sábado, 27 de agosto de 2011

Marcha pela educação, já!

Será que um dia verei  muitos pais, estudantes e simpatizantes da educação pública em marcha solidária, ali pela Boca Maldita, palco das diversas manifestações curitibanas?

Quando a Boca Maldita sediará uma Marcha pela Educação?- Curitiba, arquivo pessoal 2011
Desinteresse - Vejo o ânimo arrefecido das pessoas, ditas participativas, diante dos problemas educacionais do Município e do Estado. A maioria interessada na qualidade da educação, infelizmente, por razões óbvias está no trabalho, ali nas fábricas e nas atividades de prestação de serviço, sem folgas aos sábados ou qualquer hora do dia para agir em favor dos seus parentes matriculados ou trabalhadores nas escolas públicas. A consciência coletiva requer atenção redobrada a tudo e a todos.

Há pouco li um tweet do UOLEducação notificando a marcha pela Educação em São Paulo. Como seria estimulante ver a manifestação ampliada e solidária pelo Brasil afora.

Provavelmente... - No dia em que políticos mantiverem seus filhos na escola pública fundamental ou do ensino médio, talvez a situação mude. Sinceramente, leitor, enquanto não se atinar à questão da qualidade, ao contrário da quantidade, manter o discurso panfletário em prol da educação pública renderá votos dos incautos, alheios à engrenagem desse toma-lá-dá-cá enganoso.

Estabelecer qualidade na educação pública para quê? - é o que devem pensar os políticos profissionais espalhados pelo Brasil afora. Escola com boas condições de ensino e aprendizagem tornará as crianças e os jovens em pessoas melhores, mais atentas e, principalmente, mais críticas. Político sem ética jamais trabalhará pela educação pública. Faz de conta, apenas.

Que tal? - Organizemos uma Marcha pela Educação, caro leitor. Reúna amigos solidários à causa ou será que você foi contaminado pelo vírus da indiferença aos problemas coletivos? Há um modo bem simples de adquirir conhecimento sobre as questões que mais afligem a escola pública: visite, fotografe e converse com quem estuda e trabalha em uma delas. Aí no seu bairro, meu caro leitor. Tomar consciência da realidade é o começo da mudança.

 Até a próxima!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Traço cultural ou maldade?


Ali Ferzat em imagem no Google
As atitudes extremas sempre causam em mim grande comoção. Li no blog do Josias de Souza uma notícia horripilante: lá na Síria um cartunista do contra teve os dedos quebrados.

Foto e texto complementar retirados de O Globo e agências
Tomara que a atitude não gere exemplos pelo mundo afora; os  cartunistas são os autênticos cronistas dos dias atuais. Ao abrir os jornais busco, imediatamente, as expressões da crítica em traços certeiros e assentada na verdade dos fatos ou na ironia necessária.

Se quebrar os dedos de quem desenha ou escreve criticamente conseguisse evitar as críticas locais, muitos estariam com as mãos sempre enfaixadas ou engessadas, concorda comigo, leitor?

Uma ideia: se eu fosse um cartunista todo o desenho que eu fizesse nos três próximos dias, desenharia, lá no cantinho, uma mão sadia com os dedos firmes em atividade implacável. Um jeito de manter a solidariedade com Ali Ferzat, o cartunista sírio, vítima da intransigência cultural ou da maldade extrema dos que detestam a crítica.

Até a próxima!

Aos que desejam escrever com a maior segurança

Divulgar o meu anúncio profissional é o maior favor que o interlocutor do NaMiradoLeitor poderá fazer por mim; está disposto a passar adiante aos amigos, conhecidos e aos seus leitores, caso seja um dos blogueiros que segue a minha página? Agradeço a gentileza.

Minha ex-aluna, hoje universitária, em treino de redação- arq. pessoal
Encontros Marcados com a Redação
Público-alvo: vestibulandos, inscritos no Enem e concursos públicos
Contato em Curitiba: (41) 84148553 ou araujodoralice@hotmail.com

Até a próxima! 

Dias de tormenta...


Amostra exuberante da maré cheia - Praia do Farol, Mosqueiro, Belém,PA- arq. pessoal 


Tomara que o leitor goste de praia e compreenda bem o significado do fluxo das marés. Que tal fazer uma associação, por exemplo, entre a maré baixa e as atazanações da vida? Consegue imaginar tudo de ruim acontecendo ao mesmo tempo? Foi o que vivi nos últimos 25 dias. Ainda bem que sobrevivi a tudo.

Até a próxima!

Sem backup e com prejuízos incalculáveis


Estou sem o meu computador móvel!- arq. pessoal
Já ficou involuntariamente sem poder contar com o seu meio de transporte (canoa, bicicleta, moto, carro, ônibus, etc) para se deslocar de um lugar para outro? É difícil, não é mesmo? Faço uma analogia com alguns meios de transporte e a companhia do computador para trabalhar e comunicar. É como desacelerar a sua movimentação no mundo de multiplicadas conexões.

