O sugestivo desenho é do Danilo B. Zamboni, mas a alegria em compartilhá-lo com você é minha, caro leitor. |
O leitor tem filho (a) adolescente? Já reparou como ele (a) não desgruda do celular? Aqui em casa é assim, também; muitas vezes preciso dar uma bronca mesmo sob a inflexão de delicada advertência, pois se deixar a situação passar, até durante as refeições o telefone conectado acolherá acenos de todos os cantos da cidade e do mundo, uma vez que fica logado às redes sociais. A sugestiva ilustração do Danilo B. Zamboni, editor do Barcaça di Arenque é uma tradução perfeita do que eu avisto em casa.
Aqui entre nós - Entretanto, não é característica juvenil exclusiva o andar constantemente com popular arreio eletrônico; adultos, tais como nós, caro leitor, também entramos nessa sedutora cadeia. O equilibrado é saber a hora de deixar o aparelho desligado ou no silencioso. Eu, por exemplo, mesmo sob a agenda das aulas de redação, mantenho o meu celular no modo que não perturbe a ninguém, mas permita oportunamente a identificação dos contatos; afinal, a venda do meu trabalho acontece com a ajuda do celular.
O triste, desolador e desconcertante é ver celulares tocando em volume insuportável em salas de espetáculo, durante as aulas ou reuniões. Em casa? Com jeitinho é possível bem orientar para que nas situações destacadas não causem o desconforto provocado pelos arreios eletrônicos e seus toques tão diversos.
Até a próxima!
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