domingo, 6 de junho de 2010

Simpáticas companhias reais e virtuais

Não tenho muito amigos; até porque amigos são estabelecidos muito mais nas situações adversas do que nas festivas, mas com a entrada do computador e a internet na minha vida o número de pessoas simpáticas , estimulantes e interativas cresceu bastante. Nunca mais fiquei absolutamente sozinha, porque basta conectar o computador e localizar os vários contatos nos blogs, nos portais das notícias para que abundantes interações aconteçam. Ontem, por exemplo, aconteceu algo bem ilustrativo; basta abrir o o link à postagem do Jarbas Novelino, no Boteco Escola.

Basta um clique, disposição para ler e interagir para encontrar simpáticas companhias, concorda comigo? Com o Twitter  na minha vida esses contatos aumentaram diariamente.

O perigo sempre ronda - Há, é claro, o fantasma da enganação, da dissimulação, do interesse vil nessa troca de contatos, mas com o tempo uma pessoa aprende a discernir melhor quem realmente merece a leitura, o prestígio e a atenção simpática, que fica beirando, beirando o portal da amizade. A ilustração da Soninha Horn oferece uma boa ideia de como fico muitas vezes pensando... sobre os perigos na internet.

Tenho feito, entretanto, amigos na rede virtual; alguns sairam da tela e vieram encontrar alegremente comigo, ali na Praça da Ucrânia, quando se arma a semanal feirinha gastronômica, às sextas-feiras; outros combinaram encontros em cafés e livrarias e também naquele compartilhar surpreendente do momento familiar para o almoço. Lado bom e espetacular da internet.

Faz muito frio aqui - Neste domingo curitibano, bem confirmado pela SIMEPAR-PR como extremamente friorento, quero agradecer aos inúmeros contatos de simpatia, receptividade, estímulo e amizade que têm perpassado na caixinha de comentários ou nos contatos reais, fora da tela do computador.  Eles aquecem e redimensionam os meus sentimentos de gratidão e amizade. Vitórias da leitura e da escrita, sem dúvida alguma.

Voltarei, se puder - Talvez consiga retornar mais tarde e fazer uma segunda postagem; minha filha precisa do modem para concluir um trabalho da escola - e, enquanto ela se utiliza da internet, eu vou fazer uma caminhada pelos arredores de casa e cuidar da vida, porque barco parado não gera lucro, não é mesmo?

Observação - Não esqueça de atentar à mudança, em rodízio, dos links para os blogs que costumo ler e recomendar o acesso. Neste domingo, 6 de junho,  já serão outros os destacados.

Até a próxima!

sábado, 5 de junho de 2010

Hoje é Dia do Meio Ambiente. Comemorar o quê?


Hoje é Dia do Meio Ambiente. Comemorar o quê? É o que pergunta o Sakamoto, uma das vozes exemplares da reflexão sobre o tema. Não deixe também de ler a última postagem do
 Coluna Zero; vai sentir vontade de cuidar mais ainda dos lugares abençoados, exibidos em  amostra de fotos convincentes.

Uma andorinha solitária -   Não consigo resolver os grandes problemas, mas penso que é possível diminuir  a intensidade da indiferença aos cuidados ambientais. Com o exemplo. Quando retorno à minha terra querida é impossível não visitar o Mangal das Garças, cenário natural abençoado em Belém, no Pará, mas nada é mais convincente da necessidade de cuidar do ambiente do que a advertência registrada acima. O filósofo Benedito Nunes tem toda a razão, concorda comigo?

Cada um de nós pode fazer o quê?  O primeiro passo em direção aos cuidados ambientais está no interior de casa. Crianças aprendem boas a acertadas atitudes com os pais e familiares. Na escola a conversa e as lições não podem ser contraditórias, caso contrário todas as campanhas, aulas e indicativos cuidados ambientais não passarão de discurso vazio, apenas tema curricular com direito aos trabalhos de pesquisa e nota de prova.

Ações substantivas -  Aproveitamento, combate ao desperdício, separação do lixo/ acondicionamento adequado, posicionamento atuante diante das agressões ao meio ambiente, entre tantas outras atitudes mostrarão se estamos  agindo exemplarmente. As crianças e jovens observam o que fazemos e seguem os nossos exemplos. Não esquecer.

