quarta-feira, 13 de julho de 2011

Conheça mais sobre a BiblioPote

Na BiblioPote( Curitiba) a geladeira contém livros- Foto: Alessandro Martins

Sou fã da BiblioPote, a biblioteca pública que funciona dentro da Panificadora e Lanchonete Pote de Mel, ali no Alto da XV e mais exatamente, nas cercanias do prédio da Univ. Fed. do PR. Destacar a providencial ideia do jornalista Alessandro Martins é uma honra, afinal, nomes, menções trolagens e tudo mais de exemplar ficarão para sempre articulados na memória digital. Veja, portanto, meu caro leitor, o interessante vídeo de divulgação (You Tube) que encontrei sobre o tema da postagem. 

Sugestão: amplie a divulgação do vídeo acima, leitor! No país de poucos leitores, de minguada verba para comprar livros, além das dificuldades da maioria para frequentar bibliotecas públicas, encontrar uma que não fecha as suas portas nos finais de semana, é uma exemplar surpresa, concorda comigo? Quem sabe outras bibliotecas similares sejam edificadas pelo Brasil afora? É uma ideia que tem tudo, tudo para dar certo.

Até a próxima!

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A Praça Osório e o relógio parado, leitor!

Ontem quando eu passava pela Praça Osório vi que o relógio público continua com defeito. O que precisará acontecer para que a Prefeitura Municipal de Curitiba agilize as providências para consertar a preciosa peça que faz parte do famoso cenário, ali no começo da Boca Maldita?

Até quando o relógio marcará sempre meio-dia? Pça Osório, Ctba- Foto: Fabio Cequinel




Um novo tweet? Um pedido em grupo aos que costumam passar pelo local ou trabalham nos arredores? Farei os dois; se o leitor desejar participar, por gentileza, continue lendo.

Saiba o leitor de que a foto em destaque é de autoria do curitibano blogueiro Fabio Cequinel, colaborador ativo do Na Mira do Leitor.

Que tal um exercício -  O tema valerá como uma proposta de texto aos vestibulandos que recebem tarefas online. Acompanhe e repasse-a aos interessados, assim como participe, caso assim deseje interagir com a proposta. Treinar a escrita com uma perspectiva real será muito válido.

Na Praça Osório, localizada em área central de Curitiba, o monumental relógio público está há mais de 100 dias com defeito. É uma peça histórica valiosa; muitas reclamações já foram feitas, mas o setor responsável da prefeitura curitibana parece indiferente aos reclamos. 

Redija uma carta à Coluna do Leitor (jornal Gazeta do Povo) solicitando a publicação da reclamação e conclame a adesão de todos que transitam pelo local à questão. Argumente; limite-se a 6 (seis) linhas; utilize-se do vocativo Senhor editor.

Até a próxima!

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terça-feira, 12 de julho de 2011

Meu encontro com o Paixão

Há muito tempo eu desejava conhecer pessoalmente o Paixão, cartunista sempre presente na página 2 do jornal paranaense Gazeta do Povo. Hoje dei sorte, prezado leitor. Eu o encontrei no finalzinho da tarde, quando ambos passávamos exatamente ao lado do relógio da Praça Osório.

Ademir PAIXÃO -Foto Lina Faria -http://www.euemeuchapeu.com.br/gente/turma-do-chapeu/


Retrato da cena - Quando vi aquele barbicha, logo exclamei:  - ei, Paixão! -  muito simpático, ele arregalou os olhos diante da minha abordagem de fã. Mal dei tempo ao cartunista e fui me apresentando: eu sou a Doralice Araújo, do Na Mira do Leitor. E ele: eu sei, reconheci pela foto no blog. Fiquei toda prosa, caro leitor. 

Blá-blá-blá... -  A conversa foi rápida, mas regada alegremente pelo cafezinho, ali mesmo na Boca Maldita. De minha parte, sem dúvida, finalmente, a expressão da admiração pelo traço e da gratidão pelo apoio vindo com o trabalho de profissional de primeira grandeza, reproduzido regularmente nos cadernos dos meus alunos de redação. Do lado dele, talvez, a informação precisa sobre temas amazônicos, a começar pelos esclarecimentos ligados ao plebiscito que decidirá sobre a divisão do Pará.

