quinta-feira, 18 de julho de 2013

Belíssima tarde de inverno temos em Curitiba

 
Linda está a tarde curitibana e nem parece que estamos em pleno inverno de 2013- No Mercês, arquivo pessoal 2013

No momento? Em Curitiba o céu está assim cheio dessa lindeza que a minha foto nem consegue traduzir com exatidão, mas a ventania que circula aqui no curitibano bairro Mercês parece que anuncia uma mudança radical. 

Até a próxima!

quarta-feira, 17 de julho de 2013

A vitória da leitura & escrita com o auxílio da fotografia

 
Sob o meu olhar e com a ajuda da câmera a cena urbana em Curitiba- arq. pessoal 2013

Ontem? Fazia uma linda e ensolarada tarde, mesmo sob o inverno curitibano. Após o almoço, eu e minha filha fomos tomar um café ali para as bandas da Rua Padre Anchieta. E na saída de casa, logo recebi a concordância para irmos ao Café do Monge; aliás, você já esteve lá, meu caro leitor? Recomendo sempre aos meus queridos conhecidos. Pois bem, enquanto esperávamos as gostosuras solicitadas ao gentil garçom, decidi fazer várias fotos do que passava sob o meu olhar. Em questão de cinco minutos, recolhi cenas urbanas cheias de expressão. Vamos tirar a prova? No destaques que ora compartilho, quantas informações você consegue depreender, meu caro leitor?
 
Na canaleta, o ônibus expresso é um ícone curitibano-  Bigorrilho, arquivo pessoal 2013

Método infalível - Quando eu encontro crianças e vestibulandos com dificuldade para interpretar textos mais longos, costumo apelar à fotografia para exercitar o senso de observação e tradução do que o estudante consegue identificar. A prática costuma resultar em agradável vitória da leitura e da escrita; eu garanto.
 
A calçada na Rua Padre Anchieta é uma passarela e o desfile humano é infinito- Curitiba, arquivo pessoal 2013

Quando o meu Latte Alpino chegou eu estava entregue à estimulante tarefa de registrar a cena no mesmo contexto, mas com personagens diferentes. Ao chegar em casa? Senti incontida vontade de reler o Conto de Natal, de Paul Auster, assim como  rever o Cortina de Fumaça, excelente filme baseado na instigante narrativa.
  
Pelo vestuário dá para perceber que fazia frio, embora com a tarde curitibana ensolarada- Bigorrilho, arquivo pessoal 2013

Com a ajuda da câmera do celular (no modo silencioso) consigo trazer ao Na Mira do Leitor um pouco do cotidiano que está sob o meu olhar. Na prática docente, a vida, sob a ótica de um atento observador é o melhor combustível à redação exemplar -  e a fotografia ajuda bastante na descontração com a escrita descritiva. Fica a minha contribuição à tarefa educacional centrada na redação.
 
Até a próxima!

terça-feira, 16 de julho de 2013

Em Curitiba? Faço bolinhos de Piracuí, hehehehe...

 
Fiz bolinhos de Piracuí para diminuir a saudade e encurtar a distância da Amazônia- Uma parauara em Curitiba, arq. pessoal 2013

Hoje? Fui à cozinha preparar o almoço. No meu prato, depois de alguns preparativos, bolinhos de Piracuí, arroz com folhas de jambu e salada de tomate com feijão boquinha preta. Ficou tudo muito saboroso, meu caro leitor; eu garanto, heheheheh... 

 
No preparo dos bolinhos de Piracuí? Farinha de peixe, ovos, batata, cheiro verde, sal, cebola e pimentão- Curitiba, arquivo pessoal 2013

As fotos foram feitas com a esforçada câmera do  celular e, na pressa natural para saborear as gostosuras, esqueci  até de fazer uma da salada, mas nada que outro arroubo de cozinheira saudosa dos ingredientes da Amazônia não possa fazer um repeteco.

