quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Retrovisor nostálgico? Conhece outro, leitor?


A foto é do Sidney Canto. A ideia? Do Jeso Carneiro, mas a alegria da divulgação de retrato da antiga Santarém (PA) é minha -  Pracinha  da Adriano Pimentel - Foto reproduzida
Ótima ideia teve o Jeso Carneiro: a de reunir imagens antigas em seção denominada de Retrovisor; a dinâmica envolve a interação com os leitores - e, todos ganham com a edição das fotos, mas a grande beneficiada é a memória histórica daquelas paragens amazônicas exibidas.

Aqui em Curitiba? Valiosa é a coluna Nostalgia, editada aos domingos no jornal Gazeta do Povo, sob o dedicado trabalho do Cid Destefani.

Interaja, também! - Caso o leitor esteja fora da capital paranaense, indica alguém que recupera dados e os expõe aos demais em coluna impressa ou sob a expansão da internet? Ajude-me a encontrá-los e oferecer o merecido destaque, pois quando reunem imagens antigas e textos esclarecedores galgam a condição de fonte altamente credibilizada. 

Até a próxima! 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Bela quarta-feira, aqui em Curitiba

 
O dia esteve lindo em Curitiba. Hoje? Quando voltei da caminhada no Parque Barigüi, o céu estava assim.  Fiquei  até com uma vontade danada de ir novamente lá  na Torre do Mercês, mas o meu compromisso com as aulas de redação foi determinante para voltar pra casa- Na Mira do Leitor-  arq. pessoal 2012
 Até a próxima!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Já comeu um UXI, caro leitor?

Uxi-amarelo em foto do Carlos Macapuna reproduzida do Eco Debate
O uxi-amarelo é uma das frutas amazônicas, mas é pouco conhecida dos brasileiros das demais regiões, porque não a divulgamos merecidamente. Agora? Os pesquisadores da USP descobriram contribuições científicas interessantes sobre a espécie, segundo a Rita Stella, no Jornal da USP, replicado pelo EcoDebate, 20/8/2012

É delicioso...- Fiquei aqui pensando na quantidade de anos que estou sem comer um uxi., mas ainda lembro do gosto bom. Não sei se a fruta atualmente é vendida nos supermercados, mas deveria aparecer com destaque, pelo menos nos da Amazônia.

Quando eu morava em Belém, sempre que meu pai ou outro familiar ia à feira da 25 ou ao Ver-o-Peso trazia um lote de uxis, mas todas as frutas vinham bem maduras. A casca ficava grossa e perdia o típico tom de amarelo vibrante. Eu? Tirava a casquinha, antes de comer, mas muitos dos meus irmãos deixavam apenas o caroço como sobra.

Prometo...-  Saiba o leitor de um detalhe para anotar sem falta: lá na cartela de sabores da Sorveteria Cairu (vídeo Globo News), sem dúvida a melhor da Amazônia, é possível encontrar um com sabor de uxi. Em outubro, quando eu passar pela saudosa capital do Pará, prometo mais uma vez tomar sorvetes de todos os sabores e fazer fotos deles, caro leitor. Elas aparecerão, aqui no NaMira. Aguarde.
 
Até a próxima!

Como acabar com o desmatamento?


Reprodução  do site do Junião
  O pesquisador Paulo G. Barreto  e editor do Amazônia Sustentável tuitou há pouco assim:

" Em julho de 2012, desmatamento aumentou 50% com relação a 2011. O que precisa fazer para acabar com o desmatamento? (...) "

Atenção, vestibulandos ! - A comparação é objetiva. A pergunta é oportuna e a tarefa de bem argumentar vai sob encomenda expressa aos jovens estudantes, sempre interessados em temas redacionais.

Há muito para ler sobre o tema e associá-lo às inevitáveis questões do descaso, fiscalização frouxa, denúncias, dados numéricos, evidências incontestáveis, critícas contundentes e insensibilidade gestora. Sugiro que bem acompanhem os tuites do Imazon; eles são disparados com força de conteúdo, invariavelmente. 

Recomendo - Está interessado em bem argumentar com progressão lógica e dissertar com profundidade? Saiba, então, de que o domínio temático é imprescindível.  Recomendo os bem informados: Beto VerissimoClaudio Angelo, Telma MonteiroMauro Zanatta , Tarcisio Feitosa  e Helena Palm , entre outros, evidentemente. 

Até a próxima!

Funcionalidade das informações


Tarefa de casa: passar na feira ou em supermercado e conferir o preço do Kg. do tomate, por favor! - É o que recomendará o colega professor quanto à atividade de pesquisa e escrita. A vida cotidiana e as suas turbulências circunstanciais poderá auferir a importância devida em sala de aula, sim! Se o meu colega de redação reunir coletivamente os dados quanto à variação de preço do tomate, ah...ele conseguirá elaborar  até um infográfico, lá na sala de aula. Pontos extremos e ressalte ao maior ou menor preço, sob a mira da criança ou do jovem. Tudo bem viável, também, para entender como se elabora um resumo! - Ali no Mercadorama do Bigorrilho a tabuleta é determinante! -  Funcionalidade da escrita - Curitiba, arq. pessoal  2012
 Até a próxima!

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

As antigas livrarias? Nos bairros. As modernas? Nos shoppings!

