sábado, 12 de março de 2011

Crepes? Vou preparar alguns...

Estou com uma vontade danada de comer crepes com recheio de camarão e manjericão. Eu já fiz o molho; está bem encorpado e a massa está descansando. Vou encarar a frigideira levemente untada com manteiga, logo mais.  Fiz uma busca no Google e encontrei ótimas dicas de preparo. Mais adiante farei uma foto bem ilustrativa dos meus crepes, quando compartilharei todos os passinhos com você.  Aguarde, meu caro leitor.


Fonte: arquivo do Google

No mais... que tal acompanhar a dupla de blogs abaixo? Os blogueiros encaram as receitas, também.

~>  Aqui é um blog- diário de três garotas brasileiras( Ju, Marília e Flá) que fazem intercâmbio no Canadá; elas exercitam o que eu sempre recomendo aos meus alunos: escrevam um diário ou organizem um blog; as meninas são ótimas!  http://maisbranquelas.blogspot.com/

~>Vejam que legal; a dupla Nara e Hugo experimenta receitas.  ~> http://bujaodedois.blogspot.com/

Até a próxima!

(Des)conexão (in)justamente remunerada

Usuários da internet no Brasil? Certamente somos muitos. Eu mantenho atualmente um compromisso, já fora do prazo de fidelidade, com a Claro 3G. Pago um pouco mais de R$90,00 por mês pela prestação do serviço. A minha fatura vence exatamente no dia 28, mas nem sempre consigo pagar as contas no dia indicado. Encaro a multa, caro leitor; é um acordo contratual, portanto o acréscimo sobreposto é justificado.

Insatisfação - Não considero justo, entretanto, o que acontece comigo. A Claro interrompe a conexão a qualquer momento do dia, mas o valor da fatura vem sem nenhuma alteração no final do mês. Entre o consumidor e o provedor de conexão deve sobressair a confiança; é uma troca que deve ser justa. Eu não tenho mais a confiança dos dois primeiros meses, quando inexista qualquer reclamação, mas agora não sei quando poderei utilizar a internet móvel com absoluta certeza de acesso. 


Uma das minhas alunas aproveitando a conexão para enviar e-mail ao jornal ; atividade rotineira no meu curso de redação- arquivo pessoal

Eu quero - Não vou negar: gostaria de obter créditos pelo tempo que a operadora interrompe o meu acesso à internet;  tudo bem justo e computado, bem do jeito como pago a mais, caso não faça a quitação do boleto no dia indicado pela operadora.

Enquete - Hoje de manhã, depois de inúmeras quedas na conexão, perguntei aos visitantes da minha página no Twitter se as desagradáveis ocorrências de suspensão de acesso também aconteciam com eles? Fiz uma enquete informal. Logo em seguida cinco leitores brasileiros deixaram comentários; eles estão transcritos abaixo. Acompanhe-os e tire as conclusões:

        "fique longe da Tim."
                      (Paulo Silber)


       "Mtos problemas e em casa temos Velox, TIM3G e OI3G.Tds problemáticas."
                     (Ximangolândia)

    "Felizmente, por enquanto, nenhum problema de conexão com 3GVivo nem com a NET :)"
(Bê Neviani )

  "Eu não uso a Claro, tenho Oi/velox e Vivo3G. Mas elas também caem e me deixam enlouquecida às vezes."
(Franssinete Florenzano)

  "Em casa é GVT e é raro ter falhas. No cel da Claro depende do lugar."
(Marden Machado)

Agora é a sua vez - Será que você é um usuário (in)satisfeito com a operadora que escolheu para acessar à internet? Que tal compartilhar comigo as suas observações? Com um maior número de depoimentos será possível alinhar dicas e conclusões baseadas na (in)satisfação com a prestação desse serviço. Não gosto da ideia de migrar e migrar pelas operadoras disponíveis no mercado, mas do jeito como o usuário é tratado não resta outra alternativa.

Até a próxima!

O leitor compartilha a notícia e a análise dos fatos

O leitor contumaz sabe o quanto eu gosto da interação, da conversa boa e da conferência satisfatória obtida com a leitura e a escrita. Sabe também da apreciação positiva às possibilidades oferecidas pela rapidez na internet.

Hoje o leitor escreve a notícia ou o comentário analítico; eu os trago aqui para o alto ou aproveito para tonificar oportunamente uma nova postagem. A intertextualidade é um excelente recurso textual, meu caro. Vá por mim; sei tecnicamente do poder que ela tem.


Para exemplificar fui lá no eficiente Twitter e agora transcrevo três exemplos e trago ao Na Mira do Leitor mais cinco leitores e produtores de textos. Não importa se o tema é isolado ou não está na esfera do nosso interesse. Com um pouco de atenção você perceberá muitas semelhanças entre o que vivemos e o que nos conta o leitor. Quer experimentar? Veja como sabemos fazer e contar a notícia:


"Com a migração da mídia para a tragédia japonesa, tanto Kadhafi quanto os que querem abastecer de armas os rebeldes vão aproveitar a sombra." (Hermes Prado Júnior, em retuite da Bê Neviani)

" Vixi. Perdi a hora da feira."
(Miguel, no BlogdoEstado)

"Falta professores na rede estadual de Santa Catarina. Uma vergonha para um estado rico como esse!"(Guido Rezende ,em retuite da Franssinete Florenzano)

Até a próxima!

