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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Todos os guardados na internet

Tenho feito arrumações nas gavetas de guardados que evocam lembranças. Antigos guardados em papel tomam espaço; é preciso fazer uma limpa geral, antes que  chegue uma mudança drástica ou imprevistos aconteçam. Nem todos, mesmo os parentes queridos, têm a necessária paciência para lidar com as lembranças alheias. Anotações, recortes de jornais e revistas, textos de alunos, cadernos esquecidos, cartas antigas, fotografias, por exemplo; são tantos os envolvimentos que apenas o dono dos guardados é capaz de selecioná-los devidamente.


Imagem obtida no Blog Seanor

Ontem, por exemplo, abri uma pasta de recortes de crônicas publicadas nos jornais. Sabe o que encontrei entre eles? Um belo texto do Veríssimo, cujo título é Parker 51, publicado  na Gazeta do Povo, em 2006. O escritor relembra que emprestava anualmente do pai uma caneta Parker 51. O motivo? Fazer a prova do final de ano. Era certamente um empréstimo solene. Naquela época estudantil, segundo o cronista, não existiam as esferográficas e as canetas recebiam o nome de canetas-tinteiro.

Escrever com uma Parker era, sem dúvida alguma, um privilégio, uma vez que as canetas comuns respingavam tinta no papel, mas com a Parker o desastre não acontecia.

No meu baú - Eu tive uma Parker. No dia da minha formatura como normalista um dos meus cunhados me presenteou com a famosa caneta. Guardei durante muitos anos aquela relíquia; era para assinar os documentos mais simbólicos da minha vida. Consegui apenas assinar o meu diploma de licenciada em Letras, lá na Universidade Federal do Pará. Anos depois, quando morava em Campinas, um ladrão entrou em casa e fez uma limpa nos meus guardados. Não deve ter reconhecido o valor da minha saudosa caneta, mas a levou junto com panelas, bicicleta, televisor, roupas, rede, talão de cheque e uma porção de objetos queridos. Roubou, também o meu sossego. Nunca mais fui a mesma depois desse roubo.

O leitor deve estar matutando sobre o porquê da minha conversa sobre papéis antigos, caneta Parker 51 e roubo, não é mesmo? Pois agora eu nem sei explicar os motivos; apenas senti vontade de reuni-los aqui. Talvez... para evocar lembranças e registrá-las na internet, esta caixa de guardados que não deixa nada desaparecer, nem as alegrias e nem as tristezas.

Até a próxima!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Como barrar um predador de dados?

A divulgação de um endereço eletrônico para contatos profissionais é uma providência necessária atual, mas deixa a caixa postal bem vulnerável à chegada de contatos indesejáveis e maliciosos, mesmo com a devida proteção ao computador.

Com o pretexto de buscar mais informações sobre as minhas aulas de redação, alguns desocupados tentam trazer dados indesejáveis ao contato. Triste constatação, leitor! Já aprendi, entretanto, a fazer desvios da mira desses invasores.

Quando eu morava em Campinas(SP) e passeava de bicicleta ali pelos arredores do Cidade Universitária, bairro elegante  que fica nas cercanias da Unicamp, era comum avistar muitas casas sem muro ou grades. Lindos jardins rodeavam as belas construções, mas escondidas,  lá estavam certamente as câmeras para registrar a possível invasão dos ladrões ou ataque bem calculado dos vândalos. Na internet, lamentavelmente, acontece bem parecido. É só fazer as devidas analogias.

quem não suporte ver uma pessoa feliz a desfrutar das suas conquistas pessoais; não fica quieto enquanto não vai lá e picha, rouba, destrói ou faz sujeira. É um poder, entretanto, às avessas e temporário. Um dia a violação das travas de segurança tem um término; o poder acaba, porque é um roubo da confiança e ninguém fica impune por muito tempo.

Já viveu situação semelhante, leitor?

Até a próxima!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Cliente Internet 3G? Venha conversar comigo

Eu pago R$89,90 para manter a internet móvel da Claro, mas estou insatisfeita. Hoje, por exemplo, fiquei praticamente a manhã inteirinha sob interrupções seguidas. Aja paciência leitor!

Quero internet 3G que não oscile; a Claro balança muito.

Você é cliente de internet 3G? Poderia, por favor, fazer um comentário sobre a sua (in)satisfação com o serviço? Serei infiel, logo, logo, porque do jeito como a Claro anda me tratando, a relação perdeu a graça.

Atitude-  Se o serviço continuar assim, tão oscilante e em queda constante, logo mais vou tomar um café nas redondezas, mas buscarei um local que disponha de acesso à internet. De lá, darei notícias, caro leitor. Cafés com internet livre atraem clientela exigente. Eu gosto muito; você, também?

O consumidor não pode mais pagar pelo que não desfruta e os serviços de internet oferecidos não miram consumidores atentos. Eu não sou boba; quero os meus direitos, porque na hora de pagar a fatura, se atrasar, pago multa e, se deixar de pagar, a Claro suspende a conexão. É justo? Ela acha que sim, mas eu não. Quero depoimentos para fortalecer a minha queixa no Procom-PR e na minha página blogueira, eco das minhas alegrias e tristezas.

Até a próxima!
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