas também será impossível esquecer as partidas, especialmente as que envolvem despedidas mais intensas, mas não quero entristecer ao recordá-las. A vida aponta grandes renovações constantemente. É saudável olhar para a frente e avistar o anúncio de fatos e contingências melhores para todos em 2012.

Até a próxima! 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Tempo chuvoso em Curitiba


No  A. Luiz Xavier, Centro,Curitiba-  arq. pessoal

Tudo bem aí, leitor? Aqui em Curitiba estamos com o dia chuvoso; aliás chove desde a madrugada. É a temporada do verão sulista, bem caracterizada pelo aparecimento de chuvas mais constantes. Nada anormal, felizmente.

No bairro de Santa Felicidade, Curitiba - arq. pessoal


Estamos com  a mínima de 11ºC  e a máxima de 24ºC , segundo o site do Simepar.   

Não é recomendável sair sem a sombrinha ou o guarda-chuva. Estou com parentes em visita de férias e sem a ajuda do kitchuva os passeios seriam fartamente molhados. Ontem, eu os levei ao Museu Oscar Niemeyer. Planejava um desfrute no Jardim Botânico, mas a saída de diversão incluirá a infalível ida aos variados shoppings curitibanos e museus.
Até a próxima!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A menos de 5 dias de 2012

 
A longa caminhada anual tem nos últimos dias do ano a sua natural inquietação ou tranquilidade - Curitiba, Santa Felicidade, arq. pessoal
Estamos quase no final do ano de 2011. Quanto tempo transcorrido entre as alegrias e preocupações. Não sei se você, meu caro leitor, mas já estou a fazer aquele balanco anual das ações empreendidas; faz agora o mesmo, também?


Até a próxima!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Os primeiros moranguinhos estão chegando...

 

Eu jamais imaginei que veria uma flor despontar assim no pezinho de morango, ali no meu jardinzinho - arq. pessoal
Você já viu como é linda a flor de morango, leitor? Veja como a natureza é prodigiosa; a florzinha que você avista em destaque está lá no meu jardinzinho. Foi uma experiência que exigiu uma longa espera.

O primeiro moranguinho já surgiu- arq. pessoal
 
Há mais de seis meses passei pela floricultura e decidi comprar um pé de morango; ao chegar em casa eu o plantei no chão, mas não deu certo. Ele ficou bem intanguido (entenda como bem esmirrado) e há cerca de uns dois meses eu o trouxe para um vaso. No lugar que agora ele está recebe bastante sol.

Eis que agora o resultado da paciente espera aconteceu: em breve colheremos os primeiros moranguinhos. Para muita gente talvez o fato não signifique nada, mas para mim, que molhei, afofei a terra, tirei as ervas daninhas que teimavam em rodear a delicada plantinha, é uma vitória sem comparação.  

Aguarde...- Quando o primeiro morango ficar maduro, pode esperar, será fotografado e devidamente compartilhado visualmente aqui. Quer vê-lo, leitor? Ele será totalmente orgânico, concluiu a minha filha, quando me viu toda prosa a falar sobre a delicada fruta. Pois, então, não é mesmo que ela tem toda a razão?

Até a próxima!


domingo, 25 de dezembro de 2011

"Relíquias culinárias" bem compartilhadas

Adoro ler reportagens, ver e acompanhar as receitas e, finalmente, quando é possível fazer ou provar as delícias da gastronomia. Na minha última passagem pela Livraria Cultura veja o que encontrei:

A minha mais atual relíquia veio pelas mãos da Rosa Belluzzo - Machado de Assis, relíquias culinárias-  Unesp - arq. pessoal
Meu plano delicioso, leitor! - Nos próximos dias farei da minha pequena cozinha um laboratório experimental de algumas receitas compartilhadas pela pesquisadora Rosa Belluzzo.
  
Quem não gosta de rabanadas? -  arq. pessoal
O livro, apesar do coadjuvante nome destacado no título, não é sobre a obra de Machado de Assis, mas sim uma tentativa de retratar o que bem se comia no Rio de Janeiro antigo - e Machado entra como uma excelente âncora editorial - mas é um bom livro. O certo é que já percorri todas as  páginas e levarei adiante o plano de testar algumas das receitas. Começarei, hoje no finalzinho da tarde, com o preparo das deliciosas rabanadas. Quero fazer as empadinhas de camarão, também!

Aqui entre nós... - O livro é de fato um belo presente, meu caro leitor. Quer mais detalhes sobre a obra? Leia a arguta postagem à mesa com Machado, Debret, D. Pedro, do blog assinado pela Tania Nogueira, o  Receita na prática é outra. Eu adorei a descontração da escrita, as críticas e as menções encontradas no texto da blogueira. Tudo bem no ponto; muito bem temperado pela observação apuradíssima de quem lê reflexivamente.