Você costuma fazer o quê? - Eu sinto uma indignação crescente quando avisto pessoas jogando bituca de cigarro, papel de bala ou qualquer outro tipo de lixo na rua. Faço cara de brava e se puder ainda dou uma bronca, mas há problemas mais graves. Belo Monte, Aterro do Caximba e um número interminável. É preciso união, esforço conjunto, cobrança eficiente e fundamentação em fatos, em registros fotográficos, em depoimentos, em denúncia oficial.

Dê exemplos - Que tal indicar uma solução tomada pelos moradores ou autoridades para um problema ambiental? Inclua no seu comentário todas as referências para que possamos reconhecer e festejar os cuidados com o meio ambiente; se preferir, denuncie um descuido ambiental.

Quando vou aos parques da cidade fico atenta aos cuidados que os pais têm com as suas crianças; a lição de jogar o lixo dentro da lixeira deve ser executada com a maior naturalidade, caso contrário... Na foto acima você poderá avistar (clique em cima e ela ficará bem mais visível) crianças brincando no Parque Barigüi, sob os cuidados de uma jovem senhora. Oportunidade imperdível para ensinar com o exemplo.

Quantas famílias costumam reconhecer diante dos seus afins os benefícios da natureza? Quem sai de casa e aponta os prodígios do ambiente, do tipo daquela flor branca acima-  em meio ao emaranhado de cipós -  que fotografei dia desses no Parque Alemão? Quem planta algo no quintal de casa, no vaso, na floreira da janela e evidencia diante das crianças e jovens a prática espetacular de plantar, cuidar, colher e cuidar ilimitadamente? A nova geração aprende que o consumismo é a onda. Tudo está pronto no supermercado, dentro do pote descartável, do saco com legumes ou do escambau. Basta comprar.

Até a próxima!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Casas, flores e cenas urbanas em Curitiba

Alguns leitores, especialmente os meus seguidores, sabem que mantive outros blogs. Hoje, diante de uma série de fatores, eles estão agrupados aqui, neste Na Mira do Leitor. Foi uma decisão difícil, mas as contingências exigiam maior objetividade e apuro do tempo disponível para interagir com as pessoas e levar adiante alguns pontos temáticos que muito me interessam na vida.

Um trio de interesses - Um desses blogs que ora tem despertado a saudade e a reclamação comovente de alguns leitores era o CASAS, FLORES E CENAS URBANAS EM CURITIBA; nele eu editava os três itens que costumeiramente chamam a minha atenção nas andanças à pé, sentadinha no interior dos ônibus urbanos, no banco de carona dos automóveis e, quando ainda tinha coragem de subir, na bicicleta. Eu gostava muito desse espaço virtual, porque nele coloquei centenas de vezes o registro de imagens muito queridas do casario antigo e moderno, da variedade de flores e situações curiosas da vida em Curitiba.

Embarque comigo, prezado leitor - O projeto daquele bloguinho não morreu. Ele está aqui, bem inteirinho. A única mudança é que agora as fotos são feitas com uma máquina digital e este espaço agora acampa os temas diversos. O Harry, um dos leitores que saiu do silêncio para contestar a extinção do Casas e Flores..., é o meu convidado de honra para acompanhar o trajeto de hoje pelas ruas de Curitiba, mas você, caro leitor, embarque também nessa viagem. Há lugar para todos.

Veja que linda casa!  - Eu queria um dia poder trocar o montante dos direitos autorais de um livro e comprar uma casa assim, elegante, com  um galo encimado a reinar soberanamente na chaminé da lareira. É um sonho, mas não sei se poderei realizar, porque depende dos leitores dispostos ou não a nutrir a conta bancária de um escritor iniciante. Fiz a foto num desses passeios ali pelos arredores do Parque Portugal. Linda casa, concorda comigo?

