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domingo, 20 de janeiro de 2013

Que delícia de "espresso"...

Bom dia? Ontem? O meu começou com um delicioso espresso bem servido pelo Le Caffes. Voltei ao Mercado Municipal de Curitiba para buscar alguns ingredientes para o almoço e não resisti à delícia de parar para um café. Gostosuras- arq. pessoal 2013
  Até a próxima!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Arquitetura escolar; um tema para muitas reflexões


Reprodução da capa do livro via Oficina do Texto

Um dos meus temas preferidos é a arquitetura escolar e as suas implicações na vida dos que trabalham e estudam, portanto, caro leitor, quero ler imediatamente o livro Arquitetura escolar, de Doris Kowaltowski (portal da Oficina do Texto, 2011)

Até a próxima!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Gosta de livros? Então, não hesite em...


Imagem reproduzida do blog  Book Patrol
 O link a seguir é uma recomendação expressa à visualização, caro leitor; devo ao amigo professor Jarbas Novelino, ali do Boteco Escola, a excelente indicação de Livros maravilhosos. Que tal? Gostou? Sugiro que faça a recomendação semelhante; seus amigos certamente apreciarão.

Até a próxima!

domingo, 25 de dezembro de 2011

"Relíquias culinárias" bem compartilhadas

Adoro ler reportagens, ver e acompanhar as receitas e, finalmente, quando é possível fazer ou provar as delícias da gastronomia. Na minha última passagem pela Livraria Cultura veja o que encontrei:

A minha mais atual relíquia veio pelas mãos da Rosa Belluzzo - Machado de Assis, relíquias culinárias-  Unesp - arq. pessoal
Meu plano delicioso, leitor! - Nos próximos dias farei da minha pequena cozinha um laboratório experimental de algumas receitas compartilhadas pela pesquisadora Rosa Belluzzo.
  
Quem não gosta de rabanadas? -  arq. pessoal
O livro, apesar do coadjuvante nome destacado no título, não é sobre a obra de Machado de Assis, mas sim uma tentativa de retratar o que bem se comia no Rio de Janeiro antigo - e Machado entra como uma excelente âncora editorial - mas é um bom livro. O certo é que já percorri todas as  páginas e levarei adiante o plano de testar algumas das receitas. Começarei, hoje no finalzinho da tarde, com o preparo das deliciosas rabanadas. Quero fazer as empadinhas de camarão, também!

Aqui entre nós... - O livro é de fato um belo presente, meu caro leitor. Quer mais detalhes sobre a obra? Leia a arguta postagem à mesa com Machado, Debret, D. Pedro, do blog assinado pela Tania Nogueira, o  Receita na prática é outra. Eu adorei a descontração da escrita, as críticas e as menções encontradas no texto da blogueira. Tudo bem no ponto; muito bem temperado pela observação apuradíssima de quem lê reflexivamente.

Até a próxima!


sábado, 6 de agosto de 2011

O (des)prestígio aos autores locais

Estou relendo o romance Chove nos campos de Cachoeira, do paraense Dalcídio Jurandir; já estou, também, com a antiga edição de Belém do Grão Pará em casa para reler e fazer as minhas anotações. São livros preciosos que encontrei no acervo da Biblioteca Pública do Paraná, prezado leitor. São, igualmente, marcos literários na ficção paraense, nem sempre destacada nas aulas de língua portuguesa na região. Lamento, mas as expressões locais, tanto aqui como lá ou  nas demais regiões nem sempre prestigiam os autores da terra.

Por que as universidades públicas do Pará não indicam Belém do Grão Pará como leitura obrigatória? arq. pessoal
Recentemente reli Chove sobre minha infância, do paranaense Miguel Sanches Neto. Livro excelente, daqueles que deveriam passar pelas mãos juvenis dos estudantes, não apenas às vésperas dos vestibulares nas universidades públicas. A vida simples tocada no interior das terras do Paraná é relatada em corrente memorialista invejável! Entre o Dalcídio, escritor paraense e o paranaense Miguel nenhuma diferença na pujança ao escrever, exceto quanto às menções locais e o tempo cronológico. Ambos recuperam dados peculiares da história local e traçam liames etnográficos espetaculares.

