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sexta-feira, 15 de março de 2013

Nossas escolas sob a mira do leitor; ajude a fotografá-las!


No destaque? A mais recente lembrança da fachada da biblioteca da minha saudosa  EEBarão do Rio Branco. Será que recebeu melhorias? Belém, PA, arq. pessoal 2010
Hoje é o Dia da Escola, meu caro leitor. Penso que a melhor atitude para saudar o motivo da comemoração é ficarmos atentos ao universo escolar mais próximo ou mesmo distante, tal como destaquei acima. No caminho das nossas travessias visuais cotidianas pelo bairro, por exemplo, como estão as escolas? Como já foram? Nossas lembranças antigas e recentes são muito importantes. Ajude-me a trazer um número representativo dessas informações.


Fotografe, também! - Fachadas escolares, portões de acesso, placas indicativas nas salas, jardins, áreas de convívio, salas dos professores, aparência dos banheiros, rampas, arvoredo, atividades, placas de inauguração, lanche do dia, imagens dos estudantes à entrada ou saída do prédio escolar, material  didático utilizado, cantina, biblioteca, área das atividades de educação física, laboratórios e tudo que estabeleça conexão com o ambiente escolar merece ficar sob os olhares do cidadão atento
 
Interaja, também!- Com uma câmera até do celular um mapeamento surpreendente ou preocupante poderá emergir de todos os cantos do país. Já pedi ajuda na minha página tuiteira, mas preciso de reforço dos blogueiros e visitantes do NaMira.

Até a próxima!

domingo, 17 de junho de 2012

6,4 milhões de candidatos no ENEM 2012


Com a inscrição intermediada pelo computador os 6,4 milhões de inscritos aguardam as provas do ENEM - arq. pessoal
O recorde de inscritos no ENEM( UOL, Educação, ontem) não deve surpreender, mas sim despertar preocupação, pois diante da adesão parcial ou integral das universidades públicas ao exame, o estudante brasileiro não teve alternativa. Fazer a inscrição no ENEM é uma obrigação para entrar no funil selecionador às vagas oferecidas pelas instituições.

Grande nº de olho no Enem- Candidatos? 6,4 milhões. Familiares? A perder de vista - Tomara que não surjam os problemas de segurança e logística dos anos anteriores, pois administrar simultaneamente um exame com tamanha proporção numérica e alcance geográfico é de uma preocupação incalculável.


Sou professora de redação;  a informação não é novidade ao leitor contumaz e atento, mas agora em 2012 tenho um detalhe a mais: sou mãe de candidata, embora treineira, portanto, tenho motivos redobrados de preocupação. 

Até a próxima!



terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O lixo, as sacolinhas, o ambiente e o cidadão

O depósito aberto e o lixo fora dele; indicam o quê? Rua Fernando Moreira, Bigorrilho, Curitiba,  arq. pessoal
A maioria dos paulistanos aprova o fim da sacolinha de plástico; foi o que li na Folha de hoje, em resultado de pesquisa DataFolha. Há muito tempo adotei a sacola de pano, quando vou ao supermercado, mas enfrento alguns problemas quanto ao acondicionamento do lixo na hora de deixá-lo, lá fora, para a coleta seletiva, aqui no bairro Mercês. Você enfrenta o dilema idêntico, leitor? Será que está imune à série de implicações ligadas ao lixo, a extinção ou uso consciente das sacolinhas, aos problemas e soluções ambientais? São questões que envolvem a vida do cidadão, seja ele um dono de casa ou hóspede de um hotel, por exemplo.

O lixo revirado e exposto na porta de algumas casas é raro, mas é um exemplo entristecedor. -  Bigorrilho, sábado à tarde, Curitiba, arq. pessoal
O assunto rende muita conversa; depois que encerrar a minha programação com as aulas de redação, voltarei à postagem, leitor. Vamos trocar conversa sincera sobre o quarteto bem substantivo enfatizado lá em cima, no título da postagem? Lixo, sacolinhas, ambiente e cidadão são temas muito robustos; rendem uma conversa blogueira ilimitada.
 
