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sábado, 13 de julho de 2013

No Sul? Inverno. Na Amazônia? Verão!

 
A neblina nas manhãs de inverno deixam as nossas ruas curitibanas desse jeito- Mercês, Curitiba, arquivo pessoal

Estamos nessas primeiras horas da manhã de sábado e o nevoeiro faz parte do cenário, mas, afinal, é inverno e a aparência do tempo surpreenderia caso estivesse diferente. Na minha memória de migrante em Curitiba emergem, entretanto, as temporadas do verão amazônico, em contraste exemplar do convívio das estações climáticas em um país continental como o nosso Brasil. Na capital paranaense, a mínima é de 10ºC e a máxima de 23ºC, segundo o Simepar.
 
Na Amazônia, as manhãs acordam sob o verão, em contraste curioso da estação climática em um mesmo país- Praia do Paraíso, Ilha de Mosqueiro, PA, arquivo pessoal

Outrora, lá em Belém, a minha família, assim como as demais, desembarcávamos nas praias para o desfrute de um final de semana ou temporada mais longa na inesquecível Ilha de Mosqueiro, lugar do qual já tratei em postagem anterior.

Até a próxima!

sexta-feira, 5 de julho de 2013

As damas, sob os humores do inverno curitibano...

 
No inverno, a companhia da sombrinha grande é imprescindível na mão das mulheres em Curitiba - arquivo pessoal 2013

Prometi reunir algumas imagens femininas feitas com  a câmera do celular; o detalhe maior escolhido será a condição do tempo chuvoso em Curitiba, mas outros aspectos merecem a atenção do observador atento, pois esta é a minha intenção.  
Nos arredores da Praça  Santos Andrade encontrei a elegante senhora com casaco e botas de couro, além da imprescindível sombrinha - Curitiba, arq. pessoal 2013

Caso faça uma leitura vertical na página; verá algumas tomadas feitas com os cavalheiros em área central de Curitiba, também. Atente nas fotos que compartilho à companhia da sombrinha ou o guarda-chuva, ao sobretudo, ao casaco ou japona (aqui, assim denominado) ou demais peças que protegem as pessoas do frio e da chuva. Disponho de inúmeras fotos, mas para não exagerar, economizo na edição, embora outras possam aparecer eventualmente em postagens oportunas.
 
Casacos de couro e botas ou de tecido com forração caprichada para enfrentar a virada do tempo invernoso são comuns à seleção feminina em Curitiba- arq. pessoal 2013

Hoje, a neblina que agora cobre a manhã curitibana não permitirá brincar com o tempo; apesar da instabilidade e da promessa de uma tarde com temperatura mais elevada, novamente é hora de pegar casacos antes de sair de casa. A mínima de 10ºC e a máxima de 22 ºC, segundo os dados do Simepar, não desautorizam. 

Até a próxima!

terça-feira, 18 de junho de 2013

A nossa gente acorda do pesadelo e imobilismo, finalmente!

Com a ajuda da câmera do celular traduzo um pouco da emoção renovadora de Esperança que vi ali na Boca Maldita- Curitiba, arq. pessoal 2013

Participar ativamente em busca das soluções aos problemas coletivos? É atitude rara, meu caro leitor. Na hora de votar e eleger aquele grupo de candidatos aos cargos municipais, estaduais e federais a maioria de nós segue até à urna eleitoral em atitude obrigatória, pois a experiência com a outorga do poder político tem sido decepcionante. Após a diplomação política, os vereadores, os deputados,os  prefeitos, os governadores e os presidentes entram em campo e começam a jogar com os nossos interesses. Desse campo? Não querem mais sair; pois parece que os prêmios aos que jogam por mais tempo e têm capacidade para  a inevitável transmutação, tanto em lobos, quanto em carneiros, rendem muitos dividendos, encantamentos e poder. A maioria de nós, infelizmente, vota mal e deixa as Câmaras, as Assembleias, o Congresso e o Palácio presidencial nas mãos do acaso, da conveniência, do conluio partidário. Felizmente, a busca pelo respeito começou na vida do cidadão cansado dessa toada política; a mudança ainda está engatinhando e os vândalos tentam subtrair o mérito do aprendizado, lamentavelmente.
 
