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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O Horário de Verão e a rotina controversa brasileira


Vivemos aqui no Sul e Sudeste a estação primaveril e estamos sob a vigência do Horário de Verão, mas nem todas as regiões do Brasil são submetidas à determinação oficial. Em alguns lugares, sujeitos às variações dos fusos, a rotina costumava trazer evidências e consequências da imposição governamental. Lá na Amazônia brasileira era assim; será que mudou? Tentei, meu caro leitor, trocar conversa com alguémr, lá na minha página tuiteira, mas ninguém estava na minha sintonia. Caso apareça algum tuite relacionado ao tema, é claro que ele será oportunamente transcrito, aqui no NaMira - - Horário de Verão e as cinco regiões brasileiras. Leia mais sobre o tema com a ajuda do UOL-  Na foto, a bela visão que eu tive quando passei pelo Museu Oscar Niemeyer- bairo Centro Cívico, Curitiba- arq. pessoal

"D De alguma forma ajuda, né?" foi o que tuitou a Crodia , às 08h37
 Até a próxima!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Faixas de trânsito apagadas? Acione uma rede social

 
Sem a faixa de PARE você acha que os carros param? O pedestre sofria para atravessar. Agora? A faixa foi pintada; vamos ver como a situação fica, aqui na Rua Frederico Cantarelli com a rua Marcelino Champagnat, Mercês, em Curitiba- arq. pessoal
Observar, advertir, solicitar, contribuir, conferir e aplaudir são atitudes necessárias ao cidadão atento. Eu não hesito em conjugá-las. Quer um exemplo, leitor?

Hoje, ainda bem cedinho, embora com uma friagem daquelas ( 8,7ºC, segundo o Simepar) eu saí para caminhar pelos arredores de casa. Pois não é que encontrei as faixas de sinalização das ruas totalmente pintadas?  Ora, não há dúvida de que a Prefeitura de Curitiba merece os parabéns. Em postagem recente fiz um apelo pela segunda vez. Agora? Vejo que ele foi atendido. Demorou um pouco, mas merece o registro. Não sei se os demais moradores notaram, porém fiz até um alarde tuiteiro, afinal, uma rede social envolve funções variadas.


Cadê a faixa com o PARE? Era o que eu me perguntava todas as vezes sempre que tentava atravessar o trecho em destaque -  bairro Mercês, Curitiba, arq. pessoal

Diga lá! - Você já fez alguma solicitação  antiga ou recente à prefeitura do seu domicílio eleitoral? Foi atendido? Que tal compartilhar comigo um depoimento? Estamos às vésperas da eleição municipal no Brasil. Nada como conferir a eficiência e o descaso ou a estratégia eleitoreira. As redes sociais podem apresentar um mapeamento espetacular das ocorrências. Farei a minha parte; faça a sua, também, caro leitor.

Como sentir segurança para atravessar a rua com a faixa apagada? Ainda bem que a minha reclamação ajudou a destacar  inadmissível situação -bairro Mercês, Curitiba, arquivo pessoal
Incluirei oportunamente uma imagem da pintura da faixa PARE, ali no trecho em destaque. Aguarde mais um pouco; sou sempre atenta às questões que envolvem a vida coletiva.

Um detalhe:  sou apartidária e não tenho projetos eleitoreiro algum, mas sou uma (e) leitora muito atenta. Você tem alguma dúvida?

 Até a próxima!

quinta-feira, 19 de abril de 2012

As cidades são feitas para os carros?



Veículos automotores propiciam a economia do tempo no deslocamento das pessoas e agilizam as demandas de uma cidade de pequeno, médio e grande porte. É fato incontestável. A capital curitibana não mostra exemplo contrário. Ao sairmos às ruas? Ônibus, caminhões, carros de passeio, motos, ciclistas, pedestres e carrinheiros - e até carroças, traçam rotas curtas ou longas em conjunções nem sempre conexas. A quantidade de veículos automotores é visivelmente maior do que a de ciclistas. É fato.
Rua Silva Jardim, em tarde de domingo- Curitiba, Rebouças, arq. pessoal
Percebo, apesar dos esforços da administração, as diferenças de atenção no trato aos sujeitos avistados na engenharia de tráfego. Canaleta, ônibus expresso, via rápida, pontilhões, rotatórias, viadutos, ciclovias ( mesmo interrompidas) entre outras providências compõem um quadro visível de facilitação ao fluxo do trânsito de uma cidade grande, tal como Curitiba. Não sou especialista, mas sim uma observadora atenta, caro leitor. Vejo o esforço, mas é desigual o tratamento. Os carros parecem receber o tratamento vip da administração municipal.