Até a próxima!


Minibiblioteca Livre em Curitiba

 
A foto da Minibiblioteca Livre em Curitiba é do Alessandro Martins, mas a alegria de reproduzir a bela ideia e conceito de acesso à leitura é minha, também!
Olhe que coisinha mais linda foi recentemente inaugurada, ali na Rua Petit Carneiro, nº453 , no bairro do Água Verde. Se o tempo permitir, ah... irei hoje mesmo lá para fotografar e deixar uma doação.

A feliz ideia, acampada pelo Alessandro Martins, do blog Livros e Afins é estimulante, concorda comigo?

Será?- Você gostaria de abrigar uma minibiblioteca assim na frente da sua residência?Caso tenha interesse, não deixe de clicar no link; as orientações do Alessandro são objetivas.

Já imaginou? - A presença de outras minibibliotecas espalhadas pelas nossas cidades mostrariam um fato inconteste: o de que as grandes transformações nascem de pequenas atitudes. Incentivar o hábito da leitura é um deles. Não é preciso muito: basta deixar variados impressos livres para que as pessoas tomem emprestado e leiam. Uma casinha, uma ideia, muitos livros e a leitura ganha a parada, tal como costuma dizer nos últimos tempos a minha filha adolescente.


Até a próxima

Natal chuvoso em Curitiba

 
Vamos correr que a chuva vem logo! - foi o que eu disse à minha filha na tarde de ontem- Curitiba, Av. Padre Anchieta c/ a Martin Afonso, arq. pessoal

O céu de hoje amanheceu com nuvens cinzentas, carregadinhas de chuva. Aliás, desde ontem estamos sob o tempo chuvoso. Na foto em destaque mostro o panorama que enfrentamos, quando diante do lindo dia ensolarado sai para flanar um pouco e almoçar, ali para os lados do vizinho bairro do Bigorrilho. Foi preciso voltar depressa para casa, uma vez que o vento forte e chuva bem próxima eram evidentes. Aqui em Curitiba a noite de Natal foi simplesmente molhada.

Surpresa?! - Vejamos o que nos informa para hoje o Simepar.  Bem, a mínima de 16ºC  e a máxima de 22ºC  são alentadoras, mas o meteorologista notifica a iminência de chuva para as próximas horas. Eu tinha planos de um passeio pelo bairro do Água Verde ou do Jardim das Américas. Paciência.

Diga lá! - Chove aí ou faz sol, leitor? Estarão as crianças e seus brinquedos novos confinados ao quarto -  ou será que já acordaram e estão a brincar nas áreas livres, tal como faziam as crianças no meu tempo de outrora?



Até a próxima!

sábado, 24 de dezembro de 2011

Que a noite seja linda e de paz, leitor!


Encaixei o presépio entre os troncos da amoreira e ele está agora assim, bem luminoso. Feliz Natal, Curtiba, arq. pessoal 2011
Eu superei o medo de um curto-circuito e coloquei umas luzes em volta do presépio, ali no meu jardinzinho. Ontem à noite decidi: vou fazer uma foto para compartilhar no NaMira. Tomara que a cena cristã mais famosa do mundo invada a sua casa e adentre aos seus olhos em contagiante expressão de afeto e de esperança, prezado leitor.

Noite feliz para todos nós; é o que mais desejo!

Até a próxima!

Preservemos a alegria no dia 24 de dezembro


Dirigir um veiculo sob efeito da bebida coloca em risco não apenas a vida do condutor, mas sobretudo a do transeunte - Curitiba, Rua Muricy, Centro- arq. pessoal
Na véspera do dia mais comemorado no mundo entram em cena como num passe de mágica - ou milagre do Natal para os que acreditam -os sentimentos que traduzem a bondade, a solidariedade, a indulgência e a caridade. Menos mal. Teríamos um mundo muito triste e vergonhoso se os piores sentimentos reinassem absolutos durante o ano inteirinho, você concorda comigo?

Como seria interessante se o que chamamos de paz universal, em eclosão pregressiva nos dois próximos dias, permeasse intenções e práticas em todas as esferas da vida em comum, mas certamente teremos notícias tristes, exemplos de maldade, de egoismo, de vilanias dirigidas aos incautos, aos sem voz ativa e aos tolos. Abaixo destaco uma dupla de ações. Está disposto a encará-las, leitor?

Manter a cidade limpa; você faz a sua parte? Reprodução do blog  do Sérgio Bastos
> Não incentivar a bebedeira, mas sim a alegria reconfortante, tal como adverte o Jairo Marques, em Apenas festas, no blog Assim como Você. Chega de acidentes motivados pelo excesso de bebidas que mexem com o equilíbrio e a tranquilidade dos demais.