A manifestação popular envolve a busca pelo respeito ao cidadão.  Curitiba, Boca Maldita, arq. pessoal 2013

Estive na Boca Maldita no finalzinho da tarde de ontem,  meu caro leitor. Lamentei não poder seguir com a multidão que caminhava e cantava pelas ruas do Centro, pois meu joelho direito reclama atenção, mas voltei com um pouco mais de Esperança, embora desconfie da ubiquidade insuportável dos vândalos, tanto nas ruas, assim como nas casas legislativas conhecidas como Câmaras Municipais, Assembleias e Congresso Nacional, hoje desmoralizadas com a série de desatinos e jogatinas partidárias. Os jornais tecem detalhes sobre esse acordar nacional da indiferença e do pesadelo vivido pela maioria da população.

Até a próxima!

quinta-feira, 7 de março de 2013

Acessibilidade urbana? Uma questão para todos!


Todos os elevadores de acesso às plataformas de embarque nas estações dos expressos devem receber manutenção regular e não apenas diante dos problemas- Curitiba, Pça Rui Barbosa, arq. pessoal
As dificuldades de acessibilidade impostas aos que têm limites estão na mira de maior número de pessoas, felizmente. Veja a proposta do jornalista Luiz Ventura ( Estadão, 2 março), mas também atente à tentativa de mapeamento das ruas com acessibilidade, segundo o projeto veiculado pelo blog O Lápis Verde. Sugiro registrar nas redes sociais as situações que evidenciem a sua percepção da realidade, meu caro leitor; o banco de fotos divulgadas pelo jornal paulista certamente ajudará a retratar a (des)atenção ao deficiente físico, mas também você poderá exibir a circulação (in)segura do cidadão comum pela cidade onde reside, estuda e trabalha. É uma questão para todos, indistintamente.




Até a próxima!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Nos bastidores da notícia

O fotojornalismo estava de plantão, ali nos arredores da Câmara Municipal, para registrar a pedalada simbólica no dia da posse do novo prefeito curitibano- Eu estava lá, também! arq. pessoal 2013
Ontem, o episódio certamente isolado e protagonizado pelo ministro Joaquim Barbosa ao trabalho da imprensa fez com que eu buscasse um tema no meu arquivo de fotos. No destaque, exibo uma janela aos bastidores dos que trabalham para a melhor composição da notícia ao leitor dos jornais e revistas. 
O novo prefeito a caminho da posse e a imprensa pela busca do melhor ângulo para oferecer o seu testemulnho ocular do fato. Eu estava lá, também- Curitiba, arq. pessoal 2013
Não sei se o leitor reconhece alguém no grupo de fotógrafos que aguardavam a chegada do novo prefeito de Curitiba. Ir à posse de bicicleta era algo inusitado. Eu estava lá e fiz a foto com a câmera do meu celular, mas o registro dos que trabalham nos bastidores do noticiário é alvo da minha atenção,também. Se disponho da possibilidade, lá estou para fotografar cinegrafistas, fotojornalistas e repórteres. Tais profissionais são trabalhadores da notícia. Acolhê-los com simpatia e respeito é fundamental; você concorda comigo, caro leitor?

Até a próxima!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Agilidade ou morosidade da máquina pública na mira do cidadão


A afiada motoserra transforma em toras o que era a antiga tipuana; o sacrifício foi necessário em razão do temporal que assustou a região- Mercês, Curitiba, arq. pessoal
No no dia 12 de fevereiro? Aquele temporal com cara de tufão passou pela Rua Marcelino Champagnat e arredores e causou muitas preocupações, meu caro leitor. Na conta do prejuízo, as telhas da lavanderia aqui de casa voaram e a mais próxima tipuana vergou para a rua. A ameaça da árvore cair sobre os veículos e pessoas que transitam dia e noite no trecho era evidente; virou notícia, inclusive na tevê local. A  frondosa árvore fazia sombra à entrada de casa e o seu corte foi uma necessidade lamentável, pois com a velocidade do vento a espécie levantou as raízes e abriu uma cratera na calçada. Na foto destacada acima, a última parte da tipuana recebe os cuidados da motoserra afiada nas mãos do funcionário municipal.

