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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Salve, salve, os técnicos em informática!

A tragédia já estava anunciada; o meu noteboock nos útimos dias travava, apitava e fazia um barulho estranho como se fosse um motor velho a requerer óleo ou coisa do gênero. Tentei socorrê-lo no devido tempo, mas ontem ele suspirou e pediu uma atualização no sistema. Obedeci, mas por um desses motivos inexplicáveis o computador parou e pifou. Agora? Vai para mãos de um técnico no assunto.

Grande demanda - Fiquei imaginando desde ontem como deve ser grande a demanda de serviço aos que entendem de informática. Você já parou para pensar no caso? Não lhes falta serviço, principalmente se considerarmos a multidão de usuários que ignora os cuidados básicos com o computador ou deixa questões de segurança bem comprometidas.

Opção profissional - Eu aconselharia sem temor algum que um(a) jovem estudante levasse adiante os estudos na área de informática; com a quantidade de computadores que circula no comércio e nas residências, com a renovação de modelos e novidades, quem entende do riscado, terá sempre muito trabalho e ganho garantidos. Receberá muito mais do que um professor e jamais precisará recorrer à greve para garantir a sua remuneração funcional. A informática é uma área em continuada ascenção.

Estou agora em outro noteboock, mas sob a concessão de empréstimo filial. Não vejo a hora, entretanto, de voltar ao meu teclado familiar. Quando o meu note voltar da revisão, ah...será um alívio e tanto. Nada como teclar na máquina bem conhecida.
Imagem do arquivo Google
Diga lá! - Abaixo listei algumas perguntas. Gostaria muito de poder ler comentários baseados na experiência pessoal. Será que é possível, leitor? Conversa vai e conversa vem ajuda a dimensionar a questão básica do tema da postagem.

* Você já ficou sem o seu computador em razão de problemas no sistema?
* Qual a sensação que viveu ao ficar sem o seu computador?
* É capaz de descrever o seu grau de dependência do computador?
* Tem um nome e um telefone de um técnico em informática na sua agenda de contatos? Pode indicar o nome do profissional e os dados de comunicação rápida com ele; não importa a cidade. A sua informação poderá credibilizar o serviço gabaritado de vários profissionais espalhados pelo Brasil.

O assunto rende; voltarei à conversa oportunamente, ainda mais se você interagir comigo.

Até a próxima!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Fila em supermercado; oferta e procura de empregos

Num desses finais de tarde eu estava na fila do supermercado. Conversava com uma senhora, é claro, porque o tempo passava, passava e nada de chegar a minha vez. Trocávamos conversa sobre uma queixa costumeira dos clientes habituais: poucos caixas funcionando na hora de maior movimentação do consumidor.

Filas insuportáveis em supermercados na hora de maior movimentação do consumidor- Ctba, arq. pessoal
 Fiz várias fotos, enquanto conversava; planejei ao final da compra puxar uma conversa franca com o Valdir, o simpático gerente do Supermercado Mercadorama, aqui no bairro Bigorriho, porque ele estava empacotando compras, em declarada atitude de socorro ao movimento incessante do mercado, especialmente no limiar entre a tarde e a noite.

Declarei a minha queixa, mas você sabe o que ele explicou, leitor? Acompanhe: ele disse que oferta de emprego não encontra resposta dos interessados em funções como por exemplo, a de caixa, empacotadores, fiscais e repositores. A prova? Veja a foto da placa requisitando funcionários, logo à entrada principal do supermercado.

Oferta de empregos em supermercado! - Curitiba, Bigorrilho, arq. pessoal

Segundo a análise do gerente, a indústria está levando para as suas frentes os jovens interessados. O motivo? A carga horária semanal; lá, diferente do supermercado, o funcionário encerra a sua jornada semanal de trabalho no sábado. Explica-se, portanto, a falta de  caixas em funcionamento na hora  de maior movimento nos supermercados. 

Uma ideia para refletir - Será que a alternativa de prestação de serviço temporário nos finais de semana ou na jornada vespertina/noturna não atraria interessados? O consumidor não pode ficar sujeito às dificuldades do mercado. Aumente-se o valor do salário ou novas configurações sejam implantadas na prestação de serviço. Pedirei auxílio legal aos entendidos em questões trabalhistas e fenômenos no mercado de prestação de serviços. Voltarei ao assunto, porque sofro com a demora, até então incompreensível, nas filas do supermercado. 

Diga lá! - Se abrir a condição de temporário, leitor, você também imagina que muitos terão interesse? Concorda comigo? Passarei pelos demais supermercados dos arredores para conferir se a conclusão do gerente em destaque acima é procedente. Voltarei ao tema; é de interesse coletivo.

Até a próxima!
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