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sábado, 7 de julho de 2012

Textos legais na mira do leitor


Imagem reproduzida via Google
 
Não sou da área jurídica, mas mantenho ativo interesse na leitura, especialmente quando encontro textos redigidos com a atenção ao interlocutor leigo na área. Quer exemplos?

Sou assumidamente leitora contumaz do que escreve o jurista Walter Ceneviva. Aliás, já leu na coluna de hoje o texto Moral e direito na política, publicado na Folha de S. Paulo? Está no caderno Cotidiano. Acompanho, igualmente, as atualizações da seção Justiça & Direito, no jornal Gazeta do Povo.  Meus alunos de redação, inscritos nos concursos às carreiras públicas, têm na dupla de sugestões uma referência costumeira.

Interaja - Fica, assim, prezado leitor, uma dupla de recomendações de leituras aos que têm interesse no tema. Você dispõe de sugestão idêntica? Gostaria de ser informada.

Até a próxima!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O cuidadoso apoio dos textos dos jornais e revistas

Eu gostaria de poder ler um maior número de revistas e jornais brasileiros, mas não tenho dinheiro suficiente para adquiri-los. Costumo, entretanto, aproveitar a oportunidade que alguns oferecem à leitura online, embora com reportagens parcialmente exclusivas ao assinante. É uma alternativa para comparar o trato oferecido aos temas.

Composições exemplares - Tenho interesse profissional no exame diário (dos jornais) ou semanal (das revistas) do modo como o especialista em notícias envolve a informação, suas preocupações com o leitor e os diferenciais de atrativos visuais que oferece ao público. Sabe por quê? Nem sempre um texto retirado do jornal ou da revista é um exemplo de virtudes na escrita; é preciso atenção redobrada quando se deseja levá-lo ao exame das crianças e jovens na escola. O caráter didático atribuido ao texto (reportagem, notas de esclarecimento, livro ou excerto) envolve uma responsabilidade redobrada, tanto do professor, quanto da banca organizadora de uma prova nos vestibulares ou seleção cultural de natureza diversa. Os textos precisam ser composições exemplares, não apenas exemplos de composições.

Uma das minhas ex-alunas, hoje universitária da UFPR, em treino da leitura e da escrita- arq. pessoal
A responsabilidade diária - O caráter didático de uma informação requer leitura atenta do intermediador; apresentar, por exemplo, um texto com expressões vocabulares específicas de uma determinada área sem a devida nota esclarecedora traduz, sem dúvida alguma, insensibilidade à variação dos leitores. Há ainda o caso da mistura de idiomas sem o necessário destaque com a marcação em itálico, por exemplo, das expressões em inglês ou do francês, mesmo que o redador pressuponha que do outro lado vive um leitor com o domínio de uma segunda língua e refinado leitor. O incentivo à  leitura começa pelo respeito integral à variação de leitores que têm acesso ao texto.

Um quarteto espetacular - Manter a mira no interlocutor, repassar com imparcialidade a notícia, não desconsiderar as variações da linguagem, buscar apoio dos recursos textuais (fotos, infográficos, entre outros) e, sobretudo servir de exemplo à redação concatenada formam um quarteto de atrativos aos textos que recolho nos jornais ou revistas. Eu costumo levá-los, sempre que possível no mesmo dia da publicação, aos cadernos dos meus alunos. Lá o material selecionado receberá a devida leitura estudantil.

Um cardápio textual - Uma reportagem, uma coluna de opinião, uma tirinha, um poema, a coluna com textos dos leitores, os editoriais, os infográficos, as imagens fotográficas, entre outros tipos de textos são poderosos auxiliares da escola; estão presentes nas provas dos exames seletivos às vagas universitárias e, também, nas provas dos concursos às carreiras públicas. É grande, portanto, a responsabilidade de uma editoria ao "liberar" à edição impressa ou online de qualquer texto. Editado e impresso ele costuma receber asas, fornecidas pelo leitor satisfeito.

Concorda com as minhas observações acima, leitor? Guarda alguma discordância? Interaja; apareça para conversar comigo.

Até a próxima!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Gostei dos textos; veja os porquês, leitor!

 
Não hesito em dizer: Gostei do texto!- quando ele é muito bom- arq.pessoal
Gostei muito dos textos abaixo. As justificativas? Eles são pertinentes, bem escritos e interagem com o leitor. Eu tenho outros excelentes exemplos, mas não posso sobrecarregar a página e nem mesmo abusar da sua paciência e tempo disponível ao NaMiradoLeitor. Veja se concorda comigo:

* Sempre é tempo- technologia calligraphica , do José Carlos Fernandes (Gazeta do Povo, hoje)

* Calçadão: Rua das Flores, da Fernanda Cavalcati( blog Curitiba Para Não Curitibanos)

*Cobras, lagartos e carapanãs, da Alessandra Carvalho ( blog Karapanã)

*Aprenda a andar de bicicleta nesse domingo, em SP , do Willian Cruz( blog Vá de Bike)

Explico os porquês - A pertinência temática é sempre referendada pelo leitor, muito embora a maioria pareça não se importar com temas mais sérios ou que não possam ser "digeridos" rapidamente. Eu adorei. Sabe o que fiz, também? Comentei e divulguei, porque um texto bom deve ser expandido a um número maior de leitores. Ótimos leitores, tais como a bibliotecária Sibele Fausto e a química Helena Neviani,  dedicadas disseminadoras da leitura, agem assim. 

Bem escrever um texto é alinhar articuladamente os recursos textuais(citações, comparações, dados numéricos,entre outros) para atribuir sentido às palavras e notações léxicas( por exemplo, sinais próprios da acentuação gráfica, pontuação); quem conhece as ferramentazinhas da língua escrita tem grande poder discursivo, vai longe e fica NaMiradoLeitor constantemente. 

Interagir com o leitor é a condição para que um texto, além de ser  pertinente e bem escrito, articule a desejada ponte com o seu interlocutor. Quem escreve com a atenção centrada no leitor faz muito mais com as palavras. Vá por mim.

Até a próxima!
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