O corte sumário da tipuana e a coleta do lixo verde aconteceram, mas...
Acompanhei todas as providêncais de pertinho: desde as consequências do temporal e as medidas envidadas pela Prefeitura de Curitiba para retirar o lixo verde da rua e liberar a livre circulação, mas ainda não estou satisfeita. Hoje, por exemplo, faz uma linda manhã de sol; é uma ótima ocasião para que as equipes de poda e coleta do lixo verde ajam em concertadas providências e prevenção às quedas de troncos ou árvores nas vias públicas da cidade. As demandas preventivas continuam.
 
 A beleza resultante do frondoso arvoredo na Marcelino Champagnat não poderá guardar, entretanto, qualquer perigo aos transeuntes-  Mercês, Curitiba, arq. pessoal
Quem conhece a região sabe o quão bonito é o panorama com o arvoredo a formar uma espécie de cobertura verde, mas o perigo ronda, independente dos temporais. Galhos altos que estão entrelaçados e a abundância da erva de passarinho enfraquecem os troncos das tipuanas; eles ficam encharcados e pesados quando chove bem forte. Já está na hora da vinda de um técnico da secretaria ambiental à região; ele precisa sair do gabinete e enfrentar as ruas de Curitiba em inspeção e conversa sobre a iminente e perigosa queda dos galhos. É necessário ouvir as vozes dos moradores atentos, inclusive, dos demais bairros da cidade.

A Marcelino Champagnat é rota dos expressos ligeirinhos; eles passam lotados de  passageiros e em alta velocidade mesmo nos dias de chuva forte e ventania. Alô, PMC? - arq. pessoal
Hoje? Mais uma vez, fiz outra chamada com duplo propósito para o 156.  O primeiro? Registrar, sob o protocolo de nº 4718469, a minha preocupação com o estado das numerosas tipuanas. O segundo? A coleta do lixo verde deixado ao lado do terreno abandonado, onde outrora tínhamos o antigo prédio da Tuiuti. É impossível não vê-los, caro leitor, mas um gande número de galhos intercepta a passagem do pedestre, no lado esquerdo da rua, desde o dia 12. O protocolo é o de nº 4718468  

Observar, atentar aos perigos, pedir providências e aplaudir as medidas em atendimento aos reclamos são atitudes ao alcance de um cidadão atento, portanto, não tenho constrangimento algum em evidenciá-las e exigir as providências das autoridades, inclusive  nas redes sociais, espaço repleto de viabilidades e poderes comunicativos. O bem-estar e a segurança nas vias públicas estão no topo dos nossos direitos - e a máquina pública tem o dever de atender com agilidade às necessidades apontadas pelo cidadão. Você concorda comigo, meu caro leitor?

Sobre o temporal do último dia 12, leia o que  noticiou a Gazeta do Povo, também.
  
Até a próxima!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Prejuízo cultural não contabilizado

 
Uma biblioteca física com as portas fechadas é um prejuízo cultural sem medida - A greve dos vigilantes afeta, sim! - Curitiba, arq. pessoal 2013
Ao passar pela Biblioteca Pública do Paraná na última sexta-feira encontrei o aviso acima. A greve continuará até quando, srs.? ( www.bonde.com.br)- Curitiba, arq. pessoal 2013

Dedicados funcionários da Biblioteca Pública viabilizam a entrada do usuário, mas apenas para devolver livros sob empréstimos. A quem a greve dos vigilantes afeta mais, caro leitor? Curitiba, arq. pessoal 2013
Até a próxima!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O poder do eleitor atento e firme


Reprodução - Imagens Google
A poucos dias do segundo turno em alguns municípios brasileiros, o intenso desespero cresce no candidato vulnerável à firmeza do eleitor atento; o enfraquecido aspirante à prefeitura do seu ou do meu município tem medo de nós, meu caro leitor.  Você percebe a situação assim, também? É a hora de exibir a força que temos diante desse embate de forças; entre em contato com os candidatos e cobre posicionamento diante de questões que envolverão resoluções firmes e amparadas na conduta de cuidadosa atenção às  nossas cidades.


Aqui em Curitiba? Ratinho e Fruet estão em pressão mútua acentuada. O eleitor atento e desejoso pela condução firme na capital do Paraná, não hesitará na escolha. Cobrarei do novo prefeito de Curitiba o cumprimento do destaque merecido à educação pública, entre outros programas de qualificação da vida na cidade. A herança deixada pelos antecessores, especialmente no que há de sucesso, não poderá ser entregue ao apetite de poder populista. Material informativo e crítico tem sido fartamente veiculado pelo André Gonçalves ( Conexão Brasília) e Rogério Galindo ( Caixa Zero ).