O Renato Castilho fez a foto e tuitou com ela; o trânsito parado permitiu - Na hora do sufoco, Curitiba, reprodução autorizada pelo autor

Duas provas -  O jornalista Alessandro Martins em tuite recente afirmou que: Curitiba virou a cidade dos carros - e você, que conhece a capital paranaense, circula pelos bairros e enfrenta longa espera nos cruzamentos tem a mesma impressão ou conserva parecer diferente? Na terça-feira passada, diante do trânsito parado, o Renato Castilho tuitou: Tão parado que dá até pra tuitar. Fiz uma reprodução da imagem compartilhada e contextualizada na rua, tal como um corredor de espera da vez. Os motoristas? Reclamam do congestiomento, especialmente no centro da cidade. É fato, também. Na foto em destaque, feita na tarde de domingo, observe como o trânsito é calmo; é quando os ciclistas saem em passeio mais despreocupado e a maioria dos carros parece ficar nas suas garagens.

Agradeço os comentários; eles poderão estabelecer uma ótima composição da realidade, pois reunir dados da observação do cidadão no seu movimento diário pela cidade, tanto na poltrona de um ônibus, carro de passeio, na sua moto, montado na bicicleta ou simplesmente circulando em caminhada pelas ruas de Curitiba, será muito interessante. Terei, assim, elementos de apoio para uma proposta de redação argumentativa com os meus alunos de redação, afinal, os temas estão aí.  O meu propósito é trazê-los à reflexão e, se possível, com dados posteriores em análise de escrita.

Até a próxima!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

O celular e a agenda de telefones manuscrita

Na última quarta-feira esqueci do meu celular, lá em casa. Foi uma dessas distrações inconcebíveis, mas comuns a qualquer pessoa. O celular e o computador conectado são minhas ferramentas de  apoio ao trabalho. Eu tinha o dia inteirinho com aulas e não poderia voltar para  buscar o telefone móvel e nem mesmo pedir a alguém de casa, pois todos estavam ausentes. Resultado: fiquei incomunicável com estranhos e possíveis alunos interessados no meu trabalho com as aulas de redação.

Vestibulando reparte a boa noticia com a ajuda do celular - Pça Carlos Gomes, Curitiba, arq. pessoal
Cadê a agendinha? - Com os parentes mais próximos eu poderia fazer uma ligação para cobrar no destino, mas não tenho a cara de pau de agir assim com estranhos. Busquei a agenda de endereços dentro da bolsa, mas eu  também perdi o hábito de conservá-la ali para consultas eventuais, tal como faço com os números fixos, quando estou em casa para fazer ligações. Fiquei, portanto, sem poder falar com os meus contatos profissionais durante todo o dia. Foi um sufoco, uma barra ou como você queira denominar um dia sem o celular disponível, caro leitor.

Não esqueçamos! -  A mudança dos hábitos exige os ajustes necessários. Agora? Recoloquei a agenda de endereços e números de telefones dentro da minha bolsa. É uma medida de prevenção; tenho grande dificuldade para memorizar números de telefones.

Café, jornais, celular e computador conectado fazem parte da minha rotina de trabalho satisfatório;  deles sinto falta, leitor. - arq. pessoal
 Alguém aqui já saiu e esqueceu do celular em casa? Precisou ligar para alguém e não dispunha do nº? Como agiu para obtê-lo?Aguardo depoimentos.

Depoimentos - Reproduzo acima em itálico o que perguntei aos que participam da minha página tuiteira . Até agora apenas o escritor Miguel Sanches Neto e a jornalista Ana Hifros contribuiram. Sabe o que pretendo fazer com as informações  recolhidas? Planejo elaborar  uma proposta de composição escrita. Quero que meus alunos reflitam sobre o tema e com depoimentos, mas a partir de dados reais oferecidos pelas pessoas públicas, tais como o escritor e a jornalista acima em destaque.

Interação maior - Interessado no tema da postagem de hoje, leitor? Acompanhe as postagens futuras. A conversa continuará; quer ajudar um pouco? Ofereça-me o seu depoimento, também!


