terça-feira, 8 de janeiro de 2013

A terça-feira está (des) animadora?

  
Bom dia, leitor!? Está aí? - Que tal fazer eco à conversa blogueira ? Gostaria de conversar sobre algo especial? - arq. pessoal
Até a próxima!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Pobres rosas...


Você deixaria rosas ainda em botão dentro da lixeira? arq. pessoal 2013
Talvez você fique espantado, tal como eu fiquei, mas encontrei as rosas vermelhas  acima dentro da lixeira existente na estação-tubo, ali da Praça da Ucrânia.  Fiquei chocada com o desprezo oferecido às flores e ao mesmo tempo imaginando se a atitude seria calculadamente arquitetada, mas vá lá saber o que se passou na cabeça de quem deixou as flores ali. 
A foto é minha e a curiosa surpresa com o destino oferecido às rosas, também
Fica, entretanto, o registro para imortalizar na caixinha oferecida pela internet o trio de rosas do destaque.

Até a próxima!

O que faço com o maracujazeiro?


O que faço com o maracujazeiro? SOS, leitor? arq. pessoal

A literatura brasileira é farta em menções às espécies floris e frutíferas. Limoeiro, abacateiro, mangueira, entre outras espécies estão presentes, inclusive nas composições musicais, tambémCasimiro de Abreu, Manuel Bandeira e Gilberto Gil levaram as espécies à boca popular cantante e poética, hehehehe...

Você tem uma árvore em casa leitor? Sei que já perguntei anteriormente, mas como a rotatividade de pressupostos interlocutores no blog é grande, não custa reunir outros dados, concorda comigo? Conte-me sobre a sua árvore; qual é a espécie e se já floriu e deu frutos são comentários que se transformariam nas minhas mãos em postagens futuras. Quer colaborar comigo?
 
Na florada mais recente a Primavera ficou assim. Bem bonita, concorda comigo? arq. pessoal
Eu tenho: uma Amoreira, dois pés de Primavera e, agora, um Abacateiro; o primeiro arbusto tem sete anos, enquanto o segundo, menos de um ano de idade. Quanto à Primavera? Ela tem seis anos e já floriu muuuuuito. Agora? Um pé de Maracujazeiro bem valente está subindo a grade da frente de casa. 

Olhe como a Amoreira do jardim de casa ajudou a embelezar a paisagem que eu tenho em dia ensolarado- arq. pessoal

SOS, leitor? -Fiquei aqui pensando: seria conveniente deixar o pé de Maracujazeiro crescer e depois puxar um galho e encaminhá-lo na direção da tipuana existente na frente de casa?Algum entendido poderá enviar um SOS ao blog? Enquanto a resposta não chega, o pé dos deliciosos futuros frutos cresce sob as graças de um pouco de água, sol e os meus olhares de cuidados com um grupo de lagartas que  atualmente faz um terrorismo danado no meu jardinzinho.


Até a próxima!

Melhorar as condições de transporte na Amazônia? Quem deseja??


A foto acima é do engº Valdemiro Gomes? sos,leitor! - Reprodução
Na minha página tuiteira? Encontro boas e más notícias, mas adoro destacar as que apontam soluções aos problemas que afligem a gente comum da nossa terra querida. Quer um exemplo, meu caro leitor? Na semana passada, a jornalista Franssinete Florenzano  disponibilizou um trecho ( via engenheiro Valdemiro Gomes)  que atinava à questão da intermodalidade como a solução do transporte na região de Belém - e quiçá de toda a Amazônia. Gostei da ideia e saí a buscar elementos de apoio e, assim, formar uma opinião mais segura sobre o tema de interesse coletivo.

As informações turísticas, infelizmente, diante da obviedade necessária, omitem os problemas amazônicos. Cabe à população atenta e ativa realçar as contradições do faz e acontece nada com o dinheiro público em favor da sociedade local. Na foto destacada acima, uma realidade entristecedora fica escondida do turista. Prefeitos, governadores e autoridades com as mãos nos cofres públicos não enfrentam a rotina insegura vivida pela população. Como gerenciar o que não conhecem? 

