quarta-feira, 4 de maio de 2011

Outono no Sul do Brasil

 Cena curitibana no periférico bairro do Barreirinha, arquivo pessoal, 2011

Menções à temperatura são regulares, aqui pela região Sul do Brasil. Como esquecê-las se regulam não apenas a rotina, mas os serviços, o vestuário que carregamos no corpo, o que proteje nossos pés, cabeça e mãos, o que ingerimos e, sobretudo, as emoções diárias? Estamos no auge do Outono, caro leitor. Hoje, por exemplo, os técnicos do Monitoramento e Previsão do tempo indicam que para Curitiba a mínima será de 9ºC e a máxima de 21ºC ,  segundo o Simepar

Diga lá! -  Aqui no Paraná e nos demais Estados da região a incidência das geadas explica a umidade intensa nas manhãs sulistas. Como está o clima aí, leitor? Será que difere do tempo curitibano, por exemplo? Será necessário intensificar as medidas de proteção ao corpo, tal como fez a família em destaque na foto acima?

Até a próxima!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Quer passar frio, leitor?


Um pouco de Curitiba para você, leitor!Imediações da Pça. do Japão, no Água Verde- Arquivo pessoal, abril, 2011

Manhã gelada em Curitiba. Os números mínimos apontam 7,7ºC  no ar, segundo o Simeparpr. A vontade é ficar sob os cobertores, leitor, apesar do céu iluminado pelo Sol! Todo o Paraná está bem frio! Não recomendo chegar aqui sem roupas bem quentinhas; hoje, o dia pede casaco, luvas, gorro ou chapéu e cachecol, peças do vestuário que ajudam a enfrentar as baixas temperaturas. 

Até a próxima!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Obama liquida Osama, mas...


O combate às ideias terroristas não poderá recrudescer; a advertência está na charge do Leandro Rodrigo.


É a notícia de maior repercussão internacional; Osama Bin Laden disseminou o terrorismo e marcou com horror os olhos das crianças, hoje  adolescentes eufóricos com a eliminação do líder da rede Al Qaeda. A notícia é, sem dúvida, um alívio, especialmente aos que avistaram a tragédia de 11 de setembro de 2001, nos EUA.

Uma preocupação - O líder do terrorismo foi eliminado pelas tropas dos EUA, lá no Paquistão, mas a ideia terrorista, infelizmente, continuará como um vírus silencioso e traiçoeiro, em todos os lugares. É o perigo a ser observado e combatido sem trégua. As ofensivas terroristas são previsíveis; é preciso ficar de olho nas iminentes respostas à eliminação de Osama. A influência do mal não encontra barreiras, ainda mais quando a competitividade é a marca registrada entre as potências internacionais. A minha preocupação encontra explícito amparo nas observações de Igor Gielow (Folha.com).

Diga lá! -  O título da postagem do Na Mira do Leitor passará à História, sem a menor dúvida, mas a charge do Leandro Rodrigo é uma advertência explicita. O mal é influência atemporal, infelizmente; combatê-lo continua, sem dúvida, uma obrigação de todos!

Até a próxima!

domingo, 1 de maio de 2011

Trabalhar: verbo a exigir complementos

Trabalho - 1- Aplicação das forças e faculdades humanas para obter determinado fim.  2- Atividade coordenada, de caráter físico e/ou intelectual, necessário à realização de qualquer tarefa, serviço ou empreendimento.  3- Trabalho(?) remuneração ou assalariado; serviço, emprego.  4- Local onde se exerce essa atividade.  5- Qualquer obra realizada.  6- Lida, labuta.
(Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda - Miniaurelio Século XXI Escolar - Nova Fronteira)


Reconhecer com justiça o esforço laborativo é uma virtude humana- Cena em Curitiba, bairro Mercês, arquivo pessoal

Trabalhar, apesar das acepções verbais acima, tem constituído tarefa subjetiva para alguns; eu, por exemplo, sou trabalhadora do ensino, mas autônoma, categoria da qual guardo bastante orgulho, mas não menor preocupação com os dias de baixa demanda. 