Até a próxima!

quinta-feira, 15 de março de 2012

Escola para deficientes auditivos e desatenção das tevês

 
Uma escola pública para deficientes auditivos? Uma ótima surpresa no meu caminho - Curitiba, arq. pessoal
Veja só, caro leitor, o que descobri em um dos meus passeios pelos bairros curitibanos: um atendimento escolar exclusivo para deficientes auditivos. Um dia gostaria de poder entrar e acompanhar as as atividades desenvolvidas, lá no Colégio Estadual Alcindo Fanaya Júnior. Fiquei agora, entretanto, pensando em algo preocupante e que envolve diretamente a vida dos que convivem com a DA: a sociedade não lhes oferece a devida atenção no quesito lazer, pois a programação da maioria das tevês é sem legendas. 

Conversa tuiteira-  Dia desses comentei sobre o fato com o jornalista Jairo Marques, dedicado blogueiro e colunista da Folha de S. Paulo.Be Neviani , leitora contumaz da página, é vítima costumeira da desatenção. Imaginemos, então, quantos telespectadores com deficiência auditiva ficam privados da diversão encontrada na programação das emissoras de tevê, leitor?

Interaja -   Você conhece alguém que mantém reclamação constante com relação à  desatenção das emissoras -  ou será que vive idêntica situação, tal qual a minha amiga em destaque? Sugeri ao jornalista uma reportagem, lá no jornal paulista enfatizando a delicada questão. 

Anote aí: - Se eu fosse deficiente auditiva e tivesse estudado na escola destacada na foto, ah...já teria enviado muitas cartinhas para todos os jornais e revistas. Penso claramente: assim como eu posso ouvir bem, muita gente não consegue e precisa da legenda.

Até a próxima!

segunda-feira, 12 de março de 2012

Arquitetura escolar pública ou entre "a cruz e a caldeirinha"

Não é de hoje que trato com carinho do tema arquitetura escolar; o leitor contumaz do NaMira sabe muito bem. A leitura vertical  do blog ou a busca temática fará emergir inúmeras postagens.

         Em nossa prática sabe o que percebemos? Existe mais espaço para inovação no projeto de escolas públicas do que privadas!

Hoje, com muita alegria, encontrei um interlocutor com visão técnica sobre o tema, lá na minha página tuiteira. Foi o arquiteto Alvaro Lima. Gostei da conversa. Com ele descobri aspectos desconhecidos para mim. Veja nos destaques em itálico a reprodução de alguns dos tuites que ele escreveu sobre o tema.

    nós estamos atentos à arqescolar mas há hospitais desconfortaveis casas feias indust ineficientes. E maus arquitetos  e mais aqui:   no processo de licitaçao publica vence o menor preço. É dificil filtrar a incompetencia sem correr o risco de injustiça.

Arrojo visível no projeto e construção do centenário Colégio Estadual Tiradentes, localizado nos arredoes do Passeio Público, Curitiba, arq. pessoal
Contribuições técnicas sobre uma questão merecem olhar e leitura atenta; não será preciso concordar, mas sim lê-las sob o pêndulo espetacular da opinião ou da análise técnica expressa. Ao leigo, resta também o aprendizado. Sou aprendiz, leitor, sempre e sempre.

Com a cabeça cheia de perguntas - Fiquei, entretanto, com algumas questões, leitor. Quer vê-las?

1- Se há mais espaço à inovação no projeto de escolas públicas do que privadas, segundo o arquiteto escolar em destaque, por que as escolas atuais que avistamos são feias, desengonçadas e desconfortáveis?

 2- Vencer o menor preço nas tomadas licitatórias não é , aqui entre nós, o melhor para as crianças e jovens em uma escola a ser construída. Por que deveria vencer o menor preço se ele é sinônimo de baixa qualidade, por exemplo do material de construção?

3- Há o cargo de arquiteto e de engenheiro civil dentro do quadro de funcionários municipais? Quanto ganham? É um salário com piso nacional?

4-  Há um padrão a ser seguido no projeto de construção de uma escola pública? Será que os projetos atentam às contingências climáticas?

5- Uma escola amazônica requer áreas de ventilação permanentes e abrigos para a chuva desde a entrada. Há quem atente às diferenças na hora de assinar um projeto voltado ao Sul ou Nordeste brasileiro?

