segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Postagens afinadíssimas que encontrei

Veja, caro leitor, o que contam os afinadíssimos blogueiros:



> Tá dando maracujá na palmeira, do Augusto Leal

> Fast-food de beira de calçada , do Belenâmbulo

> Contra a reeleição, do Rogério Galindo, no Caixa Zero

> Direitos Humanos: Brasil,EUA, China, quem é pior? No Blog do Sakamoto

> O que faz um deputado? 'Ainda não tô sabendo bem', no Josias de Souza


Até a próxima!

Concursos públicos e a redação dissertativa

Assim que a prova de redação da Universidade Federal do Paraná acontece um novo público ocupa as carteiras do meu curso de redação: os inscritos nas diversas carreiras do serviço público. Os candidatos inscritos querem conferir se as redações que produzem estão em consonância com os critérios estabelecidos pelas bancas elaboradoras.  Nem todos têm a segurança necessária para redigir um texto dissertativo, modelo de texto que exige o domínio temático e desenvoltura com o emprego dos recursos textuais e propósitos comunicativos.

Manter-se bem informado é um dos requisitos imprescindíveis ao candidato; concursos públicos são necessariamente exigentes!



Treine a redação dissertativa comigo
- Encontros exclusivos para inscritos em concursos públicos-
Local: Rua Ermelino de Leão, 15, 10ºandar,conj. 101, Centro, em Curitiba
Data: a partir de 7 de dezembro
Horários: 10:00 às 12:00h. ou  18h30 às 20h30
Reservas de horário:(41)84148553 ou araujodoralice@hotmail.com

Divulgue, por favor! - Caso conheça alguém interessado, prezado leitor, compartilhe a informação acima. É a direção necessária para agendar comigo um encontro ou todos os dias na semana corrente. Encaminhei um anúncio à receptiva seção Cursos&Palestras, mas há uma lista de prioridades editoriais, ainda mais diante da gratuidade da nota no jornal. A propaganda oral e a recomendação via blog local são ótimas auxiliares. Muito obrigada pela ajuda oferecida!

Com os textos nas mãos - Farei correções das redações já elaboradas(a maioria dos inscritos baixa as provas anteriores da internet e treina a redação das propostas sem auxílio profissional da área)e apresentarei dicas de composição ao texto dissertativo, tipologia soberana nos concursos públicos. 

Até a próxima!

Mingau de milho verde

Há manhãs que acordo com vontade danada de saborear um mingau, ao contrário dos dias voltados ao café com leite bem quentinho. Hoje, por exemplo, pensei em milho verde. Você gosta de mingau e de milho verde? Fui mais do que depressa à geladeira e peguei duas espigas de milho, compradas ainda na sexta-feira, ali na feirinha da Praça da Ucrânia.

O milho estava bem verdinho, mas o mingau ficou bem gostoso.


Como fiz? -  Com a ajuda de um ralador as duas espigas de milho se transformaram em massa umedecida. Eu levei os grãos ralados com duas xícaras de leite e três colheres rasas de açúcar ao fogo. Com uma colher fiquei mexendo em sentido horário e, assim que essa mistura ferveu cerca de cinco minutos dei como pronto o mingau, mas deixei alguns grãos inteiros, porque adoro encontrá-los bem macios no meio do mingau.

Despejei essa papinha nutritiva em dois recipientes: a metade em um pratinho e  a outra porção foi lá para a minha caneca de Papai Noel; decorei com um pouco de canela em pó. Ficou bem gostoso. Eu garanto.

Até a próxima!

domingo, 5 de dezembro de 2010

Meus palpites foram confirmados na prova de redação da UFPR

Quantas cartas você escreveu, vestibulando?
Sabe elaborar resumos?
Considere a tirinha e..
Observe as informações do infográfico...
Argumente sobre...


