quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Consumo colaborativo & escambo de serviços?

Você já ouviu falar em consumo colaborativo, leitor? Eu não, mas até abrir o link que remetia ao livro  O que é meu é seu, da dupla Rachel Botsman e Roo Rogers , indicado pelo Catraca Livre , via Livros e Afins. Viu que legal? Gostei muito da ideia. Quero ler o livro e adotar o conceito, imediatamente.

Imagem reproduzida do blog AMZNET
Bons exemplos - Caronas, pequenos reparos e empréstimos de objetos nesse conceito colaborativo podem aproximar positivamente as pessoas, mas antes é preciso um olhar atento à vida,  aos pertences que ficam sem uso e a necessidade de aproximação com os demais. Um trio, portanto, sempre presente na vida dos que vão além do próprio umbigo. 

Necessidades & Escambo - Eu preciso, no momento, de um martelo, serrote, furadeira e tesoura de aparar a grama, mas se comprá-los, eles ficarão parados por muito tempo. Estou disposta a trocar, em escambo colaborativo, algumas aulas de redação em reciprocidade ao uso temporário das peças indicadas anteriormente. Tomara que algum leitor de Curitiba deseje fazer a troca comigo.

Por quê? - Quero fazer uma mesa em volta do pé de amoreira, ali no meu jardinzinho. Será que alguém quer trocar serviços? O meu e-mail está aí em cima, no cabeçalho do blog.

Obrigada! - Ao Alessandro Martins  renovo o agradecimento pela excelente informação com mais uma dupla de links sobre o tema: o  Descola Aí  e o INIO (para quem tem conta no Faceboock). Eu adoro, meu caro leitor, a conversa que advém com a leitura dos blogs; você tem alguma dúvida?

Até a próxima!

Peço desculpas pelo involuntário equívoco

Bom dia, leitor! Faça uma leitura vertical no NaMira. Alcance a postagem que fiz ontem sobre a diminuição da carga horária de Língua Portuguesa e Matemática, lá em SP. Por favor, aceite as minhas desculpas. Confiei na informação da reportagem da Folha.com e acabei cometendo uma injustica com a Secretaria de Educação de SP. Veja abaixo a reprodução do tweet que ela divulgou:

                                            Folha reconheceu o erro: não houve decisão, mas proposta para discussão no magistério. Secretaria não comentará por ora. Quer ver o debate.

Continuo, entretanto, atenta à subtração da carga horária nas disciplinas básicas à formação da criança e do adolescente. Qualquer tentativa oportunista de reduzir o tempo escolar destinado às aulas de Língua Portuguesa e  de Matemática na rede pública será, aqui, combatida com veemência.

Atenção! - Acompanhe, também, as desculpas do jornal na seção Erramos, infelizmente, exclusiva aos assinantes.

 A pressa, já ensina o dito popular, é inimiga da perfeição.

Até a próxima!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Belíssima tarde primaveril


Céu  primaveril em Curitiba- Pça Osório, set. 2011-arq. pessoal
Linda tarde de Primavera, leitor! Curitiba está tão linda e com temperatura  extremanente agradável,  até para uma paraense bem friorenta! Estamos com a máxima de 24ºC.

Hoje deveria ser proibido ficar em ambientes fechados, calçar meias de lã, roupas grossas e pesadas, acoitar a preguiça e fazer cara amuada. O dia está um espetáculo, meu caro leitor!

Chefias deveriam liberar seus funcionários com ordens expressas para que tomem o rumo dos parques curitibanos; as crianças, os jovens e seus professores deveriam trocar o espaço fechado pelo aberto, tal como a sombra das árvores das escolas - ou apenas dizer um até amanhã para logo, ali na porta, encontrarem seus pais e família, livres para curtir a linda tarde do dia 27 de setembro de 2011.


A Primavera reina soberanamente em Curitiba- arq. pessoal
 Há tanto para se aprender de Geografia, de  História, de Matemática ou qualquer disciplina escolar muito mais com um dia ensolarado e primaveril. Tudo fica agradável, nada é feio; apenas a preguiça, a vilania, a violência parece que não têm olhos para um dia iluminado e bonito como o de hoje. Se eu estivesse com alunos, eles certamente estariam hoje comparando as expressões do tempo, examinando a natureza e suas intermináveis lições, mas já em despedida, em direção sugerida às sorveterias ou às praças da cidade. A Feira Especial da Primavera, ali na Praça Osório ficaria lotada de gente alegre, descontraída, feliz.   