Eleitores, após o voto no 1º turno da eleição municipal- Belém, Pará - Av. Magalhães Barata c/ a Trav. 3 de maio -  arq. pessoal 2012
Lá em Belém, no Pará - A população mantém os olhos na dupla Edmilson e Zenaldo; eles disputam a fatia poderosa do poder municipal. Quero crer que possam fazer o melhor pela cidade, desde que abandonem a tutela das velhas raposas famintas da política paraense. A cidade, repleta de problemas de ordem variada, exige alguém que faça a diferença dos antecessores, o que coloca em desvantagem a passagem do primeiro candidato em destaque, ex-prefeito há três gestões anteriores

Um desejo - Tomara que o eleitor de Belém exija uma declaração pública dos candidatos e assegure o veto ao irresponsável projeto de verticalização programado pelas mentes doentias que se locupletam em descaracterizar o histórico bairro da Cidade Velha. Interessado no assunto? Acompanhe a postagem da jornalista Franssinete Florenzano e os retuites sobre o caso que farei, aqui na minha página tuiteira.

Aí na sua cidade, se às voltas como o segundo turno eleitoral, como anda a competitiva situação pela busca do seu voto, caro leitor? Mostre o seu poder; a vida poderá ser melhor para todos com a sua participação ativa, responsável e atrelada ao combate à locupletagens  do poder público, tanto municipal, estadual e federal. A outorga do eleitor atento e firme está sob a mira dos candidatos, concorda comigo? Faça, portanto, com que o seu voto consciente e firme sobressaia no próximo dia 28 de outubro. Eu? Aguardarei que o Tribunal Superior Eleitoral mantenha para nós o traço de confiabilidade desejada na apuração dos votos. 
 
Até a próxima!

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O Horário de Verão e a rotina controversa brasileira


Vivemos aqui no Sul e Sudeste a estação primaveril e estamos sob a vigência do Horário de Verão, mas nem todas as regiões do Brasil são submetidas à determinação oficial. Em alguns lugares, sujeitos às variações dos fusos, a rotina costumava trazer evidências e consequências da imposição governamental. Lá na Amazônia brasileira era assim; será que mudou? Tentei, meu caro leitor, trocar conversa com alguémr, lá na minha página tuiteira, mas ninguém estava na minha sintonia. Caso apareça algum tuite relacionado ao tema, é claro que ele será oportunamente transcrito, aqui no NaMira - - Horário de Verão e as cinco regiões brasileiras. Leia mais sobre o tema com a ajuda do UOL-  Na foto, a bela visão que eu tive quando passei pelo Museu Oscar Niemeyer- bairo Centro Cívico, Curitiba- arq. pessoal

"D De alguma forma ajuda, né?" foi o que tuitou a Crodia , às 08h37
 Até a próxima!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Casarões e praias na ilha de Mosqueiro


A manutenção do casario antigo é um modo de preservar a memória arquitetônica - ilha de Mosqueio, Belém, Pa- arq. pessoal 2012
Na semana passada estive na ilha de Mosqueiro, ilha fluvial que dista 65 Km de Belém. A visão de encanto e saudade de quem está distante dos lugares queridos sofreu, entretanto, impactos e constatações alvos da reflexão costumeira. A surpresa com a manutenção é rara e os maltratos às praias, por exemplo, a que vi na praia Grande serão temas de oportunas postagens, meu caro leitor.

Cadê aquele paredão natural de pedras que funcionava como um quebra da correnteza, ali na praia Gande? Quem autorizou a retirada da proteção e manutenção da praia? Mosqueiro, arq. pessoal 2012

Um dos meus irmãos fez conosco um minucioso tour pela Av. Beira-Mar. Eu e minhas irmãs, residentes agora em outras cidades brasileiras, sonhávamos com o momento de rever a grande avenida e diminuir a saudade. Queríamos avivar as lembranças que dela conservávamos na memória. Assim feito, todas as fotos dos casarões  e praias, mesmo sob os limites da câmera do celular serão compartilhadas, tal como fiz nas postagens anteriores. As imagens ajudarão a dimensionar a gravidade da situação, a beleza da ilha e as peculiaridades da região, ora tão perto dos meus olhos.
Detalhes na arquitetura antiga não interessam nem aos estudantes da área? Lambrequins saltam aos olhos nos antigos casarões - ilha de Mosqueiro, Belém,Pa, arq. pessoal 2012
A invasiva especulação imobiliária e as dificuldades financeiras dos proprietários de alguns dos casarões fotografados são evidentes; elas certamente traçarão o destino dos belos prédios, outrora residências praianas das famílias proprietárias. Ao ver o estado no qual se encontram as edificações lamento pela iminente perda da memória arquitetônica mosqueirense. 

