quinta-feira, 28 de abril de 2011

Os predicativos dos conselheiros

A presença de éticos conselheiros deveria reinar soberanamente, mas...

                         Ético: adj. Relativo aos costumes; moral. é.ti.co

                        Predicativo: adj. e s.m (Gram) O nome ou ou pronome que qualifica ou determina o sujeito ou o objeto. pre.di.ca.ti.vo

O Benett soltou a charge ontem, mas ela continuará atualizada durante a permanência de Renan Calheiros, entre outros integrantes do Conselho de Ética (Agência Senado), concorda comigo, leitor? Aliás, você já reparou nos predicativos dos integrantes das comissões parlamentares? Comece pela Comissão da Educação. Pensou?

Diga lá - Você arriscaria defender a figura de algum conselheiro nas diversas comissões parlamentares? Faria com que eu colocasse a mão na consciência em relação à ironia dedicada às menções acima?

Na vida real, da labuta e do ganho honesto, as qualificações profissionais e as qualidades morais de uma pessoa sobressaem; são integrantes da seleção ao emprego, exceto quando entra o famoso Quem Indica, mas na encenação política os gatos são tomados por lebres e jacarés pelas preguiças. O erro começa, lá na hora do voto, portanto, temos culpa (in)direta nesse roteiro desacreditado. É lamentável.

Até a próxima!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Você leva as suas compras dentro do quê?

São inesquecíveis as manhãs, quase madrugadas, quando eu e meu pai íamos à feira de rua belenense, ali nas imediações da Rua Dr. Moraes ou ao tradicional Ver-o-Peso fazer compras na hora da viração, lá pelo finalzinho da manhã, quase beirando o meio dia, quando tudo, diante do sol nortista, fica mais baratinho. Além das gratas lembranças de um pai falante, cheio de histórias e tiradas engraçadas, a recordação daquelas duas sacolas de pano listrado preenchem a minha informação histórica familiar na hora da feira doméstica.

Imagem obtida no blog Algodão em flor

Sacola de pano - Quando saio à rua com uma bolsa maior é fato encontrar uma sacola de pano bem dobrada no interior da minha bolsa. Já criei o hábito. Na ida programada ao supermercado eu carrego duas sacolas, bem resistentes, feitas de lona.

Pois não é que já tenho quatro sacolas de pano em casa, leitor? Uma delas comprei na Livraria Cultura, quando passei por Campinas; é resistente e acondiciona sempre os meus livros, os cadernos dos alunos, os jornais do dia e revistas. É de grande serventia; faço propaganda indireta da livraria. Captou a ideia astuta do grupo paulista? O motivo é bom, entretanto. Tomara que a nossa Livraria Curitiba logo arrume uma sacola de pano para vender, com preço bem baratinho aos seus clientes. Eu comprarei uma com toda a certeza; ainda mais se trouxer referências à cidade ou trechos de obras famosas.

Uma queixa - Ainda não encontrei, infelizmente, sacolas de pano bonitas e com preço convidativo; as que estão à venda em supermercados são baratinhas, mas o fator beleza deixa a desejar, embora elas desempenhem a função devida, ou seja, aguentar as compras sem que a sacola rasgue!

Carrinho de feira - Não gostei muito de levar o carrinho de feira ao supermercado; o meu é de ferro, mais antigo e pesado. Ele sacoleja muito quando passo pelas calçadas feitas com pedra de cantaria, comuns no bairro Mercês e em grande parte das ruas de Curitiba, mas  é de grande ajuda para levar as compras. Sábado passado vi um parecido com o da imagem abaixo; ele custava R$19,90 no Supermercado Extra, localizado na Av. N.S. da Luz. Comprei um; vou experimentar ir à Praça da Ucrânia, na próxima sexta. Farei um teste nas compras na feirinha. Depois contarei as minhas impressões sobre o carrinho.


Imagem obtida na revista CRESCER
 Diga lá - Você já adotou o velho hábito dos nossos pais e avós, leitor? Já tem o seu carrinho de feira e sacolas de pano para carregar as suas compras?

