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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Ações preventivas: poda, rebaixamento e retirada das árvores


 
Adeus à antiga sibipuruna, parte do conjunto paisagístico da Rua Marcelino Champagnat-  Mercês, Curitiba- arq. pessoal 2013
A equipe da PMC acaba de chegar; o corte definitivo da sibipuruna existente na frente de casa acontecerá logo mais, porém outras demandas, inclusive na mesma rua e arredores, exigem a presença dos funcionários da poda e da coleta do lixo verde. A principal? O rebaixamento da copa de todo o arvoredo. As chuvas fortes acompanhadas de ventania intensa  são itens preocupantes. Prevenir é zelar pela cidade e atentar à segurança dos seus residentes.

Espero que um técnico ambiental apareça para confirmar e autorizar a retirada dos galhos enormes e perigosos. Não basta apenas eliminar os ramos que se interpõem à fiação, tal como faz a Copel, mas também o serviço da poda completar a obra. É simples, mas requer articulação da agenda de atividades.

" Na quinta-feira o tempo não muda no Estado, ou seja, a instabilidade atmosférica se mantém elevada sobre as regiões paranaenses. O sol até aparece aparece entre nuvens, mas em poucas cidades. Chove a qualquer hora do dia na maioria das regiões e, nos períodos da tarde e noite, as áreas de instabilidade se intensificam provocando mais pancadas de chuvas acompanhadas de trovoadas nas diversas regiões do Estado. Há risco de chuvas fortes hoje(...) "
 
O dia está ameaçadoramente chuvoso; dados divulgados pelo plantão do Simepar não desautorizam a manutenção de alerta. Basta atentar aos humores do tempo e agir sob o comando da prevenção, concorda comigo, leitor?

Até a próxima!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Segurança estudantil em questão


Clique na foto e observe as saídas (em vermelho); elas saem para o abismo! -  Curitiba, Campus Ecoville da UTFPR, arq. pessoal
A minha filha estuda na UTFPR, ali no Campus Curitiba, mas às sextas-feiras tem o dia inteiro de aulas, lá no Campus Ecoville. Estou ainda mais preocupada, caro leitor, com a questão da segurança estudantil, principalmente depois de ler a reportagem Saídas de emergência da UTFPR levam estudantes a "precipício"  (Anna Simas, Gazeta do Povo, 21 de abril de 2012)


Sabe o que fiz no domingo passado? Passei por lá e com a ajuda da câmera do celular eu trouxe a foto acima. Ontem? Deixei uma queixa à Ouvidoria da escola, afinal, a quem delego a segurança da minha filha, ainda menor, no momento em que está no interior das instalações da UTFPR? A sede Ecoville foi ocupada pelos alunos, professores e pessoal adminstrativo sem a liberação segura do Corpo de Bombeiros em razão do programa de expansão de vagas do Reuni? Então, a conceituada instituição é conivente com a insegurança escolar. Será que discorda de mim, leitor? O que faria se tivesse um filho ou filha, lá estudando?

A burocracia, a demora no processo licitatório e o afã pelos dados numéricos no campo da educação pública não podem esconder a gravidade do problema da segurança estudantil. Diante de uma tragédia, então, como ficamos? Será que passivos e coniventes? A atribuição das responsabilidades é a nossa primeira atitude. Autorizar a ocupação de um espaço escolar antes da conclusão da obra é uma saída desesperadora; será que faltou planejamento?


Até a próxima!
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