Mostrando postagens com marcador Xingu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Xingu. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de abril de 2012

O Xingu agora na tela grande


Imagem reproduzida via Google
Acabei de reservar o meu lugar para assistir  XINGU ali  na tela grande; não perderia por nada a exibição do filme em dia bem calmo, tal como o de hoje, sem aquele costumeiro alvoroço dos finais de semana. Você tem interesse na história dos irmãos Villas Bôas e sobre a criação do Parque Nacional do Xingu, caro leitor? Apareça aqui mais adiante; vamos trocar conversa sobre o que vi e entendi acerca do filme.

Sabe de um detalhe, leitor?  O meu maior desejo era o de assistir todas as cenas do filme ao lado do Lafayette Nunes, da Telma Monteiro  e do Felício Pontes Júnior, entre outros brasileiros que conhecem a vida oferecida pelo Xingu. Tenho certeza de que muitas conversas rolariam e as postagens reflexivas em conexão abundariam, igualmente.

Quer ver algumas cenas  do filme, graças ao YouTube?

Até a próxima!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O "Xingu" é agora um filme, também!

 
Reprodução de imagem obtida no site História do Cinema Brasileiro
Eu soube pelo interminável fluxo de tuites de que o Xingu agora é um filme. Penso que é muito bom popularizar tudo o que diga respeito ao que envolve o poderoso rio amazônico e  entender antropologicamente a importância do Parque Indígena do Xingu. Não tenho qualquer dúvida de que Cao Hamburger ( Folha.com, Ilustrada, hoje) articulou muito bem o tema oportuno.

A saga dos Villas-Bôas - O leitor atento, especialmente aquele ligado às questões ambientais e aos costumeiros descuidos com o polêmico rio e com os seus habitantes ribeirinhos, sabe a importância de maior divulgação à temática. Os irmãos Villas-Bôas certamente empreenderam a construção de uma narrativa vivenciada e fortalecida; o roteiro, os atores e as falas no filme têm enorme responsabilidade com a verdade dos fatos.

Indiscutivelmente - Olhares internacionais serão ampliados às variadas pendengas conexas atreladas ao Rio Xingu. O cinema tem, felizmente, o grande poder de expandir tudo, inclusive, os problemas, mas cabe ao cidadão sentadinho, ali na poltrona em frente ao grande telão, avaliar as intenções de um roteiro cinematográfico, concorda comigo, leitor? Não vejo a hora de poder comprar o meu ingresso, assim que o filme estiver liberado ao circuito comercial.

Observação: não deixe de clicar no link indicado na legenda da imagem em destaque acima. Sobre os Villas-Bôas a Época fez um excelente apanhado geral; confira


 Até a próxima!

sábado, 17 de dezembro de 2011

Olhemos para o Rio Xingu, leitor!


Reprodução de imagem obtida no blog Tipo Assim Folhetim
O Brasil é grande e as regiões e as suas diversidades de problemas e soluções abundam, mas um dos fatores que ajudam a promover as soluções é a observação atenta dos brasileitos às contradições. Quer um exemplo? Leia a postagem Cartas do Xingu - Delendas Altamira - 1-  da autoria do André Costa Nunes.  Ela foi escrita depois que ele esteve em Altamira, cidade paraense que agora provoca grande movimentação de pessoas e projetos nem sempre honestos e de boas intenções.

O detalhe- Eu não sou entendida em geração de energia, nem sou especialista ambiental e nem mesmo douta nas leis, mas sou uma brasileira atenta. Quero entender sempre um pouco mais para não ser massinha de manobra na mão de quem não tem mais o que fazer, exceto enganar aos outros profissionalmente e politicamente. Adoto costumeiramente a prática do São Tomé: quero ver de perto, ouvir, ler e tirar conclusões depois de muitas informações.

Considero precipitado tomar o todo pela parte, mas a intenção do cartaz é nobre - foto reproduzida do Xingu Vivo
Vamos?- Logo mais irei à Praça Santos Andrade, aqui em Curitiba. Farei parte do grupo que lá estará a pedir providências ao governo federal. O mega projeto Belo Monte assim exige. O cumprimento das condicionantes pela construtora tem sido negligenciado, apesar das objeções legais feitas pelo MP-PA e da participação ativa do procurador da república Felício Pontes Jr  . Penso que os brasileiros não poderão permitir que a obra avance sem atentar aos prejuízos ambientais que a construção já provoca. É preciso aproximar os seus olhos do Xingu, caro leitor. Está disposto? Comece lendo verticalmente o blog da Telma Monteiro. Tire as suas conclusões, também.