Discorda de mim? - Penso que não adiantará buzinar na cabeça das pessoas o estrago causado ao ambiente pelas sacolas de plástico; o convincente é o exemplo, a praticidade, a economia e a participação voluntária em prol da vida de todos.

Acredito que o comércio ganharia uma baita publicidade se distribuísse lindas sacolas de pano aos clientes, sob forma de brinde ou bônus. Aos poucos, além do colorido, a competição publicitária em campanha pelo uso dessas sacolas ganharia as ruas e o consumidor levaria a marca da loja para todos os lugares. Justíssimo.

Alerta geral -  A administração das cidades também precisa colaborar; se as ruas estão esburacadas, sem pavimentação ou calçamento adequado, menos pessoas sairão com o carrinho de feira, o que recrudescerá o movimento em prol do uso consciente das sacolas plásticas para todos os usos. O assunto rende boa conversa e é pauta animada para cadernos dominicais e propostas de redação escolar. Eu garanto.

Até a próxima!

Redação diplomática ao Instituto Rio Branco

O Instituto Rio Branco, vinculado ao Ministério das Relações Exteriores, tem atraído muitos candidatos à carreira diplomática. O salário atual é de R$12.962,12. As provas exigem farta cultura geral e a excelente redação manuscrita, além do domínio de duas línguas estrangeiras articuladas ao excelente português. Dê uma olhada nas informações do Cespe -UNB, que organiza o processo seletivo às 26  vagas oferecidas anualmente. Aos interessados no aprimoramento da escrita formatei uma série de 10 aulas, com carga horária de 30 horas e a opção presencial aos residentes em Curitiba, mas também online aos demais, fixados fora da capital curitibana.

Divulgue - Você conhece algum candidato de olho na carreira diplomática? Conto com a sua ajuda para melhor divulgar as minhas aulas de redação.  

Fonte: Google

      Redação diplomática ao Instituto Rio Branco
          - 10 aulas exclusivas para candidatos à carreira-
Inscrições abertas; informações: (41) 84148553
Aulas particulares/em grupo, mediante agendamento: Rua Ermelino de Leão, nº15, 10 andar, conj. 101 (entre a Rua das Flores e a Cândido Lopes), no Centro, em Curitiba
Atendimento opcional online.
Obs.- O curso não é gratuito.

Acompanhe - Uma das minhas alunas em atendimento particular recente, a Andréa Kozicki, mantém o blog Aspirante a Diplomata, um interessante diário da jovem advogada curitibana na sua preparação em direção ao seletivo Instituto Rio Branco.

Até a próxima!

Sem ética a exemplificar

Você já reparou, leitor, como vem da política o volume do nosso desapontamento coletivo? Entregamos os cofres públicos aos depredadores da ordem. Com a chave do poder nas mãos eles fazem o quê? Um verdadeiro show de horrores e indignação. Votam e aprovam o que lhes favorece; formam incessantemente verdadeiras quadrilhas para assaltar a confiança popular.
A charge do Angeli explica a triste constatação nacional: os sem ética abundam


Maus exemplos -  A lista com os nomes que compõem o Conselho de Ética no Senado é estarrecedora. Você consegue imaginar Renan Calheiros como exemplo ético? Os políticos e a camarilha que faz salameleques aos desmandos com o poder enxovalharam o substantivo mais altivo que conheço. Lá no meu estado de origem, o Pará, o prefeito de Belém, o Duciomar Costa, está sob um processo de cassação do cargo, mas a papelada não aprendeu a andar; já estamos quase no final de abril e nada da esperada decisão. Culpa de quem, quem, quem? Do tráfico de influências políticas; quando os "probos" não querem fazer a carruagem andar, a troteada é regida em minuetozinho, bem na maciota, só para nos irritar, burlar o certo e premiar o errado, a vilania.