No meu prato, arroz com folhas de Jambu colhidas no meu jardim e bolinhos de Piracuí- Um conjunto amazônico saboroso- Curitiba, arquivo pessoal 2013

Com o maior prazer do mundo- Costumo preparar com a melhor disposição as gostosuras da minha região de origem; basta bater uma saudade e saio lépida e fagueira em direção à cozinha. Hoje? Fiz a composição acima, mas qualquer dia desses será a vez do Pato no Tucupi, pois agora tenho em casa todos os ingredientes para preparar um almoço com cara e gosto da cozinha de raiz paraense.

Abaixo, segue um glossário indispensável à leitura da postagem acima, especialmente ao leitor que não conhece a Amazônia.

> Piracui: farinha de peixe desidratada; no caso, de Acarí, peixe amazônico com carne amarelada.
> Jambu: erva que provoca um tremelique na boca e tempera a maioria dos pratos da  Amazônia paraense.
> Feijão boquinha preta: a obviedade da descrição já basta; no Pará, é conhecido como "manteiguinha".
> Pato no Tucupi: prato típico paraense que consiste em porções de pato assado mergulhadas em caldo do Tucupi,  ingrediente líquido extraído da mandioca, que depois de fervido e temperado com Jambu, forma um conjunto de sabor excepcional. 

Alguma pergunta, meu caro leitor?
 
Até a próxima!

Agora, vem temporada das rosas de 2013!

A rosa ainda em botão já é uma promessa de flor no meu jardim- Curitiba, arquivo pessoal 2013
 

As minhas roseiras atravessaram um período bem conturbado nos últimos meses; dentre os motivos, o mais assustador foi o terror protagonizado pelas lagartas, mas agora parece que a fase das flores vem com toda aquela graça e perfume. No destaque, o primeiro botão da temporada de 2013.

Nem faz tanto tempo, mas preciso registrar para não esquecer que o meu pequeno roseiral doméstico foi iniciado em   2011; de lá para cá, perdi a conta de quantas rosas encantadoras eu fotografei em 2012. Agora? Vamos ver as que desabrocharem em 2013. Então, prepare-se para receber presentes virtuais, meu caro leitor. Rosas e jasmins são as minhas flores preferidas; será que são as suas, também?

Até a próxima!

Suplementos infantis nos jornais e a criança brasileira

 
Crianças durante a redação escolar manuscrita? São raras as ilustrações, infelizmente! - via Google ( sem autor indicado)

No sábado mais recente, ao pegar a Folhinha, suplemento infantil encartado na Folha de S. Paulo, fiquei mais animada com a edição. Imediatamente, enviei ao Painel do Leitor um comentário; neste, reconheci a articulação dos elementos regionais nas reportagens, atrativo incontestável quando se é assinante fora do eixo paulista. Para a minha grata surpresa, a edição da segunda-feira abrigou as minhas palavras, cuja transcrição segue abaixo.

A edição da "Folhinha deste sábado reúne atrativos à leitura atenta da criança brasileira de qualquer região. A articulação dos elementos regionais nas reportagens, assim como o incentivo ao exercício da redação escolar, reforçam a minha recomendação a este suplemento da Folha.
DORALICE ARAÚJO, professora de redação (Curitiba,PR)
 
Constatações -  Suplementos infantis encartados em jornais têm o infeliz costume de centrar as reportagens no município do local da impressão, o que é menos ruim do que nem oferecer um encarte à disposição da criança. No primeiro caso, os pequenos leitores dos demais municípios ou estados que abrigam assinantes ou compradores nas bancas, ficam excluídos, enquanto que no segundo, a criança parece nem significar nada à Redação do jornal. A consequência inevitável dessa dupla será a diminuição gradativa dos brasileiririnhos dos impressos jornalísticos. 

No sábado passado? A Folhinha acertou em cheio, mas vejamos como as próximas edições aparecerão. Você costuma examinar o suplemento infantil do jornal que frequentemente lê? Dispõe de alguma observação, meu caro leitor? Agradeço a webconversa.

Até a próxima!

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Ria com a ajuda do Benett, também!