Parece que é possível generalizar um fato incontestável: o de que grandes redes livreiras engoliram as pequenas livrarias existentes nos bairros. Aí, também, ficou distante a possibilidade de ir às livrarias sem encontrá-las apenas em shoppings, caro leitor? Hoje? Passarei boa parte da tarde na Livraria Cultura, ali no Shopping Curitiba. É um programa cultural adorável, porque a fartura de livros é espetacular, inclusive, com a liberdade de bem examiná-los antes da eventual compra sem que algum vendedor fique colado em mim. Além do mais, lá encontro uma cafeteria! Quer melhor opção em uma cidade grande do que uma livraria assim?

Um pouco da Livraria Jinkings, hoje extinta. Lamentável realidade em Belém(PA)  - Reprodução da foto encontrada no blog do Luiz Leite
A gratidão potencializa a saudade....- Tenho, entretanto, uma vontade incontida de recordar como era o tempo em que as livrarias eram pequenas e muito próximas do leitor. Lá em Belém, por exemplo, eu ia frequentemente à Livraria Jinkins, que funcionou durante décadas, ali na Rua dos Tamoios, nº 1592, em Batista Campos. Veja o que melancolicamente informa sobre a querida livraria o Luiz Leite. Do saudoso lugar tenho na memória de universitária uma informação preciosa: o proprietário concedia um crédito incomum ao estudante. Sabe como? Bastava mostrar a carteira estudantil da universidade. Eu? Comprei em suaves parcelas os livros( não disponíveis na biblioteca da UFPA), mas necessários ao meu curso de Letras, lá na Jinkings, sob o aval do idealista livreiro Raimundo Jinkings. Outros tempos, sem dúvida.

Desde 1992, quando desembarquei na capital paranaense, não conheci outra livraria, exceto a do grupo Curitiba, mas depois passei a frequentar a Saraiva e, agora, mais recentemente a poderosa Cultura. Sem discussão alguma, é ótimo contar com opções que circulam no trânsito da competitividade no ramo livreiro, pois quem ganha em alternativas é o leitor exigente.

Como fazem os leitores? Fico aqui imaginando como deve ser difícil viver em uma cidade sem uma livraria, ao menos de livros usados. Reunir tais dados de ausência ( ai, ai, ai minha nossa senhora dos livros bem manuseados! ) remeterá certamente às bibliotecas públicas e a sua imprescindível presença, o que será tema para outra blogconversa.  

Até a próxima!

Uma rosa pra você, leitor!

 
É impossível não ficar feliz ao ver uma roseira tão pequenina oferecer uma rosa tão grande, linda e perfumada. Compartilho com você a minha alegria na manhã de hoje, caro leitor. Relato de uma "jardineira" toda prosa - Curitiba, arq. pessoal 2012
 Até a próxima!

"Falando de amor" na segunda-feira...

Conhece a interpretação primorosa do Quarteto em Cy quando canta Falando de Amor , meu caro leitor? A conjunção entre as vozes afinadíssimas é comovente. Gosta também, leitor? Eu? Gosto tanto que decidi aprender os versos para cantar junto a bela composição de Tom Jobim.  Cante, também, se possível - ou então fique assobiando a melodia o tempo todo, tal como estou agora.

O casal de mãos dadas ilustra bem a bela canção- arq. pessoal 2012

Até a próxima!

domingo, 19 de agosto de 2012

Amoreiras bem carregadinhas...


Você já reparou como estão agora as amoreiras, meu caro leitor? As que avisto, aqui em Curitiba estão carregadinhas de frutinhos; ainda estão verdes, mas quando o mês de setembro chegar, certamente as amoras já estarão maduras. Na coleta anual que costumo fazer, em casa, ou mesmo nos parques e praças, sempre preparo suco e celebro a temporada com uma porção de geleia caseira, mas nada é tão divertido e inesqucível do que colher as deliciosas frutinhas, ali no pé e saboreá-las sem medo de sujar as mãos e de ficar feliz com a descontração do momento. Algumas crianças e jovens, infelizmente, jamais colheram frutas, ali no pé da árvore, o que é uma lacuna na existência, concorda comigo? Eu? Já fiz a minha parte; oportunizei a experiência a todos, aqui em casa. Quer ver o alcance? Gostosuras -  Curitiba, Vista Alegre, arq. pessoal 2012
 Até a próxima!

Florada dos ipês curitibanos


Quem  passa pela Praça Tiradentes avista a bela florada amarela dos ipês - Curitiba, Centro, arq. pessoal 2012
A floração dos ipês, aqui em Curitiba, é um espetáculo anual grandioso e invejável; coincide com a transição do inverno em direção ao tempo da primavera sulista.  Dê uma olhada na série coletada pelo site Parques e Praças de Curitiba e confirme o que anuncio. A floração é encantadora; você concorda comigo?

Colabore comigo - Será que poderia comentar sobre a espécie floril que ora desabrocha em abundância nas ruas, parques e jardins do seu município, meu caro leitor? Todos, indistintamente, têm na observação atenta à floração das  espécies arbóreas uma obrigação cidadã; elas demandam cuidados e estão ali como resultado de ação integradora à paisagem local.

Sugestões - Objetivas descrições, comentários bem fundamentados e  experiências de convívio poderão habilidosamente aparecer nas redações escolares. O meu  atento colega professor da área saberá elaborar exercícios com proposições da escrita; se trocar conversa com o colega de biologia, a atividade poderá ser duplamente considerada. 

Até a próxima!
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