terça-feira, 17 de maio de 2011

Preciso de trabalho remunerado!

Ninguém gosta de lamúrias, portanto vou encerrar agora a minha tristeza com o roubo do dinheiro que ganhei ontem com as minhas aulas de redação.

Faça eco, por favor! - Anuncio aqui a minha necessidade de trabalho remunerado imediatamente! O leitor poderá ajudar a divulgar o meu apelo. Basta expandir as informações a seguir; as redes sociais, quando articuladas, realizam prodígios comunicativos.

Uma das minhas ex-alunas, hoje universitária na UFPR, em treino sistemático de redação em 2010- Curitiba, arquivo pessoal


SOS - Em algum lugar de Curitiba um vestibulando, um candidato inscrito em concurso público, um universitário com a monografia nas mãos e um cursinho pré-vestibular deve precisar da minha intermediação profissional com relação à correção das redações. Caso você conheça a direção para chegar até ao quarteto anteriormente destacado, por favor, indique a nota de serviço abaixo. 

                                    Profª Doralice Araújo oferece ao público interessado:
> Aulas de redação para vestibulandos e inscritos em concursos públicos
> Correções de textos acadêmicos e redações entregues nos cursinhos pré-vestibulares.
Contatos e agendamento: 41-84148553 ou araujodoralice@hotmail.com

Até a próxima!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Alguém roubou o meu dinheiro!

Hoje não foi um dia bom para mim: alguém roubou todo o dinheiro que obtive vendendo as minhas aulas. Foi dentro do ônibus, bem no finalzinho da tarde, quanto entrei no expresso biarticulado, ali na Praça Osório. Sem que eu percebesse o ladrão enfiou a mão no bolso do meu sobretudo aparentemente seguro, pois é fechado com um botão. Fiquei muito triste. Eu sou professora autônoma e ganho cada realzinho honestamente; tudo o que recebo é fruto do meu trabalho com as aulas de redação. 

Fiquei tão desolada e chorei desconsolada com o fato, leitor. Notei o roubo apenas ao chegar em casa, quando fui tirar o sobretudo e esvaziar os bolsos. Não imaginei que alguém pudesse enfiar a mão em um bolso do casaco colado ao meu corpo. Meus alunos, agendados para hoje, fizeram o pagamento em dinheiro e coloquei o montante no bolso do lado direito do casaco, uma vez que o valor reunido tinha uma destinação imediata amanhã bem cedinho.

Não estou com vontade de fazer a densa postagem prometida no começo da manhã; pense no que sentiria se tivesse trabalhado a manhã e a tarde inteirinha e alguém furtasse o seu ganho? Pela primeira vez na vida tive vontade de mandar cortar as mãos de todos que roubassem o dinheiro alheio. Estou sem ânimo...

SOS Trabalho - Agora preciso de maior número de alunos, porque o meu prejuízo foi desolador. Amanhã farei um novo anúncio; quem sabe surja uma leva de novos vestibulandos dispostos a aprender a bem escrever comigo?

Até a próxima!

Muita leitura & escrita


Ler e Escrever, ações presentes nos meus Encontros Marcados com a Redação, arquivo pessoal

A segunda-feira será repleta de afazeres com meus alunos de redação, caro leitor. É provável que eu tenha um pequeno intervalo, quando aproveitarei para escrever os costumeiros tweets aos que leem a minha página no microblog. Você, exceto aparições raríssimas, não tem interagido comigo. Serão os temas, a falta de tempo, o descaso? Apareça; sugira algo.

À noite retornarei com uma postagem mais densa, asseguro-lhe.

Até a próxima!

domingo, 15 de maio de 2011

Cadê a verba federal à educação pública?

Quando eu estava em Belém na semana passada mal tive tempo de visitar a cidade, mas consegui chegar até ao quase centenário Grupo Escolar Barão do Rio Branco, escola pública situada no bairro de Nazaré, cujo destaque nas fotos faço questão de ressaltar. Pois bem, meu caro, no dia 6 de outubro de 2010 eu passei pela escola e ela apresentava a negligente condição externa exibida no meu registro fotográfico.


A imponência arquitetônica do Barão do Rio Branco equivale à extensão da negligência dos gestores educacionais- Belém, arquivo pessoal
Notícias posteriores anunciaram em blogs e jornais a nomeação de um novo secretário para assumir as rédeas da Secretaria Estadual de Educação e Cultura do Pará; ao saber do fato puxei conversa com alguns paraenses e soube daquela conversa habilidosa de promete que vai fazer e promete que vai fazer. Foi aí que pensei: Ah...vamos ver se alguma modificação acontecerá com relação às reformas e manutenção da estrutura arquitetônica das antigas escolas, sem cogitar aqui outras questões fundamentais, centradas anteriormente em postagens do Na Mira.

