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quinta-feira, 26 de julho de 2012

GreveEDU? Até quando, colegas professores?


Ontem? Passei pela Praça Santos Andrade e fiz várias fotos, mesmo sob a chuvisqueira que caia sobre Curitiba. O destaque acima, sinalizador do panorama universitário nas instituições públicas, é avistado como um emblema. O governo federal já apresentou nova proposta aos  colegas professores, mas o Andes, um dos órgãos de representatividade anunciou o pedido de mais tempo para a análise da proposta ( Gazeta do Povo/ Folhapress, ontem ) - Curitiba, arq. pessoal 2012     
 
Até quando a manutenção da greveEdu, colegas professores? Praça Santos Andrade, prédio da UFPR, Curitiba, arq. pessoal 2012
   Até a próxima!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

A greveEDU, a concessão do aumento e o futuro

Os webportais dos jornais divulgaram a decisão do governo com relação às exigências dos professores das universidades federais, em greve há mais de 55 dias. Declarações da ministra do Planejamento, Miriam Belchior,  ao Estadão  apontam que o impacto nas contas do governo será de 3,9 bi.  


Quanto significa 4% no salário do professor de uma universidade pública? - arq. pessoal
Trocar em miúdos - Quero, entretanto, uma análise fria acerca da concessão do aumento. Por que ele chegará em futuro tão distante? Analistas contatados pelos jornais, por favor, troquem em miúdos as informações; o leitor precisa entender as peças da negociação e da resolução governamental.  Tomara que traços do desapontamento cheguem  sem demora ao webleitor. Li algo no UOL Educação. As declarações do outro lado têm significado importantíssimo, sempre. 


Eu não tenho vínculos diretos com a universidade, mas sei que a preocupação do governo com a expansão das vagas, sem a devida correlação às estruturas material e humana disponíveis acarreta contradições avistadas pelos que trabalham e estudam nas universidades públicas. Se a vida universitária andasse bem das pernas a greve anual não aconteceria, você concorda comigo, caro leitor?


Ficarei atenta ao noticiário; faça o mesmo. A Educação é assunto sério; interessa a todos.


Até a próxima!

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Por que a greve EDU?


A seriedade da crise contrasta com o sorriso simpático da dupla de professores universitários - Boca Maldita, Curitiba, arq. pessoal2012
 "Servidores públicos federais e estudantes universitários vão às ruas para defender a valorização da carreira e melhorias nas condições de trabalho e ensino.
A Constituição determina a todos os cidadãos brasileiros o direito a serviços gratuitos e de qualidade em áreas como educação, saúde, segurança,  infraestrutura e previdência. Mas a realidade está muito distante disso.
Atualmente são muito precários os serviços oferecidos à sociedede (...)" 

O texto oficial que explica os motivos da grevEdu chega às mãos dos passantes pelos arredores da Boca Maldita - Curitiba, arq. pessoal

Fiz questão de fotografar a Carta Aberta à População foi distribuida aos que circulavam pelos arredores da Boca Maldita, aqui em Curitiba. No texto, os servidores explicitam os motivos da greve.


Até a próxima!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

A greveEDU e o nosso (des)compromisso


À entrada do Centro Politécnico da UFPR o cartaz não deixa dúvida: os docentes estão em greve- Jardim das Américas, arq. pessoal
Você estuda ou estudou em escola pública, leitor? Mantém ou manteve filhos em creche, escola básica ou universitária? Pretende que seus filhos sejam aprovados às vagas universitárias oferecidas pelas instituições de ensino, tanto estaduais, quanto federais? A greveEDU dos docentes e funcionários de apoio é de seu interesse, também. É preciso ser coerente para merecer o respeito dos demais; informe-se, reflita e, se puder, vá até à Boca Maldita amanhã de manhã ( Gazeta do Povo, hoje) ou nos lugares demarcados aí na sua cidade. A educação tem pressa e muitas necessidades, mas os gestores públicos desconsideram o valor da educação e o papel determinante que ela tem na vida da população.

A responsabilidade pela manutenção do orgulho discente com relação ao universo dos locais de estudo e aprimoramento humano exige participação consciente - A greve EDU exige posicionamento crítico, inclusive das familias dos estudantes e professores - Pça Santos Andrade e o emblemático prédio da UFPR - arq. pessoal

Quando um educador reclama das condições da escola, da merenda escolar, da baixa remuneração e desprestígio na comunidade, caro leitor, é porque a coisa já está ultrapassando os limites do suportável.  Educadores têm muuuuita paciência, mas chega a hora de olhar de frente e fazer as exigências cabíveis, necessárias. Do jeito como a educação pública e os sujeitos com ela envolvidos são desconsiderados pelo poder público, qualquer hora não teremos mais nem professores. Educadores começam como professores de qualquer saber; eles são aprimoradores de ações centradas no conhecimento.São figuras em extinção...

Sugestão: empreste a sua força à greveEDU. Sabe como? Informe-se mais sobre as queixas. Ajude a buscar as causas da insatisfação docente e dos técnicos de apoio. Não reeleja a quem ignora a desarticulação da escola brasileira, pelo amor que você dedica ao seu filho, aspirante ou detentor de uma vaga no ensino público municipal, estadual ou federal. Participe conscientemente.

Até a próxima!
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