Palhaçadas e horrores - Com o voto irresponsável e a reeleição fácil oferecemos o combustível aos políticos. Quer mais detalhes sobre o show das excelências? Clique nos links oferecidos pelo Josias de Souza e Rogério Galindo, entre poucos que divulgam os fatos que acontecem na pátria como eles são. Aproveite para conhecer, também, o que escreve o blogueiro Parsifal Pontes. Vale dispender alguns minutos em análise; eu garanto.

Escolher bem - Precisamos tomar vergonha na cara e eleger gente melhor; passar uma vassourada nas velhas oligarquias, livrar as novas gerações desses maus exemplos de grosserias, vilanias, enganações e da prática do toma-lá-dá-cá. Detesto ver esse quarteto nas ações comezinhas. Há um interesse vil nas menores atitudes, inclusive, na nossa prática cotidiana. Quem não faz conchavo e despreza os ajeitamentos oportunos perde o amigo, o emprego, a fiança. Os valores éticos sofrem recrudescimento galopante. Tenho medo dessa onda, meu caro leitor.

Sugiro acolhermos a ideia do cartunista Ivan Cabral: que político seja um palavrão!

Não reeleger - Há muito eu decidi não reeleger qualquer candidato; reeleição é expressão de satisfação do eleitor, mas também de grande enganação pelo canto de sereia do vereador, deputado, senador, prefeito, governador e presidente. Reeleitos? Eles querem é mamar nas tetas fartas do poder público, porque acumularão seus proventos e garantirão os dias eternos nas Câmaras, das Assembeias, no Senado e na Presidência.

O nepotismo presente, à revelia das restrições legais, nas prefeituras e governos não desmente, concorda comigo?  É preciso não acreditar na conversa mole; depois, quem sofre somos nós. Sarney, Jader, Requião, Richa e o séquito de asseclas sempre em marcha estão aí para comprovar os meus temores. Mais juízo, caro leitor, na hora de votar, é o que precisamos.

Até a próxima!

terça-feira, 26 de abril de 2011

Os pais atentos no Conselho Escolar

As instâncias educacionais família e escola são soberanas na adjetivação recebida, portanto, a presença dos pais faz parte da necessária articulação à educação comprometida com o sucesso, sobretudo da pública.

Que beleza! - Gostaria de fazer parte de um conselho escolar, de um grupo de amigos da escola ou de outra esfera, dentro de uma escola pública. Já declarei o desejo em postagem do dia 31 de março recente. Confira. Foi, portanto, com alegria que li a reportagem Conselho Escolar, um desconhecido, da Anna Simas, na Gazeta do Povo. Gostei de saber da participação do grupo de pais, nas escolas Algacyr Munhoz Maeder  e na Angelo Trevisan, sediadas em Curitiba


Fonte: Google

Ao matricular uma criança ou jovem na escola os pais confiam nos cuidados demandados à educação escolar, mas diante das dificuldades enfrentadas (burocracia, leniência, entre outras) estender reforços não será demais, ainda mais, quando a carência nas soluções imediatas é evidente. A feliz ideia de Clube de Pais bem  atuantes poderia ser uma constatação nas escolas públicas, concorda comigo, leitor?

Diga lá! - Como agiam os seus pais à época da escola  fundamental, leitor? Eram participantes ou não ligavam a mínima? Há quem defenda que a escola é a escola e a família é a família; vê tudo, assim, separado. Eu discordo; a união entre as instâncias sociais fortalece as boas práticas. Todos ganham, ainda mais quando há transparência nas ações. Sou filha de professora primária aposentada; lá em casa o respeito e o acatamento aos ditames da escola eram seguidos à risca, mas quando necessário, minha mãe, empurrava o portão da escola para conversar com a diretora ou a professora queixosa. Sempre deu muito certo. Eu ajo igualzinho; tenho um filha ainda está em idade escolar, portanto...

Até a próxima!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Qual o destino do livro impresso?

Você  certamente leu o título acima; consegue respondê-lo, prezado leitor? Os livros que tenho aqui em casa, depois de lidos são geralmente compartilhados. Costumo, sob protestos da minha filha, ainda bem apegada ao material, entregá-los às bibliotecas públicas, embora mantenha nas prateleiras alguns títulos. Não tenho, entretanto, nenhum livro digital, mesmo sob o plano de "baixar" alguns disponíveis na internet. Quero, sim, experimentar a alternativa de leitura, porque sem conhecer as opções, qualquer comentário depreciativo será vazio de argumentos.