As pessoas da foto acima? Sairam todinhas de uma seção eleitoral. Eu estava lá e fiz a foto para ilustrar a (des)atenção de um eleitor com o destino da sua cidade- Av. Magalhães Barata, S. Braz, Belém, PA, arq. pessoal out. de 2012
Na Amazônia? Os nossos rios são estradas para um ir e vir incessante, portanto, a malha estrutural viária com boas condições para deslocamentos curtos e longos é uma necessidade para ontem. De que adianta todo aquele potencial de belezas naturais existente se os cuidados e os olhares dos administradores públicos são oblíquos e desconectados com as reais necessidades da movimentação da gente local e visitantes ocasionais naquelas paragens? Turistas ficam encantados com as belezas naturais da região nortista do Brasil, mas saem com impressões preocupadas com a indigência e orfandade cidadã dos que residem naquele mundão de meu Deus e de belezas negligenciadas.

Rodoviárias, estradas, aeroportos e vias para ciclistas exigem atenção. O que comentar sobre os trapiches inseguros, a impontualidade,  a superlotação que amedronta,  a ausência de fiscalização nas condições das embarcações, entre outros reais problemas? Eles estão sob o olhar de quem observa a vida real, não a fantasiada à Amazônia fluvial, por exemplo. Entretanto...

Veja o que encontrei no excelente artigo de Aimberê FreitasA intermodalidade como solução para o transporte na Amazônia ( T&C Amazônia, VII, Número 8, I semestre dde 2010)  São contribuições assim, meu caro leitor, que mostram a riqueza auferida pelo conhecimento, mas será que os prefeitos dos municípios e estados amazônicos conhecem o texto do pesquisador? Manterei a busca e se meus conterrâneos tiverem outras informações que viabilizem estudos sobre o tema, por favor, compartilhem comigo; elas ficarão destacadas  sempre NaMira do Leitor.


Até a próxima!

Muito bem, engenheira Maísa Tobias!


Reprodução- arq. O Liberal
Ontem? Eu soube uma ótima notícia; ela veio lá de Belém, graças ao link compartilhado pelo meu webamigo o advogado, fotógrafo e ciclista Breno Peck. Leia a reportagem Prefeitura suspende zona azul da capital paraense ( O Liberal, 6 de janeiro de 2012). Tomara que a nova administradora da CTBEL, com a sua bem ajustada formação em engenharia de transportes, possa colocar em prática durante a sua gestão as excelentes condições da sua formação acadêmica

O tema da intermobilidade na viabilização do sistema de transporte na grande Belém suscita olhares de ânimo. Dedico à engenheira Maísa Tobias a minha torcida; dos ciclistas, automotores, condutores de embarcações e do grande número de usuários do sistema público e particular de transporte ela terá o incentivo, certamente - e que não esmoreça diante das dificuldades, por favor!

A formação acadêmica  de um gestor ajustada à função pública que exerce é um traço imprescindível e determinante.
 
Até a próxima!

domingo, 6 de janeiro de 2013

O que entra no seu desjejum, leitor?

Quando sinto vontade de tomar mingau nem penso duas vezes; vou à cozinha e preparo a gostosura. No destaque, um mingau de milho branco, também conhecido como munguzá ( Norte e Nordeste) ou canjica ( no Sul e Sudeste)- arq. pessoal
O que você costuma tomar ou comer no desjejum? Com a sua simpática ajuda informativa, quem sabe conseguirei elementos para identificar a realidade alimentícia matinal em nosso país. Está disposto a ajudar? Sei quase nada sobre o hábito matinal na região Centro-Oeste. Será que há um leitor de lá zapeando pelo NaMira?

Gosta de um pãozinho fresco com manteiga e bem acompanhado de café com leite? É o meu desjejum preferido; é o seu, também? arq. pessoal
Os destaques visuais do meu arquivo de fotos mostram o que tenho por hábito, porém de uma detalhe fique certo, leitor: o meu café com leite e pãozinho com manteiga é o mais constante e infalível, mas hoje, diante da minha plateia doméstica, saiu uma porção de rabanadas. Eco natalino, certamente.

