 |
| Clique na foto e observe as saídas (em vermelho); elas saem para o abismo! - Curitiba, Campus Ecoville da UTFPR, arq. pessoal |
A minha filha estuda na UTFPR, ali no
Campus Curitiba, mas às sextas-feiras tem o dia inteiro de aulas, lá no
Campus Ecoville. Estou ainda mais preocupada, caro leitor, com a questão da segurança estudantil, principalmente depois de ler a reportagem
Saídas de emergência da UTFPR levam estudantes a "precipício" (
Anna Simas, Gazeta do Povo, 21 de abril de 2012)
Sabe o que fiz no domingo passado? Passei por lá e com a ajuda da câmera do celular eu trouxe a foto acima. Ontem? Deixei uma queixa à
Ouvidoria da escola, afinal, a quem delego a segurança da minha filha, ainda menor, no momento em que está no interior das instalações da
UTFPR? A sede
Ecoville foi ocupada pelos alunos, professores e pessoal adminstrativo sem a liberação segura do
Corpo de Bombeiros em razão do programa de expansão de vagas do
Reuni? Então, a conceituada instituição é conivente com a insegurança escolar. Será que discorda de mim, leitor? O que faria se tivesse um filho ou filha, lá estudando?
A
burocracia, a
demora no processo licitatório e o afã pelos
dados numéricos no campo da educação pública não podem esconder a gravidade do problema da segurança estudantil. Diante de uma tragédia, então, como ficamos? Será que passivos e coniventes? A atribuição das responsabilidades é a nossa primeira atitude. Autorizar a ocupação de um espaço escolar antes da conclusão da obra é uma saída desesperadora; será que faltou planejamento?
Até a próxima!