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| Um café para esquentar? Não é suficiente nas edificações sulistas- arquivo pessoal 2013 |
Quero segurar a frase, mas ela sairá aqui, também! - Ai, ai, ai...que frio! A sensação térmica ultrapassa o quadro de análise do plantonista do Simepar. Faço um apelo ao café com leite para esquentar um pouco, mas não alcanço o sucesso desejado. Estamos em um dia típico de inverno e a sensação térmica é agora traduzida por mim como quase insuportável!
Será - Fico pensando se as nossas casas, escolas e estabelecimentos comerciais estão ajustados às variações do clima curitibano? Alô, engenheiros civis, arquitetos, clientes em lojas, cafeterias, hospitais e terminais de ônibus, entre outros que atraem grande número de pessoas? O que têm a declarar? Será que há algum dispositivo legal que determina a atenção aos ajustes climáticos na hora de construir ou adaptar? Sou leiga no assunto. Socorro!
Embarque imediato !- Estou com tanto frio que se pudesse pegaria um avião e iria imediatamente para um lugar bem quentinho, assim tipo lá para o Norte ou Nordeste do país. Nem aquecedor, nem roupas de lã e nem o delicioso café na xícara que você vê no destaque ajudam a diminuir a sensação de desamparo climático que ora estou passando. Agora, imagine os que trabalham ao ar livre em Curitiba? Imaginou? Sinta o clima, meu querido leitor!
Portanto ...- As nossas construções, mesmo simples ou arrojadas, precisam de orientação técnica, caso contrário, aqueles que as projetam amadoristicamente e os que as construíram não receberão o aplauso merecido. Assim, desfrutar de conforto térmico é um direito do morador ou cliente e um dever de inclusão no projeto de quem edifica. Os editores de O Lápis Verde certamente concordarão comigo.
Até a próxima!

