sexta-feira, 20 de maio de 2011

A minha agenda cultural


Café? Uma paixão deliciosa- Arquivo pessoal
Agora?
Um café coado na hora.

Depois?
Um passeio cultural, ali pelo curitibano Alto da Glória.

Mais tarde?
Boa prosa blogueira com a Barbara Horn.

Até a próxima!

Museu paranaense estranhamente fechado

Museu Metropolitano de Arte e Cultura, em Curitiba. Fechado, por quê? Foto: Fabio Cequinel

A população atenta não encontra explicações para que o imponente Museu Metropolitano de Arte e Cultura permaneça fechado em alusiva e interminável "reforma". Ele está localizado, ali em frente ao terminal de ônibus no bairro Portão. O que têm a declarar oficialmente(sem escamotear nada) as autoridades municipais em Curitiba?

Divulguemos outros casos!  - Muitas vezes já passei ao lado do museu em destaque. Fico a pensar nos motivos que levam a construir um museu municipal, no gasto e na falta de explicações lógicas para mantê-lo fechado. É lamentável vê-lo ocioso, enquanto tantos eventos culturais precisam de espaço. Você conhece outros casos de museus fechados, leitor, não apenas em Curitiba, mas nas diversas cidades paranaenses ou em outras regiões do Brasil?

Promover a cultura no bairro curitibano Portão, mas com o Museu Metropolitano fechado; como? Foto: Fabio Cequinel


Imagens cedidas - As fotos que evidenciam não apenas a beleza arquitetônica, mas também o desperdício do dinheiro público e a ociosidade do espaço são do meu amigo blogueiro Fabio Cequinel, cedidas gentilmente, uma vez que o seu NOKIA E5 faz muito bem tais registros. Eu também quero um modelo assim, porque estou bem carente de apoio fotográfico rápido no meu celular,  já meio caidaço. 

Até a próxima!

Posso intervir profissionalmente, leitor?

Além das aulas de redação e correção de textos algumas atividades são altamente prazerosas para mim. Você já viu alguém trabalhar bem sem sentir alegria com as suas funções profissionais? Pois bem, o momento é de busca de trabalho remunerado. Veja como eu poderia intervir:

Lei e escrevo com prazer incondicional, portanto, trabalhar com a leitura e a escrita é sempre uma alegria.


Reviso originais de livros de novos autores- Há sempre alguém produzindo um novo livro; antes de levá-lo à editora uma revisão é providencial.

Elaboro resumos para capas de dvs nas locadoras. - Você já observou como são mal escritos os resumos. - Quem dera poder escrevê-los; é um  excelente trabalho.

Escrevo biografias, prefácios e orelhas para livros. - Ótimo trabalho; agradabilísima função.

Fico à disposição de sites ou blogs para ajustar a linguagem, nem sempre elegante e precisa. - Há tempos prestei serviço na área; é super interessante. O pagamento é mediante a atualização das páginas; excelente trabalho. Posso fazê-lo em casa.

Elaboro material didático para editoras. - Tenho experiência com editora paranaense, em livro regional do meu Estado de origem. É bem interessante, principalmente quando o valor correspondente aos direitos autorais chega à conta bancária.

A sua ajuda - Caso você saiba de empresa ou pessoa que necessite dos meus serviços, por favor, indique a minha direção. Agradeço a providência. 

Até a próxima!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

O JN no Ar em Belém

Fonte: Google
                            
            O próximo destino do #JNnoAR será em Belém(PA), tweet do JNTVGloboBrasil 



Esse Duciomar é mesmo azarado. O JN no ar tá vindo... kkkkkkk...  - Foi o que tuitou o Flavio Costa ao saber que a equipe do JN no Ar, centrada atualmente no tema Educação brasileira, aportará em Belém, a capital do Pará. Eu também fiquei bem feliz, porque o programa televisivo poderá evidenciará as irregularidades da administração municipal. O alcance da vitrine televisiva será incalculável.

Ajude a elaborar a lista das queixas - Por que um paraense diria que o prefeito de Belém é azarado, leitor? Muitas são as informações. Caso os meus conterrâneos apareçam aqui para descrever, a lista de motivos será ilimitada. Duciomar Costa é pessoa não grata à população da capital paraense, pois é omisso, além de ser alvo de um pedido de cassação do cargo diante das situações irregulares que aprontou. Por que permanece no cargo? É a conivência com a falta de ética do setor que deveria fazer justiça.