Daqui da minha janela, meu caro, ouço os trinados da passarinhada e acolho a luminosidade que adentra com gosto pelo gramado. Olho e observo a tudo; sinto, também, essa arrebatadora vontade de calçar uma sandália, colocar um vestido de algodão, uma bolsa com alguns trocados, celular com carga suficiente e sair a flanar sem hora para voltar para casa. A Primavera e seus dias claros e iluminados tem tamanho poder. Sou obediente à rainha das Estações. Saio daqui a pouco, mas levo também um casaquinho, porque Inverno, Verão, Outono e Primavera andam sempre a brincar em Curitiba.

Até a próxima!

O jogo do Caxangá nas escolas públicas

                                                                          Escravos de Jó
                                              Jogavam caxangá
                                                                 Tira, põe, deixa o Zé Pereira, entrar.
                                 Guerreiros com guerreiros
                                                                 Fazem o zigue-zigue-zá.( bis)
                         
Por mais que expliquem não conseguirão afastar a minha indignação, porque uma decisão de gabinete que estabelece a diminuição da carga horária de Português e de Matemática nas escolas públicas paulistas, é inconcebível. Veja a razão da minha incontida raiva: Governo de São Paulo corta aulas de Português e Matemática......(Folha.com, hoje)

Subtrair o direito das crianças e jovens de melhor preparo às habilidades de ler, de escrever e  de articular com êxito as operações matemáticas é estampar, sem dissimulação alguma, uma das intenções da gestão administrativa - é brincar, mexendo aqui e ali as peças do aparato público, para jogar o Jogo do Caxangá às avessas! Quando expressei em tweet a minha indignação, o Castilho, atento leitor logo arrematou com crítica objetiva: "(...) gostei, pra mim não cortou, priorizou." Ele tem razão.

O remédio: o (e)leitor retirar as velhas raposas da política.no Brasil- arq. pessoal


Tomara que o exemplo não alcance as secretarias de educação pelo Brasil afora; se todos os governos apreciarem o exemplo paulista, pobres crianças e jovens brasileiros. Depois, aparecem aquelas manchetes óbvias na imprensa acerca do insucesso dos matriculados na escolas públicas.

A minha experiência com egressos, tanto da rede pública, quando da particular, me autoriza a temer a medida de gabinete explicitada acima. Pouco estudantes conseguem ler um texto em Língua Portuguesa e dele fazer um resumo satisfatório.  Sem a consolidação das habilidades com a leitura e a escrita, além da necessária articulação das operações matemáticas, a sociedade terá diante de si uma geração de crianças e jovens em coro a dizer sei lá, não tô nem aí, peraí..., vou pega a calculadora meu.., ôloco... não entendi nada profe, tô maus, mermão! Concorda comigo, leitor?

Enquanto a coisa acontece na oralidade, menos mal, uma vez que a língua oral é assim, cheia de modismos, expressividades e concessões às circunstâncias entre interlocutores contextualizados, mas quando o resultado da medonha subtração dos conteúdos encontrar exemplos nos cadernos escolares e situações comumente presentes na seleção ao mercado de trabalho, nem sei se escreverei um ah...eu disse ou o famoso lamento interjeitivo ai, ai, ai, ai, meu Brasil brasileiro

Diga lá! - Talvez, o leitor não queira saber, mas eu escrevo, porque o blog é meu: é preciso tirar as raposas da política e intermediar a oportunidade a quem deseja fazer mudanças efetivas na educação pública, mas sem tirar nada de quem já  não tem nem o mínimo. Professores, pais de alunos na escola pública e egressos do ensino médio têm a palavra para confirmar ou contestar tudo o que escrevi acima.

Até a próxima!

Condição inadmissível

Tiago Recchia, na Gazeta do Povo, hoje
Até a próxima!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A ótima ideia das MiniBibliotecas Livres


Alessandro Martins e Rodolfo Pajuaba, parceiros da 1ª Minibiblioteca em Curitiba- Reprodução do Livros e Afins
 É impossível não ficar contagiado(a) pela ideia das MiniBibliotecas Livres. O Alessandro Martins espalhou a ideia e ela avança bem faceira pelas ruas de Curitiba.

Veja as novidades que ele relata, aqui em A primeira minibliblioteca de Curitiba está quase.... Que tal levar a ideia mais adiante? Blogueiros, leitores, professores, jornalistas e todos que têm a leitura como um dos seus prazeres na vida saberão expandir a boa notícia.

Até a próxima!

Você quer ver o Theatro da Paz?

O ilustrador Sérgio Bastos fez uma tarja cruzada no seu belo desenho que reproduz o Theatro da Paz. Veja a extensão da preocupação que ele exibe, também. Em postagem anterior (por favor, faça uma leitura vertical!) expressei novamente a minha cisma com a construção que insiste em criar um obstáculo visual ao tradicional teatro, lá em Belém.  As notícias mais recentes, de desobediência à regra das construções nos arredores, foram trazidas pela Franssinete Florenzano, tal como o leitor certamente percebeu na leitura da minha postagem anterior.