> Retribuir os cuidados que os prestadores de serviço, tal como o varredor de rua ou a equipe noturna que recolhe o lixo orgânico, com  a atenção merecida? Vá até a porta ou portão e agradeça. Dê as caras, não fique limitado apenas ao panetone baratinho ou aos presentinhos ordinários ou enjeitados. A equipe que limpa as ruas e recolhe o que não queremos mais dentro dos nossos lares faz um serviço sem preço. Mais detalhes? Reveja a minha postagem O leitor, a cidade e a sujeira urbana.

Por favor !- Não se indisponha comigo diante das advertências acima, caro leitor; há sempre um modo coerente de articular o dito e o feito. Meu amigo, o ilustrador Sérgio Bastos pensa de modo semelhante.


Tenhamos um excelente dia 24 de dezembro de 2011.


Até a próxima!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Tudo belezura, leitor?


Na retaguarda do mapa de Santa Felicidade ou do seu bairro há um dia bonito e promissor para se viver, leitor - Curitiba,  arq. pessoal

Belo dia 23 de dezembro de 2011, leitor? Aqui está uma belezura.

Até a próxima!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Entre as alegrias e tristezas da vida


As horas transcorrem sem que possamos segurá-las, leitor! -  arq. pessoal 2011
Há quem fique ranzinza nos dias mais animados de dezembo; eu já fiquei, também, mas foi na época da adolescência, naquela fase contestatória comum para muita gente. Ela passa; sempre passa, nem que seja nas horas fatais da partida, quando o calor de uma mão amiga, um olhar carinhoso e os desdobramentos do empenho familiar invadem as frestas do ser endurecido. Convém amolecer voluntariamente; recomendo-lhe carinhosamente, meu querido leitor. O relógio do tempo não espera. Os ponteiros avançam, mesmo sob a nossa vontade de retê-los na estação do mau-humor ou da indiferença. Deixe que eles marquem novos tempos, melhores do que os de ontem, por favor!


Experimente preparar brigadeiros com lasquinhas de castanhas-do-pará; vai adorar, tenho certeza! - arq. pessoal

Dias difíceis...- A vida não é fácil; algumas pessoas têm lembranças amargas dos dias de dezembro e outras, da maioria dos dias do ano. Eu não as critico, no entanto, lhes peço humildemente que desatem os nós sentimentais; a emoção, esta senhora muitas vezes cheia de dissimulações, não se deixa enganar  quando avista a sinceridade genuina. Não há mentira, falsidade ou meia verdade no abraço de um amigo verdadeiro, de um familiar ou agora na mensagem tuiteira que chega, em substituição ao cartão natalino de outrora. Confie mais; desate os nós da zanga ou tristeza. Abra um sorriso; tenha até paciência comigo. É a dezembrite em aguda sintomatologia.

Saiba o leitor que... - Hoje? Agora? Mais exatamente nos próximos minutos vou sumir algumas horas da frente do meu note. Sabe os porquês, meu caro leitor? Explico: gosto de fazer presentes com as próprais mãos e agora preciso correr para a cozinha. Planejei entregar algumas guirlandas enfeitadas com brigadeiros recheados com castanhas-do-pará - e já estou atrasada, muito atrasada. Tchauzinho...

Até a próxima!

Contemplação providencial, leitor!


A visão ensolarada obtida sob o arvoredo da Rua Marcelino Champagnat é encantadora, - Curitiba, Mercês- arq. pessoal 2011
      Menino

Todos os jardins se fizeram para ti
e as flores, as pedras.
Não tentes saber mais, contempla
a luz pendurada na árvore.

Quando grande, não te lembrarás
desta paz divina
Mas uma obscura saudade haverá no desejo
do que agora te sobra.

( Joan Teixidor, tradução de João Cabral de Melo Neto- Antologia de Poemas para a Juventude, Ediouro, p. 89, 2ª edição, 2005)

Até a próxima!

Bom dia 22 de dezembro, leitor!

O meu café com leite matinal veio hoje em uma das minhas novas canecas, leitor!- arq. pessoal 2011

Ontem ganhei 2 novas canecas de presente. Adorei a lembrança carinhosa. Hoje? Uma delas aparece na foto em destaque acima. É um modo de prestigiar a autora do mimo, além de saudar com alegria ao querido leitor que ora visualiza a página. Costumo forrar o estômago logo de manhã com uma porção generosa de café com leite  - e o hábito de tomar a minha porção em canecas é antigo. Amigos e familiares  sabem da prática; eles têm ajudado a renovar a minha pequena coleção, embora a minha preferida seja a velha canequinha com motivo natalino.



