terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Acompanhamentos conexos para um café

Não sei se o leitor sabe o que é campo semântico, mas saiba de que ele é um poderoso auxiliar da professora atenta. Sabe por quê? Ele ajuda a aumentar o vocabulário, seja da criança, jovem ou do adulto escolar. Basta escrever, por exemplo, a palavra CAFÉ e pedir para que relacionem todas as combinações posssíveis para a expressão vocabular destacada. Não importa se elas são (in)diretas; é um vale tudo de sentido e de significado, captou?
 
Quando estou em Belém e penso em café? As tapioqinhas com manteiga fazem a perfeita conexão- arq. pessoal
Já imaginou a lista enorme de palavras que todos encontrariam? É assim que o repertório vocabular de um estudante ou até de quem não estuda formalmente fica ampliado.

Quer fazer uma experiência? Pense em 10 palavras que estejam ligadas à expressão CAFÉ. Pensou? Será que alguma está incluída na lista a seguir? Veja só: cafeteria, cafezal, bule, coador, grão, ciclo, moagem, torra, encorpado,quentinho, tapioquinha, pão, manteiga, açúcar, adoçante...

Se desejar que a lista dê engate à redação de frases, basta pedir que as produza para cada palavra destacada. Escrever é atribuir sentido às palavras; não esqueça e passe adiante a informação. As crianças? Adoram. Os jovens? Encontram funcionalidade na atividade de escrita. Os adultos? Sorriem contentes.Vá por mim, leitor. Eu entendo bastante de leitura e de escrita. Nem todos os professores, entretanto.

Até a próxima!

A sua marca de café é imbatível?

Gosto de café encorpado e de aroma intenso; se pudesse, plantaria pés de café no jardim, colheria os grãos, secaria e os moeria em casa, mas é apenas um sonho; lembranças da prática materna de outrora. Entro nos supermercados em Curitiba ou lá no Mercado Municipal e compro café em pacote, tal como a maioria das pessoas que conheço.
Veja como a embalagem do Café 1889 é linda! - arq. pessoal 2012

Não posso me dar ao luxo de comprar grão caríssimos, moê-los na hora e levar para casa. Seria um mimo, mas tenho os pés no chão. O dinheiro faltaria.

Há muito tempo compro uma marca de café. Vira e vira e lá estou novamente com o meu pacote verdão na mão e, depois, na sacola de compras.

Na semana passada algo mudou: eu e a minha filha fomos ao supermercado e encontramos uma embalagem de café com lindo design. Ela disse: vamos experimentar, mãe É o que estamos fazendo agora; aqui em casa o Café 1889 está em experiência. O design do pacote é lindo. O sabor é delicioso, mas ainda não poderei abandonar a minha marca preferida. Talvez seja uma questão de tempo, de maior comparação com outras torras - e por que não de outras marcas, também?

Você tem uma marca de café da sua preferência, leitor?

Até a próxima!

Que saudade da Fábrica Palmeira...

 
A Fábrica Palmeira, em Belém ( reconstruída após o 1º incêndio)- Foto reproduzida do blog do Fernando Jares
Meu pai costumava trazer para casa biscoitos e pães da Fábrica Palmeira, lá em Belém. Jamais esqueço das ocasiões em que lá entrei com ele. Era a minha mão na mão do papai -  e, posso garantir de que os meus olhos de filha atenta deviam brilhar muito. Pena que não tenho registro fotográfico algum desse lugar que mora nas minhas lembranças de menina paraense.

Ainda bem que o Fernando Jares não deixa de reunir guardados históricos, com a ajuda de outros paraenses, sobre a antiga fábrica de biscoitos e pães. Muitos residentes em Belém não conheceram a bela Palmeira.

Com o Pelas Ruas de Belém todos terão as informações necessárias para imaginar e sonhar com o lugar, hoje reduzido a uma coisa bem estranha, uma espécie de shopping popular. Por mim, seria uma praça com arvoredo farto e uma réplica em miniatura da saudosa fábrica de massas paraense. Na última vez em que passei pela Manuel Barata vi aquela coisa horrenda sendo erguida, mas quero informes recentes; quem sabe olhos paraenses atentos possam vir em socorro ao rol de curiosidades que eu tenho sobre o destino daquele terreno que abrigava a lendária fábrica de massas.

