quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Fotógrafos em ação, lá no Largo da Ordem


Domingo, ao passar pelas barracas de artesanato instaladas no Largo da Ordem, vi a dupla acima em ação sincronizada no que faziam as pessoas. Fiz o mesmo que os fotógrafos. - Uma cena curiosa em Curitiba- arq. pessoal 2012
 
Até a próxima!

Mesmo com a chuva, chegam as flores


Veja um pouco do que há no meu jardim, meu caro leitor. A espécie floril popularmente conhecida como maria sem- vergonha prolifera com abundância em todos os cantinhos. Mesmo com a chuva, chegam as flores- arq. pessoal, 2012
 
Até a próxima!

Livros e livros muito interessantes...

Reprodução- Cia das Letras
Costumo ler dois ou três livros ao mesmo tempo; eles ficam ali com o marcador de páginas a indicar o local da parada. Já comentei anteriormente sobre o Por que Ler Oswald de Andrade ( Maria Augusta Fonseca, Globo, 2008) e A Máquina de Papel ( Miguel Sanches Neto, Cia das Letras, 2012), mas hoje quero destacar a terceira leitura que concluí ontem à noite. Trata-se de um livro fininho, mas vigoroso; ele reúne interessante material voltado à literatura infanto-juvenil. É o Do outro lado do Atlântico ( Pauline Alfhenn, Cia. das Letrinhas, 2003) ricamente ilustrado pela Maria Eugênia

Recomendo - Ô.... livro interessante para ler; ele foi um empréstimo que fiz em biblioteca e não sei se está disponível nas livrarias, uma vez que ele é de 2003, mas certamente vale a busca, meu caro leitor. O resumo do livro feito pela editora reforça a minha indicação. Acompanhe-o:

"Filha de mãe brasileira e pai francês, Pauline nasceu no Rio de Janeiro mas foi para a França ainda pequena. Aqui ela narra a primeira viagem de volta ao Brasil, na qual se impressiona com o sol forte de Maceió, com os passarinhos, com os negros, com frutas e comidas desconhecidas, enquanto se esforça em reaprender o português. A partir da memória de infância e juventude, Pauline reconstrói sua trajetória pessoal, de contato com os dois países, e retoma a participação da França na história do Brasil desde o século XV. "
 
Até a próxima!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O bolo "mármore" é delicioso!

O delicioso bolo mármore - Reprodução do blog A meu gosto
Dentre as familiares lembranças natalinas que eu guardo comigo está um bolo, sempre preparado pela mamãe. Era chamado de bolo mármore, mas até hoje não sei o motivo de tal nome. Era muito gostoso; na próxima quinta-feira tentarei prepará-lo para o café da manhã do dia 25 de dezembro. Fiz uma busca na internet e encontrei a receita, assim como uma bela foto disponível no blog A meu gosto .

Além das tracionais rabanadas, há algum doce especial que estava antigamente na mesa natalina familiar e que hoje evoca em você boas lembranças, meu caro leitor?

Até a próxima!

Café com Bolo de Macaxeira


Bolo de Macaxeira - reprodução do site Vila do Artesão
Já tomou um café com Bolo de Macaxeira (no sul e sudeste chamada de aipim ou mandioca, respectivamente)? Ô complementos bem casados, meu querido leitor. Não deixe de experimentá-los na primeira oportunidade. É um bolo genuinamente nacional.

A receita convidativa - A foto e a receita disponíveis em conjunto no site da Vila do Artesão  ajudam a divulgar a gostosura tão popularizada no norte e nordeste do nosso país. Eu? No final da semana? Farei um bolo igualzinho ao da receita, porque a inveja de uma gostosura é muito fácil de aplacar; basta ir à cozinha prepará-la ou comprá-la nas boas casas do ramo.
 
Até a próxima!

O exuberante Oswald de Andrade



Estou lendo o livo Por que ler Oswald de Andrade ( Maria Augusta Fonseca, Editora Globo, 2008) e confesso um detalhe importante: estou encantada com as novidades historiográficas trazidas pelo texto ágil da crítica literária. 

Um detalhe curiosofoi saber que Dona Inêz, a mãe de Oswald, era natural  da cidade paraense de Óbidos e que, também, era irmã de Inglês de Souza, portanto o autor de Coronel Sangrado era tio de Oswald. Ora, meu caro leitor, não duvido nadinha de que o escritor em destaque gostassse das delícias nortistas em razão da influência materna acentuada.

Ainda não cheguei ao final do livro e já estou com vontade de reler Serafim Ponte Grande, assim como descobrir um modo de ter acesso ao Perfeito cozinheiro das almas deste mundo. O primeiro título é facil de encontrar na bibliotecas públicas e particulares, mas quanto ao segundo, obra hoje rara, nem sei o que farei para tê-la nas mãos. Custa no Mercado Livre, a bagatela de R$3.980,00.
 
Até a próxima!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

A árvore natalina da Biblioteca Pública do Paraná

É impossível não avistar a bela árvore natalina armada no interior da Biblioteca Pública do Paraná. Gostei ainda mais quando percebi ser um pinheiro natural - Curitiba, arq. pessoal 2012
  Até a próxima!

Elementos natalinos contagiantes


Como é delicioso o cheiro que exala do pinheirinho natural  que dá o tom natalino, aqui em casa, caro leitor. Com enfeites que simulam brinquedos e personagens da época deixamos que o espírito festivo do mês de dezembro contagie a todos que nos honram com a visita doméstica- Curitiba- Natal 2012, arq. pessoal
 Até a próxima!

domingo, 16 de dezembro de 2012

A cena cotidiana no Café Gurzuf


Café Gurzuf  by Alexander N. Samokhvalov, 1956 - Reprodução via Wikipedia 
Costumo fazer buscas ilimitadas de ilustrações diversas que retratem a cena cotidiana nos cafés, entre outros cenários da vida. Veja, por exemplo, a belezura de quadro composto pelo pintor russo Alexander N. Samokhvalov. Atente aos detalhes presentes em Café Gurzuf. É uma bela amostra do talento artistico na retratação da crônica de uma cidade. Veja como os elementos humanos se entrecruzam; gêneros, vestuário, serviço, idades, clima atmosférico e a descontração urbana são plenamente observáveis em leitura visual criteriosa. O colorido que nutre a cena é espetacular. Adorei!

Eu gostaria poder desenhar ou pintar, meu caro leitor; se tivesse a habilidade desenvolvida, certamente eu reproduziria os panoramas dos cafés que frequento e que ainda frequentarei. 

Até a próxima!

Sombrinha? Venhas comigo, companheira...

A manhã de domingo está nublada. O cenário do clima está assim desde ontem. Aliás, quando passei ali pela Rua Comendador Araújo, esquina com a Brigadeiro Franco, fiz um registro do cenário chuvoso que tínhamos, aqui em Curitiba. Hoje, planejei comprar algumas coisinhas artesanais lá para as bandas do Largo da Ordem, além de comer um daqueles deliciosos acarajés, mas vamos ver se o tempo nublado não intercepta o meu roteiro de passeio dominical, meu caro leitor. - Tempo nublado e sombrinha na mão - arq. pessoal 2012
    Até a próxima!
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