A minha antiga companheira nas manhãs tem atravessado comigo longos anos- arq. pessoal

Interaja comigo!- Como está a manhã aí nos seus arredores? Aqui, especialmente no bairro Mercês, o 1º dia de Verão oficial está simplesmente um espetáculo; há sol em abundância, temperatura máxima de 32ºC  e mínima de 16ºC . A passarinhada nem tem mais como expressar a felicidade. É contagiante; acredite.

Até a próxima!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Papai Noel curitibano está com muito calor!



"Hôhôhôhô... que calor! " - deve querer dizer o Papai Noel curitibano, ali no bairro de Santa Felicidade - Curitiba, arq. pessoal 2011
As fotos que selecionei - todas feitas por mim e minha pequena câmera no celular! - exibem a pressuposta tortura que deve ser para os que vestem a roupa de Papai Noel, aqui em Curitiba e nos lugares com altíssimas temperaturas. Quer uma prova? Os últimos tuites oferecidos pelo editor do Simepar.

O casal natalino estava na porta de uma casa bancária, ali na Rua Xv de Novembro- arq. pessoal 2011

Ajude-me !- Se tivesse tempo, juro que faria uma entrevista. Quero saber o que eles pensam. A pauta? Será que o valor recebido para vestir a roupa pesada e quente lhes cobre de vantagens e não de suor? A imprensa e os blogueiros podem ajudar; o leitor também, caso se disponha a perguntar para mim. Que tal? Eu adoraria reproduzir os depoimentos, desde que venham acompanhados do local da entrevista informal.

Até a próxima!

Ali Babá? Grande mentor dos políticos...

 
Os dias de dezembro mais esperados pela maioria (mesmo sem uma pesquisa oficial, é claro!) são o de receber o 13º salário( ou parte dele) e os que antecedem as reuniões familiares. Estou enganada, leitor? Ainda bem que os meus queridos amigos cartunistas e chargistas não deixam os fatos ligados aos bastidores políticos passarem batido da mira do (e)leitor atento. Veja  o que desenhou- ou melhor - cronicou o Ivan Cabral no destaque da postagem. Perfeito.

Reprodução do site do talentoso Ivan Cabral
Preparando um saco natalino para 2012 em diante...- Os políticos também devem gostar muito da temporada; eles pensam que o (e)leitor é um abestado e enchem as suas contas correntes com um pacote de bondades, especialmente agora na temporada natalina. Eles miram a reeleição, meu caro leitor. O mês de dezembrode 2011, véspera de ano eleitoral é uma antecipação dos regalos que terão.  Aqui entre nós, eles sabem como preparar boas surpresas ao eleitor desatento. A época lhes favorece. Ali Babá  lhes é um grande mentor; você tem alguma dúvida?

Quer exemplos? O dos vereadores de Londrina, aqui no Paraná, entre outros veiculados pelos últimos tuites do jornalista André Gonçalves (ancorado na sucursal brasiliense da Gazeta do Povo); os de ontem e os de hoje oferecem amostra do quão bonzinhos são os políticos locais. Eles anteveem um saco natalino para 2012 bem farto. O (e)leitor pode, entretanto, lhes brecar as intenções: não os reeleger é o passo certinho! Não seja um Papai Noel ou uma Mamãe Noel aos políticos descarados, por favor!

Até a próxima!

Ir à Livraria Cultura é um prazer; também acha, leitor?


A presença da Livraria Cultura tornará a minha ida ao Shopping Curitiba um motivo de prazer- arq. pessoal 2011
Bom dia! A manhã curitibana continua ensolarada, meu caro leitor. O dia 21 de dezembro será para mim um dia cheio de afazeres prazerosos: eu e minha filha iremos, logo mais à tarde, à Livraria Cultura, instalada como uma rainha, ali no Shopping Curitiba. Aviso geral: a livraria é um daqueles lugares que você nem tem vontade de sair. Quem gosta de livros e novidades impressas e dos seus coadjuvantes sabe avaliar o que é estar no interior de uma livraria com o porte da que foi inaugurada recentemente na capital paranaense.
Espaçosa e com áreas de convívio ao exame dos livros e impressos em geral a livraria logo me conquistou - arq. pessoal

A novidade livreira em Curitiba - No sábado passado, apesar da minha pouca animação pelos passeios em shoppings, fomos lá para conhecê-la; além de percorrer as vias de acesso aos livros, é claro, que fui experimentar a cafeteria. Levei junto a minha filha, simpatizante da combinação livros & conversa em cafés. Pedimos um café espresso com um pinguinho de leite e uma soda com essência de kiwi. Quanto ao pai? Ficou perdido entre a abundância dos cds. Você nem vê as horas passarem quando está imerso no que gosta de fazer. Na minha pequena família, aqui em Curitiba, assim como na grande que está espalhada em Belém, Santarém, Manaus, Leme e Campinas,  ler e ouvir música é uma tradição; está no sangue como se diz popularmente.

