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terça-feira, 19 de junho de 2012

Há disputa pelos bancos sob o sol, também?

 
É raro encontrar um lugar livre nos bancos, ali bem dispostos ao sol - Calçadão da Boca Maldita, Curitiba, arq. pessoal

Quando passo ali  pela Boca Maldita é impossível não avistar a disputa das pessoas para sentar nos bancos, ainda mais nos dias ensolarados -inclusive, por neles mencionar, os claros e iluminados, tal como o da foto acima, estão sumidos. A terça-feira, meu caro leitor, véspera oficial da próxima estação, está com a cara invernosa. O céu está cinza e com nuvens carregadonas de chuva; elas parecem loucas para molhar muito mais a capital paranaense.

Participe - Caso o leitor more ou esteja em cidade ensolarada, descreva, por favor, as suas impressões sobre o dia de hoje, assim como se há disputa pelos bancos em áreas urbanas, tais como praças e jardinetes . Gostaria de reunir alguns dados. Pode ajudar a diversificar as impressões? Tomara que sim.


Até a próxima!

sexta-feira, 9 de março de 2012

A felicidade estacionou aqui, leitor!


Dia ensolarado, rua tranquila, passarinhada cantando no arvoredo e tempo agradável: a expressão da felicidade- arq. pessoal
Não sei se eu sentiria saudades dos dias nublados, sombrios, de intenso frio ou com abundância interminável de chuva. Gostaria que os dias ficassem assim, tal como o de hoje, bem com a cara do verão. A mínima? 14ºC  A máxima? 30ºC. Veja os detalhes com o Simepar

Curitiba é inegavelmente uma cidade bonita. Imagine um lugar sob a luminosidade do sol e temperatura agradável. Imaginou? Pois olhe que agora não faz calor e nem mesmo frio. Vivemos o exato ponto de equilíbrio do clima. O corpo gosta e os nossos olhos brilham com tudo o que avistamos. A Natureza parece em festa e a felicidade estacionou bem generosa aqui, caro leitor. As fotos que exibo oferecem uma pálida ideia do que vejo e sinto. Ah...a baixa resolução do meu celular...

Peço desculpas ao leitor sombrio, triste e desiludido, mas não hesito em destacar as belezuras que a vida nos oferece. Ainda bem. Sei que nem todos os dias serão iguais aos de hoje. Para que ele ficasse melhor do que está agora? Talvez a desejada chegada de um familiar distante, uma porção de açaí sem mistura alguma (aquele in natura, bem papa e fresquinho para saborear com farinha de mandioca baguda), uma porção de pirarucu fresco e animada conversa na hora do almoço.  
Você não vê e nem ouve, mas ele estava tocando um cavaquinho e cantando- arq. pessoal


Linda está a sexta-feira, meu caro leitor. Muito linda, indiscutivelmente. Aqui no curitibano Mercês a passarinhada anima e enternece os nossos ouvidos; até esquecemos do vrum-vrum-vrum e vrum dos carros, motos e do nosso Ligeirinho que vai que vai a toda pressa em direção à estação-tubo, ali na Manuel Ribas.

 Até a próxima!


sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Descrever e justificar as preferências alimentares

A descrição das guloseimas ou alimentos preferidos das crianças e jovens poderá render, na escola ou em casa, a elaboração de excelentes textos. Mais tarde, na hora de exercitar a redação em relatórios, análise de infográficos ou laudos profissionais o senso de observação será a marca registrada dos textos ou documentos. Peça para uma criança dizer o que gosta de saborear e apresentar uma justificativa. Não fique contente apenas com frases curtas; peça explicações, detalhes e comparações, enumerações de motivos, entre outras táticas de convencimento oral ou escrito.

Gosta de morangos, leitor? Eu adoro; são massudos, doces e saciam a minha fome, kkkkk....- arq. pessoal
Sugestão - Treinar a escrita com a exploração das minúcias, das escolhas e justificativas convincentes é um modo de preparar a criança e o jovem aos desafios da redação seletiva, assim do tipo exigido nos vestibulares ou concursos públicos em geral. Pelo andar da carruagem política o Enem será alçado cada vez mais à condição de vestibular nacional. A prova de redação? A soberana senhora. Não duvide.

