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terça-feira, 16 de abril de 2013

Quem são os secretários de educação no Norte e Nordeste do Brasil?

 
A dimensão continental do Brasil envolve diferenças aceitáveis, mas não as que subtraem o direito à educação plena- Imagem via Google

A aferição de conhecimentos é algo preocupante e requer metodologia ajustada ao objetivo da coleta, assim como atenção às condições estruturais disponíveis aos sujeitos examinados. Exames ou qualquer estratégia de controle numérico acerca do conhecimento escolar envolverá elementos de objetividade e subjetividade, também. Li a reportagem Alunos do Norte e Nordeste têm 4 anos de atraso...  ( Estadão, hoje) e fiquei com uma vontade danada de ler desdobramentos sobre o tema. Sabe por quê?

A administração da educação pública no Brasil deverá ficar nas mãos de quem entende da área - ou as providências que solucionarão os graves problemas de estrutura nas regiões destacadas na reportagem não acontecerão. Ficar preso à leitura da conclusão oferecida pela pesquisa e não ir às causas do problema é atitude superficial.  Infelizmente, a nomeação de secretários municipais ou estaduais às secretárias de educação parece ser regulada pelo jogo político e de favores após o resultado das urnas. Quem são os secretários municipais que agem com (d))eficiência nas regiões Norte e Nordeste? Correspondentes dos jornais de expressão nacional nos estados nortistas e nordestinos têm uma continuada pautaedu à disposição.

Contextos diferenciados e condições (des) favoráveis explicam as estratégias, fracassos e êxitos em educação. A única secretária municipal que vejo compartilhar com o público as suas providências na pasta da secretaria de educação é a Claudia Costin.  É um exemplo visível, inclusive nas redes sociais. Cadê os demais? O academicismo na pasta de educação não é o imprescindível; nem amizade com o prefeito ou com o governador, também. Competência, atitude e condições estruturais para agir fazem falta nas secretarias municipais e estaduais de educação.

Quero saber -  Sou da Amazônia; gostaria que os jornais de expressão nortista ouvissem as declarações dos responsáveis pelas secretarias de educação, aliás, antes de ouvi-los, nos descrevessem quem são os secretários, a formação escolar que têm e a experiência anterior na área, uma vez que é impossível tirar leite de pedra.
 
Até a próxima!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Somos todos uns bons brasileiros?


Expressão de solidariedade aqui reproduzida graças ao blog do Sérgio Freire
Diante das calamidades no interior do Basil somos solidários, caro leitor? O distanciamento físico costuma empobrecer o grau de preocupação coletiva, exceto se avistarmos fotos, depoimentos, vídeos e o que a imprensa conseguir reunir para concertar um espetáculo de tristeza e comoção. Devo ser uma dessas pessoas que são consideradas como  manteiga derretida, mas amanheço nos últimos dias imaginando como estão as criaturas que vivem sob a enchente amazônica ou a seca, lá do Nordeste, regiões que assomam em extensão territorial e continuam sujeitas ao determinismo vaticinante.

Será que o leitor avistou o texto Aridez do descaso, assinado pela Marina Silva, na Folha de S. Paulo, no último dia 4/5/2012?

 "(...) Para a caatinga, a desertificação é um risco real. A floresta amazônica, que parece forte, ergue-se sobre um solo de fácil degradação Quem pensa que os destinos dos diferentes biomas não estão interligados tende a achar que tudo se resolve com a disputa dos governos locais com verbas.
O drama pode aumentar.
É preciso agir com responsabilidade e sentido de urgência para colocar em ação mais do que verbas emergenciais."


São pungentes ou não as admoestações de quem conhece a vida adversa?

Até a próxima!
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