Agora posso declarar que já conheci pessoalmente o trio  composto pelos festejados cartunistas: BenettThiago RecchiaPaixão. Uma honra a qualquer leitor que acompanha pelo jornal a tradução bem humorada e crítica que eles fazem da vida nacional.

Até a próxima!

Sem a base de estudos? Babau, fiau...

Você consegue identificar um bom número de recursos textuais e enumera alguns objetivos da escrita, leitor?

O velho método funciona, sempre!- Há quem siga na minha área um método contrário, mas eu faço menções à teoria da língua, afinal, por mais que desejem relativizar não há como negar, a prova de um vestibular exige texto concatenado, que faça sentido. É preciso saber o que se escreve, como e a razão para que a frase/parágrafo sejam compostos de um jeito distinto e elegante. Níveis linguísticos são fatias de um grande conglomerado que é a língua nacional. Compreender todas as variações, suas especificidades e objetivos é tarefa de estudante autônomo, seguro, confiante, bem orientado. A maioria dos nosssos estudantes expressa insegurança na escrita diante de uma folha em branco, concorda comigo?

Sem surpresas, também! - Não fico admirada, portanto, com a reportagem Na faculdade, conteúdo do ensino fundamental..., que li no Estadão.

Sem facilitações - Provas seletivas ao ensino superior não devem abrigar facilitações; facilitar, oferecer muletas ou bônus a quem quer que seja atrairão tristezas e frustrações posteriores. Nossas escolas públicas não podem mais enviar jovens que não sabem ler, escrever e realizar as operações matemáticas ao ensino médio e nem este à graduação. As facilitações geram essa coisa vergonhosa que encontramos no ensino de hoje, assim como nas ocasiões de confronto profissional com a escrita ou operações matemáticas elementares.

2+2= 4 - A base é segura? Os anos escolares serão atravessados pela criança e pelo jovem com a maior desenvoltura.

Ler, escrever, calcular, identificar, ações de autonomia estudantil- Arquivo pessoal


Parar e olhar - Quais os conteúdos da 1ª série do ensino fundamental no Brasil? Há diferença na grade de conteúdos da escola particular? Aí reside um ponto a observar. Lá na frente as crianças e os jovens serão submetidos aos testes gerais. 

Diga lá! -  Com relação desempenho satisfatório nas primeiras séries escolares encasqueto com dois pontos cruciais. O primeiro: quem ministra aulas de leitura e escrita para as crianças na primeira série? Professores sem formação linguística adequada. O segundo: quem orienta a criançada com relação às aulas de matemática, geografia e história? A resposta é idêntica e dentro da merecida especificidade, obtida nas licenciaturas.

Uma constatação - A má formação do professorado atual difere da formação do antigo magistério, assim como a valorização da escola formal pelas famílias atuais. Sem a confiança na escola, tanto os pais, quanto as crianças e jovens a consideram como um ponto de passagem, não um ponto de partida simultâneo aos cuidados familiares. Tal concepção faz a maior diferença, leitor.

Meus alunos, em maioria concluintes ou egressos do ensino médio, podem até torcer inicialmente o nariz para as referências formais da língua escrita, tema que revejo na primeira aula e nas ocasiões necessárias, porque foram induzidos criminosamente ao reducionismo de conteúdo teórico, mas depois que percebem as ferramentas que as noções significam na ponta do lápis, da caneta ou do teclado...A vaga é deles e ninguém tasca. Acontece pelo mérito.

A reportagem Saiba quais são os 10 erros.mais comuns na redação do vestibular( Vanessa FajardoVanessa Fajardo e Fernanda Nogueira, G1/8/7/2011) ajuda a ilustrar a constatação do diagnóstico da falta de orientação precisa. Diante da proximidade dos vestibulares e do Enem resta uma rigorosa revisão e dicas de escrita aos candidatos, mas se os pais desejam avistar um ensino básico fortalecido e eficiente, não há porque manter a passividade. Exigir melhorias na formação do colega professor das séries iniciais é o caminho. 

Pense comigo, leitor - Imagine professores com a licenciatura específica nas séries iniciais? Formandos em Pedagogia, legalmente indicados à tarefa, ficariam com as atividades de supervisão, orientação pedagógica, administração escolar, mas jamais com as rédeas do ensino básico, encargo exclusivo de quem teoricamente está melhor preparado às atividades de leitura, escrita, operações matemáticas, conhecimento de geografia, história, entre outras contribuitivas disciplinas. Defendo até de olhos fechados a inclusão dos professores das áreas específicas  nas séries iniciais do ensino público brasileiro, mas o MEC adotaria a ideia?