A bela Torre Panorâmica e as flores de Outono -  Numa dessas tardes bem friorentas decidi encarar uma caminhada pelos arredores de casa. Na volta não pude deixar de registrar o lindo cenário de Outono, disponível aos que moram no bairro Mercês e aos que passam pela região. Ver a cidade do alto desse monumento é algo comovente. O olhar avança e alcança as montanhas, o centro da cidade e nos faz ficar como crianças a apontar com o dedo os lugares queridos e conhecidos do morador de Curitiba. Imperdível visita.

Quem planta, colhe flores e frutos - Nos passeios aos parques de Curitiba há sempre muito a registrar. Tenho mais de mil imagens desses deslumbres visuais. Já fotografei pic-nic familiar, aventureiros soltando balões, dentre outras cenas que, aos poucos, aqui aparecerão. Aguarde outras fotografias.

Você nem pode imaginar, caro leitor, o quanto gostei de ver e fotografar esse corredor de bananeiras em volta de um dos lados que circunvizinha o Parque Alemão. Adorei não apenas encontrá-las, mas alguns tipos de flores bem vicejantes ao longo da caminhada, feita num desses domingos. ensolarados.

O leitor poderá pensar o que quiser, mas aos que chegam de uma outra região brasileira a cidade de Curitiba é realmente encantadora. O certo é que os problemas, em qualquer cidade, são gerados pelo ser humano, mas solucionados por ele. Bem simples, não é mesmo?

A política, o mau uso do dinheiro público e a as soluções paliativas são consequências da nossa escolha equivocada dos administradores. Denunciar abusos e desrespeitos diversos é obrigação do cidadão, mas aplaudir o que é de fato bem feito, também.

Que tempinho frio e chuvoso, hein?  - Hoje em Curitiba o dia não é para visita aos parques, mas para ficar em casa e aproveitar muito bem a a sexta-feira; arrume o armário de roupas, separe livros para doação, assista um bom filme, vá para a cozinha ou simplesmente leia, sob o quentinho das cobertas.

Vá por mim - Vai aqui a recomendação para que leia todos os links, indicados à direita da página, uma vez que no próximo domingo farei a troca dos endereços, naquele esquema de rodízio de blogs, já anunciado na semana passada.

Quem tem saúde, afetos queridos,  emprego, boa comida, segurança, um espaço digno para morar  já tem um pedacinho do céu nesta vida. Aproveite o feriadão, leitor!

Até a próxima!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Comece com um Clube da Meia

As boas condições de enfrentamento climático - O leitor pode estar bem aclimatado à temporada de friagem desse final de Outono; parabéns se este é o seu caso. Eu, ao contrário, sofro com os rigores das baixas temperaturas, apesar dos cuidados e ajustes que implemento em casa ao vedar, por exemplo, as entradas de corrente de frio, mas sem a proteção das roupas adequadas e a alimentação calórica eu morreria entrevada com a intensidade desses friorentos dias de Outono.


Eu tenho, você, nós temos frio -  Quando a temperatura despenca fico bem covarde para sair  de casa e agir normalmente, mas é quando penso ainda mais nos que têm menos condições do que eu para enfrentar os rigores do clima. Por favor, não vá imaginar bobagens, porque eu não quero carregar o mundo nas costas, mas sempre fico atenta a tudo, especialmente quando examino as situações sob o pêndulo da experiência vivida.

A primeira providência é fazer uma limpa nos armários de roupas, porque arranjar abrigo e soluções mais complexas e definitivas para combater a miséria social não depende apenas de uma pessoa, mas da união de grupos, da arregimentação das ideias assentadas em justiça social e outras providências, relegadas, infelizmente, pelos que nunca souberam o que é viver em dificuldades ou têm o egoísmo presidindo todas as suas atividades.


Uma ideia bem simples - Aproveitei o feriado de hoje para arrumar o meu armário e fiquei pensando em fazer um convite ao leitor. Que tal você iniciar um Clube da Meia, iniciativa solidária e que você também pode dar a partida ai dentro da sua família, na escola, no ambiente de trabalho, no bairro onde reside. Coisa simples, mas de um alcance excepcional. Quer uma prova? Experimente ficar sem meia nesses dias de frio. Nossos pés imploram pelas meias, ainda mais no frio curitibano. Quando tiver uma boa quantidade de meias, novas ou usadas, você poderá levar, por exemplo: a um local que abrigue idosos ou a um orfanato, um albergue ou mesmo a qualquer lugar que precise de ajuda humanitária.


