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domingo, 27 de janeiro de 2013

A concessão de Alvará; sua responsabilidade diante da (in)segurança

 Reprodução do Zero Hora-  Raimundo Roratto/Especial

As tragédias, assim como os felizes acontecimentos costumam comover as pessoas.  Eu? Estou comovidamente preocupada com a que aconteceu em Santa Maria, cidade famosa pela concentração de estudantes universitários no Rio Grande do Sul. A reportagem do Zero Hora oferece os detalhes. Quem tem filhos, sobrinhos e netos ainda jovens e fãs da vida noturna em boates e casas do gênero não deverá ficar alheio ao noticiário. A apuração das causas e a atribuição de responsabilidades são atitudes imprescindíveis. A cobrança aos responsáveis é imprescindível.

Tenho uma filha de 17 anos e inúmeros sobrinhos em Campinas e Leme (SP), Belém e Santarém (PA) e Manaus (AM); ficaria  sinceramente preocupada se as notícias trouxessem ecos da irresponsabilidade na concessão de Alvará de funcionamento aos lugares públicos não apenas por eles frequentados, mas por todas as pessoas. 

A liberação de funcionamento - Diante da tragédia no destaque, caro leitor, não cabe qualquer ironia, mas objetividade na crítica e direção imediata das providências que coibam a repetição de acontecimentos entristecedores. Corpo de Bombeiros e setor competente da Prefeitura Municipal merecem a MiradoLeitor, imediatamente.

Às famílias das vítimas o meu pesar e solidariedade.

Até a próxima!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Segurança estudantil em questão


Clique na foto e observe as saídas (em vermelho); elas saem para o abismo! -  Curitiba, Campus Ecoville da UTFPR, arq. pessoal
A minha filha estuda na UTFPR, ali no Campus Curitiba, mas às sextas-feiras tem o dia inteiro de aulas, lá no Campus Ecoville. Estou ainda mais preocupada, caro leitor, com a questão da segurança estudantil, principalmente depois de ler a reportagem Saídas de emergência da UTFPR levam estudantes a "precipício"  (Anna Simas, Gazeta do Povo, 21 de abril de 2012)


Sabe o que fiz no domingo passado? Passei por lá e com a ajuda da câmera do celular eu trouxe a foto acima. Ontem? Deixei uma queixa à Ouvidoria da escola, afinal, a quem delego a segurança da minha filha, ainda menor, no momento em que está no interior das instalações da UTFPR? A sede Ecoville foi ocupada pelos alunos, professores e pessoal adminstrativo sem a liberação segura do Corpo de Bombeiros em razão do programa de expansão de vagas do Reuni? Então, a conceituada instituição é conivente com a insegurança escolar. Será que discorda de mim, leitor? O que faria se tivesse um filho ou filha, lá estudando?

A burocracia, a demora no processo licitatório e o afã pelos dados numéricos no campo da educação pública não podem esconder a gravidade do problema da segurança estudantil. Diante de uma tragédia, então, como ficamos? Será que passivos e coniventes? A atribuição das responsabilidades é a nossa primeira atitude. Autorizar a ocupação de um espaço escolar antes da conclusão da obra é uma saída desesperadora; será que faltou planejamento?


Até a próxima!
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