Já esteve aqui em Belém e na ilha de Mosqueiro, meu caro leitor? Que tal conversarmos sobre o tema, mesmo que esteja distanciado geograficamente da região?

Até a próxima!

sábado, 22 de setembro de 2012

Vamos filmar o seu trajeto curitibano, Pedaleiro?


Nos passeios que empreendo pelas áreas periféricas de Curitiba costumo fotografar ciclistas em ação (des)ajustada, também! - arq. pessoal 2012
A companhia de um celular com câmera e vídeo é um auxiliar do cidadão atento; gosto muito das possibilidades oferecidas pelas funções extras no aparelho. As contingências da época contemporânea são determinantes. Não tenho qualquer dúvida: um celular bem equipado, inclusive, com internet é um companheirão.

Ô...que inveja eu tive da ciclista curitibana; um dia, vencerei o temor de circular assim, sem sustos.. - arq. pessoal 2012

Já conseguiu provar alguma irregularidade com a ajuda de uma câmera ou vídeo, caro leitor? Fez o registro de um instante de rara beleza com a ajuda da câmera do seu celular? Já testemunhou um acidente ou um socorro às vítimas? Já pedi ao webamigo Pedaleiro para filmar o trajeto diário que faz de bicicleta, aqui em Curitiba, mas ele confirmou não contar com um vídeo.Lamentei. Seus companheiros paulistas, entretanto, parecem ter assimilado muito bem a funcionalidade da câmera e vídeo nos celulares. A prova inconteste? A reportagem  Ciclistas adotam câmeras para...   ( FSP, hoje) bem descreve.

Ofereço - O meu celular Sansung GT-S3350 não é lá tão poderoso, mas se o Pedaleiro aceitar, posso emprestar por um dia o aparelho; ele registrará o trajeto curitibano -  e até quem sabe mostrá-lo aqui no NaMira? O que acha da ideia, leitor?

Até a próxima!

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Quer colher frutas? Ah...quero, sim!

 
Ainda bem que os supermercados vendem jabuticabas, mas como seria espetacular colher a deliciosa fruta, ali no pé da jabuticabeira -  Gostosuras , arq. pessoal
Nos passeios que faço pelos bairros durante os finais de semana, sempre encontro árvores frutíferas carregadinhas de gostosuras. Lá do banco do carona, fico a me perguntar, invariavelmente: mas por que as pessoas não colocam uma placa que anuncie assim:

                Quer colher algumas frutas? Faço um escambo com dinheiro ou outra moeda.

Você acha que a minha ideia é inviável, caro leitor? Eu jamais tive uma jabuticabeira em casa, mas gostaria de poder entrar em um quintal e colher jabuticabas, ali no pé da árvore. E limão-cravo? Ah...eu os adoro, mas não conheço ninguém que os venda, aqui no bairro Mercês, por exemplo. Quando avisto um caquizeiro apinhado de frutos? Fico com uma vontade danada de apertar a campainha das casas ou bater palmas, ali na fente daquele portãozinho de madeira, comum nos bairros de Curitiba. Muitas vezes, a minha filha adolescente, cria de tempo tão diferente do meu, segura no meu braço impedindo o meu ímpeto natural de puxar uma prosa e negociar a compra de caquis, laranjas, ponkãs, mangas, romãs, pitangas, araçás ou jabuticabas.

Abençoada seja a pessoa que plantou e a que mantém a bela cameleira no jardim doméstico; encantadora é a paisagem que ela oferece. Como ignorá-la? Impossível. É linda! - Curitiba, Rua Fernando Simas, Mercês, arq. pessoal
Você conhece algum lugar que tenha uma placa do jeito como sonho encontrar, aqui nos arredores da capital curitibana, meu caro leitor? Indique a direção; quero saber, ao menos, se alguém colocou em prática a minha ideia. Caso você more fora de Curitiba, saberá de um local com a oferta sonhada por mim?

