terça-feira, 14 de agosto de 2012

As flores e as pessoas


Mais uma camélia para o meu arquivo pessoal de 2012, meu caro leitor
As flores são como algumas pessoas, mas não convém generalizar em nada. Ao vê-las, logo de cara, eu as adjetivo de delicadas, suaves, majestosas, cheirosas, aveludadas, espinhosas e grande é a lista de predicativos. Algumas surgem em meio aos espinhos, emergem das frestas das circunstâncias e não escondem a sua beleza ou dificuldades à sobrevivência curta ou duradoura na vida.
Decidi criar um cenário floril quando abro a janela da minha sala de aula; e a cada semana crio uma paisagem nova para ser mais feliz na vida. Agora? Crisântemos e margaridas estão na mira - arq. pessoal 2012
Você tem alguma preferência por flores? Eu gosto das delicadas, perfumadas e de existência curta, pois assim deixam saudade. Algumas, muito resistentes aos rigores do clima, são como determinadas pessoas; elas têm aparência forte, mas nada lhes impede a necessidade de espaço, mesmo que sob o sacrifício das demais. A Natureza é pródiga nas suas lições; basta  bem observá-las. 
Como ignorar um tufo de jasmim assim florido? Ele exala um delicioso perfume; é impossível não apreciá-lo na generosidade da sua natureza de espécie trepadeira - Curitiba, arq. pessoal 2012
Nos últimos tempos, a jardinagem tem sido uma escola para mim; será que a sua também, meu querido leitor? Então, venha conversar comigo sobre flores e pessoas.  É um tema fértil à reflexão blogueira, também.
 
Até a próxima!

Lindas begônias


Como são lindas as flores da begônia! - Você mantém alguma espécie de planta floril, aí na sua casa, leitor? A begônia, a rosa e o jasmim são as flores que estão presentes nas minhas lembranças de criança; eram as que apareciam em destaque, lá no bem cuidado jardim de casa, quando ainda morávamos na Alenquer paraense. - Curitiba, arquivo pessoal 2012

Até a próxima!

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

"Meu limão, meu limoeiro, meu pé de ..."

 
"Meu limão, meu limoeiro, meu pé de jacarandá\Uma vez tim-do-lê-lê, outra vez tim-do-lá-lá!"- Morador do Mercês plantou um limoeiro no canteirinho da calçada. Daqui a alguns anos, ele, eu e você poderemos estender a mão e pegar um limão. Que tal? Árvores no meu caminho, Curitiba, arq. pessoal 2012


Se ninguém derrubar o limoeiro no primeiro plano, ele ficará igualzinho ao destaque: adulto e com frutos em processo de amadurecimento - A vida em alguns bairros é assim- Curitiba, Mercês, arq. pessoal 2012

Até a próxima!

Conhece o seu bairro, leitor?

A Rua Desembargador Motta passou por intensa reforma; é impossível não observar as melhorias- Curitiba, Mercês, arq. pessoal 2012
Nos últimos anos dos meus estudos básicos de Geografia fui aluna de excelente mestra, ali no Instituto de Educação Estadual Deodoro de Mendonça, em Belém. Com ela aprendi a gostar de mapear a cidade em bairros e, assim, melhor conhecer o local no qual se mora, trabalha, estuda e estabelece as relações interpessoais cotidianamente. Vem da instrução didática da saudosa professora paraense, o meu constante desejo de caminhar pelos bairros de Curitiba.
A erva-de passarinho parece sufocar a maioria das árvores; um registro fotográfico contextualiza o problema - Efeitos da caminhada no bairro- Curitiba, Mercês, arq. pessoal 2012

Você conhece bem o seu bairro, caro leitor? Costuma caminhar pelos arredores da sua casa? Observa problemas ou não vê absolutamente nada que comprometa a vida saudável e tranquila para todos? Costuma manter indiferença?
 