Educar os sentimentos  -  A experiência familiar e a minha convivência com milhares de estudantes, ao longo dessas últimas duas décadas e meia, têm reforçado a crença inabalável na educação dos sentimentos. Crianças, jovens e adultos educados emocionalmente sempre serão pessoas melhores. Eu não tenho dúvida alguma. Diariamente encontro amparo teórico nas boas lições de Dewey e nas atitudes concretas de um punhado de gente anônima que faz o bem sem olhar a quem.


Tomara que... - Ficarei torcendo para que você seja mais um  fundador não apenas de um Clube da Meia, mas do Sapato, do Gorro, do Cachecol, do Cobertor e, também da Solidariedade. Não deixe deixe de clicar no link a seguir, quando avistará o exemplo invejável de ajuda humanitária dos Médicos Sem Fronteiras, excepcional ideia que auferiu o Prêmio Nobel da Paz em 2009.

Compartilhe uma boa história no Bem - Você conhece alguém ou um grupo de pessoas que desenvolvem algum trabalho solidário não apenas diante do frio, mas também dos demais rigores da vida? Que tal contar um pouco sobre essa experiência? Não economize detalhes; escreva  e descreva minuciosamente.

Até a próxima!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Receita testada para fazer ótimas redações

Vá por mim - O suporte da escrita objetiva, concatenada e satisfatória está na reunião dos quatro pilares a seguir: experiência regular de leitura diversificada, na compreensão dos objetivos da proposta, das intenções do texto elaborado e da articulação dos recursos textuais. O estudante mal orientado apenas tentará fazer uma cópia capenga dos modelos solicitados – e até conseguirá a condescendência na leitura do corretor (alçado à condição de super leitor!), mas se compreender a estrutura do texto e o seu alcance objetivo junto ao interlocutor conseguirá escrever satisfatoriamente textos coesos, não apenas para fins ligados ao vestibular, mas também para as diversas situações comunicativas presididas pela escrita.

Dicas:
> Manter-se bem informado sobre a diversidade dos temas.
> Atender integralmente à proposta.
> Atentar à estrutura e ao formato (conteúdo e forma) do texto.
> Articular os recursos textuais para qualificar a redação.

Evitar:
> Divagar.
> Utilizar expressões clichês e mesmices.
> Negligenciar as boas condições de leitura do texto pelo corretor, em decorrência da aparência descuidada da redação.


A dúvida do estudante - Na semana passada a vestibulanda Marcela, lá de Bauru (SP), deixou registrada na caixa de comentários a sua dificuldade para articular argumentos e distribuir racionalmente o tempo destinado à elaboração da redação.

Pois bem, prezada estudante, quem escreve textos de opinião precisa dominar o tema da redação e articular argumentos em direção ao ponto de vista ou tese sobre determinado tema(motivos, justificativas, provas), além de saber encaminhá-los habilidosamente através dos procedimentos  argumentativos, ou seja, exemplificações, enumerações de motivos, comparações, retrospectivas, dados numéricos, entre outros extremamente eficientes.


Quanto ao tempo destinado à composição do texto é importante treinar a redação com o relógio do lado. Quanto mais próximos os condicionantes da hora da prova, melhor para você. Escrever sob pressão do tempo, em ambiente diferente do seu quarto ou da sala de aula, estabelece contigências; é  preciso treinar, simular as situações o maior número de oportunidades.

A estudante que ilustra a postagem de hoje foi uma das minhas alunas de redação em 2009;  agora é uma universitária paranaense. Tenho ótimas lembranças da sua dedicação e esforço contínuo ao aprimoramento da escrita. Explico mais: embora cansada pela dupla jornada - de trabalhadora e estudante!  - a jovem não relaxava no treino da redações, enquanto outros colegas, apenas estudantes, deixavam atividades inconclusas.