Divulgue - Vestibulandos interessados em aprimoramento da escrita têm abaixo a minha direção; se o leitor divulgar o meu serviço, não apenas em Curitiba, mas em todo Brasil, uma vez que faço atendimento online, agradeço.


Encontros Marcados com a Redação
15 aulas exclusivas para vestibulandos
Inscriçõs abertas; agendamento para agosto, em Curitiba 
Contatos: araujodoralice@hotmail.com


Até a próxima!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Meu comentário no Painel do Leitor da FSP

O comentário que fiz sobre  a reportagem Pará em Pedaços (Vera Magalhães, Poder, ontem) e enviei ao Painel do Leitor, a coluna diária da Folha de S. Paulo, foi publicado na versão impressa da edição de hoje. Não é o primeiro comentário, mas faço questão de levar o destaque adiante, porque permite ampliar a minha voz aqui pelo Sul e Sudeste, áreas tão distantes da leitura geográfica e receptiva que os leitores fazem do Norte e Nordeste do Brasil. Reproduzo abaixo o texto editado, uma vez que é de leitura exclusiva dos assinantes ou compradores do matutino nas bancas de jornais do país.

 O Pará bem dividido para melhorar a vida de todos-   Imagem: Google

Tapajós - Ainda bem que a Folha enviou uma jornalista ao centro do embate da conturbada divisão do Estado do Pará(Poder, 10/7). Sem conhecer as razões históricas, econômicas e administrativas será difícil compreender a necessidade de um plebiscito para dividr o Estado, que ocupa 14% do território nacional. A reportagem cobre uma lacuna na compreensão do tema, sobretudo nos jornais do Sudeste e Sul. Ganham os leitores com o deslocamento de repórteres especiais e manutenção de correspondentes locais, em aproximaçao da notícia.
DORALICE ARAÚJO (Curitiba-PR)

Um porém... - Lamentei que o editor tenha omitido a minha profissão de professora, assim como o meu gentílico paraense. Explico: vivo um eterno problema com a homonimia(Arpen Brasil), inclusive em Curitiba. Acrescentar o "professora" e o " paraense" faria a diferença que eu aprecio. Levarei a sugestão mais uma vez à editoria da coluna do Ombudsman do jornal. É uma queixa procedente de leitora atenta; eu garanto. 

Siga-me, se desejar, leitor> @araujodoralice

Até a próxima!

domingo, 10 de julho de 2011

O Pará dividido ou "em pedaços" necessários

Se quiser oferecer melhores  informações aos seus leitores, um jornal precisa deslocar um profissional atento a tudo, além de isento de reverências partidárias na hora de redigir um texto fiel aos fatos. Explico mais: ainda bem que a Folha de S. Paulo enviou ao Pará uma jornalista em missão esclarecedora. A reportagem Pará em pedaços( FSP, Poder, 10/7/2011/ para assinantes) é essencialmente informativa e isenta de salameleques e reverências desnecessárias às lideranças paraenses.

O cabano paraense, de Alfredo Norfini , 1940- Museu de Arte de Belém  
Sou a favor da divisão do Pará, leitor. Conheço de perto as distâncias e as necessidades da região. Os cabanos de outrora (veja com atenção a lição no Portal do Professor) estão hoje encarnados nos profissionais e sua gente que luta para que o poder estadual não fique restrito à administração, sediada em Belém.

No Brasil, será a primeira vez que um plebiscicito decidirá a criação de novos Estados. No atual Pará um NÃO à divisão pretendida significará: exacerbação do egoísmo administrativo e, sobretudo, a falta de clareza diante das necessidades de progresso e autonomia das regiões, ora alvos das pendengas atreladas ao poder restrito à capital paraense.  

O assunto rende outras postagens e demais registros jornalísticos, também. Senti falta, entretanto, de um elemento importante na reportagem da Folha: um infográfico que indicasse a distância entre a capital paraense e as duas cidades, caso vença a divisão do Estado, consideradas como capitais, ou seja: Marabá e Santarém. A visualização em Km2 faz o leitor pensar refletidamente sobre a questão. Troquei tweet com a Vera Magalhães e já compartilhei a dica de leitora atenta e paraense assumida.

