quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Perguntas sem as respostas e ofertas sem interessados

Já fiz inúmeras perguntas ao leitor do NaMira, mas quase não recebi resposta. Estou pensando em transformar as perguntas em postagens, assim como rever as ofertas, por exemplo, de correção de textos de vestibulandos.  Garanti corrigir as cinco primeiras que chegassem à minha caixa postal, até hoje. Sabe quantas chegaram? Adivinhou. Nenhuma.

Costumo fazer uma leitura vertical do blog e percebo que fico blogando sem que o leitor dê atenção à conversa; ainda bem que uma vez ou outra aparece alguém para"conversar" comigo. Você já reparou como tenho trazido o leitor aqui para cima? São postagens exclusivas.

Farei uma busca nas perguntas que ficaram sem as respostas, assim como ressaltarei a participação dos leitores, aí na caixa de comentários. Aguarde.

Até a próxima!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

O Homem Aranha na Boca Maldita

É impossível não avistar o Homem Aranha em Curitiba - arquivo pessoal

Quem passa a qualquer hora pela Boca Maldita - aquele trecho da Rua Luiz Xavier que faz uma convergência obrigatória de lojas, hotéis, livraria, cafés, bancos e de tudo um pouco - sabe o quanto há de surpresa a cada manhã, tarde ou noite, em Curitiba.

No sábado passado, quando passei por lá, não resisti e fotografei o Homem Aranha para trazê-lo aqui para o NaMiradoLeitor. Não encrenque, por favor, meu caro, com a baixa resolução da minha foto; ela é feita com a câmera do meu celular, um Sansung 3350. Nada profissional, mas sim uma firme tentativa de não perder nada, absolutamente nada que atravesse o meu campo de visão.

Até a próxima!

Dissertar com segurança; eu oriento

Candidatos inscritos no ENEM não devem perder tempo; é preciso treinar a redação de textos dissertativos. Conhecer temas variados, mobilizar estratégias argumentativas e desenvolver uma exposição concatenada, em atendimento à proposta de uma dissertação são exigências inesquecíveis.

Lembrete: não basta apenas conhecer teoricamente as regras da escrita na hora de redigir um texto; é necessário saber empregá-las com a finalidade comunicativa programada pela banca que elabora a proposta dissertativa - ou qualquer modelo de texto. 


Redação manuscrita sob os meus olhos atentos- Arq. pessoal

Evidências incontestáveis - Muitos estudantes não conseguem desenvolver um texto articulado, que atenda às exigências dos organizadores do polêmico exame, agora com ares de vestibular nacional.

Eu trabalho com a intermediação da escrita; presto assessoria profissional aos interessados - e, agradeço a divulgação da nota informativa abaixo, leitor:
                       
Escreva a sua dissertação com segurança
  > Atendimento individual ou pequeno grupo
  > Opções de horário: segundas ou quartas, a partir das 18:00 horas
  > Informações e agendamentos em Curitiba: araujodoralice@hotmail.com

Até a próxima!
    

Apenas "vintão" pela sombrinha


Paga-se R$20,00 pela bela e resistente sombrinha- Curitiba- arq. pessoal
 Uma chuva fininha molha, desde bem cedo, a cidade de Curitiba. Algumas pessoas ficarão muito contentes. É o caso do vendedor de sombrinhas em destaque; ele conseguirá um ótimo resultado. Eu, se pudesse, compraria uma de cada cor. Sabe por que, querido leitor? Por dois motivos. O primeiro? Para contrastar com o ar cinza e entristecido da terça-feira nublada e fria, assim como dos demais dias chuvosos. O segundo? Aumentar a minha coleção, nos últimos tempos bem desfalcada pelos costumeiros esquecimentos da minha filha. A última sombrinha, de um azul tão lindo, ficou distraidamente esquecida numa das cadeiras, ali da área de alimentação do Shopping Estação.

Até a próxima!