Uma porta estreita - Não se poderá esperar milagres, mas a passagem do Jornal Nacional do Ar em Belém será uma saia bem justa ao prefeito Duciomar Costa e a sua camarilha; quem deve muito, cobrado bastante será. Eu e a minha conterrânea Franssinete Florenzano refletimos sobre as contradições das ações da administração pública voltada à educação. Não estamos satisfeitas com o que avistamos, não.

Tomara... - Não é possível, entretanto, que não sejam destacadas algumas ações eficientes na área educacional, mesmo sob a administração sujeita às mais severas críticas. Aguardemos, portanto, que a pauta da próxima edição do JN no Ar consiga mapear precisamente a situação educacional pública em Belém.

Até a próxima!

A admirável Profª Amanda Gurgel

Somente hoje tomei conhecimento da fala da Profª Amanda Gurgel, lotada em escola pública no Rio Grande do Norte, na região Nordeste do Brasil. Ao ouvi-la argumentar com a secretária de educação senti, caro leitor, um orgulho danado de ser mulher e manter identificação com os motivos convincentes que ela apresenta, em retrato cru da realidade profissional no ensino público.

A imagem da professora foi reproduzida graças ao arquivo do Google

Vale muito ouvir a professora; devo ao jornalista Luiz Carlos Azenha e ao seu Vi o Mundo a oportunidade de nutrir um pouco mais de esperanças. Se mais professores com a integridade e o senso de justiça, polidez e audácia oportuna agissem como age a Amanda Gurgel, tenho certeza de que as nossas escolas seriam diferentes. Um trabalhador do ensino não é um escravo e nem um depositário das culpas e negligências dos gestores no Município ou do Estado, mas sim aquele a quem eu, você e milhões entregamos e confiamos a tarefa de (co)educar nossos filhos, irmãos, netos, amigos.

Sugestão - Faça abrir o link e chame o máximo de pessoas para ver e ouvir o que bem diz a colega professora. É emocionante. Colega blogueiro? Reproduza a minha postagem, por favor. É preciso levar adiante a fala e a imagem da professora. Obrigada.

Até a próxima!

Porteiras escolares inseguras

Acabei de ler a reportagem  Após crime, universitários prometem paralisação na FEA-USP, no Estadão. Sabe o que eu penso? As portas de entrada dos espaços escolares são desprotegidas. Basta observar a negligência com a aparência dos prédios escolares públicos, salvo exceções, evidentemente. Comprovar a insegurança no interior de uma instituição escolar pública brasileira é estarrecedor.

Será que gestores públicos investem em segurança escolar? Pela aparência da escola acima o que você supõe? Arquivo pessoal 


Exemplo familiar - Costumo ir com frequência à UTFPR. Já fui professora na instituição, mas os guardas atuais não sabem quem sou; mesmo assim entro com a maior facilidade no campus da Av. Sete de Setembro, ali no centro de Curitiba. No quesito segurança não é possível avaliar alguém pela aparência. Sinto falta de maior rigor à entrada; já fiz o teste e apenas o acesso pela portaria central exige documento e obriga a usar um crachá de visitante. A grande movimentação de estudantes, professores, funcionários e visitantes não é desculpa. Farei um tweet para puxar conversa com a escola ainda hoje. Sugiro que você faça o mesmo, caso tenha familiares em idade escolar. Vale para o Brasil inteiro. A precaução é amiga da tranquilidade; melhor o excesso do que a inexistência de cuidados, de zelo.

Escolas de um modo geral devem ser espaços seguros. Eu gostaria de ler nos próximos dias uma reportagem local que evidenciasse as restrições devidas aos que adentram aos locais de estudo dos nossos filhos, netos ou parentes. Um simples parada do guarda, um cadeado, um detector de metal e uma câmera de segurança já  seriam providências cabíveis. Depois do triste episódio no bairro do Realengo, no Rio de Janeiro, o Positivo Júnior, uma das escolas  particulares, aqui no bairro Mercês, mantém os portões fechados com cadeado; redobrou a segurança e as portas abertas, outrora convidativas, representam um perigo em potencial. As escolas públicas, sempre com ar descuidado, não podem negligenciar qualquer aspecto, mas nossos gestores subestimam as necessidades dos que estão sob os favores do Estado. Pais de escolares, cidadãos atentos e eleitores exigentes temos que ficar de olho permanentemente.

Interaja - Apareça para trocar conversa sobre o tema, leitor. Há quem pense no exagero das precauções; será ótimo trocar ideias com quem discorda ou puxa mais conversa, porque sabe da pertinência do tema.