O socorro que vem da padaria mais próxima? Vale o custo desembolsado- arq. pessoal
Tapioquinhas, bolos, farofa de ovo, omelete, fatias de mamão ou abacaxi, suco de laranja, entre outras gostosuras costumam entrar na composição do meu desjejum, mas há ocasiões de muita correria, então, peço socorro à padaria mais próxima e, ali no balcão, faço o desjejum. Acontece assim, também, com você ou não tem mais o costume de ir à padaria comer alguma coisinha?

Até a próxima!

sábado, 5 de janeiro de 2013

Plante uma espécie trepadeira, também!


Olhe a belezura que avistei ao passar pela  Rua Desembargador Otávio do Amaral. Imagine quando estiver totalmente florida.  Curitiba, arq. pessoal
Você já reparou como as espécies trepadeiras, quando plantadas sob planejamento, deixam um muro, uma parede externa ou suporte bem bonitos? Nos destaques de hoje reúno algumas fotos que fiz nos últimos dias; elas ajudarão a comprovar  visualmente a minha afirmação.


Quando caminho pelas rua do bairro Mercês ou arredores, caro leitor, jamais deixo de fotografar um arranjo floril enroscado naturalmente na parede ou muro de uma casa; as trepadeiras atraem os meus olhos, invariavelmente. 

Já visitou a Rua 24 Horas? Não deixe de atravessá-la inteiramente;lá no final encontrará uma composição paisagística feita pela trepadeira que embeleza a entrada de um das lojas. É imperdível!- Curitiba, -arq. pessoal
Caso esteja em Curitiba e queira ver de perto as lindas trepadeiras, siga a lista das ruas citadas nas legendas das fotos; a lista das ruas já visitadas é muito grande, assim como a das fotos que as ilustrarão, mas aos poucos as trarei em postagens oportunas. 
A espécie conhecida popularmente como Primavera, em breve estará florida e encantará aos passantes, ali na Rua Vicente Machado, Curitiba- arq. pessoal
Sugira, também !- Agradeço a sugestão de visita apreciativa à beleza oferecida pelo paisagismo floril, inclusive em bairros e cidades fora de Curitiba. Lá em Belém, por exemplo, não  sou eu apenas que gosta de caminhar pelos quarteirões que compõem a Rua Braz de Aguiar (mas também o editor do Periquito do Can). É uma  alameda exemplar, indiscutivelmente; outras ruas, entretanto, poderiam ser iguais ou ainda mais belas do que a famosa rua.

A arborização em áreas residenciais ou em regiões puramente comerciais pode auxiliar na composição paisagística de uma cidade, você concorda comigo, meu caro leitor? Não é pouca coisa, não, é bem-estar urbano. Todo município deveria contar com um setor voltado aos parques e jardins públicos, assim como orientações de plantio responsável das espécies, uma vez que algumas rasgam as calçadas e trazem problemas e despesas desnecessárias aos cofres públicos.
A linda espécie floril está enrolada aos galhos da árvore, ali nas imediações da Rua Brigadeiro Franco c/ a Rua Prof. Fernando Moreira- Curitiba, arq. pessoal
Aguardo comentários, sugestões e dicas - Os entendidos em paisagismos estão convidados a trocar ideias comigo e, inclusive, a apontar lições e recomendações práticas de espécies floris adequadas e modos de bem cultivá-las.
  
Até a próxima!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Arborizar a bela Belém do Pará? Missão possível, se...


A capital paraense ficaria em pouco tempo bem verde com o plantio orquestrado da espécie sibipuruna  - Foto: Árvores do Brasil  - Reprodução
Fiz uma busca informativa na internet e descobri com grande alegria dados excelentes à postagem, meu caro leitor. Veja só que interessante: o pesquisador Leandro Ferreira, do Museu Goeldi realizou meticuloso estudo e sugeriu uma dupla de espécies verdes, bem apropriadas ao plantio nas ruas de Belém. Nos destaques visuais, as árvores adequadas: sibipuruna e pau-preto. 
 
Pau-Preto -arq. Museu Goeldi
 Ação articulada - O especialista recomenda a devida articulação entre a Rede Celpa, a Secr. Munic.do Meio-Ambiente e o Museu Goeldi. Como não acolher tão sábia proposta, meu caro leitor? Apenas quando cada órgão olha apenas para a sua esfera e não percebe que uma cidade boa para viver e morar deve ficar NaMira de todos. A Prefeitura de Belém poderá ser a regente da concertada ação; basta colocar em ação o aparato público disponível. É uma questão para querer e poder, imediatamente!