Faço uma reverência de gratidão diária ao pé de amoreira mantido no meu jardinzinho; sombra e frutos é o que ele nos oferece. Como ignorá-lo? Jamais.  Curitiba, arq. pessoal

Projetos paisagísticos residenciais ou escolares, mesmo em áreas urbanas, não deveriam deixar de lado a inclusão de uma árvore frutífera. As crianças e os jovens herdariam um consolo educativo visual, assim como os nossos idosos poderiam, ali sob a sombra de uma árvore floril e frutífera, encontrar lenitivo, portanto, aos dias de inevitáveis tristezas, desencantos e desesperanças com as ações humanas, hoje em fartura de dissociação com a preservação dos eflúvios das espécies verdes bem cuidadas.

Até a próxima!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Enchente amazônica, hidrólogos, (des)entendidos e responsabilidade política


Santarém, no Pará. Foto de Mario Souza - Imagem reproduzida do blog Santarém em Conexão
O cenário amazônico paraense abriga, caro leitor, algumas regiões de planícies alagáveis, campos de pastagem e densas florestas. No momento, caracterizada pela intensidade das chuvas, a Natureza exibe o fenômeno anual da "cheia" fluvial, tal como aponta o vídeo que captei do YouTube. Muitos dirão:  é assim mesmo, todo ano é igual, mas será que é racional esperar pela enchente sem nada fazer? Ontem, depois de avistar as imagens fotográficas  recentes que fortalecem a nota preocupante do Emanuel Leite, saí em busca de análises técnicas, assinadas pelo povo que estuda os fenômenos da natureza e as suas implicações no ambiente amazônico. Veja o que encontrei:  Cientistas desconhecem dimensão da cheia no Amazonas( A Crítica, 8 de maio de 2012)
 
O que fazem as prefeituras amazônicas? Quais as medidas preventivas levadas adiante antes do surgimento do ciclo da cheia dos rios? Decretar estado de calamidade não lhe parece simplista demais, caro leitor? O que é feito no tempo de menor impacto das chuvas e enchentes?

Alô?-  Geógrafos, hidrólogos, antropólogos e outros profissionais deveriam ficar sob consulta regular da imprensa; são entendidos na reação simbiótica entre o homem e as ações de impacto que empreende e sofre não apenas na Amazônia paraense, mas na Amazônia Legal, ou seja, nos 6,5 milhões de Km2 que formam a superfície da maior região brasileira. 
Mapa Hidrográfico do Brasil - Reprodução via As Novidades






O conjunto de informes de fontes diversas traduzirá a realidade da região formada pelas bacias hidrográficas que regem o ciclo amazônico. A do rio Amazonas e as sub-bacias dos rios Jari, Paru, Trombetas, Nhamundá, Madeira, Tapajós e Xingu, a do rio Tocantins e as sub-bacias do Tocantins, Araguaia, Pará e Guamá, assim como a Bacia Costeira do Nordeste Ocidental que compreende toda a extensão do rio Gurupi, elucidam as circunstâncias, a necessária prevenção às enchentes e, principalmente, as respostas da Natureza diante da ação humana atenta ou negligente. 

Sou da Amazônia, prezado leitor. Já escrevi, sob um honroso convite editorial, um livro sobre a História do Pará; quero entender mais, muito mais sobre a minha região de origem; você, nativo de outra área brasileira tem interesse no assunto? Questionemos as fontes informativas, portanto; diante de perguntas, surgem as respostas, as pesquisas e o avançar do conhecimento. É fluxo contínuo. 



Até a próxima!


segunda-feira, 16 de abril de 2012

O celular e a agenda de telefones manuscrita

Na última quarta-feira esqueci do meu celular, lá em casa. Foi uma dessas distrações inconcebíveis, mas comuns a qualquer pessoa. O celular e o computador conectado são minhas ferramentas de  apoio ao trabalho. Eu tinha o dia inteirinho com aulas e não poderia voltar para  buscar o telefone móvel e nem mesmo pedir a alguém de casa, pois todos estavam ausentes. Resultado: fiquei incomunicável com estranhos e possíveis alunos interessados no meu trabalho com as aulas de redação.