Até a próxima!

Faz muito frio no Paraná, leitor!


Um pouco dos bairros de Curitiba para você, leitor! Vista Alegre, 2011, arquivo pessoal
 A manhã aqui em Curitiba está gelada e o céu bem nublado. A estimativa aponta que a mínima na quinta-feira será de 7ºC e a máxima de 18ºC , segundo o Simepar. Não sei não... a sensação térmica faz descer o número. Como está o tempo aí na sua região ou bairro, leitor? Em General Carneiro Carneiro a mínima registrada foi de 3,5ºC. O Paraná está bem frio. Não chegue aqui sem a devida proteção, porque o impacto climático é intenso.

Ficarei atenta ao que descrevem sobre o tempo os leitores e seguidores da minha página no Twitter; transcreverei oportunamente os tweets disparados, assim você poderá visualizar outras descrições sobre o tempo pelo Brasil afora.

Até a próxima!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Por uma vida melhor? Não acho...

Não sei se o  leitor sabe que o Programa de Educação de Jovens e Adultos faz um aligeiramento do Ensino Fundamental; os estudantes, matriculados no programa governamental cumprem os seus compromissos escolares em 2 anos. Repare, também, em um detalhe recente: o ensino fundamental regular é cumprido em 9 anos. Professores vinculados na rede pública na ativa poderão confirmar os detalhes.

Não creio que a professora Heloisa Ramos tenha má intenção ao prestigiar uma variante da oralidade em LP. Não posso fazer, entretanto, uma análise da obra da colega, sem tê-la nas mãos para examiná-la inteiramente. O que sei sobre a polêmica em torno do livro afirma que é tolerante com inadequações ligadas à concordância entre as palavras, segundo as notas veiculadas na imprensa. Os recursos textuais, entre eles a concordância entre as palavras, são imprescindíveis à comunicação ajustada às exigências sociais.


Imagem: Google
 
Atente - Ontem ouvi e li algumas considerações sobre o livro, recomendado pelo MEC ao Programa do EJA. Elas estão na dupla de links a seguir; merecem atenção, porque são relativamente ponderadas e não promovem controvérsias na cabeça do leitor; fazem sim com que reflita sobre a responsabilidade da escola na formação do estudante, independente se está vinculado ao EJA ou ao programa regular do EF na rede pública ou particular de ensino.

Sergio Nogueira comenta polêmico livro...(Bom dia, Brasil, hoje)

"Não sei se algum professor da rede pública...." (Helio Schwartsman, Folha.com)

Fiquei imaginando se você consideraria oportuno que a escola do seu filho indicasse o livro como apoio às aulas de LP. Você compraria a obra? Eu, sinceramente, não compraria. Sabe por quê? Um livro didático é objetivo; carrega intenções claras, certeiras e norteadoras. Ao contrário de bem orientar, a obra parece confundir a cabeça do estudante. O tempo do programa EJA não permite que os professores, por mais que estejam bem intencionados e desejem refletir sobre a polêmica em destaque, atinem às questões presentes no livro enfatizadas no tópico "preconceito linguístico", segundo apontam as reportagens veiculadas na imprensa escrita e televisiva. A reflexão da autora é pertinente. A língua escrita é de fato um instrumento de poder, mas a discussão quanto à manutenção da força idiomática cabe às aulas nos cursos de Letras, quando o estudante, futuro profissional no magistério, precisa refletir sobre as variantes linguísticas e suas implicações na vida da população ativa, além de estabelecer apoio teórico fortalecido à futura prática docente.

Exigências -  Quero ouvir a autoraler o livro e saber quem integra a comissão que aprovou a obra voltada para o EJA, mesmo sabendo das contingências cruciais de tempo escolar dos participantes, nele incluidos os professores. O MEC delega poderes às comissões,selecionadas por disciplina escolar, portanto, a responsabilidade do veto ou sinal azul com a recomendação têm uma identidade universitária centrada no ensino da lingua portuguesa

Aqui entre nós! - Para agir com justiça e responsabilidade o MEC deve retirar o livro de circulação (caso já esteja em processo de distribuição) nas escolas e rever o poder da comissão que recomendou uma obra inadequada à perspectiva de vida melhor aos estudantes, ora matriculados em programa de aligeiramento dos estudos. Deve, igualmente, divulgar quanto gastou com a compra da obra ou quanto pretendia, caso ainda requisitasse a impressão. É dinheiro público, empregado sem a devida precaução; merece explicação detalhada. Discorda de mim, leitor?