Leitura & Conversa com café e coadjuvantes é sempre um prazer, ainda mais no interior de uma livraria- arq. pessoal

Sem qualquer dúvida - Ao avistar uma livraria com o porte apresentado pela Cultura, a ideia de que concorrência é um fator de qualidade é unânime, mas com o passar do tempo o consumidor atento saberá avaliar se uma grande livraria de fato trabalha pensando nele, também. Já sou frequentadora regular das grandes casas livreiras, aqui em Curitiba; oportunamente, meu caro leitor, voltarei ao tema da atenção ao consumidor apreciador de impressos à venda nas livrarias locais.

Diga lá! - Já foi à Livraria Cultura, meu caro leitor? Qualquer uma das filiais espalhadas pelo Brasil. Eu já tive a boa experiência de ir à filial de Campinas. Era para ser um encontro com a colega professora Miriam Salles , mas não deu certo nem recordo mais do porquê, porém a companhia da minha filha e mais uma sobrinha deu àquela manhã um histórico inesquecível. O resultado? Fiquei fã da livraria.
Até a próxima!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Reclamações acaloradas? Não as minhas...


 "O verão inicia oficialmente em menos  de  48 horas- dia 22/12 às 03:30. Uma projeção climática para este período está em simepar.br
 
Olhei para cima e mirei para mostrar o céu curitibano; no destaque a Torre do Mercês- arq. pessoal 2011
Céu azul, temperatura de Verão e um dia pra lá de iluminado. Assim está o bairro do Mercês, aqui na bela Curitiba. Você tem aí um panorama semelhante? Descreva-o para o NaMira, caro leitor.
 
Que tal um sorvete? Não é um sorvete da saudosa Cairu  (VejaBrasilComidinhas) mas ajuda a diminuir o calor- arq. pessoal
Li a reclamação sutil do meteorologista paranaense apontando desconforto com relação às altissímas temperaturas no interior do estado, mas estou, entretanto, adorando o conjunto climático, caro leitor. Eu fiquei enferma durante a temporada de frio intenso e com as temperaturas em declínio.
 
Dê uma olhada no céu que eu vejo agora; basta avistar com atenção a foto em destaque. Céu lindo, não é mesmo? Que tal um suquinho de laranja ou um sorvete, quando o tempo esquenta? No calor? Tudo é mais simples; basta vestir a roupa adequada e tomar muito líquido e sair dos lugares sem ventilação. Abrir todas as janelas e portas. Arejar tudo. Eu nem reclamo de nada. Adoro os dias assim.
 
- Ah...é porque você é do Norte do Brasil, Doralice! -  é o que dirá o leitor curitibano ou o bem acostumado ao friozinho sulista. É verdade. O detalhe da origem regional explicará muito bem a minha sensação agradável de conforto climático ajustado ao Verão.

Até a próxima!

Cuscuz do Kats; invejável delícia com camarão...

 
A foto e a receita são do Marcelo Katsuki, mas o prazer de saborear  o Cuscuz do Kats será meu, também! - reprodução autorizada

Eu adoro camarão e qualquer receita que tenha o marisco como base maior, meu caro leitor, logo reúne a minha aceitação.

Quando vi a foto que ilustra a postagem do Marcelo Katsuki (Comes e Bebes, Folha) eu logo pensei: ah... quero a receita para fazer um bem parecido! Quero preparar a gostosura para saudar as visitas familiares, que repensaram a decisão e avisaram ontem que chegarão de Campinas, no próximo dia 26. Sei que o querido amigo japa não se zangará comigo, mas vou chamar a delícia de Cuscuz do Kats. Quem gostar da ideia me siga, também.

Até a próxima!

Lembranças dos natais da nossa infância

  
Eis a Árvore de Natal da minha casa, leitor! Simples e natural como penso que é a existência - arq. pessoal 2011
  O jornalista e blogueiro Alessandro Martins tuitou o que eu destaco abaixo:

                  Quando eu era criança e chegava essa época, eu nem dormia direito pensando nas coisas do natal. Eram os 4 dias mais demorados do mundo.
 
Diga lá! - No seu tempo de criança a sensação era a mesma, leitor?
 

Lá em casa...- Na minha família numerosa - éramos 11 irmãos, além da mamãe, meu pai e  geralmente um ou dois primos que vinham de Alenquer para estudar em Belém, afora os visitantes ocasionais em tratamento de saúde, portanto, a comemoração natalina e a movimentação doméstica é na minha cabeça algo inesquecível - e a espera pelo presente, um capítulo cheio de lembranças nostálgicas. Sabe a razão, leitor? Quando meu pai faleceu, os meus irmãos mais velhos que já trabalhavam fora de casa, entre eles, o Onizes, assumiram a dianteira das providências com relação aos festejos, compras e providências específicas não apenas do final de ano, mas de tudo e durante o ano inteirinho.