Situação triste - Ledo engano. O meu saudoso Barão está do mesmo jeito. A escola completará 100 anos em março 2012.  Sou ex-aluna e tenho o dever de zelar pelo espaço que me acolheu nos dois primeiros anos do antigo curso primário, hoje nomeado ensino fundamental. Quero vê-la com reparos externos e reconhecer o ótimo trabalho docente oferecido às crianças e jovens que ela abriga. Já escrevi sobre o tema anteriormente  e quero novamente saber se o repasse das verbas à educação pública não chegou ao Grupo Escolar Barão do Rio Branco?

Escreva um tweet! - Uma andorinha sozinha faz muito pouco, mas se conseguir a companhia de outras a revoada e o pouso lá em cima da secretaria poderá acordar o secretário de Educação, o Nilson Pinto. Blogueiros paraenses amigos da escola pública, ex-alunos e moradores do entorno do belo grupo escolar e leitores dos meus blogs poderão também juntar-se ao grupo. Fica o convite, especialmente aos meus conterrâneos tuitteiros. Vamos lá em grande bando pousar na SEDUC  do Pará?

A negligente aparência externa da biblioteca do Barão do Rio Branco é entristecedora- Belém, arquivo pessoal


O tema no  PR - A situação das escolas públicas, quase ou já centenárias, é entristecedora; a maioria está caindo aos pedaços e a negligência é geral. Há cerca de três semanas passei ai nos arredores do Jardim Social, bairro elegante aqui de Curitiba. Saiba o leitor que a escola, fotografada em 2010, também continua em péssimas condições. Eu não sei o que pensar mais sobre o fato, exceto diagnosticá-lo como um problema de falta de atitude responsável dos gestores educacionais. Gostaria muito de poder acompanhar as andanças do Flávio Arns, secretário estadual de educação do PR e ouvir o que declara sobre a situação real das escolas, assim como ouvir as queixas e as providências tomadas pelas diretoras, porque o que aparece ao público é confuso, muito confuso, principalmente quando avistamos as notícias alvissareiras no site da secretaria. 

A aparência externa da EEAmâncio Moro, no Jardim Social, é estimulante à matricula de filho do morador do bairro? Duvido. Curitiba, arquivo pessoal

Cadê o dinheiro?- O que é feito com a verba federal destinada à educação pública no Pará e também ao Paraná? Gostaria de avistar em jornal ou revista um infográfico poderosamente explicativo sobre o tema. Se o governo federal afirma repassar um valor em dinheiro é justo, portanto, bem empregá-lo e divulgar em nota pública a destinação oferecida, caso contrário, eleitores e ex-alunos da escola pública têm pleno direito de duvidar da correta aplicação, concorda comigo, leitor?

Diga lá! - O interessante é que em algumas escolas públicas a aparência externa do edifício não permite ao cidadão esboçar nenhuma crítica. Será que a participação de uma administração atuante faz a diferença? Tenho muita curiosidade para saber detalhes, mas  imagino sempre que os gestores, uma vez nomeados pela secretaria estadual, renderão amém ao senhor secretário e temerão represálias ou retaliações, caso conversem abertamente sobre os mecanismos disponíveis para bem ou mal receptar as verbas para as suas escolas. Será que estou equivocada, leitor? Converse comigo.

Até a próxima!

sábado, 14 de maio de 2011

Não sou vaquinha de presépio; você é boizinho, eleitor?

O leitor contumaz do blog sabe que  estive em Belém na última semana; minha mãe faleceu e saí às pressas de Curitiba. Encontrei a capital paraense sob temporada chuvosa e na segunda-feira à tarde vivi uma experiência assustadora. Eu e uma das minhas irmãs estávamos em uma gráfica, quando percebemos o começo de uma chuvarada. Em poucos minutos a extensão da Rua Padre Eutíquio, entre a Tamandaré e a Ó de Almeida ganhou os ares de um grande lago.

A potencialidade dos problemas - Quando uma rua, um logradouro público fica completamente tomado pela água da chuva torna-se um perigo em potencial; não oferece  grandes temores apenas aos carros, ônibus, ciclistas e motociclistas que ali circulam, mas sobretudo ao pedestre, sujeito passivo aos tropeços nas calçadas, enfiadas das pernas em um bueiro, entre outras temeridades urbanas.


Arredores do complexo administrativo municipal e estadual em Belém; local para um apitaço indignado - Arquivo  pessoal, 2010


O fato, entretanto, não é exclusivo de Belém, mas das cidades que estão sob a mira das chuvaradas e não permanecem devidamente prevenidas para enfrentá-las. Você já reparou que diante da estiada da chuva e do escoar da água, o cidadão esquece dos contratempos e parece ficar anestesiado com as repetições dos temporais chuvosos? Não concordo com a costumeira passividade; você discorda de mim, leitor? O prefeito de Belém, o Duciomar Costa, está sob um processo de cassação do mandato diante das irregularidades cometidas, mas a população vive uma longa espera no julgamento do caso. Muitos dos paraenses, participantes da minha timeline no Twitter, sabem do fato; poderão aqui confirmar a morosidade da justiça local em compadrio injustificável.

