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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A Coleção Brasiliana Itaú, agora no Museu Oscar Niemeyer

Ontem à tarde, mesmo com o tempo nublado e pouco convidativo aos passeios pela cidade, fui ao Museu Oscar Niemeyer. A exposição com a Coleção Brasiliana Itaú é um espetáculo; é imperdível, caro leitor.

J. B.Debret- Casamento de D. PedroI e D. Amélia, 1829- Reprodução do site do MON

Grandes lições - Gostei de tudo, mas apreciei mesmo foi a parte do  Brasil Holandês e do  Brasil dos Naturalistas. Sabe por quê? Por dois motivos, transformados em uma dupla de poderosas lições, cuja explicação aponto abaixo com o olhar bem arregalado:

A primeira novidade foi saber que: " O período de ocupação do Nordeste do Brasil pelos holandeses (1624 a 1654) deu origem a uma importante produção, artística e bibliográfica, sobre o território conquistado (....) Os dois maiores artistas trazidos por Maurício de Nassau, Frans Post e Albert Eckhout, estão representados na coleção por quadros a óleo(...)"

A segunda lição provocou em mim enorme surpresa, porque eu não sabia que: "Da partida dos holandeses até a chegada de D. João VI ao Rio de Janeiro, o Brasil permaneceu fechado a qualquer estrangeiro, por determinação do governo português. Nesse século e meio nada sobre o país foi acrescentado às informações levantadas pelos holandeses, e acumulava-se grande curiosidade representada entre os sábios e estudiosos europeus. Com a abertura dos portos em 1808, ocorreu, entre os anos de 1810 a 1820, uma quase enxurrada de naturalistas, cujos trabalhos eram ligados ao estudo da nossa fauna e flora"( FolderColecionável, MON, outubro 2011)

Uma pergunta na cabeça - Saí da exposição, meu caro, com uma longa pergunta inquietante: há algum registro da lavra lusitana sobre o Brasil, especialmente quando a entrada de estrangeiros estava vetada pelo governo português, aqui instalado, antes da vinda de D. João VI?  Não tenho dúvida de que devemos aos holandeses o belo registro ilustrativo das paisagens do Brasil. Farei uma busca e descobrirei certamente a resposta à inquietante pergunta indicada acima; se o leitor souber algum dado, por favor, compartilhe-o comigo. Adoro aprender novidades.

Até a próxima!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O estacionamento no Museu Oscar Niemeyer, leitor!


Veja o estado deplorável no estacionamento do MON- Curitiba, arq.pessoal
No domingo passado, ao chegarmos no estacionamento de carros e motos, observei o lamentável estado das calçadas que separam as áreas destinadas aos veículos automotores, ali no Museu Oscar Niemeyer. As fotos que eu fiz exibem a situação de extrema negligência. É da alçada de quem manter o estacionamento e os arredores do Museu do Olho em ótimas condições? Até hoje não vi uma área para bicicletas; eu as vejo costumeiramente amarradas nos postes e barras improvisadas. Você já reparou, também?

O ar negligente nos arredores do MON é  reprovável -arq. pessoal

Creio que cabe ao setor competente da Secretaria da Cultura do Governo do Estado do Paraná atentar ao aspecto desabonador das condições daquele calçamento público.

Aqui entre nós, quem chega ao estacionamento tem uma ideia muito negativa, mesmo  diante do contraste satisfatório oferecido pelo arrojado prédio que sedia o Museu Oscar Niemeyer, você concorda comigo? As exposições e as contribuições culturais oferecidas são espetaculares, mas o visitante deverá sair bem impressionado com o conjunto da obra, não apenas das cuidadosamente guardadas no interior do museu ou das paredes e adereços que revestem a monumental criação  arquitetônica de Niemeyer.

Sugestão participativa - Ajude-me a solicitar as providências, leitor? Vamos escrever para o Fale Conosco oferecido pelo site do museu? Requerer a limpeza e arrumação do calçamento, além de uma área destinada às bicicletas dos visitantes, que tal? A atividade rende ótimo exercício de escrita objetiva; meus colegas professores de redação poderão pegar a dica, afinal, escolas sediadas em Curitiba costumam fazer visitas regulares ao MON.

Até a próxima!

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terça-feira, 19 de julho de 2011

Amostra do meu passeio pelo MON

Quadro de BOTERO integrante da exposição de julho, no MON, Curitiba, arq. pessoal 


No domingo à tarde fiz um giro ali pelo Museu Oscar Niemeyer. Queria testar meu novo celular com câmera, ver as exposições do mês de julho e aproveitar a bela tarde ensolarada em Curitiba.

 BOTERO é pungente até nas palavras- MON, Curitiba, arq.pessoal
Fiz várias fotos, caro leitor, mas destaco agora apenas duas referências sobre a exposição Dores da Colômbia, de Fernando Botero. A primeira foi a que mais impacto visual eu senti, enquanto a segunda revela em palavras a expressão que os traços fazem com maestria incomum.

Visitar o MON é sempre um prazer; se puder, prezado leitor, em passagem pela capital paranaense não deixe de conhecer o belo espaço cultural curitibano.

Até a próxima!

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