Ao avistar uma cena assim, como não acreditar na preservação de valores comuns entre as gerações residentes no mesmo bairro? Imediações da Praça da Ucrânia , arq. pessoal 2012
As mudanças na paisagem local e o campo de visão bem dirigido fazem parte direta da rotina atenta dos moradores ou passantes ocasionais. Observá-las parece funcionar como regra nº 1 para não aceitar informações equivocadas ou incompletas.
A florada do jasmim carolina  está exuberante em alguns jardins, aqui no Mercês. Com incontida inveja, tratei de passar na floricultura para comprar uma muda da bela espécie - arq. pessoal 2012

Sob a mira do cidadão - Floradas, novidades arquitetônicas, sinalização deficiente, manutenção histórica, ataques aos bens públicos, violação ou preservação das espécies, placas com desajustes informativos, entre outras correlações ocasionais surgem aos nossos olhos; basta saímos às ruas do bairro com propósito definido de bem observar.

A prática diária - A lição da querida professora de Geografia sempre foi dirigida a uma cadeia incontestável de fatos, ou seja, as mudanças na paisagem urbana, sua manutenção, inovação ou destruição estão ligadas diretamente ao olhar atento do cidadão e as atitudes (des)conexas que empreende. Interessado na prática? Faça uma leitura vertical do NaMira; verá inúmeras aplicações da instrução escolar de outrora.


Até a próxima!

Pergunta muito séria


É excelente a percepção do cartunista Paixão ( Gazeta do Povo, 12 de agosto, 2012)

Até a próxima!

domingo, 12 de agosto de 2012

Viajar de trem? Fiquei com vontade...


Hoje? Quando abri a janela e percebi a manhã lindamente ensolarada? Fiquei com uma  vontade incontrolável de ouvir O trenzinho do caipira, de Villa Lobos. ( YouTube). A execução da memorável peça musical pela The London Symphony Orquestra, sob a regência de Sir Eugene Goossens é um espetáculo emocionante, concorda comigo, caro leitor? Ao ouvi-la, geralmente fecho os olhos e deixo a imaginação vagar pelas paisagens que já avistei nas viagens feitas.
  
Chegada do trem, Estação do Marumby - Reproduçao autorizada pelo Circulando por Curitiba ao NaMira
Imaginei até como seria bom fazer novamente um passeio de trem; quem sabe no próximo final de semana? Ficou com vontade, também? Consulte a Serra Verde Express, mas não deixe de ler os comentários deixados, aqui no Clube Amantes da Ferrovia. 

Lembranças - A primeira viagem de trem que eu fiz foi um presente do meu pai. Naquela época, imagine, ainda tínhamos trem em Belém; ele saia do local onde hoje é a Rodoviária. São vagas as lembranças que eu tenho da viagem, inclusive, da chegada no município de Castanhal, lá no Pará. Mais tarde, já universitária, saí de S.Paulo até encontrar a curiosa cidade de Paranapiacaba e daí para frente, mais duas, aqui no Paraná.  

Sugere algum roteiro, aqui no Brasil, meu prezado leitor?

Até a próxima!

sábado, 11 de agosto de 2012

A grande quadrilha nacional


A obra cartunista é do Paixão. Está na edição de hoje, aqui na Gazeta do Povo. A vergonha, entretanto, é minha. Será que é sua, também? Saia do silêncio; ignore a olímpíada e exija a punição dos ladrões - ou a quadrilha nacional espalhada pelos câmaras, assembleias e cantos de poder político tenderá a aumentar, caro leitor.
Até a próxima!

Quem impede a poda criminosa das árvores?

 
A foto é ilustrativa. Será que dá para imaginar a Rua Marcelino Champagnat sem as suas frondosas árvores? Curitiba, Mercês, arq. pessoal
Você subiria em uma árvore para impedir a podagem ou o corte definitivo da espécie? Um professor paulista não hesitou. Quer detalhes? A reportagem Professor sobe em árvore para impedir... é do Estadão.