Pressão e apitaço - No dia seguinte da chuvarada a população em massa deveria encher as galerias da Câmara Municipal e da Assembleia Legislativa e exigir providências, além de requerer a presença do Secretário de Serviços Urbanos para oferecer explicações à inoperância dos serviços de prevenção. Deveria também fazer um apitaço insuportável na frente da residência do prefeito, assim como nos arredores do complexo administrativo da cidade e do estado. Políticos não utilizam o transporte público e raramente saem às ruas (exceto para mentir em aparições públicas e fazer salemeleques para as visitas ilustres da camarilha nacional partidária); eles usufruem das benesses nababescas oferecidas pelo cargo, outorgado pelo eleitor. Há um carro oficial e um motorista, pagos com o dinheiro público, para levá-los aqui e acolá.

A pauta jornalística - Gostaria muito de poder cruzar dados oferecidos pela demanda de pessoas que acorrem aos hospitais de urgência e compra de medicamentos para doenças respiratórias, após uma chuvarada. Se os bueiros nas ruas fossem constantemente desintupidos, os problemas de saneamento e escoamento das águas pluviais solucionados em dias de sol e se a população não jogasse lixo nas ruas, tenho certeza de que a vida seria melhor para todos. Na hora de buscar os votos os políticos sabem muito bem o caminho fácil; em massa eles acorrem à periferia, visitam bairros muito carentes, prometem o céu aos eleitores. Nos dias de temporais e de inferno social eles ficam abrigados na suas vidinhas abastecidas pelas benesses dos cargos políticos. 

O meu apelo - Sou uma @ndorinha na internet e na sala de aula, caro leitor; os meus poderes para alterar a desordem são limitados, mas se cada leitor considerar o relato acima e refletir sobre as implicações sociais e políticas que ele envolve aí no seu domicílio eleitoral, ficarei muito agradecida. É um começo...

Até a próxima!

Clique no link e visite meu outro blog ; interaja com ele, também. 

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Zona de conforto blogueiro

Desde ontem à noite o sistema de edição do Blogger ficou indisponível. O resultado? Uma agonia entre blogueiros; eu também fiquei a reclamar e a esperar que hoje de manhã tudo estivesse normalizado, mas qual...nada. Somente agora ele voltou, mas não trouxe as duas últimas postagens. Um mistério.


A solução aternativa - Enquanto a manutenção ou bug acontecia decidi reativar o meu antigo blog no UOL; ele estava lá, sob suspensão voluntária. Foi uma decisão rápida e em instantes eu reanimei o arquivo e já editei duas postagens. Agora manterei as duas páginas; será assim, um modo de contar com alternativa para interagir com você, leitor, além de compartilhar as minhas observações sobre temas recorrentes, aqui e lá, no Parceiras Infalíveis: a Leitura e a Escrita.

Área de tranquilidade - Ficar refém de algo ou alguém é desconfortável; mexe com a liberdade de ação. Gosto muito do Blogger, já estou bem acostumada com ele, mas lá no UOL tenho a minha fatia de tranquilidade. Quero poder transitar  entre um e outro com o merecido conforto, portanto, agora manterei as duas páginas ativadas. Alguma sugestão, caro leitor?

Até a próxima!

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Aprenda a bem dissertar

Conhecer o tema proposto pela banca organizadora dos concursos públicos é imprescindível para elaborar uma excelente redação dissertativa, entretanto, poucos candidatos às carreiras públicas atentam ao fato. Não recomendo deixar para treinar o modelo dissertativo em cima da hora da prova; é contraproducente.

Dissertar é ampliar com muita categoria as informações sobre um tema determinado; exige maturidade expositiva sobre temas variados, formatação específica na folha de redação, além da primorosa articulação entre os recursos textuais. Quem disserta age como um regente de uma orquestra bem afinada; conhece os instrumentos e sabe o alcance que eles têm.

Atenção! - Na redação dissertativa o domínio do tema a dissertar é fundamental, porque é dele que a ampliação temática aufere importância, enquanto o corretor avalia o que lê, mas sem atinar aos elementos de apoio textual, nada feito. O candidato não passará pelo estreito corredor da banca corretora.

Serviço -  Ofereço a partir da próxima semana mais um dos meus cursos de redação; se puder, divulgue as informações, caro leitor. Meus ex-alunos também muito ajudarão se passarem adiante a minha direção e a programação do novo curso.