O leitor prefere mingau de milho verde


Imagem do arquivo do Google

O leitor do NaMira é surpreendente. Sabe por quê? Deixa de lado os temas educacionais, a minha paixão incontida, para clicar na postagem que fiz sobre o mingau de milho verde. Agora, o Blogger já contabilizou 1.063 visualizações! Ah...eu daria muitos pulinhos de alegria se os números das postagens sobre educação pública alcançassem maior leitura, interesse e, especialmente, reflexão, tal como fez o Renato Castilho, ao ler a postagem 'O buraco da educação'(de 19 de setembro); acompanhe o comentário abaixo:

Doralice
Algo me intriga toda vez que essas mazelas brasileiras aparecem., por que os professores e educadores não fazem mais protestos, mais barulho denunciando essa situação toda? A impressão que dá é que estão conformados com tudo isso. Eu também não entendo quando aparece a péssima situação dos hospitais e os médicos e enfermeiros com suas entidades de classe não fazem nada!Os dois casos dependem de vontade política para serem resolvidos e nós sabemos muito bem como os políticos agem, sob pressão popular,o que também nesses dois casos, tanto os professores quanto os da saúde teriam total apoio da população.
(Renato, comentário deixado no NaMiradoLeitor)

Fiquei tão feliz com o comentário que ele deixou no blog, mas não tenho a resposta que o leitor em destaque deseja com relação à luta travada com os baixos salários, assim como pelo aparente conformismo dos professores na rede pública. Já fui vinculada à instituição pública federal, Renato, mas agora sou profissional autônoma, dessas que ganha real por real pela aula de redação que vende, pelos textos que corrige e pelos direitos autorais, pagos pelo livro que já escreveu sobre a história paraense. É assim que desejo continuar: vendendo aulas, corrigindo textos e escrevendo, escrevendo muito. Até que um dia não possa mais, diante da grande e inadiável viagem. 

Quem sabe...algum seguidor do blog, vinculado à rede pública, possa oferecer a resposta desejada pelo participativo leitor? Concordo, entretanto, com a alusão que ele faz ao apoio popular diante da pressão dos profissionais da educação. Na teoria. Na prática, tenho visto enorme insensibilidade, infelizmente. Não vejo os pais dos alunos (estarão no trabalho?), nem tão pouco os simpatizantes da educação com voz ativa a exigir as devidas reparações ao trato oferecido aos professores pelos gestores públicos, aqui ou em qualquer lugar do Brasil.

Uma alternativa - Talvez, se a classe média voltar a matricular as suas crianças e jovens na escola pública fundamental a situação seja alterada, mas será que os pais estariam dispostos à experiência? Estariam dispostos, também, a enfrentar a longa espera na fila do SUS? Uma sociedade justa começaria assim, mas justiça social é algo difícil de admitir, quando se está sob o manto protetor dos bens econômicos. O leitor concorda comigo ou pensa diferente? Economistas, filósofos, educadores, advogados, administradores e homens de bem com a palavra, por favor!

Até a próxima!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

'O buraco da educação' é preocupante!


A análise sobre o Enem é apenas um ponto do 'buraco da educação' - Imagem reproduzida do Google
 Lamento muito que as certeiras observações da ombudsman Suzana Singer  sobre o ENEM e seus desdobramentos no jornal, em O buraco da  educação ( Folha de S. Paulo, ontem ) tenham chegado somente agora aos leitores. Graças ao blog Conteúdo Livre você, caso não tenha lido a edição de ontem do jornal, poderá compreender a razão da minha queixa.

Devo um obrigada à leitora do NaMira, a  Helena Neviani , o compartilhamento do texto acima, uma vez que é exclusivo para assinantes do jornal, mas está agora disponível no providencial blog do Sérgyo Vitro.

A educação é uma prioridade. Não tenho qualquer dúvida, mas as análises bem feitas, também. Diante dos fatos educacionais, o tempo é um fator determinante. Concorda comigo, leitor? Antes tarde do que nunca, já adverte o dito popular, mas as questões educacionais devem ser pautas permanentes na vida de todos os brasileiros - e, os jornais podem fazer muito mais pela educação, especialmente a pública. Basta colocar o tema na pauta diária, em alerta total, mas com profissionais do jornalismo que tenham trânsito na área e competência para analisar as questões crucias da educação. O leitor atento e exigente não está satisfeito com o que lê. 

Longo convívio comunicativo - Os jornalistas Marcelo Beraba, Mário Magalhães, Carlos Eduardo Lins da Silva, anteriores da atual ombudsman da Folha, foram meus  gentis interlocutores. Se o leitor clicar nos links saberá que não é de hoje a minha preocupação com análises educacionais bem redigidas e que sirvam de apoio seguro ao leitor atento ou incauto.

