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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Não foi por falta de aviso, Prefeitura de Curitiba!



Sou testemunha ocular e moradora do trecho atingido pelo "tufão" e descaso da equipe de poda da Prefeitura de Curitiba- Eu avisei, mas não ligaram-  Rua Marcelino Champagnat, Mercês - arq. pessoal 2013

Uma amostra da queda dos galhos; imagine se passa uma pessoa ou um carro durante a queda- Eu avisei , PMC!-  Rua Marcelino Champagnat, Mercês, arq. pessoal 2013

O trânsito está impedido e agora as equipes de poda entram em ação- Não faltou aviso - Rua Marcelino Champagnat, Mercês ,arq. pessoal 2013
Não foi por falta de avisos. Um dia a ventania acompanhada de chuva forte traria o cenário acima. Fiz 3 chamadas de notificação à Prefeitura de Curitiba. Adverti quanto à poda regular e rebaixamento da copa das árvores ou mesmo pensar na substituição da espécie arbórea, mas entender um reclamo de cidadão atento exige a contrapartida.

As imagens explicam o que aconteceu. Agora? As providências serão aquelas que citei acima. Prevenir é verbo que exige ação imediata. Fica a lição para todos.

Até a próxima!

sábado, 25 de agosto de 2012

Ao contrário das cartas, chegam os "santinhos"

Além dos cavaletes horrendos, ali nas esquinas, o eleitor ainda tem que suportar o amontoado de panfletos com a propaganda eleitoral? Ontem? Retirei da minha caixa de correspondência uma porção de santinhos. A situação acontece aí na sua casa, também, caro leitor? Será que os candidatos ainda não perceberam a aversão que o eleitor sente com relação à  tal prática desagradável e impositiva?

Ao contrário das habituais estratégias de persuasão eleitoral, por que os candidatos não fazem o que o eleitor atento e consciente deseja? Eu, por exemplo, ficaria muito grata se um candidato abandonasse a tentativa de manter-se sob a ubiquidade; desejar aparecer em todos os lugares simultaneamente é um absurdo! Deixar uma agenda no partido é uma solução. O eleitor interessado em escolher saberá o local do encontro de tais informes.

Nossas caixas de cartas ganham status de lixeira eleitoral; é insuportável - arq. pessoal

Quanto mais atento e crítico, menos o eleitor suporta a lixarada advinda com a campanha eleitoral. Não é por menos que candidatos acorrem bem gulosos às áreas periféricas da cidade; muitas pessoas, lá residentes, consideram uma alegria, um destaque, uma deferência apertar a mão, sair nas fotos e ouvir a cantilena eleitoral de vereadores e candidatos à prefeitura municipal. A natural ingenuidade, bonomia  e confiança no ser humano acolhem a arquitetada conversa de um defensor dos fracos e oprimidos. Os bairros distantes, sem o devido respeito das autoridades  alimentam, assim o ego politiqueiro, o apetite pelo poder e asseguram uma promessa de outorga. É a prova da contradição, concorda comigo, leitor?

Já anotei os números de todos que encheram de lixo a minha caixa de cartas;  eles receberão a minha total indiferença. O respeito ao eleitor é um exemplo de conduta digna; poucos candidatos oferecem provas. Assim, a eliminação acontece naturalmente.

Até a próxima!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

A faixa do pedestre quase apagada, PMC!

 
A faixa de pedestre está quase apagada e o desrespeito à passagem é geral-  Rua  Frederico Cantarelli com a Marcelino Champagnat, Mercês, Curitiba,  arq. pessoal
Não sei se o leitor costuma observar com atenção as faixas que são pintadas nas ruas e que têm a função de regular o trânsito, tanto de pedestres, quanto de automotores e ciclistas.

Aqui bem perto de casa, ali na Rua Frederico Cantarelli, esquina com a Marcelino Champagnat, a faixa de passagem aos pedestres está quase totalmente apagada; muitos motoristas têm desrespeitado o direito de quem precisa atravessá-la; eles avançam o que resta ainda da faixa e ficam com o carro embicado já na Marcelino, uma vez que o fluxo do trânsito vindo da Cândido Hartmann, quanto da Rua Capitão Souza Franco e da Padre Agostinho é numeroso.
Grande insegurança - O pedestre do trecho em destaque tem o seu direito violado durante o dia todo. Imagine, caro leitor, quando é a hora de entrada e de saída do colégio particular, localizado ali na esquina da Marcelino. Atravessar exatamente na faixa de segurança é de uma insegurança incalculável. A maioria das pessoas fica esperando na calçada ou dentro daquela ilha no contorno cercado de pedas, cuja pintura também está quase apagada. Clique na foto e veja os detalhes.

   Olá, @Curitiba_PMC : qual é o setor responsável pela pintura da faixa de pedestres? Ali na F.Cantarelli c/Marcelino Champagnat já SUMIU!
( meu tuite, no dia 16 de abril)
    @ araujodoralice: oi, será feita uma vistoria e se for constatada a necessidade será feita uma nova pintura na faixa de pedestre.
( tuite da PMC, segundos depois)

Quero ver em breve a faixa de pedestres, ali da F. Cantarelli, tal como a da Rua Martin Afonso, esquina com a Capítão Souza Franco - Arredores da Pça da Ucrânia, Curitiba, arq. pessoal

Veja a transcrição dos tuites acima. Ela reproduz o meu pedido e a resposta do responsável pela edição do Twitter da administração municipal curitibana. Aguardarei, assim, as providências anunciadas. Caso o leitor resida em Curitiba  - ou em outra  cidade brasileira - que tal indicar trechos de rua que exibam a mesma situação? Faixas que favorecem o trânsito seguro dos pedestres são tão importantes, quanto as que indicam o dos veículos automotores e ciclistas. Informar à Prefeitura as irregularidades será, portanto, um modo de ajudar a manter a paz no trânsito.

Uma pergunta: será que o leitor dispõe do endereço da rede social utilizada pela administração do seu município? É um pormenor decisivo na mão do cidadão atento.

Até a próxima!

sábado, 7 de abril de 2012

O teatro vai às ruas centrais, aqui em Curitiba

Personagem do teatro de rua  interage comigo; não perdi a oportunidade e cliquei nela - Curitiba, Festival de Teatro, arq. pessoal

As imagens aqui compartilhadas exibem o panorama que encontrei, ali na extensão da Praça Osório e o começo da Boca Maldita, aqui em Curitiba.

A arte teatral popularizada vai às ruas no centro de Curitiba; bem poderia ir às praças dos bairros mais afastados, também- Boca Maldita, arq. pessoal
A feirinha gastronômica e de artesanato, além da movimentação do teatro de rua, parte integrante do Festival ( Caderno G, Gazeta doPovo) que ora alcança os seus últimos dias, animam aos que transitam nos arredores da famosa e polivalente praça, mas ganharia maiores aplausos se as encenações teatrais chegassem aos bairros mais periféricos. As praças de Curitiba, se tomadas completamente pelo teatro de rua, fariam mais justiça à programação de lazer público.


Apesar do grande público, muitos não conseguem chegar ao centro de Curitiba - Teatro de Rua, arq. pessoal
????- Será que falta dinheiro para expandir o popular e muito festejado teatro de rua? Muita gente não pode pagar a entrada nas casas de espetáculos oficiais; o teatro de rua cobre uma lacuna no lazer cultural público. Não tenho qualquer dúvida de que mais peças de ruas e maior alçance nos bairros seriam do agrado popular. 


 Até a próxima!
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