6-  O que mudou no processo de licitação de hoje com relação ao feito outrora? Vejo as escolas antigas e me pergunto: por que as de hoje são tão feias e exigem reformas anuais?

Projeto arrojado que exige agora apenas os cuidados à manutenção tem o Instituto de Educação do Pará- Arredores da Pça da República, Belém, arq. pessoal
Conhece um arquiteto, leitor? Poderia indicar um blog ou site assinado que atine à questão da arquitetura escolar? Agradeço ao Lima a  boa conversa e quero trocar prosa com outros profissionais da área, também.

Até a próxima!

Orgulho discente

 
Ganhei de presente o desenho acima. Foi uma gentileza do ilustrador Sérgio Bastos. O motivo? Para diminuir a minha saudade do centenário Grupo Escolar Barão do Rio Branco, uma das minhas escolas, lá em Belém, Pará
Você já acompanhou o olhar de alegria e saudade de uma pessoa relatando fatos sobre a sua antiga escola? É o retrato vivo do orgulho discente. O distanciamento temporal ou geográfico não faz um ex-aluno omitir dados de crítica. Aos que volvem o olhar ao passado escolar há certamente aspectos que merecem comparações com as impressões que têm os alunos de hoje. Ontem, por exemplo, indaguei na minha página tuiteira se alguém sentia orgulho discente  ao passar na porta da sua antiga escola; veja o que tuitou em resposta o André Santana:

Sim! Tanto por aquelas nas quais fui aluno, quanto por aquelas onde lecionei! Nelas iniciei/continuo meu caminhar docente!
Estudei na Escolas Dr. Freitas, Escola Pinto Marques e no Colégio Paes de Carvalho. Todas são da SEDUC-PA!

Quer parâmetros? A aparência  material da escola, como agiam os professores, o lugar de convivência para o recreio,  a biblioteca, as espécies que compunham o arvoredo no local,  a cantina, a  sala da direção, a  localização da escola, as festas comemorativas, o uniforme escolar, dentre tantos outros aspectos que nutrem com vigor as lembranças  de um discente.    

Você, por exemplo, recorda-se da aparência do edifício escolar querido? Será que poderia descrevê-lo para mim? Agradeço antecipadamente a gentil interação com o tema central das postagens de hoje: as lembranças escolares. 

Até a próxima!

sábado, 10 de março de 2012

Uma sugestão às padarias

 
Eu iria mais vezes às padarias do bairro Mercês se encontrasse um preço popular para o café, leite e pão com manteiga - arq. pessoal
Muitas vezes durante a semana saio para caminhar ou embarco em ônibus que percorrem os bairros curitibanos. Meus olhos são como faróis, máquina fotográfica, aparelho de raioX ou  binóculos potencializados pelas lentes dos óculos de grau. Sabe o que eles procuram, entre uma infinidade de itens ? Um anúncio de padaria que estampe uma chamada popular para o CAFÉ MATINAL.
 
 Não fique sozinho; venha tomar café matinal aqui!
    O preço é camarada e a conversa acontece
  
Sabe quantas vezes encontrei algo do gênero? Nenhuma. Não foi, entretanto, por falta de sugestões às padarias e confeitarias, aqui do curitibano Mercês. Você conhece, ao acaso ou como frequentador contumaz, alguma padaria que ofereça um preço popular para tomar café, leite, pão fresquinho com manteiga, caro leitor? Caso conheça uma em Curitiba, mande a dica. Reproduzirei as encaminhadas para outros locais, mesmo distante da capital paranaense.

Diga lá! - Estudantes de outra cidade, separados ocasionais, idosos e gente que gosta da deliciosa média bem acompanhada de uma prosa, até mesmo com o pessoal do atendimento, certamente apreciaria a oferta de um Café Matinal. Você acha que a minha sugestão é destituída de sentido? Eu sou uma pessoa feliz, integrada e não sou solitária, mas sinto falta da companhia na hora do café matinal. Vê agora os porquês da minha apreciação pelas padarias e cafeterias?
 Até a próxima!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Rua bonita? Com a palavra, o leitor do NaMira!