Diferentes modos de trabalhar - Meus esforços para intermediar conteúdos, corrigir textos e produzi-los acontecem voluntariamente a qualquer dia e hora, bem diferente da maioria dos meus colegas professores, com as folgas garantidas pelas leis trabalhistas. Sou trabalhadora do ensino; a minha ferramenta é a palavra, amparada pelo idioma nacional. E você, caro leitor? Qual é a sua área de trabalho? Qual é a sua função no mundo do atividade remunerada e amparada pelas vinculadas leis? Está feliz e satisfeito?

A minha saudação  -  Aos que exercem as suas funções laborativas na sociedade, tanto no do quadro da autonomia ou da vinculação corporativa, os meus votos de saúde, aprimoramento funcional e lucidez social, porque a vitalidade da estrutura fisíca e mental é a mola propulsora às grandes conquistas, mas sem a competência técnica e a clareza para identificar a justa remuneração e as incoerências das fontes empregatícias, a vida do trabalhador, embora amparada pelas  leis, sofre as emanações da ganância e do intolerável desrespeito ao ser humano.  

A complementação desejada -  A Gramática aponta que trabalhar é um verbo intransitivo, ou seja, não exige complementos. Em si ele carrega o sentido exato, mas na prática são inegáveis as condições justas de trabalho, portanto, a presença de complementos necessários à atividade laboriosa devem ser identificados, sempre; o trabalhador consciente e o empregador coerente e justo conhecem muito bem as interferências, as explorações que inviabilizam a satisfação mútua.

Até a próxima!

sábado, 30 de abril de 2011

O apego e a troca condicionantes

O apego às antigas estruturas ou preferências merece sempre uma reflexão, concorda comigo, leitor? O tom hilário da tirinha do Benett (Gazeta do Povo, hoje) desperta, entretanto, grande ajuda a não levarmos a análise das nossas preferências e apegos à fogueira. Cartunistas têm um quê invejável de sabedoria existencial...


A dinâmica oportuna - Olhar em outra direção, testar alternativas e decidir são, evidentemente, algumas ações reveladoras da nossa disposição para acolher, por exemplo, uma sugestão. Elas chegam de todas as rotas linguísticas, inclusive aqui, espaço de conversa e troca discursiva entre leitores afeitos ao trato distinto e preferências amadurecidas.

Linguagem bem cuidada -  Sugiro ao blogueiro e ao leitor que costuma comentar em páginas na internet a manuteção do tom combativo e crítico na linguagem, mas não escorreguem no desajuste à distinção da linguagem utilizada. Expressões chulas e palavrões, presentes e inevitáveis na oralidade da maioria, mas inconvenientes na escrita, permitem entrever maiores informações sobre os redatores de qualquer texto. Adequação linguística é vital à apreciação entre as pessoas; as palavras falam por nós e dizem da nossa experiência generalizada.

O caráter revelador da linguagem- É uma questão de objetivo; se você tem a intenção de revelar o seu modo de agir descontraidamente, solte o verbo, seja natural, mas se simultaneamente articula preocupações profissionais, cuidado! A linguagem empregada no trato com as pessoas é fundamental para estabelecer nexos apreciativos, selecionadores profissionais, inclusive. Reside aí a minha sugestão!

Agora é com você - Sugira algo; evite, entretanto, mostrar que estou equivocada com a sugestão acima. Meus argumentos estão amparados na recepção da linguagem empregada nas redações presentes nos concursos públicos, assim como na exitosa interlocução estabelecida, inclusive, na internet. Dê uma olhada nos tweets que salvo na minha timeline; veja como são costumeiramente gentis e descontraídos, trazem a distinção linguística esperada. É uma situação recíproca. 

O (des)apego aos velhos costumes demanda, entretanto, um objetivo pessoal; não creio que o cartunista Benett seja reconhecido imediatamente nas ruas de Curitiba sem o conhecido boné com a aba voltada ao contrário, mas de repente...ele poderá ter um bom motivo para abandonar a peça, tal como exibe o personagem da tirinha. 

Até a próxima!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Mude o panorama dos que não sabem ler e escrever

A notícia é triste. Dados do IBGE, via Uol Educação, mostram que No Brasil, quase 14 milhões com 15 anos de idade ou mais não sabem ler e  nem escrever ...; é quase insuportável ler a informação, mas as soluções estão disponíveis. Basta a vontade política e a disposição solidária de todos os brasileiros. 

