sábado, 29 de outubro de 2011

Leitura & Café


Leitura e Café: duas paixões incontidas- arq. pessoal
Ficarei grande parte da manhã de hoje na Biblioteca Pública do Paraná, pois tenho uma pesquisa pessoal para levar adiante, além de um encontro profissional com uma das minhas alunas de redação.

Não sei se o leitor conhece o interior da Biblioteca, mas se tivesse o costume de frequentá-la e gostasse muito de livros, jornais, revistas e de café, não tenho dúvida de que solicitaria à nova administração que privilegiasse a instalação de um autoserviço de café. Hoje, inclusive, deixarei a sugestão na caixa coletora, localizada à direita da entrada principal.

Até a próxima!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Aulas de Redação para vestibulandos da UFPR


Farta leitura,treino constante da escrita e orientação objetiva garantem o sucesso do vestibulando- arq. pessoal
 Há uma placa indicando a prestação de serviço à Rua Marcelino Champagnat, mas nada como um anúncio no jornal para reforçar e levar adiante os meus Encontros Marcados com a Redação(Cursos & Palestras, GP, hj) a série de aulas com a intenção de bem preparar as condições de leitura e escrita do vestibulando da Universidade Federal do Paraná.

Amplie a informação - Quero preencher todos os  meus horários profissionais disponíveis; o leitor curitibano e o que conhece o meu trabalho podem ajudar bastante. Sabe como? Ampliando a informação. Antecipadamente agradeço a gentileza.

Até a próxima!

Sexta ensolarada em Curitiba


Manhã de sexta-feira ensolarada em Curitiba - Rua Jacarezinho, Mercês, arq. pessoal
O dia ensolarado está espetacular em Curitiba; o feriado alusivo ao Dia do Funcionário Público manteve a minha filha, ainda estudante, em casa. Reunir a pequena família é uma oportunidade imperdível; o leitor atento certamente saberá reconhecer a necessidade de regulares encontros entre os componentes familiares.

O tempo passa, os interesses são múltiplos e nem sempe, infelizmente, conexos. Aproveitarei muito bem a sexta-feira, caro leitor. Alguma semelhança aí na sua rotina familiar?

Até a próxima!

Super Benett em ação!


Reprodução 

Mais uma para  bem aplaudir e expandir pelo Brasil afora a composição sagaz do Benett.

Até a próxima!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Traga boas notícias ao NaMira, leitor!

                              " Todas as famílias felizes são parecidas entre si. As infelizes são infelizes cada uma a sua maneira" é o que escreve Tolstói, no Capítulo I, do livro Ana Karenina. O leitor concorda com a conclusão do famoso escritor?

Colher amoras no pé da amoreira? Uma alegria sem tamanho, leitor! arq. pessoal


Penso que a felicidade e infelicidade e as suas adjetivações correspondentes não são privilégios dos abastados, mas com dinheiro na carteira ou no bolso é possível comprar quinhões de alegrias, ditas como produtos da felicidade. Muitos com dinheiro na conta corrente não usufruem, entretanto, da cota diária de alegrias necessárias para erguer o ânimo e levar a vida adiante, enquanto outros, diante o prenúncio ou iminência de receber o salário ou, como é o caso de quem trabalha diariamente para fazer justiça ao ganho, sorriem felizes, quando sabem de um feriado próximo, do depósito na conta corrente, da chegada de alguém, do que há para comer no almoço, do resultado de um exame de saúde.  É preciso que divulguemos mais as alegrias individuais e coletivas.

Poder circular pela cidade sem nenhum impedimento é uma felicidade- Ctba, ar.pessoal


A felicidade é uma conquista diária; não se é feliz permanentemente. Discorda de mim, leitor? Venha conversar comigo. Apareça para trocarmos ideias. Ontem, por exemplo, um ex-aluno compartilhou uma notícia que fez o meu dia ficar mais feliz: ele foi aprovado no concurso público e amanhã será oficialmente nomeado ao cargo. Acompanhei a sequência de disciplinado esforço nos estudos do rapaz e fiquei muito feliz com a notícia. Uma cota de felicidade externa aditiva a vida dos demais. Já pensou na questão?