É fato - A lista das leituras obrigatórias, item constante nos editais dos vestibulares nas universidades públicas, entretanto, não parece fazer justiça ao escritor local. Há muito defendo a questão, meu caro leitor. Quando eu ainda trabalhava em Belém via nos textos do paraense Benedicto Monteiro( Diário do Pará) um apoio espetacular ao hábito de ler. Nossos jovens e muitos adultos não conheciam a obra do alenquerense, que tive a honra de trocar conversa, ainda nos tempos de estudante universitária e professora novata.
Reproducação da capa do livro, via Google


Sinto muito...- Uma lista com livros obrigatórios à leitura nos vestibulares nem deveria existir, é o que penso. Ler e conhecer autores antigos e modernos é uma contigência inadiável, tanto na escola fundamental, quanto nos estudos posteriores. O estudante bem poderia chegar à universidade com um acervo de leituras acumulado ao longo dos seus estudos básicos. Muitos leem apenas pela obrigatoriedade. Ler não é obrigação; é habilidade natural entre os que vivem na sociedade organizada. Professores e pais que leem fazem a diferença no quesito leitura dos filhos e alunos.

O escritor Miguel Sanches Neto está com toda a razão. Sabe por quê? Ele republica no blog a antiga crônica O autor paranaense não passa no vestibular. É uma prova inconteste da reprovação. A crônica foi publicada na Gazeta do Povo em 2003. Quer ver a lista das leituras literárias obrigatórias indicadas ao vestibular UFPR 2012 ? Clique no link a seguir; a aba voltada ao Vestibular 2012 o levará até à lista.

Veja a relação das lista das leituras  do vestibular 2012 da UFPA; ela trouxe uma novidade: incluiu os contos do desconhecido (pelo menos para mim) João Marques de Amaral. Um contraste entre as listas indicadas pelas universidades públicas brasileiras seria uma excelente prova do (des)prestígio ao autores locais. Mostraria se eles continuam sendo reprovados nos vestibulares, tal como bem observa o Miguel, ou se mereceram oportunidades. 

Interaja - Leitores de outros Estados brasileiros poderiam contribuir com informações locais sobre o tema. Aguardarei.

Até a próxima!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Indico um excelente blog, leitor!

Acompanho o blog do Geraldo Mota Coelho e sugiro que faça o mesmo, leitor. Sabe por quê? É muito bom. Veja aqui um exemplo de postagem que eu aprecio, em razão da pertinência e incisividade temática. O Lalau faz ou não faz um amostragem bem temperada dos fatos? Ele escreve como se conversasse com o leitor; adoro, adoro e adoro quem doma as palavras como um exímio cavaleiro.

Quer saber mais? Gostei muito, por exemplo, da série de postagens sobre as ruas que estão na memória infantil do blogueiro, lá de Minas Gerais. Leia, meu caro leitor, sem demora  As ruas de minha infância . Depois? Faça o que desejar. Pode ser uma leitura vertical da variada e divertida página ou continuar a ler o meu próximo parágrafo. Agradeço se levar adiante as duas alternativas.

As minhas lembranças -  Eu decidi, igualmente, lembrar  descritivamente das ruas que estiveram presentes na minha infância, porque cavucar as recordações de outrora, ainda mais quando repletas de detalhes geográficos, históricos, familiares e das circunstâncias que presidiram a vida é tarefa muito boa. Um exercício com a cabeça boa, bem disposta a lembrar, recontar e compartilhar.

Participe, leitor! - Está disposto a traçar um panorama das suas lembranças, também? Aguarde as minhas descrições. Começarei com aquela rua em frente da Prefeitura de Alenquer, lá no meu saudoso Pará. Talvez, peça ajuda do meu irmão, o Ximangolandia, uma vez que ele guarda fotos antigas e atuais, além de manter bem vivos na memória os detalhes importantes da nossa cidadezinha natal, lá no estuário do rio Amazonas paraense. 

Até a próxima!

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