 
Ri muito com a sagacidade intertextual  temática articulada pelo Benett


Não há quem segure o sorriso diante de uma charge/cartum bem feitos. Não importa o tipo de traço ou a variedade das cores combinadas articuladamente na temática do chargista ou cartunista. Uma charge? É um texto de opinião, portanto, se você não concorda, aponte os seus argumentos, pois o chargista ali faz a sua expressão dos sentidos atribuídos ao  tema.  A reprodução do quadro do Alberto Benett acima destacado provocou em mim uma risada muito gostosa; ele saiu ao público no dia 24 de junho, mas por alguma razão não anotei o veículo que editou; assim que recuperar a informação, aqui ela será incluída.

Hoje, na sua leitura dos jornais ou sites de humor você viu algo que mereça destaque? Aponte a direção, por favor, meu querido leitor; quero ver, também!

Até a próxima!

domingo, 14 de julho de 2013

Em Curitiba? Temos um domingo ensolarado!


As plantas, tal qual as pessoas, precisam do aditivo dos dias ensolarados para viver- Curitiba ensolarada, arquivo pessoal, 2013
A bela manhã ensolarada desse domingo, embora com vento frio, é um convite tentador aos passeios em Curitiba, portanto, saio da virtualidade para aproveitar a vida real e prática disponível.

Meu desejo - Aproveite bem o seu domingo, caro leitor; se puder, com a família, este pedaço de aprendizado humano e fonte inesgotável de surpresas.

Até a próxima!

sábado, 13 de julho de 2013

Já reparou que as sakuras já estão florindo?

 
Em 2012, a florada da sakura esteve assim - Nos arredores de casa, Mercês, Curitiba, arq. pessoal

A temporada de inverno em Curitiba já mexe com as floração das sakuras, árvore bem parecida com as famosas cerejeiras. No vídeo do Raul Mattar ( Matraqueando, via YouTube) você poderá conferir o quanto a espécie, quando florida deixa as ruas da cidade bem lindas.

Até a próxima!

Sábado ensolarado, maracujá maduro e alegria de jardineira


Recolher um maracujá maduro em meio aos "beijinhos" foi uma alegria e tanta, meu caro leitor- No meu jardim, Curitiba, arquivo pessoal 2013

Em Curitiba? A neblina presente nas primeiras horas já cedeu o lugar de honra ao Sol; em em passeio ligeiro pelo jardim, já percebi a mudança.

No destaque, fiz questão de registrar a hora de recolher o maracujá maduro que caiu sobre os tufos dos beijinhos ; ele marca, assim, o trajeto de esperançosa alegria contido no velho ditado popular que assim diz: "Quem planta, colhe!" -, mas será que você poderá imaginar a intensidade da minha alegria com a chegada do Sol e quanto ao fato de juntar um maracujá maduro no próprio jardim? 

Até a próxima!

No Sul? Inverno. Na Amazônia? Verão!

 
A neblina nas manhãs de inverno deixam as nossas ruas curitibanas desse jeito- Mercês, Curitiba, arquivo pessoal

Estamos nessas primeiras horas da manhã de sábado e o nevoeiro faz parte do cenário, mas, afinal, é inverno e a aparência do tempo surpreenderia caso estivesse diferente. Na minha memória de migrante em Curitiba emergem, entretanto, as temporadas do verão amazônico, em contraste exemplar do convívio das estações climáticas em um país continental como o nosso Brasil. Na capital paranaense, a mínima é de 10ºC e a máxima de 23ºC, segundo o Simepar.
 
Na Amazônia, as manhãs acordam sob o verão, em contraste curioso da estação climática em um mesmo país- Praia do Paraíso, Ilha de Mosqueiro, PA, arquivo pessoal

Outrora, lá em Belém, a minha família, assim como as demais, desembarcávamos nas praias para o desfrute de um final de semana ou temporada mais longa na inesquecível Ilha de Mosqueiro, lugar do qual já tratei em postagem anterior.

Até a próxima!
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