O terremoto, as chuvas, as notícias e o leitor

Ontem acompanhei o trabalho noticioso dos veículos de comunicação e não há como discordar de quatro pontos evidenciados: a extensão das perdas incalculáveis, a rapidez das informações alimentada pelas redes sociais, a estrutura de apoio às vítimas e a solidariedade mundial diante das consequências do terremoto no Japão.
Fonte: Tiago Recchia, na Gazeta do Povo, hoje

O tempo chuvoso, entretanto, é  uma ameaça, aqui no Brasil. No bairro onde resido não há deslizamentos e nem bueiros transbordando, mas a cidade não é assim totalmente sem problemas de estrutura. Mesmo os bairros centrais, apesar dos cuidados diários com a manutenção da limpeza, especialmente dos bueiros, têm a sua cota de sofrimentos. Os  periféricos e as cidades vizinhas de Curitiba têm a sua história triste para contar. Quer conhecer um pouco? Veja a reportagem Chuva provoca interdição total nas...( Eloá Cruz, Gazeta do Povo, ontem)

Comparações informativas - Há alguma informação local que você gostaria de enfatizar, caro leitor? A chuva continua pelo Brasil afora, os problemas saltitam e entravam o curso da normalidade cotidiana. Sabe como sei? Os participantes da minha página no Twitter emitem e reproduzem descrições e queixas contextualizadas. É a vida que muitas vezes está fora da tevê ou do caderno jornalístico diário, talvez porque sejam fatos isolados, de magnitude subestimada.

Interaja - Abra uma janela, mostre o seu panorama para nós, meu caro. Uma frase bem descritiva ajudará a melhor dimensionar. Vamos lá, tente! Crianças, jovens e adultos atentos formam as fileiras desejáveis de cidadãos da melhor estirpe. Seja um deles. Escreva e noticie. O que mais aflige a vida aí na sua rua, no bairro, na cidade e região? 

Até a próxima!

A manhã de sábado apresenta

Tempo chuvoso em Curitiba, bem assim...

Não esquecer da sombrinha ou do guarda-chuva, mesmo no verão- Curitiba, Av. Padre Anchieta, março 2011 -Arquivo pessoal



Até a próxima!

sexta-feira, 11 de março de 2011

Em Curitiba? Chuva e rotina...

A vida não para, mesmo sob a chuva - Praça da Ucrânia - Curitiba, 11 março de 2011 - Arquivo pessoal 
















Sai para tomar algumas providências. Na volta para casa, sob a marquise de um dos prédios da região, fiquei a olhar os componentes da rotina nos arredores da Praça da Ucrânia, enquanto aguardava a chuva diminuir a sua intensidade. Usuários do expresso, a banquinha de jornais e revistas, a canaleta escoando o trânsito do biarticulado nos sentidos Bairros e Centro, a quitanda, os restaurantes e os pedestres, formam a devida convergência à dinâmica da vida local.

Ainda bem que levei a sombrinha.

Até a próxima!

A velhice (des)amparada

A minha mãe é portadora do Mal de Azheimer. Para mantê-la em equilíbrio os esforços são contínuos. Com a soma financeira reunida pelos filhos no final do mês uma das minhas irmãs tenta equilibrar a contabilidade com as despesas crescentes. São medicamentos muito caros, a devida remuneração da cuidadora e tudo o que é necessário para ver mamãe sob a integral proteção. A família de um portador dessa doença também fica adoecida; precisa de alternativas terapêuticas, caso contrário, a fragilidade emocional e financeira emergem como uma tempestade incontrolável. A doença mexe com a vida de todos, leitor.

Quantos idosos e portadores de Alzheimer conseguem receber o tratamento adequado?Você tem algum familiar ou amigo que vive sob a ação de medicamentos prescritos pelo neurologista? Como você acha que os pacientes são recebidos nos postinhos públicos de atendimento nos bairros? Será que a distribuição dos remédios acompanha as mais recentes composições farmacológicas? A diferença entre o atendimento público e o particular é brutal, mas os políticos, encastelados na assistência à saúde que lhes é garantida, não conhecem mais a luta cotidiana do cidadão comum.

A velhice merece o respeito e a atenção de todos, mas os cofres públicos deixam no desamparo os que necessitam do apoio da saúde pública. Nenhuma propaganda governamental é capaz de fazer frente à luta realista empreendida pelos que dependem exclusivamente da assistência social pública. A purpurina na propaganda é grande. A morte vem mais cedo aos idosos sem plano de saúde ou atenção familiar. São fatos incontestáveis.

Fonte: JBosco --Lápis de memória

Talvez eu seja meio louca, mas como um médico oftamologista pode administrar uma cidade ou como um secretário de saúde pode ser um profissional de outra área? A competência técnica não é tratada com o devido respeito, mas sim trancafiada no jogo político oportunista.