As observações abaixo, prezado leitor, servem para a vida toda:

> Sem conteúdo não há redação e nem papo que se sustente.
> É preciso ler mais, conversar sobre os mais diversos assuntos; sem fundamentação ninguém dá bola para as explicações, sejam elas orais ou expressas na escrita.
> É imprescindível não deixar de aprender a reconhecer os itens necessários para elaborar redações argumentativas.

Pense mais - Ao tentar persuadir, convencer e influenciar a quem quer que seja é preciso pensar, vestibulando: qual é a prova que estou oferecendo para que ele acredite em mim? Se inexistir a prova é porque a sua conversa é furada e nem o seu melhor amigo apostaria nela. Vá procurar, o quanto antes, os informes nos jornais e revistas, na conversa real ou virtual com pessoas que costumam refletir sobre os mais variados assuntos.

Quer treinar a escrita? As inúmeras alternativas oferecidas pelo Banco de Redações do UOL estão à disposição do estudante dedicado. Se eu fosse você com certeza absoluta não hesitaria em fazer todas as propostas e não perderia a oportunidade de treinar a escrita, seja formal ou informalmente. Quem escreve bem é porque descobriu que as palavras obedecem, cumprem comandos bem conscientes. Quem pensa bem, age, estabelece sentidos e leva junto o excelente resultado da leitura e da escrita, companheiras inseparáveis.

Expressões inesquecíveis de hoje:  leitura constante, opinião, tese, argumentos, procedimentos argumentativos e treino constante da redação.

Alguma dúvida? Que tal deixá-la  indicada na caixa de comentários? Até a próxima!

domingo, 30 de maio de 2010

Conversa com quem gosta de visitar blogs

Ao longo desses cinco anos fiz inúmeros contatos com blogueiros e blogueiras; alguns bem ligeiros, mas outros assentados nessa reciprocidade dos que sabem valorizar as pessoas, seus talentos e intenções. Agradável e ilimitada experiência de leitura e escrita.

Um blogário - Tenho um caderno com links para blogs interessantes. Eu o denomino de blogário. Sabe como eu recolho essas direções aqui indicadas? É nessa lida diária com a leitura; às vezes faço uma busca por tema e encontro preciosidades e gente que faz da palavra a ponte da aproximação; além disso, acato sugestões de outros blogueiros. Quer exemplos?


> O Transporte Humano, espaço de extrema importância aos que atentam ao rol de contradições ligadas à mobilidade em geral.

> O blog do Josias- do antenado jornalista  da Folha.

> O Ilustra Soninha, da Sonia Horn - autora da linda ilustração da Casa Rosa de Monet, em destaque hoje, aqui no Na Mira do Leitor.

> O blog do Elson Sepulveda, simplesmente auto-explicativo.

O maior destaque - Não precisa ser uma página cheia de recursos visuais para atrair a minha atenção. Basta que por detrás das informações presentes no blog apareça uma pessoa que mantenha visível interação com as demais,  ofereça algo aos que clicam no blog e, principalmente, dê atenção aos seus interlocutores. Gosto de gente que se comunica, é bem-humorada e escreve com desenvoltura.

Nova lista de blogs destacados - Não sei se você prestou atenção, mas mudei a lista dos blogs que apareciam desde os primeiros dias de vida deste Na Mira do Leitor. Farei uma troca a cada domingo - e, você poderá também acompanhar a atenção dispensada pelo blogueiro aos que lhe visitam a página.

Amanhã, segunda-feira, é dia de postagem dedicada aos Encontros Marcados com a Redação; divulgue-os, mesmo que você não seja mais um vestibulando. Há sempre alguém que poderá usufruir de uma orientação voltada à redação, concorda comigo?

Um excelente domingo, prezado leitor!

Até a próxima!

sábado, 29 de maio de 2010

Que tal: vuvuzela, carro dos sonhos e pamonha de Piracicaba?

Eu sou uma pessoa silenciosa, mas não sou ranzinza. Gosto muito de ouvir música e acompanhar pacientemente o realce dos instrumentos, porém coloco sempre fone de ouvido para não perturbar o sossego alheio. Muita gente, entretanto, ignora os meus cuidados e faz a maior zoada, quando tira o carro da garagem, buzina na porta de casa e permite que o seu cachorro fique latindo bem no começo da manhã de domingo ou nos dias de feriado, quando sonhamos levar o sono um pouco mais adiante.


