Mostrando postagens com marcador cena curitibana. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cena curitibana. Mostrar todas as postagens

domingo, 17 de janeiro de 2016

Cena curitibana em 2015


Recentemente fui ao 19º andar do prédio no qual resido atualmente. Lá da casa de máquinas, olhei na direção do calçadão da Boca Maldita curitibana e fiz várias fotos. Adorei a experiência e quero subir ao topo de vários prédios para olhar a cidade de outro ângulo. Na ocasião da sessão de fotos, uma dupla querida de amigos fotógrafos e o sindíco do prédio formavam a comitiva. A cena curitibana traduz um daqueles dias de primavera mais com cara de verão, porque a fila para o sorvete e as roupas assim ajudam a lembrar! arquivo pessoal, 2015- Até a próxima!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Artistas de rua? Uma alternativa de trabalho...

 
" Vai lá, meu filho, coloca uma  moedinha na latinha..." - dizia a jovem senhora quando fiz a foto da cena curitibana- arquivo pessoal 2013

A cena ali na Rua XV de Novembro, bem no centro curitibano, é curiosa e sugere uma investida reflexiva: a mãe incentiva a pequena criança à generosidade para com um artista da rua. Eu? Fiquei alguns minutos olhando e olhando e percebi que muita gente passa e nem liga aos que vivem sob a alternativa da liberdade quanto ao modo do seu trabalho. A estátua viva exerce a sua arte com altivez, impassibilidade e liberdade para se mexer apenas quando desejar. 

Prezado leitor: prometa não rir do que relatarei a seguir, mas outro dia eu vi a estátua viva comendo um pastel. Confesso que tive vontade de fotografar a cena, mas preferi aproveitar aquele momento para confirmar a certeza de que esse trabalhador faz um intervalo para o lanche - ou o almoço, pois já estávamos na hora costumeira!- então, guardei o celular na bolsa e apreciei a cena em contenção fotográfica sentimental.


Até a próxima!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Na Boca Maldita? Um estacionamento de ideias...


Ao passar pela Boca Maldita, olhe o que encontrei, meu caro leitor. Veja, assim, que a  Rua Luiz Xavier não é apenas uma passarela curitibana, mas um grande estacionamento de ideias. Arte Itinerante NaMiradoLeitor - Curitiba, arq. pessoal 2012
 Até a próxima!

terça-feira, 26 de junho de 2012

A Boca Maldita é um palco de variedades


Sorridente, embora ligeiramente tímido, o casal de noivos circulava pelo calçadão da Boca Maldita - Cena em Curitiba, arq. pessoal 2012
Sábado passado, ao atravessar a Boca Maldita (Wikipedia) vi tantas cenas curiosas, caro leitor. Por exemplo, as fotos dos noivinhos que ilustram a postagem atual; elas foram feitas, é verdade, bem apressadamente. Aceite, portanto,  as minhas desculpas, caso seja um fotógrafo com uma câmera poderosa sempre disponível nas mãos.

As pessoas olhavam intrigadas para o jovem casal de noivinhos; eu, também- Boca Maldita, arq. pessoal 2012
Eu tinha um Encontro Marcado com a Redação, lá na Biblioteca Pública e não poderia atrasar. A justificativa serve certamente como boa desculpa aos limites dos meus cliques com a câmera do celular, mas também ela não deixará escapar a minha presença em cima do lance.

Acompanhei  com o olhar a dupla de noivos até chegar à Rua Ébano Pereira; meu compromisso assim exigia. Muita gente os fotografou. Boca Maldita, arq. pessoal 2012
Você já pensou como as câmeras de celulares ajudam a qualquer pessoa a mostrar o verdadeiro palco de variedades que é a Boca Maldita, aquele pedaço famoso da Curitiba que tanto gostamos?

Interaja - Você já registrou algo muito importante ou inusitado, graças à disponibilidade de uma câmera no celular, ali na sua mão, leitor? Um casal de noivos, por exemplo, um acidente no trânsito ou algo extremamente hilário?

Até a próxima!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Ciclistas e pedestres


Ciclistas dividem espaço da calçada com o pedestre. A maioria teme o trânsito intimidador motorizado. Ciclovias interligadas fazem falta, aqui em Curitiba. Cena domingueira, bairro do Água Verde, arq. pessoal
 
Até a próxima!
Related Posts with Thumbnails