Observe as fotos que fiz na última tarde de sábado, quando caminhava com a minha filha, ali nos arredores da Rua Fernando Moreira, quase esquina com a Brigadeiro Franco e, depois, em outras ruas do agradável bairro do Bigorrilho. Diga lá se as  cenas não exigem a nossa reflexão? 

Até a próxima!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Amizades virtuais? Vamos trocar conversa sobre o tema?

Peço-lhe desculpas pelo título longo, leitor. Ele ajudará, no entanto, a estimular mais leitores à postagem. Eu moro em Curitiba desde 1992 e posso contar nos dedos de uma das mãos os amigos que tenho aqui. Não é pela cidade, nem pela suposta dificuldade para fazer amizades reais, mas pelo fato de que amigos não são comprados; eles são estabelecidos no limiar entre as dificuldades e as fases de bonança. Nos dias atuais, ui, convém manter redobrada a atenção às verdadeiras intenções das pessoas que nos redeiam.

Realidade & Virtualidade - Jamais alguém residente em Curitiba ligou aqui no meu telefone para dizer assim: 

- Ô...Doralice; venha passar uns dias com a gente, aqui na praia! - ou mesmo: - Você quer a senha da  minha assinatura de um jornal, Doralice?   

Saiba o leitor de que a troca de conversa sobre aflições maternas ou preocupações de ordem política, educacional ou mesmo centrada na permuta agradável de favores é intensa na rede social virtual. Quer um exemplo bem marcante para mim? Quando voltei de Belém, após o desencarne da minha querida mãe, como sofri com a solidão das conversas de encorajamento e consolo; apenas uma das minhas vizinhas encostou no portão para perguntar como eu estava. Bem diferente da intensidade do apreço e quantidade da companhia dos amigos virtuais.

Marco delimitado - Foi depois que  elaborei e alimentei diariamente o NaMiradoLeitor e, especialmente, após ter feito uma continha no Twitter, que a realidade virtual mostrou uma fisionomia muito diferente para mim. Aproximou as boas intenções e os bem dispostos à interação amiga. Consolo, ânimo, sugestões, dicas e expressões cordiais estimulantes surgem com regularidade na minha página tuiteira. É uma alegria diária tuitar um  Bom dia, TL! Logo, logo, aparece uma retribuição virtual.

Quando saí de Curitiba para ver minha mãe enferma, lá em Belém, amigos virtuais acorreram à minha timeline. -  arq. pessoal
Quer exemplos, leitor? - Eu tenho mais de uma dezena de @amigos. Dentre eles será impossível não destacar a Bê Neviani (a única que ainda não conheço pessoalmente), a Ane Beatriz , o Renato Castilho, o Alessandro Reis,  o Marcelo Katsuki, entre outros, hoje elevados à categoria de bons conhecidos, uma vez que já sentamos para tomar café e trocar conversa, além de mútuas e prestimosas colaborações. É um bom começo de amizade.

Cuidados necessários - É natural desconfiar da rede virtual de boas amizades, mas é necessário selecionar aproximações com as suas afinidades. Ler o que escrevem os seus "acompanhantes" nas redes, observar as reações que têm diante dos fatos e, principalmente, ver como agem diante da vida nacional coletiva. Tenho e acompanho, sempre que possível, o que escrevem os seguidores da minha página, mas é na concessão comunicativa mútua das mensagens exclusivas (conhecidas como DMs) que a confiança ganha a dianteira e promove a conversa tuiteira em amizade virtual.

Sobre o tema? Vai aqui uma sugestão:  Amizade virtual não é"amizade menor" é a nova forma de estar junto ( Diário da Saúde); excelente dica da Be Neviani, citada no terceiro parágrafo e recorrentemente grande auxiliar na ampliação das informações, soluções de problemas e expressão maior da potencialidade de um relacionamento amigo tonificado pela internet.

Diga lá!- Você tem alguma observação a fazer, caro leitor? Tópicos sobre papéis sociais, (des)compromisso nas relações interpessoais ou perigos iminentes serão abordados descontraidamente em postagens oportunas. Eu garanto.


Até a próxima!
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