Diga lá! - Tem feito assim com as crianças e jovens, caro leitor ou colega professor? Preparar as novas gerações à descontração com os mecanismos e recursos da escrita é fácil, mas exige conhecimento prévio das possibilidades êxitosas.  Formação anterior e disposição à criação de alternativas são condicionantes imprescindíveis.

Convite permanente -  Apareça aqui no NaMira; costumeiramente compartilho algumas dicas de redação e metodologia na escrita de textos não apenas escolares, mas para a vida em geral.

Até a próxima!


domingo, 18 de dezembro de 2011

Nossa manhã de domingo está...


As hortênsias abundam nos jardins e provocam encantamento- Ctba, Mercês, arq. pessoal
A manhã, aqui em Curitiba, está belíssima; típico dia primaveril, leitor. Aqui no bairro Mercês está do jeitinho como exibem as fotos que eu fiz com exclusividade para o NaMiradoLeitor.

Como é que alguém tem coragem de tentar estragar a beleza da paisagem? - Ctba, Mercês, arq pessoal

Que tal ?- Empreste os seus olhos para mim e relate como está o tempo, aí no seu bairro ou cidade. Se mandasse uma fotografia ( use a cãmera do seu celular!), eu agradeceria sob a maior alegria.  Sei que o blog tem leitores espalhados pelos bairros de Curitiba, assim como em outros Municípios e Estados pelo Brasil afora.  Não custa imaginar que um leitor, ao menos um, decida interagir com o tema da minha postagem.

Até a próxima!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Da janela é possível avistar...


Trago dentro do meu coração
Como num cofre que se não pode fechar de cheio,
Todos os lugares onde estive,
Todos os portos a que cheguei,
Todas as paisagens que vi através de  janelas ou vigias,
Ou de tombadilhos, sonhando,
E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero.
.........
(Fernando Pessoa em Álvaro de Campos,  Passagem das Horas )

Bom dia, leitor! Bela está a manhã em Curitiba. Reúno uma trinca de adjetivos para descrevê-la: ensolarada, fresca e primaveril. Você poderá dizer o mesmo aí com relação ao seu local de domicílio ou espaço de passagem? O leitor costuma viajar e ficar longe de casa? Deve ser interessante abrir a janela e avistar lugares diferentes. É o seu caso?

Arq. pessoal

O que vejo?  - Quando abro a janela da frente de casa, logo avisto o meu jardinzinho.Agora? Basta esticar a mão e  logo pego um galho de bougaville em flor. Mais adiante com olhar acompanho a movimentação da rua naquele vai e vai de carros, bicicletas, motos, ônibus e vai-e-vem de pessoas, mas logo levanto os olhos para avistar a cor do céu, hábito diário já consolidado diante das variações do tempo em Curitiba. Já avistei, entretanto, muitas paisagens diferentes. Elas estão bem guardadas, neste cofre de imagens retidas pela lembrança dos dias de outrora. Você tem os seus guardados visuais colhidos ao abrir as janelas, também.

Já prestou a atenção?- Descrever o que se avista da janela pode parecer uma atividade insignificante, talvez desconsiderada em blog -  ou em sugestiva proposta de redação escolar! Oportuniza, entretanto, uma dupla de benefícios, tanto ao que lê, quanto a quem escreve: o tempo de reflexão e a tentativa de aproximação com a realidade visual em expressivo retrato feito com as palavras. Quer tentar? O poeta Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa, acima em destaque, ajuda a descrever, embora subjetivamente. A escolha é sua, de direito.

Outro modo de descrever - Com a sua câmera do celular  o leitor pode fazer uma excelente descrição visual do que avista ao abrir a janela, o que não significa mostrar um lugar belo. A beleza é relativa, bem sabemos, não é mesmo?

O que vê agora, logo adiante da janela, meu caro leitor?

Até a próxima!
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