Até a próxima!

Uma rosca de padaria com doce de bacuri; já provou?

O jornalista e conterrâneo Fernando Jares é um autêntico historiador sobre os elementos codjuvantes que animam as ruas com restaurantes, padarias e confeitarias em Belém. Quer exemplos? Clique nos links indicados e saiba detalhes sobre a Padaria Santa Clara e acerca de tal  rosca de bacuri que faz o maior sucesso, lá na capital paraense.
 
Uma rosca de padaria com recheio de doce de bacuri? Deliciosa iguaria, lá em Belém - Foto reproduzida do blog PelasRuasdeBelém, do Fernando Jares
Ai, ai, ai e ai, ai...- Estou longe de Belém, mas juro por todas as xícaras de café que já tomei: no meu primeiro retorno, além de visitar e comer, ainda fotografarei as gostosuras para nós. Interessado no meu relato cheio de imagens futuras, leitor?  Aguarde.

Folhados de camarão! - Há algum produto de padaria ou confeitaria que você muito aprecie? Eu adoro os pastéis folhados; lá em Belém eu os encontro até com recheio de camarão. Aqui em Curitiba?Jamais os encontrei, mas encontro outras delícias que não as encontro lá. Assim sendo, nada como passar uma temporada aqui e outra lá, não é mesmo? É o meu plano bem risonho para a vida em 2012.

Até a próxima!

Fãs de café e pãozinho quente com manteiga

 
O prazer de apreciar um delicioso café com ou sem leite é tema de boa conversa,sempre! - arq. pessoal 2012

Puxei conversa bem interativa , ali na minha página tuteira e quatro fãs de café e pão com manteiga, logo apareceram para tuitar comigo: o BrunoBarbosa, a Aline Dexheimer , o  Fernando Jares e o Flávio Costa. Adorei.

A conversa continuará o dia inteirinho;  cafés, padarias e correlatos são os temas das postagens de hoje. Está interessado? Venha conversar, também!


Até a próxima!

A tentação que vem das padarias e confeitarias


Parada básica para tomar um delicioso café com leite e pão com manteiga. Ele custou R$4,30-  arq. pessoal 2012
Tenho o costume de caminhar diariamente pelos arredores de casa. Com a prática descubro inúmeros pontos de destaque - e, aqui entre nós, as padarias e confeitarias estão na dianteira. Se vou ali para o lado do Batel, aqui mesmo pelo Mercês e na direção dos limites com o Bigorrilho, encontro opções deliciosas. As minhas preferidas? Fico sempre na dúvida entre a Saint Germain e a Requinte

Na volta para casa? Pães fresquinhos! -arq. pessoal2012

Hoje, por exemplo, o meu trajeto incluía uma parada na agência bancária e uma caminhada ligeira até o final da Rua Padre Anchieta, lá pela altura do Mercado Condor, mas a tentação quem vem com o cheirinho gostoso de pão fresquinho foi maior. Não sou santa, portanto, entrei e pedi um café com leite e pão com manteiga, ali na Saint-Germain . É um começo de dia delicioso. Paguei R$4,30 pela média e saí de lá com um pacote de pães bem fresquinhos.

Alguma padaria bem recomendável aí nas suas imediações de casa, leitor? Vale a divulgação? Gostaria de encontrar uma média (vide a foto emprimeiro plano) com preço popular na panificadora em destaque, mas os seus proprietários adotam uma política de preços bem diferentes. 

Outras padarias e panificadoras aparecerão aqui mencionadas em comparação aos preços da média, refeição matinal simples e popularizada entre nós. Aguarde.

Até a próxima!


segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Com serrote e martelo nas mãos...


Fiquei encantada com a dupla acima e com o banco de madeira que vi, lá em Santa Felicidade - arq. pessoal, 2012
No sábado passado comprei um serrote e pregos bem grandes. Tenho um plano, leitor: quero fazer um banco para colocá-lo, lá embaixo da dupla de bougaville que floresce no meu jardinzinho. Guardo algumas sobras de madeira e as  reeaproveitarei com uma arte(kk kkkk...) feita pelas minhas próprias mãos. Penso, entretanto, de que não será uma tarefa fácil para quem nunca serrou nada na vida, mas depois de lixar a peça e pintá-la com uma cor bem destacada...pode acreditar que farei uma foto para que você veja a minha proeza.

