Mostrando postagens com marcador praças. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador praças. Mostrar todas as postagens

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Caminhada Observacional em Curitiba


Arrojo arquitetônico disponível ao olhar dos que estão em Curitiba- Reprodução autorizada pela Adriane  Schelin
Ontem à tarde saí para encontrar com um grupo de pessoas interessadas em bem olhar a cidade de Curitiba. O programa? Uma Caminhada Observacional. O convite foi do Takeuchi, mas o prazer foi meu e de um grupo bem interessante de pessoas, conduzidas habilidosamente pelo colega professor Mário Sérgio Freitas. A maioria dos caminhantes carregava máquina fotográfica e disposição para caminhar. Levei o meu celular, mas os links( e as fotos que eles exibirão) darão a amostra necessária para você concluir junto comigo de que agora encontrei a minha turma.

A foto que você avista em destaquefoi feita pela colega, a professora de Física, Adriane Schelin. Ela gentilmente concordou que eu reproduzisse o belo registro fotográfico. A próxima caminhada será em maio.

O leitor contumaz no NaMira sabe que não é de hoje que venho blogando e explicando de que conhecer uma cidade é visitar as suas ruas e bairros. O resto é alternativa sempre sujeita aos complementos dos que de fato a conhecem pessoalmente. Será que concorda comigo, leitor?

Até a próxima!

domingo, 29 de janeiro de 2012

Pequenos prazeres de leitora, em Curitiba


Imagine a paz acima para ler um jornal? Está disponível na jardinete acima- Rua Capitão Souza Franco, Bigorrilho, Curitiba, arq. pessoal 2012

Lindo dia de sol em Curitiba. Muito bom para passeios ao ar livre. Fiquei com vontade de ler o jornal impresso e fui comprá-lo na banca de jornais, ali na Praça da Ucrânia, mas a manhã ensolarada acabou me fisgando e estendi a caminhada. Parei aí na jardinete em destaque; ela fica nas proximidades do Hospital Evangélico e do Mercadorama. Li grande parte dos cadernos do jornal, sob a sombra agradável do arvoredo, mas os meus pés nem precisavam de esforço para receberem o calorzinho gostoso do sol de verão. 

A pequena leitora com o seu gibi nas mãos é uma amostra encantadora  e convincente de que os bancos nas praças e jardinetes são bem-vindos, sempre! - Arredor da Rua Brigadeiro Franco, esq. com a Rua Fernando Moreira, Bigorrilho, Curitiba, arq. pessoal de 2011
Alguns dos meus  prazeres de leitora é ler sob a sombra das árvores e contar com a tranquilidade advinda pela circunvizinhança. Você aprecia ler assim, meu caro interlocutor? Veja na foto em segundo plano como o exemplo dos adultos já floresce.

Até a próxima!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Nossas lindas e históricas praças brasileiras

As praças de uma cidade são testemunhas oculares da história do bairro e do município, assim como em linha direta com a história regional e nacional. Administradores atuais deveriam enterrar a cabeça e aprender com os de outrora como se faz bom emprego do dinheiro público. Viabilizar a edificação caprichada de uma praça, de um largo ou jardinete é um exemplo incontestável.  As praças são construídas para o povo. Administradores municipais contemporâneos, infelizmente, não parecem pensar assim.
 
O conjunto arquitetônico bem projetado acompanha a história de uma cidade- Curitiba, Praça Santos Andrade, arq. pessoal
Pare e pense, leitor!- O maior atestado de mediocridade arquitetônica e insensibilidade aos espaços comuns acontece quando se promove uma grande manifestação popular. Repense comigo, leitor, veja qual é o ponto de encontro? Praças antigas, de indiscutível capricho paisagístico e apreço ao cidadão.  Aqui em Curitiba? A Praça Santos Andrade é uma referência imediata. No seu entorno estão o Teatro Guaira, o prédio da Universidade Federal do Paraná, a matriz dos Correios.


Diga lá! - Você já viu alguém marcar um encontro em uma praça mixuruca? A ausência de bancos, espaços cobertos, arvoredo, áreas com terra e gramado, entre outros itens que caracterizam um conjunto harmonioso de detalhes afastam aversivamente o cidadão das ditas praças modernas. A costumeira alegação de insegurança é desculpa esfarrapada dos medíocres e incapazes de bem administrar o aparato público. Subtraem o conforto, o bem-estar histórico e a alegria do cidadão no maior descaramento.

Bancos nas praças públicas antigas são itens fundamentais ao conjunto arquitetônico - Praça Santos Andrade, arq. pessoal

Na postagem anterior destaquei a Praça Batista Campos, exemplo de composição arquitetônica na capital paraense. Outras amostras eu tenho; todas com a mesma harmonia na composição e trato, bem diferente, entretanto, dos arremedos construídos a toque de caixa, sem qualquer harmonia e logo, logo espaço para que o mato cresça e a bandidagem estabeleça o seu território criminoso. Um contraste entre os critérios escolhidos pelos antigos e atuais administradores no que diz respeito à construção de espaços públicos, tais como largos, praças e jardinetes faria com que a pobreza de detalhes e o desestímulo à convivência saltar aos olhos do leitor. Alguém discorda de mim?


Contribua com o blog - Gostaria de saber nomes das praças bem bonitas e históricas aí do seu bairro ou cidade, leitor. Será que poderia indicá-las para mim? Eu procuraria imagens na internet e faria a conexão desejada com o tema da postagem de hoje. Posso contar com a sua ajuda? Obrigada.


Até a próxima!

Related Posts with Thumbnails