Vem aí a vuvuzela  - Com a chegada dos jogos da Copa será impossível ignorar a onda da vuvuzela; este artefato sul-africano, uma espécie de corneta de plástico, de mais ou menos 50 centímetros, criado pelo sul-africano em destaque. Freddie Maake -  que também atende pelo nome de Sadam - emprestou ao mundo a sua ideia.

Agora, através das cornetas que trarão as mais diversas cores, o torcedor da Copa deixará o sossego conturbado de hoje como o paraíso sonhado. Esperemos, pois, os primeiros times de futebol entrarem em campo para ver e ouvir  o instrumento satânico, segundo um comentário que ouvi de um senhor, ontem na fila do supermercado, quando ele avistou a cesta de cornetas, ali na nossa frente.

Viva o bom-humor - Ontem, apesar das restrições ao barulho provocado irresponsavelmente, eu ri bastante, quando li um dos tweets do Benett ; ele desabafava assim: " Que essa praga da vuvuzela não se alastre por aqui! Mas como sei que brasileiro gosta de fazer barulho, não tenho lá muuuuita esperança... " -  eu também , cartunista, não tenho esperança de silêncio durante a época dos jogos. Você tem, prezado leitor? Não creio. Futebol e Carnaval, aqui no Brasil parecem ser imunes a tudo.


Ria mais -  Estava com ótima disposição e à noite consultei vários links na internet sobre o uso da vuvuzela. Você sabia de que há, inclusive, um Código de Ética? Confira o trio de conduta dos sopradores da corneta:

1- Não soprar a vuvuzela na orelha de um torcedor que esteja  ao seu lado. Será que um torcedor entusiasmado ou ainda ensandecido com os fiascos dentro do gramado será contido? Temo que o loucos usem a corneta como arma.

2- Não usar a corneta durante a execução dos hinos nacionais. É o que solicita o Comitê Organizador do Mundial, segundo o Esporte Brasil Notícias.

3- Evitar as vuvuzelas durante o minuto de silêncio antes da partida, em menção à morte de alguém. Talvez este seja o único item obedecido, mas dentro dos estádios o clima não é infelizmente de paz e alegria.

Mistureba boa: vuvuzela+carro dos sonhos+pamonha de Piracicaba - Evitar os incômodos com o barulho da vizinhança depende de boas condições; o revestimento acústico ou um chega pra lá pouco amistoso resolvem a parada, mas nem sempre o cidadão dispõe dessas condições. Entra a lei, a defesa do sossego alheio, mas durante os jogos da Copa entrará a lei dos sem-lei alguma, apenas a vontade de literalmente zoar - e, aqui entre nós, a fala que vem do Carro dos Sonhos, segundo a Barbara Horn (no Menina Prendada) ou das Pamonhas de Piracicaba (vídeo do YouTube bem interessante) será música suave nos nossos ouvidos.

Ótimo sábado, leitor! A ilustração ao lado é do Benett(Salmonelas,GP), cartunista que mora em Curitiba e igual a tantos aqui residentes ouve a chamada do Carro dos Sonhos.

Até a próxima!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Referendando o melhor e divulgando o pior

Costumo indicar links ao prezado leitor. É praxe. Espero que você, embora compromissado tenha tempo e interesse em clicar nessas indicações, pois são as minhas preferidas. Estou planejando estabelecer um rodízio na página e você é meu convidado a sugerir novidades; participe!

Recomendo - Hoje, por exemplo, não deixe de acompanhar o link para Fim da fidelidade na marra, da advogada Maria Inês Dolci, sempre atenta aos interesses do consumidor. Excelente notícia, trazida pelo blog, no portal da Folha de SPaulo!