Mãos familiares agiam -Durante os quatro dias que antecipavam a festiva antevéspera do dia natalino, a minha mãe, professora em férias, ficava com a movimentação que vinha dos apelos da cozinha. Assados, panetone feito em casa, bolos com uvas passadas, rabanadas, castanhas portuguesas prontinhas para comer, entre outras gostosuras. Os brinquedos que ganhávamos, meu caro leitor, eram apenas um dos detalhes, pois sabíamos de onde provinham.  Ah... quanta saudade do tempo de criança, lá em Belém, na Rua Boaventura da Silva e também na Rua João Balbi, lugares que marcaram a minha infância natalina no bairro do Umarizal. 


A época é também cheia de lembranças para você, leitor? Vamos lembrar juntos? Comente e compartilhe as suas; prometo trazê-las aqui para cima se você interagir com a postagem.

Até a próxima!

O Verão e a Primavera coexistem em Curitiba


Observe as roupas que as pessoas trajam. É o Verão que já chegou!! - Curitiba, Rua XV de Novembro, arq. pesoal 2011

Os dias de Verão estão chegando.... e Curitiba já reúne amostra do veranico há vários dias, mesmo que o calendário delimite o dia 22 de dezembro como a data oficial da mudança da estação. A Primavera resiste, entretanto; olhe bem para os canteiros floridos que as minhas fotos exibem. Eles exercem um encantamento incontestável; visitantes não economizam elogios e os residentes comemoram bem orgulhosos o belo panorama florido.

Um programa natalino: sentar em um dos bancos e apreciar a movimentação curitibana - Rua das Flores,  arq. pessoal
Estou adorando a antecipação do Verão e a permanência da estação florida na capital paranaense. É importante observar a preocupação da prefeitura municipal com relação  ao plantio renovado e à manutenção das floreiras curitibanas; é um belo cartão de visita da cidade, além de excelente arregimentador de satisfação pelos que têm a função de zelar e bem cuidar de Curitiba.


Diga lá! - As floreiras do seu bairro ou as que existem aí no seu município são assim bem cuidadas? Os jardins e parques públicos bem cuidados têm merecido o seu aplauso, caro leitor?

Até a próxima!

Amizades virtuais? Vamos trocar conversa sobre o tema?

Peço-lhe desculpas pelo título longo, leitor. Ele ajudará, no entanto, a estimular mais leitores à postagem. Eu moro em Curitiba desde 1992 e posso contar nos dedos de uma das mãos os amigos que tenho aqui. Não é pela cidade, nem pela suposta dificuldade para fazer amizades reais, mas pelo fato de que amigos não são comprados; eles são estabelecidos no limiar entre as dificuldades e as fases de bonança. Nos dias atuais, ui, convém manter redobrada a atenção às verdadeiras intenções das pessoas que nos redeiam.

Realidade & Virtualidade - Jamais alguém residente em Curitiba ligou aqui no meu telefone para dizer assim: 

- Ô...Doralice; venha passar uns dias com a gente, aqui na praia! - ou mesmo: - Você quer a senha da  minha assinatura de um jornal, Doralice?   

Saiba o leitor de que a troca de conversa sobre aflições maternas ou preocupações de ordem política, educacional ou mesmo centrada na permuta agradável de favores é intensa na rede social virtual. Quer um exemplo bem marcante para mim? Quando voltei de Belém, após o desencarne da minha querida mãe, como sofri com a solidão das conversas de encorajamento e consolo; apenas uma das minhas vizinhas encostou no portão para perguntar como eu estava. Bem diferente da intensidade do apreço e quantidade da companhia dos amigos virtuais.

Marco delimitado - Foi depois que  elaborei e alimentei diariamente o NaMiradoLeitor e, especialmente, após ter feito uma continha no Twitter, que a realidade virtual mostrou uma fisionomia muito diferente para mim. Aproximou as boas intenções e os bem dispostos à interação amiga. Consolo, ânimo, sugestões, dicas e expressões cordiais estimulantes surgem com regularidade na minha página tuiteira. É uma alegria diária tuitar um  Bom dia, TL! Logo, logo, aparece uma retribuição virtual.