A foto da Rua Fernando Amaro ( Curitiba) é do W.C.Takeuchi, mas a alegria de reproduzi-la no NaMira é minha. Aviste-a com detalhes, leitor!- Reprodução autorizada pelo autor

Considerar as condições atuais das nossas ruas despertou, em pelo menos 2 leitores do NaMira, a vontade de interagir comigo e com o tema das postagens recentes. A prova do contato simpático e bem-vindo está aí reproduzida a seguir em transcrição integral. Que tal seguir o exemplo dos simpáticos leitores? É fácil: descreva a sua concepção de rua bonita e cite exemplos. Tenho certeza de que será capaz de destacar aos demais um belo lugar para circular, passear ou avistar na sua movimentação pelos bairros da sua cidade, caro leitor.

         Boa tarde(...). Acho que primeiramente o que torna uma rua bem bonita são as árvores, quando essas já estão maduras. A conservação do asfalto, das calçadas e edificações são também pontos essenciais. E se a iluminação for adequada, estaremos diante de uma rua perfeita. Em Curitiba das que mais gosto é a Fernando Amaro. Já morei na Rua Sete de abril e já presenciei um fenômeno que nem sempre acontece na Fernando Amaro, que é a florada de todas as árvores em seguida, a quada quase simultânea das flores amarelas transformando a rua e as calçadas em enorme tapete amarelo super forte. Segue um post do meu blog com uma foto (sem flores) dessa rua . Grato. Abraço.
( W.C. Takeuchi,  do Circulando por Curitiba, ontem)

             Para uma rua ser considerada bonita, deve formar um corredor com árvores frondosas, as casas não devem ser tão destoantes, asfalto conservado, o lixo no devido lugar e com pouco trânsito de carros. Manaus deixa muito a desejar quanto a isso, em todos os sentidos, infelizmente.
( Anne Costa, leitora do na Mira e participante da minha página no Twitter, ontem)
 
 
Um projeto - Aguardarei as contribuições. Adoraria intermediar a composição dos depoimentos. Imagine uma postagem que reúna as descrições das ruas brasileiras mais bonitas? Seria uma coleção de detalhes espetaculares- e se pudesse ilustrá-las com as fotos enviadas pelos leitores, ai, ai, ai, comporia uma belezura interativa! 

As cidades são representativas da história local; elas mesclam interesses, tanto dos que as administram, sob a outorga do voto nas urnas, tanto quanto dos seus moradores zelosos ou indiferentes. Nossas ruas, bairros e cidades serão sempre belos e melhores se soubermos bem escolher os que as administram. Eu não tenho dúvida alguma; você tem, meu caro interlocutor? Administradores éticos e cidadãos atentos e responsáveis pelo bem em comum fazem a vida melhorar em todos os sentidos. 

Até a próxima!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

As ruas brasileiras são bem cuidadas?

A rua é de todos, portanto, todos somos responsáveis pela ordem e boniteza dos espaços urbanos -  Rua Capitão Souza Franco, ao lado da Pça da Ucrânia, Curitiba, arq. pessoal
Nas caminhadas que empreendo pelos arredores de casa, nos passeios que fazemos de carro, ali no banco do carona ou no do ônibus expresso, eu não deixo passar a imagem de uma rua bonita. Fiz uma seleção para que você aviste algumas existentes em Curitiba. Um aviso: nem todas as ruas são assim, limpas e com calçamento organizado; algumas são a expressão do descaso do poder público e da inércia dos seus moradores. Em outra ocasião mostrarei as que envergonham qualquer morador da bela capital paranaense.

                             Rua, s.f. Caminho ladeado de casas, muros ou árvores numa cidade; via pública(...), segundo o Minidicionário da língua portuguesa, Silveira Bueno, p. 690

Penso que - e se a sua ideia for contrária, por favor, argumente, caro leitor! - sempre que uma cidade é feita pelos que nela residem. Se o cidadão é exigente, os administradores públicos sabem com quem estão lidando. As urnas não serão aquela caixinha de surpresas. As eleições para prefeitos e vereadores já estão aí na frente de todos; tanto dos candidatos, quanto dos eleitores, ou seja, dos moradores das ruas brasileiras.

Recipientes para acondicionamento do lixo doméstico são importantes para manter a limpeza nas ruas. Olhe o exemplo aí em cima!- Rua Júlia Vanderley, Mercês, Curitiba, arq. pessoal
Interaja - Qual a nota que você daria para a rua que abriga a sua residência, caro leitor? A minha merece a nota 8,5. Sabe a razão? Inexistem os depósitos para lixo doméstico e os canteiros em volta das árvores não são constantes. Penso em fazer uma campanha com os moradores da rua, mas qualquer dia descreverei o passo-a-passo do meu plano. Quer saber detalhes?