Escrever cartas ? Resumir? Analisar infográficos e tirinhas? Argumentar?Ações comumente presentes nos meus Encontros Marcados com a Redação, 2010


Fiquei sabendo pelo celular - Uma das minhas aplicadas alunas mandou uma mensagem SMS , assim que saiu da prova de Compreensão e Produção de Textos. Estou agora ainda mais despreocupada, porque todos os que passaram pelo meu curso treinaram abundantemente as tipologias destacadas abaixo em negrito, além de outras, evidentemente.

Meus alunos exercitaram todos esses modelos de textos até ontem; estavam bem preparados para o enfrentamento com as propostas de redação da UFPR. A prova estará disponível, a partir das 19h30, aqui no Núcleo de Concursos. Confira. Avalie. Considere a pertinência dos temas e das propostas.

Até a próxima!

Ler & Escrever com eficiência? Por que parou?

Empresto a oportuna ideia do Benett (publicada hoje na Gazeta do Povo ) para alertar aos 14,7 mil vestibulandos que enfrentarão, logo mais à tarde, a prova de Compreensão e Produção de Textos, comumente denominada de prova de redação da UFPR . O motivo? A mira certeira no mau costume de não ler atentamente qualquer informação.


Ler exige atenção permanente e integral - No enunciado de uma proposta de redação há sempre a direção e os cuidados necessários ao atendimento integral da solicitação. Ler os enunciados com extrema atenção é, portanto, vital para que o atendimento à proposta decorra satisfatoriamente.

Escrever é concatenar ideias - A redação bem articulada atenderá certamente todas as exigências das cinco a sete propostas programadas pela Universidade Federal do Paraná. Resumos, textos argumentativos, dissertatações, comparações, transposições linguísticas, continuidades de textos, análises diversas(infográficos, poemas, tirinhas, charges, cartuns, propagandas), redação de cartas, entre outras tipologias poderão diversificar as pressuposições da banca organizadora quanto às habilidades da leitura e da escrita dos candidatos. É preciso ficar atento e mostrar o resultado do treino com essas habilidades, ou seja, interpretar e produzir textos.

A grande contradição - Lamentável, entretanto, é saber que milhares de vestibulandos não saberão escrever concatenadamente na própria língua. Culpa de quem? Muita gente mereceria assumir a culpa, mas quem está disposto a carregar o seu quinhão de irresponsabilidade, hein?

Os direitos e os deveres negligenciados - Aprender a Ler e a Escrever é o que desejam  os pais de uma criança, quando fazem a inscrição do brasileirinho na escola. Para levar adiante a nobre tarefa de abrir caminhos à informação entra em cena um grupo numeroso de auxiliares: as instâncias governamentais com as políticas voltadas à formação do professor, os administradores estaduais e municipaisprojetos escolares centrados objetivamente aos compromissos da escola, os professores e os pais atuantes, as crianças/jovens cientes das responsabilidades e a comunidade escolar, mas quando um desses elementos negligencia das suas funções o estrago acontece. É necessário um concerto de ações, mas há quem goste de desafinar. O resultado dessa dissonância, portanto, é refletido nos vestibulares e nas situações amplamente conhecidas na sociedade. 

Por que parou? Parou por quê? -  A escola pública de outrora capacitava a criança e o jovem a ler e a escrever, mas agora vestibulandos e universitários ( eu corrijo monografias, dissertações de mestrado, minha gente!) apresentam tamanha insegurança diante de uma folha de papel em branco; por que será, hein?


Ler é decodificar informes e atribuir sentidos; escrever é decorrência dessa espetacular  abundância - Encontros Marcados com a Redação, Curitiba, 2010

De olho nas contradições e irresponsabilidades -  As contradições da cobrança na seleção universitária oferecem, entretanto, a cada ano que passa mais alunos ao meu curso de redação. São jovens matriculados  no 3º ano do ensino médio ou egressos da escola brasileira pública e, sobretudo, particular. Os estudantes chegam inseguros diante da cobrança no vestibular; não deveria ser assim, portanto, os responsáveis pelo fracasso da leitura e da escrita, além da ausência das informações básicas de conteúdo multidisciplinar, deveriam olhar com mais responsabilidade aos quatro primeiros anos, indiscutivelmente o alicerce seguro da formação estudantil. Uma nova geração certamente surgiria, mais antenada com as modernas tecnologias, bem afiada no uso eficiente do lápis, da caneta, da borracha, do teclado do computador, do celular ou até mesmo (desculpe o exagero oportuno!) de um graveto na areia para deixar um recado concatenado em pedido de SOS.