Até a próxima!

O frio e as condições de vida

Bom dia, leitor! A madrugada curitibana foi bem fria. Ah...como esteve bem gelada... Nem os cobertores conseguiram isolar o frio que eu sentia. Aliás, o colega professor de física, o Dulcídio Braz, explica os porquês em Cobertor esquenta, ainda mais se..  , no seu excelente Física na Veia. Não deixe de conferir; é lição de primeira grandeza e aprendizado certeiro. Aumentarei as minhas reservas de calor para enfrentar a longa temporada de frio, aqui no Sul do Brasil.

Imagem? Do arquivo Google

A temperatura mínima em Curitiba? 4ºC .  A máxima estimada para hoje? 22ºC. O site do Simepar explica os detalhes do Inverno centrados no Paraná. Estamos, felizmente, sem ar de chuva e a manhã está lindamente ensolarada, mas o desaparecimento do frio é passageiro, pelo menos aqui no Sul. 

Serviço social meritório, mas... -  Será conveniente pensarmos que a alimentação equilibrada, roupas que isolam o calor do corpoambiente protegido e atividade física constante formam o quarteto de condições favoráveis ao conforto humano diante das baixas temperaturas. As campanhas solidárias aos menos favorecidos fazem um meritório serviço social, mas infelizmente cobre apenas uma parte.

Exigir condições qualificadas de vida para todos é o que provocará a necessária dinâmica na vida do cidadão desprotegido no inverno. Saúde, trabalho, educação, moradia, lazer e afeto são as imprescindíveis condições que permitem a todos o usufruto das melhorias de vida e fazem a eficiente e  justa costura social, nem sempre observada pela maioria. 

Diga lá! - Sugestões para diminuir os problemas advindos com o frio: doação de roupas, aquecedores, orientar a correta alimentação, mobilizar voluntários para vedação de entradas de frio nas casas desfavorecidas, arranjar um emprego a quem precise, oferecer trabalho aos desempregados, incentivar a prática das atividades físicas, reivindicar a eficiência dos postos de saúde pública, capacitar alguém com um ofício ou orientá-lo para tal, não ficar  apenas parado vendo alguém tiritar de frio (conferir a gravidade e ajudar, imediatamente), pois entre o discurso vazio e a atitude há uma pequena diferença: o tempo transcorrido, concorda comigo, leitor? Sugere algo mais?

Tenhamos um ótimo domingo, independente do calor ou frio que envolve a nossa cidade.

Até a próxima!

sábado, 9 de julho de 2011

Sopa vitaminada de legumes & Astor Piazzola

Gosta de sopa, leitor? Eu costumo preparar algumas; as mais preferidas são de Feijão e de Legumes com pedaços bem moles de carne bovina.

Nessas noites de frio intenso como caem bem as sopas no estômago, hein? Na minha casa, em Belém (PA), quando ainda estávamos todos reunidos, a sopa sempre foi a rainha na noite; ainda mais na casa de uma família numerosa como a minha. Bateu uma saudade...

Imagem? Do blog Cozinha Travessa


Não tenho nenhuma ilustração da sopa de legumes que fiz ontem; emprestei uma da Cozinha Travessa. A minha receita segue adiante; é testada há muitos e muitos anos.

Sopa de legumes-  Ingredientes: três cenouras, 3 batatas (inglesa ou doce), 3 mandioquinhas, 2 abobrinhas, 2 pedaços médios de mandioca, 1 cebola grande, 2 dentes de alho, 1 pimentão, ramos de coentro, 200g. de carne bovina (músculo, de preferência), sal, 1 fio de óleo,  1 pitada de pimenta e cominho e 2 colheres de molho de tomate ou 2 tomates frescos.

Passos do preparo
1- Corte os legumes em cubos e reserve-os.
2- Refogue, na panela de pressão, os cubos da carne com os temperos; acrescente água  até cobrir o refogado. Deixe cozinhar por 10 minutos.
3- Após tirar o vapor acrescente os cubos de legumes e misture-os bem. Complete novamente com água até cobrir a mistura. Tampe a panela e deixe cozinhar por 5 minutos. Desligue o fogo e vá ouvir uma música inesquecível. Sugiro Adios Nonino, com o incomparável Astor Piazzola.
4- Ao término da bela interpretação musical, abra a panela e prove para ver se está do jeito como a fome gosta. Mais sal, menos sal, um pouco mais de água. Dê o toque final; fique à vontade!

