quarta-feira, 3 de julho de 2013

Eu colho morangos e você pode, também!


As flores no morangueiro, mesmo sob o atual inverno, anunciam o triunfo da natureza no pequeno jardim- Curitiba, arq. pessoal 2013

Comprei em 2011 uma muda de morangueiro e de lá para hoje a pequena planta venceu muitas batalhas, ou seja, primeiramente com o lugar que escolhi para plantá-la, depois, com as lagartas que infestaram o meu pequeno jardim e, agora, com o frio intenso desse inverno de 2013.
 
Quando o 1º morango amadureceu a minha filha teve o prazer de colhê-lo em 2011- Curitiba, arq. pessoal

O interessante dessa história de jardineira e do trio de obstáculos indicados no parágrafo acima é que o morangueiro continua florindo e oferecendo frutos. Aqui em casa? Todos já tiveram o prazer de colher moranguinhos maduros, inclusive alguns dos meus alunos de redação. Assim, lamento se um dia você desistiu ou nem sequer tentou manter uma planta frutífera em casa. Então? Tome coragem, meu querido leitor; a alegria ao ver qualquer espécie com frutos desperta ânimo redobrado e aumentará as suas histórias de jardineiro(a) aprendiz. 

Até a próxima!

Antes de dormir? Um pouco das "Maravilhas do Conto Francês"

 
Conhece a preciosidade acima, caro leitor? A coleção ajudou a disseminar a popularização do gênero- arquivo pessoal 2013

Peguei para ler nos próximos dias a preciosidade acima; o livro Maravilhas do Conto Francês foi editado pela Cultrix na década de 50 e reúne, sob a organização de D. Riedel, os bambas do conto, tais como Paul Verlaine, Guy de Maupassant, Théophile Gautier, entre outros que muito aprecio. Foi encontrado em um sebo curitibano, portanto, é um achado espetacular.
 
Até a próxima!

terça-feira, 2 de julho de 2013

Terça-feira friorenta em Curitiba

 
Nos dias frios? Um mingau de milho verde chega como um afago ao estômago- arquivo pessoal

Em  Curitiba? Com a mínima de 8ºC e a máxima de 16ºC surge a manhã de terça em contínuo declínio da temperatura, segundo o Simepar

Até a próxima!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Além dos óculos, a bengala, também!

    
Quando eu via alguém com a dependência de uma bengala, meu caro leitor, eu sempre pensava nas razões para o apoio; atinava à questão da idade e ao rol de circunstâncias relacionadas à movimentação física, sobretudo decorrente de acidentes e correlatos. Pois bem, estou mais do que nunca precisando desse tipo de auxílio para poder me movimentar pela casa e na rua. O motivo? Uma dor que começa na região da coxa e avança até os arredores do fêmur do lado direito está tirando o meu costumeiro ânimo nesses  dias mais recentes. Hoje, por exemplo, para fazer a radiografia da área não levei a bengala, mas amanhã ela será imprescindível. Tenho outros exames de laboratório na agenda da terça-feira, portanto, a  bengala que ganhei de presente de aniversário terá o merecido lugar na minha mão.  Não consigo comemorar a notícia, mas ainda bem que um prestimoso amigo ao ouvir a minha queixa com a dor, logo trouxe uma bengala desmontável para mim. Agora, além da companhia imprescindível dos óculos de grau, a bengala, também! 

Até a próxima!

domingo, 30 de junho de 2013

Curiosas peças em doação nas ruas; já encontrou, também?

 
Interrompi uma caminhada recente para fotografar a oferta acima - No Mercês, Curitiba, arquivo pessoal

Durante as minhas caminhadas pelos arredores de casa ou mais distantes tem sido comum encontrar algumas visões bem curiosas. Recentemente, achei até um velho fogão, assim como uma estante com livros grátis e ambos faziam um apelo veemente ao passante: leve-me!

A estante com livros estava na porta de um sebo, lá em Barão Geraldo, Campinas, SP- arq. pessoal 2013

Em foto de arquivo mais antigo, você poderá rever o sofá que encontrei ali nas imediações da Rua Fernando Simas, na vizinhança aqui de casa. Quero acreditar que o curioso fenômeno ofereça munição aos que costumam reciclar materiais encontrados nas ruas das nossas cidades, pois eu mesma já arregalei os meus olhos ao ver um suporte de madeira para vasos, agora bem acomodado ali no meu pequeno jardim.
 
Um sofá em oferta dadivosa ali na esquina da  Marcelino Champagnat parecia inacreditável!- Mercês,  Curitiba, arq. pessoal

A atitude de desprendimento material, assim como de reaproveitamento objetivo parecem bem melhores do que jogar materiais na rua ou no leito dos rios ou córregos. Você já encontrou algum item material interessante na rua e trouxe a surpresa para casa -  ou mesmo sabendo das organizações de coleta de lixo, decidiu colocar na calçada algo que poderia ser útil a outra pessoa, meu caro leitor?

Até a próxima!

sábado, 29 de junho de 2013

Cante, assobie e espalhe a "Chega (não é pelos...)" do Seu Jorge, também!

 
Reprodução de imagem via Google

Com a ajuda da postagem A revolta de junho ganhou música e videoclipe ( Josias de Souza , hoje) você e eu poderemos aprender a cantar a letra de Chega (não é pelos  vinte centavos), meu caro leitor. A melodia, bem amparada pelos versos enfáticos ao tema, certamente ganhará as vozes dos brasileiros pelo país afora.