Contribua, também !- Você já pensou se, ao contrário das más notícias, os jornais , as revistas e os blogs trouxessem apenas as boas? Será que as edições venderiam mais? Os cliques dos leitores aumentariam? Não sei, mas será que o leitor pode trazer uma boa notícia ao Na Mira? Obrigada. A foto em destaque é um exemplo pessoal. Quer outra? Logo mais, nos próximos dias, receberei a visita de um dos meus irmãos, que mora lá em Belém, no Pará. Pode imaginar a intensidade da minha felicidade na hora de vê-lo desembarcar, ali no Afonso Pena

Até a próxima!

Enem 2011? Os analistas com a palavra

A mais recente notícia sobre o Enem causa até tristeza. Desde ontem, segundo as plataformas dos jornais na internet, a Polícia Federal já foi acionada e instaurou  inquérito para conferir dados obscuros acerca do vazamento das questões da prova em Fortaleza. O turbilhão de más notícias já iniciou a sua movimentação.

Imagem reproduzida via Google

É impossível não concluir o óbvio: os problemas de gestão, no que diz respeito ao exame, continuam prejudicando a logística e a seriedade da avaliação. Especialista no assunto, a Profª Maria Angélica Pedra Minhoto, da Unifesp deveria ser ouvida novamente pelo Estadão. No ano passado li a excelente entrevista "Acesso à faculdade e foco do ensino não mudaram com o Enem" (edição de  16/11/2010) feita com a docente pela jornalista Luciana Alvarez; creio que as observações dos entendidos no tema devem ser imediatamente alçadas aos jornais. Análises ao lado das reportagens sempre atendem às exigências do leitor atento.

De olho nas próximas edições - Ficarei aguardando as análises; você, também, leitor? Ou será que está indiferente ao que acontece em torno do Enem nos últimos três anos, quando a avaliação mudou o formato e, segundo a especialista em destaque acima, o MEC anunciou "metas pretensiosas", ou seja: democratizar o acesso às vagas, possibilitar a mobilidade acadêmica e induzir a reestruturaçao do currículo do ensino médio.

Fica a minha sugestão aos jornais: que a palavra seja dada aos analistas no tema. Explicações de cunho político e de explícita vingança partidária enfraquecem os valores já obtidos pelo exame nacional. Os estudantes, seus pais e professores não merecemos tamanho absurdo. Detesto enfatizar, mas não sou imbecil e sei reconhecer a intenção não-verbal nas  atuais entrevistas que tentam explicar o óbvio.

Até a próxima!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Os jovens, os jornais brasileiros, as famílias e as escolas


Raros estudantes bem aproveitam o espaço de leitura oferecido pela Biblioteca Pública do Paraná- arq. pessoal
 Jornais brasileiros têm grande poder e responsabilidade na disseminação da leitura entre os jovens. Suplementos jornalísticos juvenis são imprescindíveis; jovens leitores de hoje, adultos assinantes de amanhã. É uma conclusão para não deixar de lado.

As escolas públicas ou particulares têm enorme responsabilidade na oferta de materiais impressos aos estudantes; as bibliotecas devem ser espaços agradáveis em todos os sentidos. Será que são convidativas e reúnem  atrativos aos jovens estudantes?

Ontem, caro leitor, conheci um jovem do ensino médio que não costuma ler jornais, aliás, ele não os têm em casa. Os pais não têm o hábito de ler e sequer nutrem o universo de leitura do adolescente. Deixam à escola particular a incumbência de orientar a compreensão dos informes sobre atualidades. Explica-se, portanto, em parte, as dificuldades do rapaz com a elaboração de textos argumentativos e dissertativos.

