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domingo, 23 de setembro de 2012

Sou uma professora paraense no Twitter

 
Imagem reproduzida via Google
 A interação nas redes sociais parece ser regulada por três motivos: interesse, ousadia respeitosa e espírito comunicativo; se o leitor desejar acrescentar algum detalhe ou motivo ao trio, fique à vontade para compartilhar comigo. 

No primeiro caso, se o leitor não expressar interesse no tema, quem escreve pode ficar tuitando, tal como um bem-te-vi alegre e doidinho para compartilhar uma novidade e, nada de retorno - retuite ou uma frase que engate a conversa tuiteira.

No segundo, quem escreve precisa ser ousado, mas respeitoso. Eu não conheço pessoalmente muitas pessoas que estão ali na minha timeline ou página tuiteira, mas se sentir interesse e perceber que há pertinência em uma webconversa, retuito ou escrevo um tuite interativo. Nem sempre há do outro  lado a reciprocidade desejada, mas tento estabelecer um contato educado. Faço algumas tentivas, mas se perceber que há um estrelismo ou pouco caso, passo a ignorar a figura. É um direito de emissor e de receptor, tal como é o de circular pelas ruas de uma cidade. Tal como é direito não gostar de escândalos, grosserias e autoritarismo.

No terceiro motivo, há uma natural  reciprocidade entre os participantes ativos ou esporádicos na página. Tenho encontrado amostras inimagináveis; não conheço pessoalmente as pessoas, mas elas são minhas webamigas. O apreço comunicativo é estimulante.
Reprodução


Gosto do Twitter. Sei transitar pela rede social que escolhi com natural afabilidade comunicativa, mas não deixo que o estrelismo ou o egoismo (veja os insuportáveis e medíocres ditames: me segue que eu te sigo ou retuita que eu te retuito) comande as minhas ações. Meu canto tuiteiro é essencialmente comunicativo; evito partidarismo, grupelhos ou trocas assentadas na infeliz ideia de que é dando que se recebe. Gosto do mérito e da oferta de oportunidades, caro leitor. Do outro lado, portanto, a liberdade de escolha é idêntica. Exigir a qualidade nas relações interpessoais é algo muito importante para mim. Sou uma professora paraense no Twitter; assim é que desejo ser conhecida.


Até a próxima!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Ah...esqueci do celular! E agora?



Imagem reproduzida via Google
                       Alguém aqui já saiu e esqueceu do celular em casa? Precisou ligar para alguém e não dispunha do nº? Como agiu para obtê-lo? Aguardo depoimentos.


Eu tenho duas agendas com endereços de parentes, amigos, conhecidos, contatos comerciais e alunos. Uma é digital; está no  meu celular. A outra? É manuscrita; fica em espécie de caderninho, cujas anotações precisam de alterações constantes diante da migração das pessoas pelas operadoras de telefonia móvel. Alguma semelhança com a sua rotina no quesito  uso do celular e agenda disponível? 


Desde a semana passada ando com a agenda manuscrita na bolsa, além de um cartão de telefone para ligar de orelhão, sempre que necessário. Aprendi na marra a lição: uma professora autônoma que depende do celular e do computador conectado não poderá mais esquecer da agenda manuscrita; é uma auxiliar. 


Há quem não ofereça ao celular a importância que eu dou. Em depoimento tuiteiro, o escritor paranaense Miguel Sanches Neto explicou em um trio de tuites como lida com a situação. Acompanhe e reflita sobre o que ele expõe:
Tuite 1- Tenho horror a telefone em geral e particularmente ao celular.
Tuite 2- Assim, sempre estou esquecendo em casa, o que faz com que as pessoas pensem que não quero atender uma ligação delas.
Tuite 3- Quando em casa, deixo o celular no armário da cozinha, no local onde ficam as chaves. Prefiro falar por escrito.
( enviados à minha timeline, no dia 11/4)


Diferente do Miguel, a jornalista Ana Hifros declarou em dupla de tuites, dados da sua rotina que permitem perceber o seu envolvimento com o celular. Observe o que ela declara:
Tuite 1- (...) sim, já esqueci e me senti perdida. Não sabia números de cabeça (cont)
Tuite 2 - Tive dificuldades de confirmar alguns contatos, ao mesmo tempo que recordei o valor da agenda de papel. Retomei a minha.
(enviados à minha timeline, no dia 10/4)


Treino da redação; está disposto, caro leitor? Ela poderá ajudar a treinar o texto argumentativo, modelo que geralmente toma à reflexão um tema polêmico. Argumentar é defender um ponto de vista. Ninguém é obrigado a concordar com ele, mas espera que ele venha com uma justificativa à tese declarada. Acompanhe o enunciado abaixo e escreva; a caixa de comentários ou a folha do caderno servem de espaço ao registro.


O uso do celular e as agendas com números e endereços;  é necessários mantê-los po perto? - Considere os depoimentos acima e elabore um parágrafo argumentativo no qual expresse a sua ideia acerca da questão em destaque. Para bem fundamentar a sua argumentação opte pela exemplificação, enumeração de motivos ou comparações, estratégias que bem fortalecem a exposição de uma ideia acerca de qualquer tema.


Até a próxima!

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