O cartunista JBosco, meu conterrâneo paraense, viveu (ou vive ainda, talvez) um drama familiar recente com o descaso ao doente que busca auxílio no Posto de Saúde do Guamá. Acompanhe as queixas editadas aqui; elas certamente têm eco em outros postos públicos localizados pelo país afora. É inadmissível desamparar a velhice e ignorar às necessidades do cidadão.

Estatuto do Idoso? Ministério da Saúde? Saúde pública? Velhos? Doentes? Pobres? Interessam a quem? 

Até a próxima!

As árvores e as nossas mães

                          Mãe

Olha, meu Filho! quando à aragem fria
Dalgum torvo crepúsculo, encontrares
Uma árvore velhinha, em modo e em ares
De abandono e outonal melancolia:

Não passes junto dela nesse dia
E nessa hora de bençãos, sem parares:
Não vás, sem longamente a contemplares:
Vida cansada, trêmula e sombria!

As centenárias mangueiras de Belém são ecos da história da cidade- Bairro de Nazaré, arquivo pessoal

















Já foi nova e floriu entre esplendores:
Talvez em derredor dos seus amores
Inda haja filhos que lhe queiram bem...

Ama-a, respeita-a, ampara-a na velhice;
Sorri-lhe com bondade e com meiguice:
- Lembre-te, ao vê-la, a tua própria Mãe!

(Antonio Correia de Oliveira, poeta lusitano)

Até a próxima!

Feliz aniversário, mamãe!

Bom dia! Aqui em Curitiba? O céu está com nuvens escuras, bem ameaçadoras da iminência de chuva. Não sei, entretanto, se cairá. Ontem, por exemplo, a ameaça persistia, mas à tarde a cidade ficou tão linda, bem ensolarada com aquele céu azul espetacular dos dias de verão clássico. Hoje,  dia 11 de março, afora os demais afazeres e expressões climáticas, é um dia especial para mim, leitor. A minha mãe completa 92 anos de idade!

Mamãe está em Belém, cidade que abriga a maior parte da minha família, mas a distância geográfica é apenas um detalhe quando se está unido aos afetos significativos; se tivesse reunido as condições necessárias eu estaria lá, para comemorar com os demais a data e conjugar as emoções decorrentes da alegria ao avistar minha mãe assim, tão senhora de si, mesmo com a idade tão avançada.

Minha mãe, hoje aos 92 anos de idade, é uma referência inigualável; uma lutadora pela vida -Arquivo pessoal















Mamãe é uma ativa professora, hoje aposentada. Convive com a medicação ajustada ao estágio senil no qual se encontra, mas é uma figura exemplar, pois não hesita em ler jornais e revistas, tocar o seu teclado, fazer crochê, resolver as palavras cruzadas e exercitar a mente, sempre vivaz, graças aos amparo das peças abençoadas que lhe estimulam a vitalidade ao cérebro. 

À dona Maria Luiza, dedico o dia de hoje; é bem justo, não é mesmo leitor? Aos meus irmãos, sobrinhos, cunhados, cunhadas, demais parentes e à cuidadora, que acompanha minha mãe dia e noite, agradeço os cuidados oferecidos à nossa matriarca querida.

Até a próxima!

quinta-feira, 10 de março de 2011

A gentileza do leitor dimensiona as minhas aulas

Ser gentil é um aprendizado; crianças e jovens cercados de ambiente solidário, cortês e plenamente articulado às necessidades interativas são exemplos de pessoas na sociedade.

Sabe aquela frase que  anuncia assim... Gentileza atrai gentileza? Meus leitores têm sido uns amores comigo. Sabem que preciso de certa publicidade para anunciar as minhas aulas de redação, portanto, cada um arranja um modo de fazer uma rede de convergências gentis com as minhas atividades. Quer um exemplo estimulante? Veja o que fez o Alessandro Martins, amigo blogueiro do Livros e Afins , entre outras páginas na internet.

Escrever é concatenar ideias; atribuir sentidos ao que se lê, ouve e reflete. Encontros Marcados com a Redação- Curitiba- Arquivo pessoal

A propaganda é a alma do negócio. Os publicitários certamente têm a  conhecida assertiva como marco regulatório da  bem sucedida rotina profissional. Boa propaganda chama a clientela, concorda comigo, leitor? Meus leitores ajudam, mas se eu não fizer a minha parte, babau, ficarei sem alunos durante todo o ano, porque uma professora autônoma não é  ser chique, mas sim uma trabalhadora do ensino, cuja maior vantagem é não ter um patrão ou uma equipe regulando o que faço ou deixo de fazer, porque sei o caminho certo para aprimorar a leitura e a escrita. É ponto e basta.

Encontros Marcados com a Redação
Aulas exclusivas para vestibulandos, inscritos em concursos públicos, universitários e aos que desejam melhorar a escrita.
Atendimento presencial em Curitiba - ou via internet, caso você prefira.
Informações/reservas aqui, comigo.

Redação online, também! -  Trabalhar é exercer o comando de uma atividade funcional; eu exerço a minha com enorme satisfação. Quer comprovar  as minhas aulas de redação? Posso atender agora virtualmente sempre às segundas ou sextas-feiras. Quer experimentar?

Até a próxima!
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