Aqui em Curitiba encontro quase sempre ótimos lugares para comprar produtos e utilizar serviços, embora encontre alguns senões, mas se um dia você também quiser receber tratamento de rei no bairro Mercês, vá até à Papelaria Otoni(não tem ainda um site!) e, quando quiser comer excelentes produtos derivados de trigo, não hesite em ir à espetacular Familia Farinha, no Jardim Social; hoje minhas recomendações locais.


Eu também estou até aqui! - Semelhante a milhares de brasileiros estou, entretanto, com uma queixa que tem me tirado do sério. Pois saiba o prezado leitor que cancelei - exatamente no dia 12 de março!! - o meu contrato de prestação de banda larga pela BTelecom, hoje transformada em Oi, mas ontem ainda recebi uma fatura cobrando o serviço, atualmente reduzido apenas a manutenção do telefone fixo, uma vez que aderi ao sistema móvel de conexão com outra operadora, além de migrar com os celulares para outra operadora. Manter a fidelidade a qualquer vínculo é atitude que envolve reciprocidade, concorda comigo?

Indignada com a má qualidade - O tempo de tolerância para que "o sistema"(é assim que as atendentes nomeiam a empresa má prestadora de serviço)corrija a irregularidade já está abusivo. Hoje, vou ao Procon-PR ver se consigo sair desse verdadeiro inferno, porque a fatura de maio está paga e o serviço não está sendo oferecido completamente, uma vez que o meu telefone fixo apenas recebe. Estou agora, portanto, a caminho do Procon e vou com uma raiva daquelas...(imagem obtida no Quintal Virtual, ótimo blog do Rodrigo Seco e Flávia Neves

Fidelidade na marra, nem...nem...- Estou gostando desse projeto que acabará com a fidelização nos contratos de prestação de serviços. Simpatia, boa qualidade dos produtos e serviços e respeito ao cliente formam um trio difícil de encontrar, mas é com ele que eu retorno a qualquer lugar. Você costuma agir assim, também?

Compartilhe - Você tem alguma queixa com relação à prestação de um serviço? Ficamos sempre muito quietos e deixamos que instituições prestadoras de serviço público ou privado pintem e bordem conosco, mas a paciência neste caso não é boa companheira, porque quando elas decidem interromper o serviço o cliente não encontra quem agilize a solução para o seu problema. É preciso ir em busca dos direitos do consumidor e mostrar quem manda. É preciso divulgar o pior, sempre. 

Eu já decidi: assim que a pendenga for solucionada farei o cancelamento do meu contrato com a prestadora Oi, porque ela não me fará recuperar as perdas que continuo acumulando, enquanto mantém, caramba, o meu telefone fixo bloqueado para efetuar ligações.

Até a próxima! 

quarta-feira, 26 de maio de 2010

O caminho das pedras, leitor

Aqui entre nós - A leitura do conteúdo de um blog depende de muitos fatores. O maior deles, entretanto, é o interesse soberano do leitor. Aqui, infelizmente... -  se depender dos atuais 16 seguidores - este Na Mira do Leitor aponta a iminência de fechar a banca, ahahaha...

Cadê você, leitor? Trabalha, estuda, faz mil coisas ao mesmo tempo? Eu também, mas estou sempre aqui dando as caras. O meu jeito de encarar esse amontoado de desafios é assim. Faço o meu melhor e  não consigo ficar indiferente aos que comigo empreendem qualquer tipo de interação. Os nomes referendados ali, emcimados à direita da página, no canto nobre dos leitores, são de  grande importância para mim, mas ainda há os que ficam em silêncio, na retaguarda do anonimato, da leitura sem compromisso, circunstancial. Entendo, mas tudo o que escrevo e trago é pensando nesse encontro de afins.

Meu jeito - Mantenho uma grande agenda com telefones, e-mails e novidades sobre todos os meus alunos e conservo bom resultado interativo, graças ao Twitter e MSN, espaços na internet que aproximam até o inimaginável. Com os leitores interativos adoto idêntico procedimento, desde que permitam essa familiaridade que aproxima e estabelece sentidos na leitura de uma página na internet. Alguns consideram esse mirante de pessoas uma bobagem; eu não.

