Meus alunos, em maioria paranaenses e paulistas em Curitiba, geralmente passam a conhecer mais a Amazônia. Com eles compartilho as notícias dos jornais e revistas, além de relatar as minhas experiências decorrentes da origem nortista, por exemplo: o meu sotaque, a diversidade de expressões amazônicas, as preocupações, as peculiaridades geográficas, entre outros informes ligados aos temas costumeiros nos vestibulares, tais como desmatamento e planos governamentais para explorar o potencial da região. Faço a minha parte. Fico extremamente atenta ao que noticiam os correspondentes locais, porque sei da importância do contexto amazônico no envio de notícias ao público brasileiro.
Imagem: arquivo Google |
Cuidados com a Amazônia - O leitor contumaz sabe do quanto a área territorial que faz justiça ao conceito político denominado de Amazônia Legal(antes chamada de Amazônia brasileira) são frequentamente temas das tentativas de conversas aqui no Na Mira. Nem sempre consigo a interação desejada. Há um silêncio entristecedor do outro lado, talvez pelo distanciamento geográfico, mas espero que o texto Se a Amazônia é nossa, por que não cuidamos dela? (Eliane Brum, Época) consiga evidenciar o quanto os brasileiros de todas as regiões precisam expressar cuidados efetivos com o imenso território. Autoridades com outorga popular têm feito da região a moeda verde para algumas negociações nem sempre estimulantes. Os fatos são históricos.
Atitudes esperadas - Aos que desejam cuidar da Amazônia sugiro duas atitudes fundamentais: informar-se incansavelmente sobre a região e visitá-la, antes de sair do Brasil em viagem de férias, por exemplo. Ignorar as peculiaridades do território amazônico e desconsiderar a sua geografia diante do restante do país e do mundo oferecem a faca e o queijo aos ratos que dilapidam os bens naturais da região nortista. Zelar pelo vasto território amazônico exige, entretanto, extrema atitude; é impossível cuidar sem um comprometimento integral.
Até a próxima!
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