Li Na era dos bits, Dia do Livro passa por data fúnebre, do Josias de Souza e senti vontade de contestá-lo, ali no Twitter, mas, aqui entre nós, tomei o caso na esfera particular e, também, amparada pelo que vejo na rotina de amigos leitores, suas estantes repletas de títulos realmente lidos e o afã para adquirir mais livros impressos. Será que você repete e confirma as ações em negrito?

Meu amigo Jarbas Novelino levantou  a interessante questão ao escrever Não há livros online, lá no seu Boteco Escola. Eu não tenho experiência com o tema; li contos esparsos na tela do note, mas um livro com grande dimensão de páginas... nunquinha. Sou, portanto, alguém que ainda precisa passar pela experiência significativa. Meus argumentos contrários são inexistentes, bem diferentes dos que envolvo a preferência pelos impressos. 


Fonte: Google
 Não penso que o dia 23 de abril, anualmente atribuido aos festejos voltados ao Livro tenha passado como um cortejo fúnebre, mas os leitores têm a palavra final. Quando olho disquetes e fitas VHS em casa sinto que uma revolução passou por mim; todos os meus arquivos com dados importantes estão agora em minúsculo pendrive e na memória do meu computador. É fato incontestável; sem volta e meia e lero-lero. Meu amigo, o contador Valdir Macenco, em tweet recente, entretanto, declarou: " Tentei trocar o livro impresso mas desisti! Não podia usar meus marcadores de pagina!" - o que você tem a comentar sobre o assunto?

Interaja  - Preciso de você, leitor; vamos conversar? Eu ainda prefiro o livro impresso. Motivos? Muitos e muitos. O mais forte? Satisfazem, mas não posso ser radical; a vida segue o seu curso; quero refletir sempre, antes de embarcar de olhos fechados na onda de engenhocas tecnológicas, mais intensa do que as provocadas pela pororoca amazônica, assunto de postagem em breve. 

Até a próxima!

Ótima segunda-feira, leitor!

Mais uma semana para bem vivermos, hein, leitor? O clima ajuda, mas sem a disposição interna as complicações aumentam, concorda comigo? Aqui em Curitiba o tempo continua instável, mas ontem, veja bem, o céu estava azul, tal como destaco no registro fotográfico. A mínima para hoje? 15ºC. A máxima? 23ºC, segundo o Simepar.


A avistar o céu azul  e sem nuvens escuras o que você pensa? Curitiba, Água Verde, abril 2011


A imagem acima foi obtida ontem, quando fiz um rápido giro pelo bairro do Água Verde, não sem antes atravessar pelos agradáveis Hugo Lange, Cabral  e Boa Vista, áreas residenciais extremamente agradáveis, em Curitiba.

Até a próxima!

domingo, 24 de abril de 2011

Pequeno recesso

Tudo bem com você, leitor?

Farei uma parada até amanhã; vim aqui apenas para deixar um alô, uma satisfação, sobretudo aos que clicam na página em busca de novidades, uma postagem nova. Tenho, desde ontem, um trabalho de  correção intensa, mas creio concluí-la até mais tarde.

Tenha um ótimo final de domingo; voltarei assim que estiver mais livre.

Até a próxima!

sábado, 23 de abril de 2011

Um livro que não sai da cabeça

Quem é leitor vive com muitas informações na cabeça. Hoje? Eu quero saber qual é o livro que não sai da sua cabeça, porque é inesquecível.


Fonte: Google

A qualidade do conteúdo do livro, a autoria, a edição e as condições da leitura não devem ser questionadas. Quero saber qual o título e o autor daquele livro em que passe o tempo, venham novos títulos e ele está lá, na sua cabeça. É o que mais marcou a sua vida de leitor.