Felizmente, em breve estarei com o meu noteboock de volta, mas enquanto trabalho no antigo computador é oportuno compartilhar com você, meu caro, três lições que aprendi com a tragédia doméstica pessoal: 
  
Fazer backup regularmente - Imagine o que é perder dados preciosos( 2 livros, milhares de fotos familiares e anotações) depois de uma encrenca no computador. É como deixar a casa aberta para o ladrão entrar e levar tudo o que desejar.

Contar com uma segunda máquina para eventuais dificuldades - Trabalhar com o computador emprestado não dá muito certo; quem já passou ela experiência sabe como é constrangedor. 

Conhecer mais sobre informática - Clicar na tecla adequada e atinar ao que deve ser feito quando aparece na tela um aviso, em SOS a um problema técnico, são duas ações imprescindíveis; eu não soube reagir diante da exigência e cliquei no procedimento indevido. Apaguei tudo que estava armazenado no meu noteboock

Quer saber mais? O meu pen drive sumiu, portanto, em agosto nada mais pode me acontecer de ruim.

Até a próxima!

sábado, 20 de agosto de 2011

Recesso do NaMira

Imagem do arquivo do Google
A postagem é apenas um teste para ver como o meu note reage, mas já vi que ele não está 100%. Explico, assim, a ausência dos textos recentes na página, prezado leitor. Notifico, também, o recesso involuntário do blog para os próximos dias.

Quando a máquina destrambelhada estiver em ordem, voltarei.

Até a próxima!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Escrever e ganhar uma assinatura de jornal ou revista

O leitor antigo do blog sabe do quanto eu gosto de ler jornais e revistas. Sabe, também, das minhas predileções pelas seções dos leitores, charges, infográficos e reportagens voltadas à educação pública.

Que legal!! - Descobri, com certo atraso, uma ótima promoção da revista Carta Capital: ela oferece uma assinatura anual aos leitores que escrevem cartas com argumentação inteligente e concisa, mas é preciso que as melhores sejam selecionadas dentre as que tenham sido publicadas na seção Cartas Capitais, que reúne os comentários dos interlocutores da revista. É um incentivo de mão dupla. Sabe por quê? Alavanca as vendas e leitura da revista, além de enriquecer a seção com comentários assentados na lógica, sem aqueles insuportáveis achismos, destituídos de embasamento argumentativo e mais, permite ao leitor o desfrute de uma assinatura, em merecido prêmio pela clareza expositiva em objetiva carta argumentativa.

Compartilho com meus alunos os textos examminados criteriosamente- arq. pessoal
 Exemplo - Outras revistas e jornais bem poderiam seguir o exemplo acima em destaque; eu vou tentar ganhar uma assinatura pelo merecimento; sempre que possível enviarei comentários à Carta Capital, porque não posso destinar R$8,90 por semana para comprar a revista, além do que entrego à banquinha na hora de pegar os três jornais diários costumeiramente examinados. Sou professora autônoma de redação; tudo o que ganho é resultado da venda das minhas aulas, das correções dos textos e de um pingadinho aqui e ali que cai na conta bancária com percentuais de direito autoral. 

Recomendo -  Diversifique costumeiramente a leitura dos jornais e revistas, porque o leitor atento e perspicaz não poderá jamais ficar preso a um veículo único de mídia informativa; a liberdade para ler e divulgar o que se deseja é uma pedra preciosa. Eu não abro mão dela; é uma conquista pessoal espetacular. Você também pensa assim, leitor?

Até a próxima!

Ameaça anônima à blogueira

A verdade muito incomoda. Veja um exemplo de tentativa de emudecimento no link que ofereço à jornalista, a minha conterrânea Franssinete Florenzano. Leia Ameaça de morte e tire as suas conclusões, prezado leitor.

Um dos motivos para não tolerar a opção anônimo na caixa de comentários está acima exemplificado. Contestar é um direito, mas escrever um comentário anônimo em declarada ameaça à integridade física de qualquer pessoa é um crime anunciado. Ninguém está, entretanto, seguro; os fatos recentes na cena carioca com o assassinato da juíza Patrícia Acoli (Folha.com) servem de exemplo. Triste, muito triste, é conviver com a impunidade e a insegurança.

Até a próxima!

O cuidadoso apoio dos textos dos jornais e revistas

Eu gostaria de poder ler um maior número de revistas e jornais brasileiros, mas não tenho dinheiro suficiente para adquiri-los. Costumo, entretanto, aproveitar a oportunidade que alguns oferecem à leitura online, embora com reportagens parcialmente exclusivas ao assinante. É uma alternativa para comparar o trato oferecido aos temas.