Que tal? -  Você aprenderá a cantar com o Seu Jorge, também -  ou ficará aí indiferente? Mexa-se; prepare a garganta, cante ou assobie, mas não deixe de espalhar os versos, pois eles fazem eco bem soante às queixas nacionais.

Até a próxima!

Trabalho prazeroso, pausa e remuneração condizente

 
A prática do rascunho é uma garantia de sucesso na versão final manuscrita da redação objetiva- Encontros Marcados com a Redação, arq. pessoal 2013

Gosta do que faz profissionalmente, meu caro leitor? Envolver-se com entusiasmo nas atividades profissionais, sob as condições satisfatórias garante o sucesso das suas tarefas. É difícil que tudo nesta vida saia de 100%, mas a vontade e o como você opera o seu fazer ajudam a diminuir os impactos dos insucessos. Não tenho dúvida alguma.

Pausa necessária - Em julho, farei uma diminuição das consultorias ao aprimoramento da escrita, uma vez que passarei por revisão geral das condições de saúde, mas a partir do dia 1º de agosto, os Encontros Marcados com a Redação e as correções de textos serão retomados; por hora, apenas concluo os atendimentos já agendados. Hoje, por exemplo, terei compromissos até boa parte da tarde desse sábado. 

Sob remuneração - Vestibulandos, inscritos no Enem e candidatos aos concursos às carreiras públicas interessados no meu trabalho? Entrem em contato para agendamento de aulas/consultorias. Um detalhe importante e que evitará o envio de emails equivocados na minha direção: as minhas atividades profissionais são remuneradas, uma vez que a condição de ser professora autônoma e, por razões óbvias, o exercício profissional requer a contrapartida financeira.

Até a próxima!

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Diminuindo a saudade da Unicamp, hehehehe...

Mesmo com o pouco tempo disponível, ainda consegui passar pela Faculfafe de Educação- Campinas,SP, arquivo pessoal 2013
 Nos dias 14 e 15 de junho eu e a minha filha estivemos ligeiramente na paulista Campinas. Lá chegando? Um querido amigo gentilmente viabilizou um passeio  pela Unicamp. Na ocasião, ali sentada no banco do carona, fiz alguns disparos com a ajuda da câmera fotográfica disponível e as fotos que ora compartilho com você carregam o componente da saudade de ex-aluna. O passeio foi, sem exagero algum, como o voltar à casa paterna. As lembranças surgiram em profusão incontida...

 
Em frente ao antigo Ciclo Básico? Inúmeras lembranças de ex-aluna eu conservo - Unicamp, Campinas, SP- arquivo pessoal 2013

Um dia? Ao passar uma temporada mais descontraída em Belém, ah...nem tenha dúvida alguma, farei fotos no campus da saudosa Universidade Federal do Pará, também.
 
Junto aos ex-alunos da Unicamp a  Bib. Central Cesar Lattes mantém a sua importância além do arrojo arquitetônico que exibe-  Campinas, SP, arquivo pessoal 2013

Não sei se o leitor sente saudades dos seus locais de estudo, mas eu além da descontração ao comentar sobre as lembranças boas, faço uma reverência de gratidão pelo que deles recebi.

Até a próxima!

"Nossas frutas", poema de Ducarmo Souza

 
Pupunhas fazem excelente companhia ao café- arquivo pessoal



Conheci algumas pessoas, mesmo sem jamais tê-las encontrado pessoalmente. A Ducarmo é uma delas; o nosso contato foi intermediado pelas vitoriosas consequências da leitura e da escrita. Quer saber a história, caro leitor? Explico no parágrafo seguinte.

Certa feita, talvez pelo ano de 2002, um jornal paraense publicou um comentário da minha autoria na coluna dos leitores e a repercussão veio através de contatos por carta; foi o caso da Maria do Carmo A. de Souza, cearense, radicada na amazônica Belém há mais de 50 anos. Os versos abaixo são da autoria da querida conhecida. Até meados de 2011 ainda recebi cartas e um livro, tal como o Belém- Cidade Faceira, do qual selecionei alguns versos abaixo.

     Nossas frutas

Nossas frutas coloridas
Causam grande admiração
Tem jambo, tem murici
Abacate e melão

O cupuaçu saboroso
Biribá, acerola
O famoso açai
Bacuri e graviola

Tem a ameixa pretinha
A castanha do Pará
Tucumã, umari
Também taperebá

Tem frutas de vários tipos
O mamão, a mangaba
Tem a jaca grandona
carambola e goiaba
 
Coquinhos de Açaí, fruta famosa e apreciada internacionalmente- arquivo pessoal


Fonte de vitamina C
O gostoso abacaxi
Laranja, tangerina
O caju e o sapoti.

A manga, o abrico
Uxi, maracujá
Melancia, jenipapo
Tem pupunha e tem ingá.

As frutas nos dão saúde
São fontes de energia
Precisamos consumi-las
Para ter vida sadia.

(Souza, Ducarmo
Belém- Cidade Faceira, Imprensa  Oficial do Estado, IOEPA/2008, p. 79)

Oportunamente , outros conhecidos, sob a mesma condição da Ducarmo ( Fundação Nazaré), estarão aqui.

Até a próxima!

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Um delicioso café coado na sua frente...

 
Café coado "na mariquinha"- foto by Tiago Fernando, junho 2013

Café quentinho, quentinho e coado ali sob os nossos olhos; ô...coisa boa demais, meu caro leitor! Caso queira saber detalhes sobre o lugar desse mimo em Curitiba, clique aqui.

Até a próxima!
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