O atendimento integral à proposta de redação dissertativa exige leitura sobre temas diversos e treinos constantes - Arquivo pessoal

              Aprenda a bem dissertar
- 10 aulas exclusivas para concursos públicos-
> Inscrições abertas para pequenos grupos
> Às terças ou quintas-feiras; horários diversos, a partir do dia 17/5
> Local: Rua Ermelino de Leão, 15, 10º andar, conj. 101( nos arredores da Praça Osório, em Curitiba ) 
> Reservas/agendamento: (41) 84148553 

Observação: O curso acima envolve custos; os 10 primeiros candidatos terão 10% de desconto.

Até a próxima!

Com as rédeas nas mãos

Cheguei hoje de madrugadinha; longa é a travessia de Belém até Curitiba. Na rota, iniciada às 12h47 de ontem e encerrada às 00:16 de hoje, uma escala em Marabá e conexões em Brasília e Campinas. Agora? Preciso organizar o que foi suspenso com a viagem repentina e retomar à rotina de aulas e trabalhar, caro leitor.

Treinar a redação dissertativa é imprescindível aos interessados às carreiras públicas - Encontros Marcados com a Redação, arquivo pessoal
O caminho - Interessados em aprimorar a  escrita ou corrigir textos representam o público que estabelece a demanda de trabalho para mim; conhece alguém interessado, leitor? Ofereça-lhe a minha direção. O e-mail aí no topo da página é um contato bem rápido comigo. Amigos blogueiros, ex-alunos e leitores simpatizantes ao meu trabalho podem intensificar a minha oferta. Sabe como? Repassando os dados.
Até a próxima!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Vandalismo nos cemitérios

Estava em Curitiba na semana passada e assisti  na tevê uma ótima reportagem do RPCTV sobre a ação dos vândalos e a necessidade de vigilância em cemitério localizado em Piraquara, município nos arredores da capital paranaense. Fiquei indignada ao avistar a depredação das sepulturas e o estado de abandono do local, eufemisticamente denominado de "campo santo" ou "a última morada"daqueles que faleceram.

O absurdo - O que eu não imaginava era ver a mesma situação no dia do sepultamento do corpo da minha mãe, no Cemitério Municipal de São Jorge, no bairro Nova Marambaia, em Belém. Vândalos depredam e ladrões furtam os adornos das sepulturas, arrancam placas de material de revestimento, além do fato de constatar a visível negligência da administração do local, pois o mato cresce entre os corredores que ladeiam os túmulos. Um absurdo! Intolerável situação.

Imagem: Google


Maior vigilância é imprescindível! A quem recorrer,  entretanto, uma vez que os responsáveis pela administração dos cemitérios parecem ignorar as suas responsabilidades com relação à manutenção da ordem e cuidado com os espaços comuns no interior do local?

O leitor conhece algo parecido aí na região do seu domicílio? Por favor, compartilhe as informações. Quando imaginamos a violação de túmulos dos entes queridos ou de qualquer pessoa, há certamente um sentimento comum de indignação e revolta. Providências oficiais da adminstração do espaço devem tranquilizar a todos. Ainda sobre o tema encontrei ótima reportagem de Aline Peres sobre o vandalismo no Cemitério Municipal de Curitiba; confira(Gazeta do Povo, 2010). Interaja; comente.

O absurdo -   O jazigo  da minha família, aqui em Belém, embora sob cuidados constantes estava violado; uma das minhas irmãs precisou mobilizar recursos complementares para que o corpo da minha mãe pudesse ser acomodado com a segurança desejada no último dia 7. Imagine a situação, leitor.

Até a próxima!

domingo, 8 de maio de 2011

Temporada fora de Curitiba

Estou  desde ontem em Belém.

Sinto que a vontade de refletir sobre qualquer questão aqui no blog, caro leitor, é quase inexistente. Quero aproveitar a curta temporada para fortalecer vínculos afetivos com os meus irmãos e os demais parentes. Amanhã, talvez, quando esse período de luto alcançar menor intensidade, os assuntos comuns retornem ao Na Mira do Leitor.

Desfrutar da bela visão da Baia do Guajará é um alento, caro leitor. Belém, Estação das Docas, arquivo pessoal


Planejei passar na terça-feira no Grupo Escolar Barão do Rio Branco e mais adiante conversar com o meu amigo, o ilustrador Sérgio Bastos. A coordenação da antiga escola requisitou a minha ajuda com relação aos festejos comemorativos do centenário de fundação; não poderei perder a festa em 2012 e rever antigos colegas das primeiras séries. Quanto ao provável café com tapioquinhas que tomarei, ali no Estação das Docas, a companhia do ilustrador paraense envolverá os trâmites iniciais de parceria em livro voltado à cultura amazônica.

Até a próxima!
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