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sexta-feira, 13 de julho de 2012

A greveEDU, a concessão do aumento e o futuro

Os webportais dos jornais divulgaram a decisão do governo com relação às exigências dos professores das universidades federais, em greve há mais de 55 dias. Declarações da ministra do Planejamento, Miriam Belchior,  ao Estadão  apontam que o impacto nas contas do governo será de 3,9 bi.  


Quanto significa 4% no salário do professor de uma universidade pública? - arq. pessoal
Trocar em miúdos - Quero, entretanto, uma análise fria acerca da concessão do aumento. Por que ele chegará em futuro tão distante? Analistas contatados pelos jornais, por favor, troquem em miúdos as informações; o leitor precisa entender as peças da negociação e da resolução governamental.  Tomara que traços do desapontamento cheguem  sem demora ao webleitor. Li algo no UOL Educação. As declarações do outro lado têm significado importantíssimo, sempre. 


Eu não tenho vínculos diretos com a universidade, mas sei que a preocupação do governo com a expansão das vagas, sem a devida correlação às estruturas material e humana disponíveis acarreta contradições avistadas pelos que trabalham e estudam nas universidades públicas. Se a vida universitária andasse bem das pernas a greve anual não aconteceria, você concorda comigo, caro leitor?


Ficarei atenta ao noticiário; faça o mesmo. A Educação é assunto sério; interessa a todos.


Até a próxima!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

A brecada da PGR no concurso da Polícia Federal



 
 
Ontem à noite, após a leitura de um tuite e link  disparado pelo procurador Alan Mansur, fiquei apreensiva com relação ao concurso da Polícia Federal. Tenho alunos de redação inscritos no exame; eles fazem, meu caro leitor, um preparatório rigoroso. A prova escrita e a de condicionamento físico assim exigem.  Eu, sinceramente, não sabia da supressão no edital do concurso ( por descuido ou voluntária decisão? ) das vagas para deficientes físicos. A brecada do procurador-geral Roberto Gurgel é amparada soberanamente pela lei, mas fico encafifada com um detalhe: as atividades na Polícia Federal (que mal pergunte, pois sou ignorante na questão prática) não exigem excelente condição física?

Quero saber - O que declara, portanto, a administração da Polícia Federal no quesito muito delicado da questão? Ocorrerá uma  adaptação das funções ao portador de uma deficiência física? Quero acompanhar a decisão do Supremo Tribunal Federal com relação ao caso.

Perguntar não é ofensivo; revelo, assim, caro leitor, a minha ignorância e o desejo de entender a situação. Será que os entendidos no campo jurídico e portadores de deficiência física podem ajudar a levar adiante a conversa? Obrigada. 

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Observação posterior, às 11h19m: não deixe de ler e refletir sobre o elucidativo comentário deixado pela  adv. Jeniffer B. Scheffer, participante ativa na minha página tuiteira.


Até a próxima!
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