Pense comigo -  Já imaginou o excelente resultado na rotina diária de um  estudante, um vestibulando, por exemplo, se ele ganhasse uma assinatura de jornal, como um presente de aniversário ou de estímulo aos estudos?

Antigas sugestões - Já sugeri aos jornais, inclusive aqui no NaMira, duas medidas de alcance positivo no que diz respeito à leitura dos impressos pelos jovens: assinatura exclusiva ao estudante e ao professor, assim como a manutenção de suplementos juvenis encartados nos jornais que tenham  os estudantes como interlocutores.

Acervo público - Recomendo, também, aos meus alunos vestibulandos, sem jornais disponíveis em casa, a visita semanal à Biblioteca Pública do Paraná. Lá, na Seção de Periódicos, o acervo com a variedade de jornais e revistas é estimulante. Sou leitora fiel  e bem conheço as possibilidades oferecidas.

Diga lá, leitor! -  Aí na sua cidade há algum jornal que edita algum suplemento voltado ao público juvenil? Gostaria muito de saber e inclusive contar com o link à versão online; será que pode oferecer um SOS ao NaMiradoLeitor?  Poderia fazer um comentário sobre as condições oferecidas pela biblioteca pública, também? Agradeço a colaboração.

As famílias e as escolas podem fazer muito pelos jovens leitores; os jornais, também, mas será que desejam e fazem o possível? Quais serão as prioridades no que diz respeito ao universo juvenil? 

Até a próxima!

O ânimo que vem do leitor

Comentários tonificam a rotina blogueira diária, tal como o delicioso cafezinho-  arq. pessoal


Comentários no blog animam a rotina; agradeço a participação simpática em algumas postagens anteriores. Lamento, entretanto, não conseguir levar adiante a conversa, aí na caixinha de conversa blogueira, tal como fazia outrora. Meu notebook ou alguma situação confusa não tem permitido que eu escreva qualquer observação. O fato acontece em outros blogs, quando tento deixar um comentário. Será que outros blogueiros atravessam idêntica situação?

Empreendo visitas costumeiras a um grupo numeroso de blogs e jamais passo por eles sem deixar uma palavra, uma sugestão, um aplauso. Fico entristecida, quando diante dessas situações inexplicáveis, sou impedida de marcar a minha passagem atenta a tudo. A situação é de impotência.

Até a próxima!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A interaçao nas redes sociais; vantagens e perigos

Não há qualquer dúvida de que a minha postagem Redes sociais e a redação disssertativa, vestibulando (NaMiradoLeitor, 13 de out. 2011) ofereceu um ótimo treino  ao candidato do Enem. O tema era soberano e palpite quase evidente. Eu fiquei contente com a escolha temática, pois a agilização das informações é facilmente percebida, quando veiculadas pelas redes sociais. Tanto as boas, quanto as negativas, evidentemente. O interessante é saber utilizá-las com a finalidade ajustada às boas intenções, mas há quem as desvirtue maliciosamente.

A ponte sobre o Rio Negro(AM) tem 3,6 Km de extensão e estacas de 100 metros, segundo dados, inclusive fotográficos, obtidos em PiniWebConstruções e Engenharia

A eficiência das redes sociais - Ontem, por exemplo, tive novamente uma experiência  bem interessante de interatividade, quando estava no Twitter. Após a leitura que fiz da postagem Em Manaus, tumulto marca evento com Lula e Dilma do Josias de Souza ,  solicitei outras informações complementares ao jornalista, inclusive com detalhes visuais, uma vez que a tag #pontedobilhao estava presente na maioria dos tuites que entravam na minha página. Naquele momento, eu queria ver imagens da ponte!

Sabe o que fiz? -   Imediatamente empreeendi uma busca no Google e consegui duas referências blogueiras: uma que alude à questão do pedágio, no blog do Marcos Santos  e  reproduções fotográficas da ponte feitas pelo Tenente Joel, reunidas pelo blog do Xico , além dos preciosos informes do adv. Fagner, complementação informativa do jornalista Josias de Souza e oferta de link  à postagem de  Um presente( de grego ) para Manaus, do historiador e adv. Arthur Caldas.