Vestibulando reparte a boa noticia com a ajuda do celular - Pça Carlos Gomes, Curitiba, arq. pessoal
Cadê a agendinha? - Com os parentes mais próximos eu poderia fazer uma ligação para cobrar no destino, mas não tenho a cara de pau de agir assim com estranhos. Busquei a agenda de endereços dentro da bolsa, mas eu  também perdi o hábito de conservá-la ali para consultas eventuais, tal como faço com os números fixos, quando estou em casa para fazer ligações. Fiquei, portanto, sem poder falar com os meus contatos profissionais durante todo o dia. Foi um sufoco, uma barra ou como você queira denominar um dia sem o celular disponível, caro leitor.

Não esqueçamos! -  A mudança dos hábitos exige os ajustes necessários. Agora? Recoloquei a agenda de endereços e números de telefones dentro da minha bolsa. É uma medida de prevenção; tenho grande dificuldade para memorizar números de telefones.

Café, jornais, celular e computador conectado fazem parte da minha rotina de trabalho satisfatório;  deles sinto falta, leitor. - arq. pessoal
 Alguém aqui já saiu e esqueceu do celular em casa? Precisou ligar para alguém e não dispunha do nº? Como agiu para obtê-lo?Aguardo depoimentos.

Depoimentos - Reproduzo acima em itálico o que perguntei aos que participam da minha página tuiteira . Até agora apenas o escritor Miguel Sanches Neto e a jornalista Ana Hifros contribuiram. Sabe o que pretendo fazer com as informações  recolhidas? Planejo elaborar  uma proposta de composição escrita. Quero que meus alunos reflitam sobre o tema e com depoimentos, mas a partir de dados reais oferecidos pelas pessoas públicas, tais como o escritor e a jornalista acima em destaque.

Interação maior - Interessado no tema da postagem de hoje, leitor? Acompanhe as postagens futuras. A conversa continuará; quer ajudar um pouco? Ofereça-me o seu depoimento, também!


Até a próxima!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Falares do nosso Brasil

A indicação de um leitor atento merece ser levada em consideração. Foi o que fiz hoje de manhãzinha com o link que remetia ao texto O falar nordestino é cheio de picardia, assinado pelo Fred Navarro ( Revista Continente ); ele foi enviado pela Be Neviani, a dama das notícias e dos links, ali na minha página tuiteira. O texto do Navarro mexeu com as minhas lembranças e agora trago ao leitor curiosa amostra  de expressões retiradas do Dicionário PapaChibé, da autoria do jornalista Raymundo Mário Sobral, meu conterrâneo, lá do Pará.

Imagem reproduzida via Google
SUMANO- expressão falada pelo paraense para designar outro conterrâneo.

ÉGUA - vírgula do paraense, usada entre mil de mil frases ditas, e com essa expressão, ele não tem a menor chance de errar nas
concordâncias...

PITIÚ - cheiro característico de peixe, você consegue sentí-lo com
maior intensidade no VER-O-PESO, cheiro de ovo também é pitiú.

MALUVIDO - menino desobediente.

TE ACOCA - te abaixa.

TUÍRA - pó da pele de quem não toma banho direito! rsrs (essa é boa!).

MAIS-COMO-ENTÃO? - "me explique por favor!"

BORIMBORA! - vamos embora

"MAS QUANDO!" - "você está mentindo!".

FILHO DUMA EGUA - filho da mãe;

E-GU-Á - Poxa vida!!!

PAI D'EGUA: - Excelente (às vezes com ironia)

(Amostra adaptada; leia mais no Açaí das Letras, de Amália Pércia

Diversificação linguística no Brasil - Variações da linguagem, tanto na oralidade, quanto na escrita exibem as faces dinâmicas do idioma. Quem viaja pelo Brasil e mantém atenção com a expressão oral reúne muitas histórias. Dialetologia foi uma das disciplinas que mais gostei no currículo de graduação em Letras; ela faz com que o professor de língua portuguesa estabeleça justiça entre os falares e expressões comuns aos que convivem nas cinco regiões brasileiras.

Traço de união -  Falamos e escrevemos em Português, mas com variações regionais, inclusive, na escrita, embora nem sempre comuns aos das demais regiões. É preciso exibi-las para comparar com a norma, considerada culta, ponto de união  na expressão escrita entre os nossos patrícios.