Adicionar legenda


SOS - A distância geográfica é um limite para mim, mas perfeitamente superável se alguém residente na capital paraense acompanhar seriamente a evolução da solução do problema.

É tempode reagir - Os danos que envolvem questões culturais negligenciadas pelo poder público sempre são preocupantes, embora as lamentações sejam tardias, bem depois do cimento endurecido como exibe o caso acima. Será que ninguém, a exceção do ilustrador em destaque, fará algo com efeito imediato? Mobilizar as pessoas que moram no entorno do Theatro da Paz, exibir uma faixa de repúdio à construção indevida e expressar o descontentamento público são algumas possibilidades. Acionar a imprensa, levar o tema aos blogs, fazer alguma coisa objetiva. Assumir uma atitude; é um dever de cidadão atento.

(In)sensibilidade ?- Leitores paraenses, seguidores do NaMira, será que não farão nada, absolutamente nada? Não creio. Colegas professores pelo Brasil afora: levem o tema para a sala de aula. Ele rende redações, desenhos nas aulas de Artes, estudo de violação do direito do espaço visual público, entre outras tantas possibilidades atreladas à História e outras disciplinas. É preciso reagir à ganância imobiliária e ao descaso dos administradores públicos, aos supostos conluios existentes!

Conheça o Theatro da Paz - Ao leitor que não conhece pessoalmente o Theatro da Paz trago um vídeo (YouTube); veja como é lindo, mas precisa da atenção geral para ser conhecido externa e internamente por todos.
...............................................................

Acréscimo informativo visual ao tema - Veja as contribuições atualizadas da Franssinete Florenzano; são imagens recentes em SOS Theatro da Paz; o leitor terá, portanto, maior dimensionamento do problema e as soluções já encaminhadas. Estou agora um pouco mais tranquila. 

Até a próxima!

Implicações do Documento Único no Brasil

Imagem obtida no Google

 A invasão da privacidade, em decorrência da vigência do Documento Único de Identificação Civil, é o tema recente do excelente Boteco Escola. Acompanhe a hilária e ao mesmo tempo preocupante questão pelo professor Jarbas Novelino.

Que tal ? - Seria interessante se o leitor deixasse no blog em destaque as suas reflexões sobre o tema; está disposto? Eu já deixei a minha observação; estava até desinformada sobre as questões legais. Vá lá no blog, meu caro; o assunto rende conversa boa, bem pontuada na realidade. 

Já em vigor -  A Lei 12.058 (site da Câmara dos Deputados) que regula a emissão do documento já foi aprovada; as decorrências da sua vigência certamente têm histórias reais, também.

Eu ainda conservo a minha Carteira de Identidade antiga; você, também?

Até a próxima!

É segunda-feira...

Eu começo a segunda-feira com um cafezinho- arq. pessoal

Bom dia, leitor! Mais uma segunda-feira na nossa vida...

Tomara que ela seja cheia de desafios e de vitórias a todos. Eu, por exemplo, tive que vencer a vontade de ficar deitada, sob o cobertor quentinho - e, sinceramente, levantar para acompanhar a saída da minha filha à escola foi um desafio e tanto.

Caso o leitor tenha a idêntica rotina, a de filhos em idade escolar em casa, saberá avaliar a extensão do desafio e a intensidade da pequena vitória doméstica diária. O cafezinho ajuda a despertar, concorda comigo?

Até a próxima!

domingo, 25 de setembro de 2011

Meu prato hoje terá Maniçoba, leitor!


A foto da Maniçoba e a receita estão no R7 Entretenimento

Faz tempo ensolarado aí na sua cidade, leitor? Aqui, infelizmente, a Primavera em Curitiba envolve um tempo nublado e com um vento de doer. Eu tinha planos de sair e andar pelos arredores de casa e, inclusive, estender a caminhada até Santa Felicidade, mas as condições climáticas para quem saiu de uma fase de resfriado e tosse não encorajam. A mínima de hoje é de 10ºC, mas a sensação térmica certamente é menor. Captou o clima?

Diante desse frio? Arrumei um modo de tornar o dia mais alegre: um almoço com gostinho paraense! Vou saborear uma Maniçoba; é uma porção congelada, é claro, mas o cheirinho já está bem convidativo. Meus vizinhos certamente ignoram o conteúdo da minha panela, mas quem conhece o sabor e o aroma poderá confirmar o cheirinho delicioso, intrigante e convidativo que ela oferece: é a soma daquele blublublublublu.... da folha da maniva bem misturada aos temperos típicos de uma feijoada, ou seja, a Maniçoba. Quer ver como se prepara? Clique aqui no vídeo (ABC da Amazônia). Um beleza, não é mesmo?

Tenha um ótimo almoço de domingo, também, meu caro leitor!

Até a próxima!
Related Posts with Thumbnails