Composições exemplares - Tenho interesse profissional no exame diário (dos jornais) ou semanal (das revistas) do modo como o especialista em notícias envolve a informação, suas preocupações com o leitor e os diferenciais de atrativos visuais que oferece ao público. Sabe por quê? Nem sempre um texto retirado do jornal ou da revista é um exemplo de virtudes na escrita; é preciso atenção redobrada quando se deseja levá-lo ao exame das crianças e jovens na escola. O caráter didático atribuido ao texto (reportagem, notas de esclarecimento, livro ou excerto) envolve uma responsabilidade redobrada, tanto do professor, quanto da banca organizadora de uma prova nos vestibulares ou seleção cultural de natureza diversa. Os textos precisam ser composições exemplares, não apenas exemplos de composições.

Uma das minhas ex-alunas, hoje universitária da UFPR, em treino da leitura e da escrita- arq. pessoal
A responsabilidade diária - O caráter didático de uma informação requer leitura atenta do intermediador; apresentar, por exemplo, um texto com expressões vocabulares específicas de uma determinada área sem a devida nota esclarecedora traduz, sem dúvida alguma, insensibilidade à variação dos leitores. Há ainda o caso da mistura de idiomas sem o necessário destaque com a marcação em itálico, por exemplo, das expressões em inglês ou do francês, mesmo que o redador pressuponha que do outro lado vive um leitor com o domínio de uma segunda língua e refinado leitor. O incentivo à  leitura começa pelo respeito integral à variação de leitores que têm acesso ao texto.

Um quarteto espetacular - Manter a mira no interlocutor, repassar com imparcialidade a notícia, não desconsiderar as variações da linguagem, buscar apoio dos recursos textuais (fotos, infográficos, entre outros) e, sobretudo servir de exemplo à redação concatenada formam um quarteto de atrativos aos textos que recolho nos jornais ou revistas. Eu costumo levá-los, sempre que possível no mesmo dia da publicação, aos cadernos dos meus alunos. Lá o material selecionado receberá a devida leitura estudantil.

Um cardápio textual - Uma reportagem, uma coluna de opinião, uma tirinha, um poema, a coluna com textos dos leitores, os editoriais, os infográficos, as imagens fotográficas, entre outros tipos de textos são poderosos auxiliares da escola; estão presentes nas provas dos exames seletivos às vagas universitárias e, também, nas provas dos concursos às carreiras públicas. É grande, portanto, a responsabilidade de uma editoria ao "liberar" à edição impressa ou online de qualquer texto. Editado e impresso ele costuma receber asas, fornecidas pelo leitor satisfeito.

Concorda com as minhas observações acima, leitor? Guarda alguma discordância? Interaja; apareça para conversar comigo.

Até a próxima!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Salve, salve, os técnicos em informática!

A tragédia já estava anunciada; o meu noteboock nos útimos dias travava, apitava e fazia um barulho estranho como se fosse um motor velho a requerer óleo ou coisa do gênero. Tentei socorrê-lo no devido tempo, mas ontem ele suspirou e pediu uma atualização no sistema. Obedeci, mas por um desses motivos inexplicáveis o computador parou e pifou. Agora? Vai para mãos de um técnico no assunto.

Grande demanda - Fiquei imaginando desde ontem como deve ser grande a demanda de serviço aos que entendem de informática. Você já parou para pensar no caso? Não lhes falta serviço, principalmente se considerarmos a multidão de usuários que ignora os cuidados básicos com o computador ou deixa questões de segurança bem comprometidas.

Opção profissional - Eu aconselharia sem temor algum que um(a) jovem estudante levasse adiante os estudos na área de informática; com a quantidade de computadores que circula no comércio e nas residências, com a renovação de modelos e novidades, quem entende do riscado, terá sempre muito trabalho e ganho garantidos. Receberá muito mais do que um professor e jamais precisará recorrer à greve para garantir a sua remuneração funcional. A informática é uma área em continuada ascenção.

Estou agora em outro noteboock, mas sob a concessão de empréstimo filial. Não vejo a hora, entretanto, de voltar ao meu teclado familiar. Quando o meu note voltar da revisão, ah...será um alívio e tanto. Nada como teclar na máquina bem conhecida.
Imagem do arquivo Google
Diga lá! - Abaixo listei algumas perguntas. Gostaria muito de poder ler comentários baseados na experiência pessoal. Será que é possível, leitor? Conversa vai e conversa vem ajuda a dimensionar a questão básica do tema da postagem.

* Você já ficou sem o seu computador em razão de problemas no sistema?
* Qual a sensação que viveu ao ficar sem o seu computador?
* É capaz de descrever o seu grau de dependência do computador?
* Tem um nome e um telefone de um técnico em informática na sua agenda de contatos? Pode indicar o nome do profissional e os dados de comunicação rápida com ele; não importa a cidade. A sua informação poderá credibilizar o serviço gabaritado de vários profissionais espalhados pelo Brasil.

O assunto rende; voltarei à conversa oportunamente, ainda mais se você interagir comigo.

Até a próxima!
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