Por que parou?- Encaminharei mais um tuite ao novo prefeito de Belém; na época da campanha, percebi que ele tuitava. Quem sabe agora consiga retomar à providencial ajuda das redes sociais que o auxiliaram? Aqui em Curitiba? Gustavo Fruet  parece levar adiante as promessas de campanha à prefeitura; é o mínimo que se espera de quem promete, faz planos e os compartilha com eleitores atentos.  
 
Até a próxima!

Alô, UFPA? Elabore um projeto verde para Belém!


Campus da UFPA no bairro do Guamá- Belém, Pará -  Foto : Alexandre Moraes

Uma das minhas irmãs, hoje advogada e residente em Santarém, Pará, quando foi aprovada no vestibular às vagas oferecidas pela UFPA, cumpriu um trote curioso: plantar uma árvore futífera no Campus Guamá. A ideia do trote ecológico? Espetacular. Veio de uma cabeça que amava o verde e a Amazônia: o Prof. Camilo Viana. O espaço universitário, aos poucos, foi coberto pelas árvores, tal como sonhou o saudoso socioambientalista. No destaque, a foto do Alexandre Moraes e os dados oferecidos pelo blog Muvuca Na Cumbuca explicitam a realidade atual do campus, outrora a minha universidade, também.

Um pedido: elabore e ofereça à Prefeitura um projeto verde para  Belém, UFPA! A Profª Luziane Mesquita ( Jornal Beira do Rio, 2012) parece reunir excelentes dados de apoio. Órgãos públicos, independente da esfera municipal, estadual ou federal, têm o dever de oferecer soluções às graves questões da sociedade.

 
 Vislumbre o belo panorama atual do campus da UFPA-  Foto: Alexandre Moraes- Reprodução
Viabilização Crianças e jovens com a ajuda de um projeto verde, coordenado pelos especialistas ambientais da Universidade Federal do Pará, poderiam arborizar a minha, a sua, a nossa cidade de Belém.  Uma campanha articulada sob o comando profissional, sintonizado aos ajustes necessários ao paisagismo faria com que a capital paraense saísse da lista dos municípios com índices vergonhosos de arborização. 

Quer uma prova? - Confira os dados compartilhados pelo IBGE e bem explorados pela reportagem Belém e Manaus são as capitais menos arborizadas,... ( G-1, Globo, 25/5/2012)




Até a próxima!


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Que tal um risoto com lascas de pato? E com jambu...

Risoto com lascas de Pato com Jambu- arq. pessoal 2013
 
A vontade de comer um risoto com lascas de pato assado e bem temperado com jambu finalmente ganhou um final feliz. Comprei um pato (em porções congeladas) e cuidei com carinho da minha muda de jambu durante vários meses. O resultado gostoso está no destaque. A paciência que eu tive para esperar este dia ganhou contornos de vitória, meu prezado leitor.

Que lamentável...- Há uma nota triste, infelizmente: aqui em casa apenas eu gosto da iguaria. Pensei em chamar alguém, preferencialmente um (a) paraense em Curitiba, mas quem? Liguei para todos que eu conheço e não encontrei ninguém na cidade; assim, fui obrigada a comer sozinha a deliciosa porção.

Erva amazônica preciosa o Jambu adiciona sabor incomum ao risoto de Pato Assado; a mudinha acima, agora está bem grandona- No meu jardim, tenho até  Jambu- arq. pessoal
Um pato assado rende muitos pratos de risoto; em outras ocasiões, quando bater a vontade, prepararei outras porções. Já experimentou a iguaria, meu caro leitor?

Dedico a postagem - Sem dúvida alguma ofereço uma saudação merecida ao Marcelo Katsuki, jornalista, arquiteto, editor de arte e tantas atividades. Nos últimos tempos ele é,  também, um embaixador da culinária paraense e dedicado agente de turismo voltado à ilha de Mosqueiro. Tire a prova dos nove aqui, no Comes e Bebes.
 
Até a próxima!
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