Convite à interação - Converse comigo, leitor; saia  do silêncio!

Até a próxima!

sábado, 4 de dezembro de 2010

Redação da UFPR? Um SOS na Biblioteca Pública do Paraná

Estou agora na Biblioteca Pública do Paraná; cheguei aqui um pouco antes das 9:00 e ficarei até às 12:00 horas, uma vez que no sábado o horário de permanência é limitado. Eu sempre penso que bibliotecas públicas deveriam ficar abertas permanentemente, mas espaços de leitura parecem não convencer a turma que administra os cofres públicos, quando o assunto é educação qualificada. Há sempre alguém precisando de auxílio dos livros, da seção de multimeios, do silêncio convidativo das bibliotecas. Rodízios dos atendentes e a remuneração justa dos funcionários e estagiários resolveria a questão, hein? O que você acha dessa ideia? Será que discorda?

Treinar a redação de todas as tipologias textuais é uma obrigação do candidato da UFPR; na foto acima uma das minhas ex-alunas em treino, quase solitário em sala de aula. Encontros Marcados com a Redação, 2009.

SOS Redação - Programei um SOS Redação aos candidatos da UFPR. Interessados? Até agora apareceu apenas uma estudante; uma das minhas ex-alunas que veio mostrar as redações que elaborou de ontem para hoje. 

Conversei com uma pessoa no caminho e ela fez uma declaração super reflexiva, sujeita ao conhecido teste de São Tomé -  Ah...professora, é de graça? Ninguém aparece!  -, mas agora tiro a prova dos nove. O que você acha, leitor? Será que a gratuidade de um serviço voluntário vem sempre com essa carga de indiferença e descrédito? Converse comigo, prezado leitor. Oferecerei atendimento e logo que tiver uma folga aqui retornarei.

Observação: são 11h50; três vestibulandos apareceram ao SOS, mas todos eram meus ex-alunos, presentes na maratona da revisão encerrada ontem.  A prova dos nove será aplicada no próximo ano. Quem sabe alcanço outras conclusões. Planejo um SOS Redação quinzenal em 2011, aqui na Biblioteca.

Até a próxima!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O privilégio da sala de aula

Bom dia!

A maratona empreendida com a revisão das tipologias textuais, lá no meu curso, continuará até hoje. O meu tempo está um pouco reduzido, prezado leitor, mas logo voltará à normalidade. As postagens mais regulares, assim como a vida blogueira continuarão, mesmo sob uma chateação aqui e ali.


Sugestão - Não deixe de acompanhar as postagens dos blogueiros que dinamizam a minha página nesses últimos dias: o Josias, a Barbara Horn, o Carlos Bandeira, o Adauto Martins, o Bruno Rezende , o Renato Castilho, o Sérgio Bastos,  o Fábio Cequinel, o Marden Machado, o Elson Sepulveda e outros queridos. Clique nos links indicados; interaja com eles.

Até a próxima!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O fantasma do CtrlC e do CtrlV ronda o Na Mira do Leitor

Há alguém fazendo uma busca sobre "tipologias textuais", aqui no Na Mira; acabei de constatar não apenas o tema entre aspas, mas outros como "tapioca", "açaí", "abricó", "arquitetura e educação" e uma lista enorme. Diariamente vejo o que revela a radiografia da busca no Blogger, mas ao contrário de ficar feliz com a audiência, bate uma tristeza...