Tenho atualmente tantos leitores residentes no Brasil  - e até em outros países! - adoraria receber descrições sobre as condições das ruas que estão sob a mira dos seus olhares e atenções. Será que é pedir muito?


Até a próxima!

domingo, 15 de janeiro de 2012

Preocupações de passageiro atento

Você leu atentamente sobre o naufrágio do Costa Concórdia, aquele gigantesco navio, lá nos arredores da Toscana, caro leitor? Veja  detalhes sobre o caso (Gazeta do Povo, hoje) - eu fiquei bem assustada ao ler sobre o tema. Logo percebe-se a existência de problemas. A imprensa trará informes mais recentes. Quero ler depoimentos e acompanhar a apuração das responsabilidades.

Viajar e passear pela Amazônia assim com a maior segurança é um espetáculo! Recomendo com olhos brilhantes de alegria! - Foto reproduzida da Galeria Flickr Carlos Macapuna
 
Você já viajou de navio ou embarcação pequena? Costuma atentar às condições de segurança? Assim do tipo saber quem o conduz, se está tudo em ordem com o maquinário ou se as normas de segurança receberam a devida atenção? Sabe como reagir em caso de iminente acidente? Faz pouco caso desses detalhes? Lê, ouve e examina informações oferecidas pela tripulação? Confia 100% em quem o conduz?

Quero conversar sobre o tema; está interessado? Veja o que o ex-marujo Flávio Costa compartilhou comigo, ali na minha página tuiteira : a pungente postagem da Alcilene Cavalcante no Repiquete no Meio do Mundo - ela deve ser lida e ampliada para que jamais outras vidas sejam, assim, tão negligenciadas.

Viajar dentro das normas de segurança e responsabilidade dos transportadores é um direito; violá-las sempre exigirá a devida punição.  Tentarei reunir depoimentos felizes sobre viagens marítimas e fluviais. Veja a foto em destaque. Imagina alguém triste ali emcimado naquela belezura de transporte? O Carlos Macapuna bem registrou o passeio espetacular.

Até a próxima!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Lembranças dos natais da nossa infância

  
Eis a Árvore de Natal da minha casa, leitor! Simples e natural como penso que é a existência - arq. pessoal 2011
  O jornalista e blogueiro Alessandro Martins tuitou o que eu destaco abaixo:

                  Quando eu era criança e chegava essa época, eu nem dormia direito pensando nas coisas do natal. Eram os 4 dias mais demorados do mundo.
 
Diga lá! - No seu tempo de criança a sensação era a mesma, leitor?
 

Lá em casa...- Na minha família numerosa - éramos 11 irmãos, além da mamãe, meu pai e  geralmente um ou dois primos que vinham de Alenquer para estudar em Belém, afora os visitantes ocasionais em tratamento de saúde, portanto, a comemoração natalina e a movimentação doméstica é na minha cabeça algo inesquecível - e a espera pelo presente, um capítulo cheio de lembranças nostálgicas. Sabe a razão, leitor? Quando meu pai faleceu, os meus irmãos mais velhos que já trabalhavam fora de casa, entre eles, o Onizes, assumiram a dianteira das providências com relação aos festejos, compras e providências específicas não apenas do final de ano, mas de tudo e durante o ano inteirinho.

Mãos familiares agiam -Durante os quatro dias que antecipavam a festiva antevéspera do dia natalino, a minha mãe, professora em férias, ficava com a movimentação que vinha dos apelos da cozinha. Assados, panetone feito em casa, bolos com uvas passadas, rabanadas, castanhas portuguesas prontinhas para comer, entre outras gostosuras. Os brinquedos que ganhávamos, meu caro leitor, eram apenas um dos detalhes, pois sabíamos de onde provinham.  Ah... quanta saudade do tempo de criança, lá em Belém, na Rua Boaventura da Silva e também na Rua João Balbi, lugares que marcaram a minha infância natalina no bairro do Umarizal. 


A época é também cheia de lembranças para você, leitor? Vamos lembrar juntos? Comente e compartilhe as suas; prometo trazê-las aqui para cima se você interagir com a postagem.

Até a próxima!
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