Priorizar a educação é eliminar índices vergonhosos do analfabetismo no Brasil- Arquivo pessoal


Solução coletiva - Faça alguma coisa, leitor! Ao saber que alguém não sabe ler ou escrever aja, imediatamente. Nem espere ela retrucar e tirar por menos; muitas vezes ela tem até vergonha de admitir.  Não busque culpados. Aja. Faça a sua parte.

Tenho uma sugestão: pegue uma revista ou jornal , um caderno do tipo brochura, um tubo de cola, borrachalápis , inclusive coloridos e prepare um material de apoio. Ensinarei como transformar algo que geralmente vai para o lixo em material didático poderoso. Assuma um compromisso comigo; vamos diminuir os índices vergonhosos do analfabetismo?

Interaja e aguarde outras postagens sobre o tema; voltarei oportunamente, mediante a demonstração do interesse do leitor no preparo do material. Será fácil e barato para estabelecer os passos decisivos e ajudar, independente dos cursos de alfabetização disponíveis na rede pública de ensino. É possível alterar a notícia nos próximos dados do IBGE. Basta desejar e mobilizar o esforço e as condições ideais. Aguardarei a sua interação sobre o assunto.

Até a próxima!

As influências do clima

Manhã com céu nublado. Nada mais tira a minha agilidade e bem-estar do que o dia sem a luminosidade expressiva do Sol; é uma questão de adaptação e de ajustes. Faço esforço, mas nem sempre consigo estampar a vitalidade habitual. Desde domingo, quando fiz a foto em destaque, o tempo em Curitiba está assim. O céu permanece cinza, sempre em ameça chuvosa, mas é o Outono na sua parte sombria. É preciso encarar as variações climáticas, mas não é fácil ficar sem os dias iluminados e ensolarados.

Ainda bem que há o colorido das plantas para contrastar com o céu nublado- Curitiba, arquivo pessoal


Depoimentos -  Felizmente não estou sozinha;  fiz um tweet sobre o assunto e, imediatamente, a Ane Beatriz comentou assim:  Eu também sinto falta da energia contagiante de uma manhã ensolarada. Você é igualmente assim ou fica indiferente às variações do clima, leitor? Troquemos impressões, pois são as permutas interativas bem comezinhas que estabelecem a interação satisfatórias na internet.

Atenção  - O tema parece bobinho, mas será conveniente atentar às reações das crianças dos adultos, sobretudo dos idosos, nem sempre com possibilidades de expressão objetiva. Com o passar da idade as nossas extremidades corporais, tais como, mãos, pés e cabeça ficam mais vulneráveis ao clima. Não é por menos que meias, luvas , chapéus, gorros e bonés entram em cena, ainda mais nos dias frios e úmidos. Fique atento, caro leitor. Prestar atenção aos detalhes é uma expressão de carinho e distinção, também.

Até a próxima!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A Biblioteca Pública, o Miguel Sanches Neto e o Conto

Imagem encontrada no blog do Miguel Sanches Neto

O leitor de Curitiba conhece a Biblioteca Pública do Paraná, mas quem reside fora da capital paranaense não imagina o espaço espetacular e o acervo de qualidade lá existentes. Sou frequentadora assídua da Biblioteca e dela usufruindo para ler, fazer anotações e pesquisar, assim como encontrar alunos, em explícita orientação de escrita, ali na Sala de Referências.

Saiba o leitor que agora em maio (dias 7, 14 e 21) acontecerá na Biblioteca mais uma Oficina de Criação Literária; será a vez do Conto. A postagem do professor e escritor Miguel Sanches Neto, regente da atividade, explica os detalhes ligados à participação. Interessado? Escreva seu conto e contate até dia 2  com a Biblioteca Pública. O programa cultural é imperdível.

Até a próxima!

Medo e muita risada; vai encará-los?

Estou aqui pensando um jeito de fazer com que você sorria, leitor. Meus temas geralmente são graves e reflexivos, até pelo fato de conviver atualmente com algumas preocupações, mas já descobri como fazer as risadas acontecerem aqui no Na Mira. São dois passos:

O primeiro: clique no link que remete ao vídeo; a jornalista Ruth Rendeiro, minha conterrânea, contemporânea na universidade e irmã de um dos meus cunhados, está hilária. É de gargalhar; tudo graças ao programa Fantástico.