Seu jeito - Somos, ainda bem que somos, pessoas diferentes. Eu sou daquelas que não desistem facilmente de um propósito, embora fique triste, mas não derrotada. Quem me acompanha nessas reviravoltas de intenções na internet e na vida em geral sabe muito bem dessa teimosia calculada. Os obstáculos, aquelas pedras do nosso caminho, devem ser superados, principalmente se mantivermos interesse nesse alcance, caso contrário, o silêncio será plenamente compreensível.

Hoje, independente do seu propósito na visita que faz à página, destaco para você apreciar, rever ou até conhecer a excelente interpretação de My Way, abastecida pelo cativante Robbie Williams.  Eu voltarei amanhã, depois  - e... sempre que for possível interagir. Apareça, se puder. Dê sentido ao que melhor poderemos fazer na rede virtual: aproximar intenções, sob a regência espetacular da leitura e da escrita.

Até a próxima!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Tacadas de mestre na redação

Conforme o prometido, sempre às segundas-feiras, este Na Mira do Leitor oferece orientações quanto à elaboração da redação voltada aos vestibulares, mas dois pontos devem ser registrados pelo leitor, caso tenha interesse no tema:

1- Você poderá avistar centenas de postagens com as minhas dicas e comentários sobre o tema de hoje; basta clicar no arquivo do meu antigo blog, mantido na Gazeta do Povo.

2- Identifique-se - caso seja vestibulando, professor de redação ou apenas mais um interessado em aprimorar as suas condições de leitura e expressão das ideias. É imprescindível saber qual é o público que prestigia a orientação aqui presente.

Pontos básicos - Além do conhecimento, emprego e articulação dos recursos textuais (condições de legibilidade, vocabulário, pontuação, recursos coesivos, etc.) observe aos seguintes pontos:


> Qual o objetivo do texto que você pretende escrever - Atente às exigências da proposta para satisfazer aos diversos pontos nela contidos. Exemplos: número limite de linhas, elaboração de um título, aproveitamento dos excertos da coletânea, tipo de linguagem, entre outros requisitos.


> Qual a estrutrura do texto a ser adotada -  A de Resumo? Não desconsidere a objetividade e a menção à fonte, entre outros itens imprescindíveis. Dissertação? Demonstre domínio do tema e exponha as suas ideias com clareza e objetividade, além de articular com lógica as táticas de argumentação necessárias a este tipo de texto.

Vestibular tradicional ou ENEM? Tenho orientado aos meus alunos, independente do tipo de vestibular pretendido, a manutenção do treino constante das diversas tipologias. Sabe o  motivo? Ficar bem afiado na redação de resumos, textos argumentativos, dissertações, análise de charges, redação de cartas, entre outras formas de texto. O treino constante da elaboração de textos manuscritos deixa qualquer candidato seguro aos desafios institucionais encontrados na hora da prova de Compreensão e Produção de Textos, mas também aos que aparecem com o ENEM.


Tacadas de mestre - Aos que objetivam concorrer à seleção das instituições que aderiram inteiramente ao ENEM (a UTFPR é um exemplo) é preciso intensificar a regularidade na elaboração de textos centrados na argumentação e no atendimento das propostas dissertativas.

Fazer duas ou três redações por semana ajuda a ir bem no vestibular, diz diretora da Fuvest (UOL Vestibular) mas, independente dos seus pressupostos objetivos de inscrição, uma redação diária é garantia da segurança  na hora da redação. Foi o que tentou fazer o universitário Rafael(em destaque) no ano passado, quando acompanhava  on-line as minhas orientações.  Quer treinar a escrita? Participe do desafio interativo abaixo :

Proposta 1 - Quais as suas maiores dificuldades para elaborar uma redação, independente do formato exigido?

Proposta 2 - Você conhece os elementos que caracterizam um texto centrado na Narração, Descrição ou Dissertação? Pode indicar, por exemplo, um modelo de redação que privilegie os elementos narrativos? Compreender as características desse trio de matrizes da redação é fundamental para bem escrever.

Observação - As postagens orientativas seguirão de acordo com as necessidades dos que aparecem na página, uma vez que minhas dicas gerais de redação estão disponíveis no primeiro link indicado acima.

Até a próxima!
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