Mostrando postagens com marcador greve dos professores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador greve dos professores. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Dias letivos, greves e rede pública



A charge do Ivan Cabral faz uma costura perfeita com as greves dos professores, espalhadas pelo Brasil afora, assim como com os empenhados concluintes do terceiro ano do Ensino Médio, inscritos no Enem e vestibulares nas universidades públicas. As alterações impostas ao calendário escolar interferem em tudo. Um exemplo bem grave? As datas dos vestibulares públicos e exames  que já estão fixadas. De quem é o maior prejuízo, caro leitor?

Será que os professores da rede pública em estado de greve não têm razão nas suas reivindicações? Será que a imprensa poderia ouvi-los, assim como ouvir o contingente de  estudantes concluintes, potenciais candidatos aos vestibulares nas universidades públicas? O prejuízo é tão grande para todos...

Apelo veemente - Colega professor, leitor do Na Mira, apareça; troque ideias comigo sobre o tema.

Até a próxima!

Siga-me no Twitter, se desejar.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Professores descontentes? Devem explicam os porquês das greves...

Ontem de manhã estive na Biblioteca Pública do Paraná, mas antes passei pela Praça Osório; depois de atravessar aquele corredor de barracas com artesanato vi um aglomerado, ali no começo da Boca Maldita. O grupo de pessoas era composto pelos professores vinculados às redes municipal e estadual no Paraná; eles reinvindicavam a aplicação da Lei do piso Nacional do Magistério, que é de R$1.187, além de 33,3% de hora-atividade.

Recebi um panfleto, ao passar pela Boca Maldita - Imagem: site do Sindicato


Aqui entre nós - Tenho muitas curiosidades não respondidas e imagino que o leitor atento fique encafifado com o tratamento oferecido pelas autoridades aos colegas professores da rede pública pelo Brasil afora. O estado de greve, ressaltado, por exemplo, na reportagem Greve dos professores completa ...  (UOL Educação) inspira muitas preocupações. O alcance é nacional, reparou?

No maior silêncio... - Lamento, entretanto, que embora o Na Mira tenha professores no plantel de leitores e seguidores, não encontro nenhum deles para trocar ideias, a partir da realidade no campo de trabalho. A exceção é feita, felizmente, pelo colega professor de História, o paraense Marcelo Carvalho, responsável pelo Mídias na Educação .

Restrição objetiva - Não sei se acontece com você, mas a minha preocupação aumenta, quando vejo que os aglomerados em movimentação típica das greves assumem vinculação partidária;  penso que desvirtuam, assim, o discurso educacional em meio ao insuportável blá-blá-blá atrelado ao partido regulador, infiltrado na fala reivindicatória.  Suponho que ali não estão os colegas professores descontentes, mas sim vinculantes ao partido vermelho. As bandeiras não deixam qualquer dúvida; a mim são aversivas.  Sabe por quê? Não tenho partido e nem louvo a nenhum. Gosto de ideias e de pessoas, não de partidos políticos. A opção política é um direito, mas não uma imposição, inclusive visual. Na greve dos educadores ela é repulsiva.

Os porquês dos reclamos -  Será que o leitor mantém alguns questões não explicitadas com a regularidade desse estado de greve presente, inclusive nos Estados, tal como mostra a reportagem do UOL? Compartilhe- as comigo; quero fazer uma lista e enviá-la ao Sindicato da categoria, aqui no Paraná. Sabe os porquês da minha preocupação com tais questões? Ao lado da movimentação expansiva dos reclamos é necessário esclarecer pontos obscuros, sem os quais a solidariedade da sociedade civil à categoria acontece de maneira capenga.

Interaja comigo - Abaixo inicio a lista com perguntas; interaja com a postagem, meu caro. Educação pública é um tema sério demais para ser levado com desconsideração, inclusive pelos que não têm filhos ou parentes em escolas públicas. Inclua a sua pergunta na lista abaixo:

1) Qual é o valor da hora-atividade paga pela rede municipal de Curitiba?
2) Há diferença entre o valor pago pela rede estadual? 
3) Qual a lotação mínima e máxima de alunos nas salas de aula? 
4) Há compatibilidade entre a demanda de matrículas e quadro docente na ativa?
5) Novas escolas foram construídas em Curitiba e nos demais municípios paranaenses entre o período de 2010/11?

Confira - Veja os sites da  Secretaria Municipal de Educaçao de Curitiba  e Secretaria Estadual de Educação do Paraná; nenhuma menção às queixas dos colegas, mas a imprensa e os professores vinculados às redes têm o dever e o direito de desvendar os os problemas educacionais, sem qualquer temor de represália-  ou será que têm?

Até a próxima!
Related Posts with Thumbnails