Imagem: Google

O segundo: espere a chegada dos comentários. Você rirá muito, pois eu talvez não tenha nenhum comentário(você sorrirá da minha pretensão, ahahahah!!!) ou então dará boas risadas dos medos, aqui expressos. Medo é resultado da insegurança; quando não se está seguro bate o medão. É uma situação fácil de entender.

A minha lista - Eu tenho medo de algumas situações: do frio intenso (eu fico muito triste e deprimida), de andar sozinha à noite ou em ruas desertas (ando com uma sombrinha de cabo bem comprido, quase sempre), de ficar sem dinheiro(quem gosta da companhia de quem está sem dinheiro, diga lá?), de ingratidão, de egoísmo(sou solidária em potencial, portanto...), de gente escandalosa(eles dizem em público o que você nem imagina), de conversa de político, entre outros. Agora é com você.

Até a próxima!

Saúde pública com ou sem selo de qualidade?

Você tem um plano de saúde, leitor? Costuma ir ao Posto Médico do bairro? Em caso afirmativo sabe o que é esperar muuuito para ser atendido, não é mesmo?

A queixa pública no posto de saúde, em Mosqueiro, no Pará- Crédito: PT de Mosqueiro


A minha conterrânea paraense, a Franssinete Florenzano, postou um apelo ao Ministério Público. Quem conhece a região concordará com as procedentes críticas sobre as condições do atendimento à saúde pública, na aprazível ilha do Mosqueiro, mas eu queria ver uma foto representativa da queixa ligada ao tema. Sabe o que fiz?

Uma busca - Uma rápida pesquisa no Google fez emergir dados recentes, fotos, depoimentos e salameleques partidários à administração anterior e as lengas e lengas dos atuais correligionários, mas sei separar as coisas; o que importa são as ações em benefício do cidadão e o emprego responsável das verbas, concorda comigo? Eu não tenho bloco partidário, portanto, destaco as observações do cidadão JCSOliveira, responsável pelo  blog Mosqueirense, assim como a imagem, obtida no blog em ressalte na legenda da foto.

Conheça mais - A ilha do Mosqueiro com os seus 220 Km2 é distrito da capital paraense; dista 1h30 de Belém, mas vive nos últimos tempos sob o abandono das autoridades. O que têm a dizer o administrador da vila balneária, o prefeito belenense, assim como todos os que costumam visitar o aprazível lugar de outrora? A imprensa local precisa perguntar; o cidadão precisa de respostas lógicas, sem conversa mole e tergivizações!

Quando algo não funciona é preciso saber os porquês; encontrar o começo do problema e buscar as soluções, uma providência necessária.

Um selo de qualidade - é o que pretende entregar aos postos o Ministério da Saúde. O plano é lindo, mas quem deve condecorar é o povo, usuário do postinho, quando satisfeito. Leia a informação, aqui no Mais Brasília.com.

A espera é longa na USdo Campo Comprido; dá para ficar assim..- Curitiba, Arquivo pessoal,

Aqui em Curitiba, pelo menos na Unidade do Campo Comprido, as instalações melhoraram. Há uma tv moderna e silenciosa na parede, papel higiênico no banheiro e poltronas para sentar e esperar, esperar e esperar, mas fiquei encasquetada com um coisa: quem não sabe ler ficará meio perdido. Sabe por quê? As chamadas para atendimento saem em um circuito eletrônico avistado na parede. Tudo bem moderno, mas quase segregador; vi dois idosos reclamando da demora. Pedi o nome do que estava enfermo. Pude ajudar, quando vi a chamada do nome do pobre homem pela segunda vez. Foi nessa hora que a atendente leu em voz alta o nome do ancião. A modernidade faz uma divisão bem perversa, percebeu?  

Conheço a ilha do Mosqueiro, conheço boa parte do atendimento público em Curitiba e conheço as queixas dos usuários dos postos de saúde: o tratamento é desrespeitoso e o discurso político que diz "melhorar as condições do atendimento à saúde pública" é colocado à prova, independente do partido que detém as mãos no dinheiro público, mas poucos sabem descrever o que vivenciam na hora crucial da enfermidade. Quando o cidadão faz a utilização de um serviço público deve imediatamente avaliá-lo, sem vínculo partidário ou salameleques quaisquer, mas é um aprendizado, concorda comigo, leitor?

Diga lá! - Você daria um selo de qualidade ao atendimento público, aí no seu bairro? Vamos conversar sobre o tema?

Até a próxima!
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