Muita gente está colocando lenha na fogueira dessa polêmica, sem conhecer a realidade estrutural nas escolas públicas, assim como os mecanismos vigentes nos bastidores editoriais e de mando e desmando no MEC. Sou professora de redação; tenho provas da eficiência ou não das metodologias utilizadas nas escolas públicas ou particulares. A mais diagnóstica? Basta ler o primeiro texto de um vestibulando que participa do meu curso de redação. Geralmente ele expressa constrangimentos para ler em voz alta e mostrá-lo.

Até a próxima!

Madrugando com Tchekhov

O frio intenso em Curitiba e as preocupações do momento têm o poder de alterar o meu sono. Acordo muito cedo, ainda de madrugada. Preparo o café e trago a minha caneca para o quarto. Na companhia do precioso líquido, entretanto, mais uma agradável leitura. Quer saber o que leio atualmente? Contos de Tchkhov.

A tradução de Tatiana Belinky para a coleção "Os maiores Contistas de Todos os Tempos", da Cultrix, garante ao leitor a fidelidade das intenções e representações do russo  de Tchekhov. Recomendo.


Fonte da imagem de Anton Tchekov: Google
 O meu exemplar é emprestado; logo no início da semana passei pela Biblioteca Pública do Paraná e decidi revisar antigas e clássicas leituras para contrastar com as costumeiramente feitas na internet sobre a cena política, seus conluios e desprazeres infinitos.

Para bem escrever é necessário ler diversificadamente; quanto mais a leitura intensa dos bons autores alcance o nosso íntimo, mais o tempo torna-se pouco para o muito que ainda tenhamos a ler e a conhecer. A fonte é abundante. As madrugadas insones, portanto, têm um prêmio, caro leitor: o ganho auferido com a leitura, especialmente dos clássicos escritores.

Interaja - Você gosta de contos? Tem algum autor preferido? Conhece algum conto do contista em destaque?

Até a próxima!

terça-feira, 17 de maio de 2011

Madeira brasileira em potencial abate

Quando vi hoje a charge do Paixão( Gazeta do Povo, 17 de maio) fiquei pensando como o cartunista desenharia ainda mais talentosamente a Floresta Amazônica, depositária de abundante reserva, caso um dia sobrevoasse pelas áreas de intenso desmatamento. Exemplos? Ali, em sobrevoo baixo pelos municípios paraenses de Altamira, Anapu, Anajás, Tailândia Monte Alegre, entre outros campeões no desmatamento sem dó.


A charge é do Paixão, mas o comércio abusivo e ilegal de madeiras é assunto nacional.

A charge revela informações; veja, entretanto, que não há sequer uma palavra. A leitura interpretativa é indiscutivelmente um espetáculo. Quanto mais você sobrevoa as áreas desmatadas não apenas no Pará, mas pelo Brasil afora, entenderá a necessidade de fiscalização rigorosa e multa pesada aos criminosos e comparsas de um conluio, inclusive institucional e público. O compadrio nas esferas do mal é farto; jornais, infelizmente, mostram apenas um pouco da realidade do desmatamento e a suas implicações ambientais. É preciso ir além dos relatos enfraquecidos dos correspondentes locais, nem sempre amadurecidos para ver nas obscuras vielas a safadeza patrocinada e abençoada pelas autoridades nas três instâncias públicas.

Obrigada, Paixão pelo apoio visual às propostas de redação sobre os temas conexos ao desmatamento, ilegalidade no comércio de madeiras entre outros. O desenho poderá certamente aparecer no topo da folha de uma das provas dos vestibulares concorridos. Sorte dos meus alunos, pois são estimulados a ler bastante sobre uma diversidade de temas, inclusive o do desmate criminso.

Não tenho esperança, entretanto, de que a movimentação humana em favor do abate criminoso da floresta (Funcap Ciência) ganhe espaço apenas com a virtualidade; é preciso mais do que um tweet ou uma camiseta ecológica no corpo. É necessário uma atitude no centro da vida real. Nem todos estão dispostos a manter a linha ética; a subversão dos valores acontece lentamente e furtivamente. Um cargo aqui, uma promoção ali e o que era verde vai ficando seco, estéril e dá lugar para tudo, menos árvore, tal como acontece aqui no Paraná(Ambiente Brasil).

Até a próxima!  
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