Tuitadas convergentes - Acompanhe a reprodução das colaborações imediatas; elas evidenciam a reflexão e exemplificam as ações ágeis nas redes sociais, no caso em questão, via Twitter.

                Ela liga Manaus ao municipio de Iranduba,  q tem 40 mil habitantes e ainda Mas pelo menos o @portalR7 tá dizendo que outroSsSs  municípios serão beneficiados #PONTEdoBILHAO #estamosdeolho, indicou o  Fagner adv.

Pressione o link disponível, @araujodoralice. Há lá (uns poucos) dados sobre a ponte,  orienta o tuíte do jornalista Josias de Souza.

Clicar com responsabilidade, sempre!- arq. pessoal
Amazonenses com a palavra ...-  A ponte que liga a capital amazonense em direção ao pequeno distrito de Iranduba atravessa o Rio Negro para atender as demandas de 40 mil habitantes. É uma obra monumental, assim como outras, feitas pelos gestores públicos, em diferentes épocas da história brasileira. Ficará no registros das ações governamentais e aplicação volumosa do dinheiro público através das ações do governo federal, mas será que havia necessidade de gastar tanto dinheiro? Melhorar as condições de travessia e dotar a pequena cidade amazonense de melhores condições voltadas à saúde e educação não teria sido mais eficiente? Não poderei responder, mas os leitores de Manaus ou visitantes da capital amazonense certamente terão a palavra sob os olhares atentos dos internautas, inclusive o meu.

Enorme poder de ação - As redes sociais representam uma força poderosa nas mãos ágeis dos que as utilizam, caro leitor; ajudarão a firmar a reflexão sobre os temas do interesse cidadão, mas também poderão veicular todas as tristes ações que emprestam ao ser humano a condição de vilões da própria espécie. Cliques quaisquer, em direção coletiva ou individual, merecem a nossa reflexão e responsabilidade no compartilhamento ou ajuizamento do conteúdo veiculado, concorda comigo, leitor? Saber deles utilizar para bem informar e estabelecer convergências necessárias é um aprendizado. Estou aprendiz. Você, também?

Até a próxima!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Arquitetura escolar pública no Pará

Com alegria, querido leitor, destaco o belo o trabalho do ilustrador Sérgio Bastos. O motivo do contentamento é ainda mais vigoroso em razão da minha afinidade com o antigo Grupo Escolar Barão do Rio Branco, local que abrigou a estudante que eu fui nos dois primeiros anos.

Grupo Escolar Barão do Rio Branco, situado no bairro de Nazaré, Belém, Pará, Brasil
O Barão  é um exemplo primoroso das preocupações dos gestores  de outrora com os espaços escolares públicos, concorda comigo, leitor? Tão diferente das edificações atuais, não apenas no Pará, mas pelo Brasil afora.

SOS leitor  - Caso você saiba de uma escola pública recentemente construída e que exiba a arrojada ideia de aprimoramento arquitetônico escolar, por favor, avise-me! Quero parabenizar o gestor público.  Aliás, é tão raro ler notícias sobre construções escolares na rede pública. Será que inexiste dado novo?

Meu projeto -  Farei uma busca nos sites das secretarias de educação pelo Brasil afora; se descobrir algo que fuja dos padrões feiosos, enjambrados e com material de quinta categoria pode estar ciente de que trarei a boa notícia. Começarei, por razões óbvias, pelo Pará e depois pelo Paraná. Aos poucos, farei um mapeamento de todas as secretarias; o leitor pode ajudar, também, o que seria muito bom.

O tema da arquitetura escolar é uma das minhas leituras preferidas. Gosta dele, também? Faça uma busca, aqui mesmo no blog; tenho ínúmeras postagens sobre o tema.

Até a próxima!
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