Imagem? Do O Mundo dos Pães
A receita acima serve 3 a 4 pessoas. Com pão ciabata para acompanhar... é um show de delícia! Experimente a minha dica, meu caro leitor! Aos poucos, fará outros acréscimos de legumes e inventará novas porções deliciosas.

Até a próxima!

A minha agenda de trabalho, leitor!

Contatos comigo? Envie e-mail para araujodoralice@hotmail.com
Férias & Trabalho - Permito-me alguns dias de recesso agora em julho, leitor. Minha filha iniciou ontem um  período de férias e quero desfrutar um pouco mais da companhia filial, antes que as naturais distâncias aconteçam.

Colabora comigo? - Já fiz, entretanto, a minha programação de trabalho para os meses de agosto e setembro. Quer vê-la? Com a divulgação e o repasse das informações a possibilidade de maior público ao meu Curso de Redação será uma realidade. Compartilhar com você é, também, um modo de fazer o meu anúncio profissional avançar. Será que você interrompe a leitura aqui ou continua? Grata pela colher de chá, caso prossiga. Veja:

> Vestibulandos e inscritos no ENEM terão aulas às segundas e quartas-feiras; ofereço 15 encontros com muita leitura e produção de textos com variada tipologia. Saem com a maior segurança; eu garanto!

> Candidatos aos cursos técnicos receberão intenso treinamento com 10 aulas, sempre às terças-feiras.

> Inscritos nos concursos públicos, tais como a Jeniffer, poderão tirar dúvidas e treinar a redação em 8 encontros, sempre às quintas-feiras.

> Interessados em atendimento online terão as sextas-feiras para negociar as correções de textos ou orientações voltadas às especificidades de algumas tipologias, tais como a dissertação, exigência imprescindível em alguns concursos, como o Instituto Rio Branco -  ou mesmo às cobranças formais da redação do Enem.

SOS REDAÇÃO - Você observou que o sábado não foi mencionado? Nele, meu caro leitor, levarei o que sei fazer de melhor até às praças de Curitiba! Vem aí um SOS REDAÇÃO, a execução de um projeto que vai às ruas gratuitamente. Mais adiante oferecerei detalhes quanto às praças visitadas e o conteúdo desses encontros.

Diga lá! - Está disposto a compartilhar a minha programação de trabalho com os seus amigos? Lembre-se: ela envolve a versão online, portanto, estará aberta a todos no Brasil.

Até a próxima!

Brasileiros no frio? Aumente as informações, leitor!

Outra manhã ensolarada em Curitiba! A mínima prevista é de  6ºC ; a boa notícia sobre o frio ameno vem do site do Simepar.

                     A massa de ar frio afasta-se lentamente do Paraná..."( Simepar, hoje)

Exemplo na pele - O frio é relativo para quem mora nas regiões brasileiras; eu, migrante do Pará há quase duas décadas em Curitiba, estou com frio, mas minha filha, bem acostumada ao clima curitibano sai de casa de camiseta, enquanto eu abotoo o casaco de lã e ainda fico a lamuriar... ai que friiiiio!!!

Imagem: arquivo do Google (sem autoria da foto; que coisa, até quando???)

Um lembrete - Adjetivações são expressões individuais; é conveniente marcar o território da opinião, mas sempre atrelando as referências aos dados objetivos. Um exemplo? Os números. Trocar ideias sobre temperaturam exige indicação imediata do índice numérico. Meus conterrâneos paraenses, diante de 6ºC  ou da máxima de 17ºC em Curitiba, estariam tiritando com o frio. Aqui, o meteorologista considera o frio como ameno...

Muito divertido! - O  editor do microblog e os seguidores do Chuvitiba , assim como o Crônicas Urbanas, com a reprodução do texto Brasileiros no frio, trazem hilárias considerações sobre as diferentes recepções ao clima no nosso país. Você tem algo a considerar? Contribua, meu caro. Trocar conversas sobre clima e vivências brasileiras, diante das diversas temperaturas presentes nas regiões, é sempre um ótimo tema para conversas; argumentos geográficos e compartilhamento de causos. Avante.


Até a próxima!
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