A crítica continua ...- A  jornalista Suzana Singer oferece com as críticas, feitas na sua última coluna, a munição necessária à continuidade das minhas preocupações. Tenho, entretanto, muita saudade da Crítica Diária, prezada ombudsman. Muitos leitores certamente sentem o mesmo com relação à extinção da excelente coluna. A análise em cima do lance era um dos grandes atrativos do jornal paulista. Espero que a atual porta-voz dos leitores traga mais análises coesas sobre o tema educação, pauta supostamente permanente na Folha.

Até a próxima!

Até calote nos professores

Quando os governos, em todas as instâncias, atenderão ao rol de prioridades na educação pública, caro leitor? Penso que a partir da conscientização do (e) leitor. A maioria da população adulta, escolarizada e com voz ativa na sociedade desconhece os bastidores da agenda dos governos com relação à educação. Nos discursos a fala é sempre bem intencionada, mas há  até quem aplique calote nos professores; quer ver um exemplo inadmissível? Acontece no Pará. O governador? Chama-se Simão Jatene . O secretário de Educação? Nilson Pinto. Será que eles agiram com tamanha indiferença à educação se tivessem seus filhos matriculados na escola pública? 

Reprodução de imagem via Google
Triste história de um calote - Faça uma leitura vertical, especialmente, das últimas postagens do colega professor Marcelo Carvalho, ativo profissional na educação pública no Pará. As queixas com relação ao salário recebido pelos colegas professores certamente não são apenas localizadas no meu saudoso estado paraense. Colegas de outros rincões do Brasil têm muito a compartilhar com o (e) leitor.

Diga lá! - O que você faria, se os seus direitos profissionais recebessem o tratamento acima descrito pelo professor paraense? Agradeço a leitura e o repasse fundamental das informações. Atente, mais uma vez, às informações assustadoras quanto aos valores; eu, que sou profissional autônoma fiquei estarrecida com a desvalorização da função da categoria, vinculada à rede pública. Eu, sinceramente, nem aceitaria receber um valor  tão indigno pela hora de aula.

Até a próxima!

Quer que eu avalie a sua redação, vestibulando?


A letra legível é uma das exigências nas provas de redação- arq. pessoal
Está inseguro para elaborar a sua redação, vestibulando? Ofereço uma oportunidade imperdível aos que estão intranquilos: avaliarei os cinco (5) primeiros textos que chegarem à minha caixa de mensagens até a última hora da próxima quarta-feira, 21 de setembro. 

Muito importante: devem fazer o escaneamento da folha com o texto produzido, assim como  da proposta atendida. Preciso identificar as exigências à produção do redação e analisar as condições de leitura do texto manuscrito.

O leitor do NaMira conhece alguém interessado? Poderá divulgar a minha colaboração profissional? Agradeço.

Até a próxima

domingo, 18 de setembro de 2011

As árvores do quintal do Renato


Fartura de árvores no quintal , Curitiba-  Foto cedida por Renato Castilho
 Veja uma das belas três fotos que o Renato Castilho enviou para a minha caixa de mensagens, depois que perguntei em postagem anterior, se as árvores faziam parte do quintal ou do jardim na casa dos leitores do NaMira. Adorei a gentileza e a expressão interativa do leitor.

Aguardarei a remessa de outras imagens de árvores plantadas ou conservadas com carinho pelo leitor. A foto destaca acima, além de uma amoreira com frutinhas, um soberano e altivo pinheiro.

Até a próxima!

O domingo está bom aí, leitor?


Um presente da natureza para você, leitor! arq. pessoal
Você está aí. É fato. Apareça. Venha conversar um pouco, contar uma novidade,  expressar uma queixa, uma preocupação coletiva, uma sugestão ou compartilhar um fato natural, mas digno de ressalte, meu caro leitor.

Um presente virtual - Você observou a rosa em destaque? Fiz a foto logo cedo, quando passei pela Rua Desembargador Otávio do Amaral, quase do ladinho do supermercado Mercadorama, situado no Bigorrilho, bairro vizinho ao meu. Linda, não é mesmo? É para você;  é um modo de mostrar o quanto sempre penso no suposto interlocutor do NaMira.

Até a próxima!
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