Fonte da imagem: http://maitianmayi.cn/images/ctrl-c-ctrl-v.jpg




















Mau intencionado é esse tipo de leitor que aparece aqui( e sabe lá em quantos espaços na internet!)  e dá o CtrlC e CtrlV descaradamente; burla o meu olhar e se esconde como um ladrão, um criminoso. Lamentável!

Não custa reconhecer a autoria de qualquer trabalho. Fisgou  uma informação, uma imagem, qualquer referência na internet? Reconheça o que fez: retirou algo de alguém, portanto, cite a fonte. Aja corretamente.

Grande lista de l@drões - Somos críticos demais para o erro alheio, mas não hesitamos em errar com os demais. É possível corrigir esse mal. Ainda há tempo. Intolerável em professores, pois o #mauexemplo arrasta as crianças e os jovens ao roubo das informações. Estou de olho nas origens do tráfego, a todo momento visualizadas aqui no Na Mira.

Roubo é crime. Dar CtrlC e CtrlV sem indicar a fonte é roubo, portanto, criminoso é quem age assim. Destesto precisar advertir aos que vem ao blog para roubar informações. Aprenda comigo a mencionar a fonte, infeliz!

Até a próxima!

domingo, 28 de novembro de 2010

Sabe elaborar resumos, vestibulando?

O cartunista Thiago Recchia é quase meu vizinho; ando uma quadra e meia e já sei que ele está ali, encimado no seu estúdio de trabalho criativo. É uma honra desfrutar do mesmo espaço agradável que o tranquilo bairro Mercês e os arredores do Batel e do Bigorrilho permitem aos residentes.


É do Thiago Recchia; está na http://www.gazetadopovo.com.br/ , 26 de novembro de 2010


Hoje busco maior apoio no que escreve o Thiago; um exemplo do que ele desenha criticamente -  e com uma graça danada, convenhamos, não é mesmo? - você avista aqui, mas quero que atente ao  link que remete à redação da crônica Nós e os baianos (Gazeta do Povo, 2 nov. 2010) do cartunista, dublê de jornalista e cronista dos bons.

Fazer o quê? - Fique de olho na linguagem empregada, no tema presente, na ideia principal e nas secundárias. Interprete bem tudo o que ler; depois, elabore um resumo, sem esquecer de citar a fonte dessas informações.

A minha mão mais estendida para ajudar - Quer a minha intervenção para conferir se o seu resumo está nos trinques ? Hoje você terá uma oportunidade especial, porque  os cinco primeiros leitores que deixarem o resumo escrito na caixinha de comentários terão a minha análise dos textos encaminhados. Que tal? Topa?


Interpretar informações e saber resumi-las objetivamente é um diferencial não apenas no vestibular, mas na vida em geral - Encontros Marcados com a Redação, Curitiba, 2010
Anote aí ! - Saber resumir as informações é fundamental; é ação exigida cotidianamente. Não é exclusiva do vestibular, portanto, lembre-se: manter as antenas ligadas no que é essencial e não atravessar o corredor da infidelidade às informações são duas atitudes examinadas pelo corretor do seu resumo, além da obrigatoriedade da citação da fonte. Resumir é sintetizar. Quanto mais adentrar ao texto e entendê-lo, mais fácil será traduzi-lo objetivamente, talvez em 6 ou 10 linhas. No vestibular acontece assim: a banca pega uma entrevista, um texto oportuno sobre ciência, conto, crônica ou reportagem que aluda  aos problemas sociais e pede que o vestiba compacte as informações. É preciso ser exímio leitor para bem resumir, mas para elaborar um resumo escrito será imprescindível aliar a boa leitura ao conhecimento dos recursos textuais. Não duvide. Eu sei.

Até a próxima!

Até quando o tráfico será o poderoso chefão?



A imagem configura a realidade; o meu conterrâneo JBosco é um, entre muitos talentosos, que faz com os traços e as cores o registro bem pontuado da crônica nacional. Ave, cartunistas e chargistas!

Até a próxima!
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