Imagem: Google

Um presente inesquecível - Quando eu estava na 3ª série ganhei da professora, sob forma de prêmio pelas notas do bimestre, uma das obras da Condessa de Ségur , o inesquecível Os desastres de Sofia; alguém aqui já leu? É bem infantil e assertivo; marcou a minha iniciação de leitora. Depois, vieram outros, mais intensos, sérios e reflexivos.

Felizmente, meus amigos no Twitter não deixaram a minha pergunta sem resposta; diante da questão que dá título à postagem eles logo responderam. Acompanhe os depoimentos:

Alta fedelidade, de Nick Hornby - É o livro inesquecível do arquiteto e jornalista Marcelo Katsuki - Eu não li, mas ele diz que o texto reflete a crise existencial dos quarentões. Acho que deve ser um ótimo presente para muita gente. Vamos comprar ou emprestar esse título? Amanhã eu vou à Fnac; olharei o que diz a capa. O Kats recomenda; ele deve saber das coisas.

Fonte:Just me Cute Poetic Girl


Sidarta, de H.Hesse -  É a escolha da bibliotecária Sibele Fausto - Eu já li e gostei, mas não é o meu preferido. A leitura é intensa, influenciadora no Bem. Era um ótimo presente com certeza absoluta nos meus tempos de adolescente; hoje, talvez, ainda desperte gratas emoções nos que percorreram as páginas desse livro.

Ulisses, de James Joyce -  É o que a festejada leitora Be Neviani aponta em primeiro lugar - É um livro para todos, mas poucos têm fôlego suficiente para ler. É preciso  maturidade e autonomia com a leitura para absorver tudo devidamente; quando li Ulisses a adolescência tinha ficado bem longe.

Fonte: Google


1933 foi um ano ruim, de Jonh Fante - É o livro inesquecível para o blogueiro Alessandro Martins - Desconheço o conteúdo desse livro. Será outro título que buscarei na prateleira da livraria ou da Biblioteca Pública para ler. O Ale é um ledor de primeira grandeza; a referência não deve ser pouca coisa.

Que tal indicar o título de livro que não lhe sai da cabeça, leitor? Aguardarei a sua contribuição; postagens interativas são extremamente prazerosas.


Até a próxima!

Coelhinho, galinha preta e conversa mole

Na quinta-feira, caro leitor, comprei chocolate em barra para fazer um ovo e não ficar alheia ao movimento pascal, mas eu e minha filha somos formigonas. O ovo nem se materializou. Usei parte do chocolate para cobrir castanhas-do-pará levemente tostadas no forno e minha filha, sempre com ideias, derreteu a gostosura em porções generosas no microondas. Resultado: é sábado pascal e não temos ovos de chocolate em casa.  

Coelhinho, ovo ou galinha preta? - Fiquei com uma inveja danada dessa galinha preta que o Marcelo Katsuki ganhou e incluiu na postagem de É muito chocolate, no Comes e Bebes. Fiquei, também, até com remorso materno ao avistar o que a Bárbara Horn, do Menina Prendada, fez para bem educar a Florinha no quesito chocolate guardado para comer na hora certa; eu tentei, mas minha filha quer chocolates para consumo imediato. Não consegue guardar nada. É herança materna, ui..

A foto é do Marcelo Katsuki, mas a inveja pode ser de todos. Eu quero uma galinha preta,também!

Conversa mole & café  - Vou sair um pouco e caminhar pelo bairro; o tempo ensolarado e fresquinho em Curitiba ajuda. Ainda bem. Nos meus planos está uma passada na SaintGermain; vou aproveitar o sábadão para desfrutar de um café achocolatado, após o almoço, mesmo sob o protesto dos baristas. Aproveitarei, também, para conferir se as ideias que ofereci à confeitaria foram devidamente inseridas (degustação diária, cartão fidelidade, etc); vi apenas a instituição do concurso de frases, com participação exclusiva da garotada. Observarei o que pensaram para nós, consumidores adultos. Você faria o mesmo, leitor? Após a minha sugestão, o administrador prometeu oferecer novidades ao consumidor contumaz, portanto... 

Até a próxima!
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