Já reparou? - Quando o tema é relacionado ao ambiente, as crianças e jovens mal sabem articular as informações com a devida coerência; talvez, pela falta de exemplos mais próximos. A atitude do colega professor poderá servir de reflexão ao tema. Cada um de nós já ouviu ou vivenciou uma história de poda criminosa e destratos às árvores; quanto mais divulgarmos as negativas atitudes, mais oportunidades para cobrarmos ações de combate às impunidades. Contribua, caro leitor. 

Tomara que o jornal paulista acompanhe o trânsito do caso em destaque.

Até a próxima!

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Quer colher frutas? Ah...quero, sim!

 
Ainda bem que os supermercados vendem jabuticabas, mas como seria espetacular colher a deliciosa fruta, ali no pé da jabuticabeira -  Gostosuras , arq. pessoal
Nos passeios que faço pelos bairros durante os finais de semana, sempre encontro árvores frutíferas carregadinhas de gostosuras. Lá do banco do carona, fico a me perguntar, invariavelmente: mas por que as pessoas não colocam uma placa que anuncie assim:

                Quer colher algumas frutas? Faço um escambo com dinheiro ou outra moeda.

Você acha que a minha ideia é inviável, caro leitor? Eu jamais tive uma jabuticabeira em casa, mas gostaria de poder entrar em um quintal e colher jabuticabas, ali no pé da árvore. E limão-cravo? Ah...eu os adoro, mas não conheço ninguém que os venda, aqui no bairro Mercês, por exemplo. Quando avisto um caquizeiro apinhado de frutos? Fico com uma vontade danada de apertar a campainha das casas ou bater palmas, ali na fente daquele portãozinho de madeira, comum nos bairros de Curitiba. Muitas vezes, a minha filha adolescente, cria de tempo tão diferente do meu, segura no meu braço impedindo o meu ímpeto natural de puxar uma prosa e negociar a compra de caquis, laranjas, ponkãs, mangas, romãs, pitangas, araçás ou jabuticabas.

Abençoada seja a pessoa que plantou e a que mantém a bela cameleira no jardim doméstico; encantadora é a paisagem que ela oferece. Como ignorá-la? Impossível. É linda! - Curitiba, Rua Fernando Simas, Mercês, arq. pessoal
Você conhece algum lugar que tenha uma placa do jeito como sonho encontrar, aqui nos arredores da capital curitibana, meu caro leitor? Indique a direção; quero saber, ao menos, se alguém colocou em prática a minha ideia. Caso você more fora de Curitiba, saberá de um local com a oferta sonhada por mim?

Faço uma reverência de gratidão diária ao pé de amoreira mantido no meu jardinzinho; sombra e frutos é o que ele nos oferece. Como ignorá-lo? Jamais.  Curitiba, arq. pessoal

Projetos paisagísticos residenciais ou escolares, mesmo em áreas urbanas, não deveriam deixar de lado a inclusão de uma árvore frutífera. As crianças e os jovens herdariam um consolo educativo visual, assim como os nossos idosos poderiam, ali sob a sombra de uma árvore floril e frutífera, encontrar lenitivo, portanto, aos dias de inevitáveis tristezas, desencantos e desesperanças com as ações humanas, hoje em fartura de dissociação com a preservação dos eflúvios das espécies verdes bem cuidadas.

Até a próxima!

Uma trinca informativa


Diante das permissões atualmente oferecidas pelos veículos, faço leitura na plataforma virtual dos jornais em destaque, mas ainda vou com frequência até à banca, ali na Praça da Ucrânia, comprar as suas versões impressas. O costume de ler diariamente a Folha de S. Paulo, o Estadão e a Gazeta do Povo, deixar os jornais à disposição do manuseio estudantil, selecionar textos de apoio e reproduzi-los para os meus alunos de redação tem trazido excelentes resultados práticos, caro leitor. Hoje, para levar adiante uma conversa temática, aqui no NaMira, tenho uma dupla de perguntas. Ei-las: 1- Qual a sua forma costumeira de leitura dos diários jornalísticos? 2- Há um jornal específico da sua preferência? Grata pelas informações.  - Uma trinca informativa -  Curitiba, arq. pessoal 2012
 Até a próxima!
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