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domingo, 27 de janeiro de 2013

A concessão de Alvará; sua responsabilidade diante da (in)segurança

 Reprodução do Zero Hora-  Raimundo Roratto/Especial

As tragédias, assim como os felizes acontecimentos costumam comover as pessoas.  Eu? Estou comovidamente preocupada com a que aconteceu em Santa Maria, cidade famosa pela concentração de estudantes universitários no Rio Grande do Sul. A reportagem do Zero Hora oferece os detalhes. Quem tem filhos, sobrinhos e netos ainda jovens e fãs da vida noturna em boates e casas do gênero não deverá ficar alheio ao noticiário. A apuração das causas e a atribuição de responsabilidades são atitudes imprescindíveis. A cobrança aos responsáveis é imprescindível.

Tenho uma filha de 17 anos e inúmeros sobrinhos em Campinas e Leme (SP), Belém e Santarém (PA) e Manaus (AM); ficaria  sinceramente preocupada se as notícias trouxessem ecos da irresponsabilidade na concessão de Alvará de funcionamento aos lugares públicos não apenas por eles frequentados, mas por todas as pessoas. 

A liberação de funcionamento - Diante da tragédia no destaque, caro leitor, não cabe qualquer ironia, mas objetividade na crítica e direção imediata das providências que coibam a repetição de acontecimentos entristecedores. Corpo de Bombeiros e setor competente da Prefeitura Municipal merecem a MiradoLeitor, imediatamente.

Às famílias das vítimas o meu pesar e solidariedade.

Até a próxima!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Cães vigias, a sinfona canina e a irresponsabilidade humana


Reprodução da tira feita pelo Benett, arquivo da Gazeta do Povo
Já teve o seu sono noturno  perturbado pelos latidos de um cão vigia? Eu já; quase saio no meio da madrugada para fotografar ou gravar alguma prova da perturbação. Na semana passada, embora com tristeza, desmarquei  um compromisso profissional. Estava sonada demais, pois um cão, alçado à função de vigia latiu a madrugada inteirinha. A reação dos demais é em cadeia; logo, em segundos, tem início uma sinfona canina.

Como dormir bem com latidos intermitentes? Como agir com a normalidade esperada depois de uma madrugada perturbada pela sinfonia canina? O que será que têm na cabeça uma pessoa que deixa um cão tomar conta sozinho de uma casa residencial ou comercial? Penso um montão de coisas horríveis, leitor.

Hoje? O episódio aconteceu novamente, mas tomarei  as providências necessárias. Os donos de cães que fazem bilu-bilu aos animais e esquecem do direito do descanso noturno dos vizinhos precisam aprender - ou não a conviver com o respeito coletivo?

Até a próxima!

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