Quando saí de Curitiba para ver minha mãe enferma, lá em Belém, amigos virtuais acorreram à minha timeline. -  arq. pessoal
Quer exemplos, leitor? - Eu tenho mais de uma dezena de @amigos. Dentre eles será impossível não destacar a Bê Neviani (a única que ainda não conheço pessoalmente), a Ane Beatriz , o Renato Castilho, o Alessandro Reis,  o Marcelo Katsuki, entre outros, hoje elevados à categoria de bons conhecidos, uma vez que já sentamos para tomar café e trocar conversa, além de mútuas e prestimosas colaborações. É um bom começo de amizade.

Cuidados necessários - É natural desconfiar da rede virtual de boas amizades, mas é necessário selecionar aproximações com as suas afinidades. Ler o que escrevem os seus "acompanhantes" nas redes, observar as reações que têm diante dos fatos e, principalmente, ver como agem diante da vida nacional coletiva. Tenho e acompanho, sempre que possível, o que escrevem os seguidores da minha página, mas é na concessão comunicativa mútua das mensagens exclusivas (conhecidas como DMs) que a confiança ganha a dianteira e promove a conversa tuiteira em amizade virtual.

Sobre o tema? Vai aqui uma sugestão:  Amizade virtual não é"amizade menor" é a nova forma de estar junto ( Diário da Saúde); excelente dica da Be Neviani, citada no terceiro parágrafo e recorrentemente grande auxiliar na ampliação das informações, soluções de problemas e expressão maior da potencialidade de um relacionamento amigo tonificado pela internet.

Diga lá!- Você tem alguma observação a fazer, caro leitor? Tópicos sobre papéis sociais, (des)compromisso nas relações interpessoais ou perigos iminentes serão abordados descontraidamente em postagens oportunas. Eu garanto.


Até a próxima!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Um exemplo de má fé, lá em Belém

 
Um computador conectado à internet e uma rede de atentos leitores não deixam uma injustiça passar em" brancas nuvens"- arq. pessoal
Clique no link e leia a postagem Penas pela litigância de má fé, assinada pela jornalista e advogada paraense Franssinete Florenzano. É ou não é uma história quase inacreditável? Alguém alegar "depressão" para requerer uma vaga em universidade pública é algo que jamais imaginei ler ou ouvir na minha vida.

Ainda bem que nas redes sociais muitos internautas estão sempre alertas a tudo; a impunidade tende a diminuir se as pessoas ancoradas na cidadania estiverem em alerta máximo. É ou não é estimulante a manutenção de um computador conectado e um rede de leitores atentos e ativos?

Redes sociais ativas  Não é por menos que a minha página no Twitter é o meu jornal diário; ela reúne uma abundância de informações. Estou satisfeita com a sequência interativa; ela articula o noticiário recente e reúne opiniões e não dá mole aos que dormem no ponto no que diz respeito à crítica necessária. 

Até a próxima!

Dias ensolarados e divertidos em Curitiba

 
Os belos dias ensolarados em Curitiba permitem muitas alegrias aos que circulam pelas ruas- arq. pessoal 2011
As manhãs ensolaradas, especialmente as de sábado, são espetaculares em Curitiba; elas permitem a realização de muitos eventos públicos. Ainda mesmo no sábado passado testemunhei a passagem da Bicicletada Curitiba, um show musical composto pelos frades e seminaristas, assim como um arrogante e insolente protesto de torcedores de um time de futebol e a coreografia bem divertida dos participantes da Cruz Vermelha.

A encantadora apresentação musical  a entoar peças natalinas prendeu a minha atenção- Rua XV de Novembro, Ctba, arq. pessoal 2011
Eu tinha um encontro com a minha filha, ali nas imediações da Biblioteca Pública, mas  demorei para chegar ao local combinado. As imagens explicam direitinho os porquês da minha demora.

Mais bicicletas nas ruas é o que pede a Bicicletada Curitiba; concordo com o pedido, também! - Pça santos Andrade, arq. pessoal 2011
Aqui entre nós, meu caro leitor, há sempre muito a fazer em Curitiba. Andar pelo centro, ali nos arredores da Boca Maldita, é sempre um prato cheio exemplar. Basta ficar atento e contar com uma câmera para registrar cenas inusitadas. Não é por menos que a capital paranaense tem atraído tantos visitantes na temporada natalina. Dias ensolarados e farta programação cultural são atrativos incontestes. 

Foi impossível não parar para "balançar" junto com a coreagrafia dos participantes da Cruz Vermelha- Ctba, Praça Osório, arq. pessoal 2011
Um projeto interrompido - Eu adoraria receber aqui os meus parentes no mês de dezembro, mas eles não trocam os ares de Campinas, nem os de Belém ou deManaus. Os de Campinas até anunciaram a vinda, mas na última hora desistiram. É justo, mas se soubessem da fartura de eventos e do quão é agradável a temporada iminente do verão sulista, logo embarcariam num desses voos diários para Curitiba. Eu daria pulinhos de alegria, mas eles não querem sair da comodidade familiar. Eu faria o mesmo.