Até a próxima!

sexta-feira, 2 de março de 2012

A multiplicação da patifaria

 
Reprodução autorizada pelo JBosco
Uma troca vergonhosa de poder ofereceu o conteúdo à charge do meu conterrâneo, o JBosco. A lição compartilhada pela maior autoridade do Brasil, caro leitor, é tema da triste crônica de um  exemplo inaceitável na política nacional. 

Como explicar a situação às crianças e jovens brasileiros sem evidenciar a crise ética que atravessa todo o território brasileiro? Como obstar a expansão galopante dos conluios regionais e a concessividade entristecedora no campo da política?

As urnas guardam um poder incalculável tanto à extirpação das amostras vergonhosas, quanto da valorização do voto consciente, ativo e modificador das bases que sustentam a patifaria nauseante. Discorda de mim? Por favor, argumente! 

Até a próxima!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Nossas ruas e os problemas que enfrentam com a chuva

Nas ruas do centro da cidade e bairros mais próximos a chuva não faz emergir tantos problemas - Boca Maldita, Curitiba, arq. pessoal
A capital paranaense amanheceu molhada; chove desde ontem à noite. Não sei se você já reparou, mas a temporada de chuvas intensas deflagra situações bem curiosas. Quero concentrar a sua atenção aos problemas de saneamento e escoamento da água nas ruas das nossas cidades. Eu não sou especialista na área, mas sim observadora atenta. Bueiros entupidos de lixo, inclusive com acúmulo de folhas, causam impedimentos ao escoamento ligeiro da água pluvial. Ruas não pavimentadas e ausência de calçadas em boas condições ao trânsito das pessoas costumam evidenciar a inoperância dos encarregados oficiais para manter a cidade em ordem.


Aqui no bairro Mercês, pelo menos nas ruas centrais, não vejo ocorrências preocupantes, mas não poderei descrever a situação nos bairros periféricos. Como seria positivo se as pessoas residentes nos diversos bairros das cidades bem utilizassem dos recursos da internet para notificar, reclamar, sugerir e apontar as soluções aos problemas com as suas ruas. Você considera a ideia inapropriada, caro leitor?


O vendedor acima é um dos mais felizes com a temporada das chuvas de verão - Na Boca Maldita, Curitiba, arq. pessoal

Tenho algumas experiências positivas de contato com a Prefeitura de Curitiba, responsável pela administração da capital paranaense. Os problemas que ela têm para bem solucionar devem ser variados e intensos, mas se o cidadão ficar em estado de alerta e interagir, muitas soluções assomarão à agenda de resultados positivos, ou seja, exemplo inconteste da prática efetiva de cidadania, caso contrário será apenas "conversa pra boi dormir", o que merece um desconfiômetro imediato.

Não acredito em propaganda governamental; quero ver sempre tudo na prática. Você pensa assim, também - ou é daqueles que acredita piamente no discurso político? 
 
Até a próxima!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A quinta-feira em Curitiba



Chuvas de verão estão presentes na agenda do  tempo sulista, portanto a sombrinha e guarda-chuva entram em ação- Curitiba, arq. pessoal
Bom dia, leitor! Aqui em Curitiba? O céu apresenta-se encoberto. Apesar do solzinho presente, pelo menos aqui no céu do bairro Mercês, as nuvens carregadas de chuva parecem dizer à boa gente curitibana:  Não saia sem sombrinha! -  ou  ainda  Não esqueça do guarda-chuva!


À tarde? Pretendo ir ao centro da cidade e levarei a sombrinha, minha companheira quase permanente. Sabe o motivo da minha saída, leitor? O meu note recomeçou com os problemas de uso e certamente do grande desgaste. Agora ? Ele faz um barulhão daqueles; algo, talvez, ligado ao ventilador da pequena máquina tem causado o problema. Preciso, portanto, de socorro imediato, mas  enquanto meu computador não recebe o trato devido, ah... o jeito é contar com a ajuda do Itautec da minha filha. 


Quem trabalha com o computador não poderá levar adiante as suas atividades, tal como sair às ruas sem levar uma sombrinha ou guarda-chuva. As consequências logo emitirão os sinais evidentes de que algo não está nos conformes. 


Até a próxima!
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