Sentar embaixo dos galhos floridos da bougaville e papear com gente amiga não tem preço, leitor! arq. pessoal
Ontem, depois do nosso almoço, lá no agradável bairro de Santa Felicidade, eu e a minha pequena família passamos na frente de uma daquelas lojas de artesanato -  e,  não pude deixar de olhar e fotografar a dupla em destaque acima. O banco que pretendo fazer não será como o da foto, mas terá a mesma serventia. Chamarei uma vez ou outra um amiga ou amigo para sentar e prosear. Aguarde.

Até a próxima!

Está aí, leitor?


Bom dia!? - e do outro lado não há absolutamente ninguém disposto a interagir - arq. pessoal 2012
É a manhã de segunda-feira. Não apareceu ninguém para trocar conversa aqui durante todo o final de semana. Assim, diante do pouco caso, não há quem tenha ânimo nenovado para blogar. Há quem fique contente com dados estatísticos baseados em cliques na página; eu não. O silêncio do leitor é como a indiferença ao meu cumprimento. É desestimulante, mas o prazer de blogar é meu - e o seu, talvez, apenas o de ler sem maior envolvimento.
 
Até a próxima!

domingo, 8 de janeiro de 2012

Fazer legendas para fotos das férias escolares, sempre!



A minha família, residente em Belém, mantinha uma casinha de madeira, lá na Praia Grande ( Ilha de Mosqueiro, PA) e não precisava de mais nada para que a vida fosse apenas um recesso escolar com data definida para encerrar. Lamento não contar aqui com foto daquela época, mas farei uma busca nos arquivos dos meus irmãos. Aguarde.


Ir à praia? Uma diversão permanente nas minhas férias de outrora - Ilha de Mosqueiro, PA, arq. pessoal
O que fazíamos? No meu caso, além da leitura de gibis, banhos na praia, comidas frescas (ai, ai, aqueles dourados e filhotes ali pescados na ilha!), apanhar goiabas, araçás, jambos e ajurús na redondeza, chupar manga caída no pé da mangueira, ali em frente do Bar e Restaurante Guiomar, brincadeiras de roda, pular corda e à noite ouvir histórias e causos de assombração e, finalmente, dormir na rede, nada mais. Que saudade desse tempo de despreocupações. Ele não voltará mais, nem que eu deseje ardentemente. Daí a necessidade de deixá-lo registrado, querido leitor.

Sugestão  -  Será que as lembranças das férias das crianças atuais são intensas tanto quanto eram as das crianças de outrora? Veja, portanto, a necessidade de dimensionar as temporadas de férias, seja na redação descontraída em casa ou na escola - ou vídeos ou fotografias que entram para o arquivo familiar. São registros importantes. Não os desperdice ou deles faça pouco caso, por favor! Até mesmo fazer legendas para as fotos em arquivo ajudará a bem registrar as temporadas das férias escolares de ontem e de hoje.



Até a próxima!

Férias escolares de hoje e de outrora; quanta diferença...

 
Abundância de sol,areia, banhos na praia e tempo livre para brincar à vontade nas férias de outrora - Ilha de Mosqueiro, PA - arq. pessoal

Vamos conversar sobre as férias escolares de outrora, aquelas da época de meninas e meninos estudantes? As que eu vivi após a temporada de fim de ano eram longas; prosseguiam até o começo do mês de março. Eram deliciosas em tudo, mesmo com o tempo mais chuvoso, o que caracteriza até hoje o clima na Amazônia paraense.

Lá em casa? Ah... o roteiro já estava traçado antes mesmo das aulas encerrarem; iríamos para Mosqueiro, ilha fluvial que dista mais ou menos 1h20m de Belém.

Tenho muita saudade dessa época, meu caro leitor. Nada se compara hoje ao que dispunhámos, nem mesmo a companhia dinâmica do computador, adereço indispensável aos que saem em passeios com os filhos ainda crianças ou adolescentes. Outros tempos e outras contingências, eu sei, mas fiquei com saudade e vontade de conversar nostalgicamente sobre os dias de criança escolar em férias. Está disposto a trocar informações?

Até a próxima!


Related Posts with Thumbnails