Mostrando postagens com marcador registros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador registros. Mostrar todas as postagens

domingo, 8 de janeiro de 2012

Fazer legendas para fotos das férias escolares, sempre!



A minha família, residente em Belém, mantinha uma casinha de madeira, lá na Praia Grande ( Ilha de Mosqueiro, PA) e não precisava de mais nada para que a vida fosse apenas um recesso escolar com data definida para encerrar. Lamento não contar aqui com foto daquela época, mas farei uma busca nos arquivos dos meus irmãos. Aguarde.


Ir à praia? Uma diversão permanente nas minhas férias de outrora - Ilha de Mosqueiro, PA, arq. pessoal
O que fazíamos? No meu caso, além da leitura de gibis, banhos na praia, comidas frescas (ai, ai, aqueles dourados e filhotes ali pescados na ilha!), apanhar goiabas, araçás, jambos e ajurús na redondeza, chupar manga caída no pé da mangueira, ali em frente do Bar e Restaurante Guiomar, brincadeiras de roda, pular corda e à noite ouvir histórias e causos de assombração e, finalmente, dormir na rede, nada mais. Que saudade desse tempo de despreocupações. Ele não voltará mais, nem que eu deseje ardentemente. Daí a necessidade de deixá-lo registrado, querido leitor.

Sugestão  -  Será que as lembranças das férias das crianças atuais são intensas tanto quanto eram as das crianças de outrora? Veja, portanto, a necessidade de dimensionar as temporadas de férias, seja na redação descontraída em casa ou na escola - ou vídeos ou fotografias que entram para o arquivo familiar. São registros importantes. Não os desperdice ou deles faça pouco caso, por favor! Até mesmo fazer legendas para as fotos em arquivo ajudará a bem registrar as temporadas das férias escolares de ontem e de hoje.



Até a próxima!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Ôôô... cena linda e inesquecível


Mão na mão e uma vida inteira pela frente - Praça Osório, arq. pessoal
Num desses últimos dias de novembro, quando desci do expresso biarticulado e pisei na Rua Comendador Araújo, ali na direção da Praça Osório, dei de cara com a cena  em destaque. Ela foi registrada com a câmera do meu celular. O leitor pode até nem considerar interessante, mas eu fiquei encantada com o que vi e ouvi.

Eu estava sem pressa e procurei acompanhar discretamente a dupla - e que conversa amável eu ouvi, meu caro interlocutor. Ele a tratava como querida e ela, sempre com a voz meiguinha, dizia olha, paizinho. Eu fiquei imaginando o valor desse encontro na vida de uma pessoazinha, assim como na triste e comumíssima ausência. Tive a benção de poder desfrutar da companhia paterna, semelhante à meninazinha da foto. Andávamos assim, eu e meu pai, quando íamos às compras  de alimentos no Ver-o-Peso ou às feiras dos bairros, como a da Rua Dr. Moraes, nos arredores da Praça Batista Campos, lá em Belém. Não tenho foto alguma desses momentos, mas eles estão guardados vivamente na minha memória.

Talvez, quem sabe com as asas poderosas da internet, um dia a dupla acima veja a foto roubada que eu fiz. Pai e filha terão, assim, uma lembrança imortalizada de um momento inesquecível, captado pela minha prestimosa câmera. De minha parte, fiz tudo para descrevê-lo com a merecida intensidade. Será que consegui, leitor?

Até a próxima!
Related Posts with Thumbnails