Até a próxima!

domingo, 20 de novembro de 2011

O que você sabe sobre a UHE de Belo Monte?

Lamento não conhecer a cidade de Altamira, lá no Xingu. Gostaria muito de poder ir, se pudesse custear a viagem e conhecer as três grandes bacias hidrográficas do Pará. O rio Xingu está em uma delas, caro leitor. Sinto necessidade de conversar e fotografar, ouvir o que dizem as pessoas lá residentes, tanto as que desgostam, quanto as que reconhecem as pressupostas vantagens da construção da mega UHE de Belo Monte. Estou em Curitiba, bem longe de lá; a imprensa, os blogs temáticos e as informações de amigos tonificam o que eu sei, mas é pouco, muito pouco. Quero mais informações.

Para melhor conhecer - Leio de tudo sobre o empreendimento fabuloso e amplamente defendido pelo governo federal; ele quer gerar e vender muita energia elétrica. Buscará a força no rio Xingu, fonte de energia e de referência cultural aos que vivem, especialmente nas áreas atingidas pela construção de Belo Monte. É algo monumental; seus idealizadores e construtores deixarão os seus nomes e atos na história da tecnologia, na crônica ambientalista e na história que os descendentes dos altamirenses contarão. Histórias de contradições, de arrojo, de muito dinheiro público, de conversa pra boi dormir e de outras tantas. Será um capítulo inesquecível, sob todos os pontos de vista . Interessa-lhe?


O proc. da República Felício Pontes Jr. explica o quase inexplicável aos índios - Reprodução da foto

Sou paraense, nortista com vivência em solo amazônico, mas sou muito desconfiada, bem do jeito do índio, que confia desconfiando, sempre. Poucos nessa vida conseguem fazer com que eu apague alguma coisa do papel ou do que digito aqui, mas confio em algumas pessoas, muito poucas, ainda mais no caso de Belo Monte. Você é assim? Acredita em tudo o que lê e ouve sobre a usina? Sugiro desconfiar, sempre. Ignore achismos; ouça quem tem a competência técnica e a vinculação com as áreas atingidas pela inevitável construção, menina dos olhos do governo federal, capitaneada pela atual presidente do Brasil.

Com muito gosto apresento-lhes...- Já faz tempo que eu sonhava em encontrar pessoas públicas que inspirassem confiança, dessas que a gente até se joga no escuro quando dizem olhando bem nos nossos olhos: vamos? Achei-as: quero mais uma vez que você acompanhe o que compartilha a engenheira Telma Monteiro e o advogado e procurador da república no Pará  Felício Pontes Jr. É uma dupla de brasileiros dos quais tenho orgulho de trazer aqui para o NaMira. Leia o que escrevem, repercutem, criticam e orientam. Eles são coerentes

Adiante, o outro lado - Em postagem oportuna trarei depoimentos de quem aposta todas as fichas na construção de Belo Monte; a vida é assim: um binômio constante. Erra-se um pouco menos quando nos informamos sobre todos os lados da questão, concorda comigo?

Até a próxima!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Os astronautas viram fogo no Xingu

Graças ao tuite do  procurador da república Felício Pontes Jr eu soube que o fogo, lá no Xingu, foi avistado pelos astronautas. Veja, também, a reportagem do EcoGeoNotícias, caro leitor. O texto deve ser um dos que o vestibulando e candidato inscrito no Enem não deverá desconsiderar. O tema é instigante e reúne ótima carga de inquirições com relação aos cuidados ambientais, nem sempre prioridade máxima na mira dos órgãos oficiais e governos que têm o dever de zelar e preservar a Amazônia.

Reprodução da imagem obtida no EcoGeoNotícias

Diante da notícia fazemos o quê? Contestar é a primeira atitude. Cobrar providências? É um direito. Ver as atitudes de combate às irregularidades e medidas de prevenção aos desastres? Apenas uma possibilidade.  Tudo muito triste.

Resta-nos pedir um SOS ao Ministério Público. Alguém há de ser defensor da causa, mesmo que ela seja desconsiderada pelos que receberam a outorga popular, ali nas urnas. A maioria dos eleitores brasileiros ainda não aprendeu a bem escolher defensores do ambiente, mas elege predadores e lhes autoriza a poluir, derrubar a floresta, inundar cidades e desconsiderar o direito das minorias. Tudo bem lamentável. No campo da política nacional, infelizmente, as minhas esperanças são assim, bem pequeninas, quase invisíveis.

Será que é preciso sair da Terra para ver o fogo tomando conta do Xingu? Parece que sim, caro leitor.

Até a próxima!
Related Posts with Thumbnails