Indispensável... - Desfrutar da companhia dos nossos queridos mais próximos é algo que não se coloca preço algum. Concorda comigo, leitor?

Até a próxima! 

Protesto curitibano contra Belo Monte


Pequeno grupo de estudantes curitibanos conversavam sobre as implicações da UHE de Belo Monte- Curitiba, Praça Santos Andrade, dez. 2011, arq. pessoal
Sábado de manhã saí bem cedo de casa; a cena pública curitibana prometia muitos programas para registrar e trazê-los, aqui para o NaMira. Embarquei no expresso Centenário Campo Comprido,  na Praça da Ucrânia e em poucos minutos desci na plataforma, em frente ao Shopping Estação. Logo, em questão de minutos, subi no expresso Santa Cândida. Sabe o meu ponto de chegada? Ali nos arredores do prédio central da Universidade Federal do Paraná, dos Correios e do Teatro Guaira, mais exatamente, na Praça Santos Andrade. O meu interesse maior era testemunhar o movimento de protesto curitibano contra a UHE de Belo Monte. Consegui, caro leitor.


Sem alarde, mas firme o protesto reuniu ativa participação juvenil curitibana - Curitiba, Escadaria do prédio da UFPR, arq. pessoal 2011


O registro em Curitiba - As fotos encontradas, como o leitor já sabe, são feitas com a câmera do meu celular; a resolução é limitada, mas as imagens certamente permitem que você aviste o que os meus olhos presenciaram. O grupo era pequeno, mas aos poucos foi tomando maior corpo; não vi, entretanto, nenhum adulto, exceto eu e um fotógrafo, mas sim um grupo bem ativo de jovens, todos com ar e discurso universitário ativista ambiental. Senti firmeza nas observações e acompanhei a fala com anuência respeitosa.


Estive lá na manifestação curitibana contra a UHE de Belo Monte, caro leitor -  Ctba, arq. pessoal 2011

Poucos paravam para ouvir o que o grupo tinha a dizer sobre Belo Monte. Eu mesma precisei pedir a um vendedor de bijuterias que diminuisse o som do radinho de pilhas para que pudéssemos ouvir o que explicavam os jovens, sem megafone ou qualquer apoio que potencializasse a voz contrária ao mega projeto, lá no Rio Xingu


A caminhada juvenil  contra a UHE de Belo Monte nos arredores da Biblioteca Pública do Paraná- Ctba, arq. pessoal 2011

Pelas calçadas curitibanas - Mais tarde, encontrei o grupo em caminhada, ali nos arredores da Biblioteca Pública; os jovens iam em direção à Praça Tiradentes. A intenção de todos era veicular informes sobre a UHE de Belo Monte e as contradições do projeto com relação ao descumprimento das condicionantes listadas pelo Ministério Público no Pará. Os jovens universitários, em caminhada educada pelas calçadas do centro de Curitiba, agiram como aquela voz que clama no deserto da indiferença. Fizeram o que acreditam ser o justo. 

Até a próxima!

Gosta de caldo de cana, leitor?

 
Para matar a sede nos dias ensolarados e quentes? Vai muito bem um caldo de cana - Ctba, Praça das Nações, arq. pessoal

O final de semana, aqui em Curitiba, foi agradavelmente ensolarado, meu prezado leitor. Eu, diante do calor, não consigo resistir a um copo de caldo de cana bem geladinho, ainda mais quando passo ali pela Av. N. Senhora da Luz, nos arredores da Praça das Nações. É uma parada básica nos passeios que costumamos fazer, ali pelo bairro Seminário ou Jardim Social - ou quando a crise de formigões nos ataca de cheio. A proximidade da bem equipada Confeitaria e Panificadora Familia Farinha completa o circuito impulsionado pela vontade de saborear as massas e confeitos, além da sede, esta bem comum nos dias de calor, hoje objetivamente assinalados pelo site do Simepar.


Parada obrigatória para apreciar a paisagem e tomar um caldo de cana- Ctba, Praça das Nações, arq. pessoal


Diga lá! -  Meu pai chamava de garapa o conhecido suco de cana; com o tempo de vivências pelo Sudeste e Sul do Brasil passei a chamá-lo de caldo de cana, mas a expressão paterna sempre vai comigo na hora de aproveitar a delícia refrescante e nutritiva oferecida pelo suco purinho da cana-de-açúcar. Paguei R$2,50 pelo copo com 300ml. É o que você costuma pagar, também?  

Aviso geral - A temporada de calor que chega com o Verão sulista trará temas deliciosos aqui para o NaMira; interessado, leitor?


Até a próxima!
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