domingo, 25 de abril de 2010

Com a internet a leitura ficou ampliada

Tudo bem, caro leitor? Aqui em Curitiba o domingo continua nublado, mas as opções descontraídas da vida doméstica permitem a leitura dos jornais e revistas; ninguém que disponha da internet em casa poderá alegar desinformação.



O Twitter agregou links super rápidos; não tenho queixa alguma. Veja algumas sugestões:

> Caderno Cultura, no Estadão

> Centenas de informes, na Veja,  entre outras, mas eu gosto mesmo é de ler Boas Notícias e também o Observatório da Imprensa; confira.


Até a próxima;  quero aproveitar o tempo ainda livre e levar adiante a programação do final de semana.

sábado, 24 de abril de 2010

Chuva, bom-humor, meiguice e livros sem capa

Ontem foi exatamente assim, bem do jeitinho como aparece na foto que eu fiz : céu nublado, muita chuva e frio durante o dia inteirinho.


Incrível. Mesmo durante a manhã a impressão era de que a noite já estava entre nós. Ainda bem que as sombrinhas coloridas animavam a cena em Curitiba.

Hoje ainda teremos o repeteco. Acompanhe as explicações da Simepar . O mau tempo alterou algumas atividades programadas pela Fundação Cultural de Curitiba , além, é claro, de incomodar aos que estavam despreparados para o enfrentamento com a chuva intermitente. Sábia a frase que diz alegria de uns, tristeza de outros...


Conte aqui - O tempo está chuvoso aí onde você reside? Compartilhe conosco as informações.Trocar ideias sobre o tempo sempre rendeu boa conversa, concorda comigo? Agora  o blog conta com 13 seguidores - hum... será  muito bom se todos trocarem ideias comigo.


O bom-humor e as opções disponíveis ajudam -  Ontem tirei o dia para flanar um pouco; descontração merecida, acredite - e fui aos lugares queridos, não sem antes enfrentar a manhã chuvosa, mas ao chegar no interior da livraria, apreciar lentamente o  sabor e o aroma de um excelente café, almoçar bem e sentar em frente da tela grande do cinema a sexta-feira ganhou a adjetivação de perfeita.


Para alegrar a página eu trago o traço e o trato colorido do Sérgio Bastos; aproveite e dê uma boa olhada no que ele tem feito.




Você viu ?  Que tal comentar?

A expressão da meiguice e o viral ganharam a cena nas telas dos computadores. O lucro político com o fato foi muito bem articulado. Acompanhe a reprodução do texto do Tulio Viana, aqui no Luis Nassif.


Livros sem capas ganham contornos polêmicos; adoro ver e fotografar pessoas lendo. Muitas vezes firmo o olhar para identificar o título do jornal, livro ou revista. Funciona como uma propaganda. Eu gosto. Veja o que o Livros só mudam  pessoas comenta sobre o assunto; interaja com eles também.



Um ótimo sábado a todos. Até a próxima ou siga-me no Twitter.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Compromisso, gentileza, objetividade e responsabilidade

Bom dia!

Voltarei mais tarde; a minha quinta-feira é  destinada ao compromisso com alunos em sala de aula, mas  todos -  pelo menos no horário da manhã! -  decidiram não aparecer.


Já dei uma passadinha no Twitter, mas aqui não dá para ficar limitada a 140 caracteres - ou será que dá? É um caso a pensar, não é mesmo?

Vou aproveitar parte da manhã livre para corrigir alguns cadernos.

Até a próxima!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

É feriado, mas...

Bom dia, meu caro leitor! Divirta-se com a charge do JBosco, meu talentoso conterrâneo paraense.




Que dia é hoje? Quarta-feira,  21 de abril. Ah.. é feriado nacional. A homenagem acena de leve aos feitos históricos centrados na Inconfidência Mineira e seu representante, o Tiradentes, mas o costume de levantar cedo em razão das obrigações maternas não sabe desse pormenor.



Trim...trim...  - Levantei cedo e acompanhei o farto noticiário - e no rol de bonanças e tristezas as questões ligadas ao leilão de Belo Monte ganham o destaque nos jornais, mas não na cabeça do leitor; você sabe o porquê da indiferença?


Belo Monte? O que é isso? Onde fica? -  A distância geográfica da região nortista não  permite geralmente que o leitor acompanhe os bastidores das pendengas amazônicas, daí a minha preocupação de apontar fontes locais, além de prestigiar o trato oferecido pelos que fazem o jornalismo na vasta região Norte. As observações em  Leilão da UHE-Belo Monte, em concertada postagem da Franssinete Florenzano  e  Passa no Caixa, do Aldenor Jr. ajudam bastante. Não deixe de clicar nos esclarecedores links.

Quer treinar a escrita? Volte, prezado leitor, aos links indicados acima e deixe um comentário aos blogueiros. Um olá, um detalhe informativo ou mesmo uma crítica sugestiva poderão atestar a capacidade interativa desta página, o ânimo e disposição dos seus leitores, além das interlocuções advindas com a leitura e a escrita, quando gentimente concatenados. Avante; vou conferir a  lição, porque sou igual a são Tomé: só acredito vendo, ahahahahaha...

Apreciação amorosa e incondicional do leitor - Tenho alcançado inúmeras satisfações quando clico em links e compartilho as minhas impressões e objeções sobre temas diversos; quem escreve quer ser lido e apreciado. É o que aprendi com o escritor paranaense Miguel Sanches Neto. Não duvide, querido leitor.

Viva um ótimo e merecido dia; até a próxima - ou siga-me no Twitter!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Unidos? Seremos mais fortes

Bom dia para nós, caro leitor!! -  Ontem foi um desastre editar a postagem, capitaneada pelo texto sobre bullying ( Folhateen, 19/4/2010), da sugestão oferecida à professora Nidiane ( que trabalha em Vilhena, município de Rondônia ) para que propusesse aos seus alunos a redação de quatro argumentos expressivos sobre o orgulho avindo pelo lugar onde moram, estudam e estabelecem raízes culturais, além de uma dupla de referências, atestadas pelos que viajam pelo Brasil afora (Coluna Zero em São Tomé das Letras, em MG) e  reconhecem as dificuldades e vantagens de sair de casa (Andréa Potsch ) e avistar lugares interessantes no interior do Brasil. Lamentavelmente aconteceu alguma brecada no sistema do Blogspot que impedia a edição do texto, embora esteja salvo no arquivo da página. Ainda preciso de um SOS.


Novidades? Eu tenho algumas-  e você?


>  Mais leitores /seguidores chegando  -  Agora são 11; um número estimulante, indiscutivelmente. Não sei se você está acompanhando a movimentação dos candidatos à Presidência da República, mas eles estão caindo na rede, porque as cabeças pensantes estão conectadas diariamente. Eles sabem que é preciso tomar cuidado com o percentual de internautas, ainda inferior aos que estão longe da internet, mas ligados na tevê. Na internet a conversa para boi dormir  assume outra conotação e os que disputam o troninho em Brasília sabem que não poderão brincar com as ações interativas patrocinadas pela rede virtual.





>  Eu vou adicionar para acompanhar de perto  a corrida desesperada - Hoje pretendo adicionar todos os candidatos na minha página do Twitter, não para prestigiá-los, mas sim para acompanhar quem tenta enganar mais a nossa gente e  articular com fins utilitários o meu exercício de leitora /eleitora . Que tal fazer o mesmo?




Agora vou fazer a minha caminhada obrigatória pelas imediações de casa; há uma imposição de atividade física rondando.... Vamos? 


Até a próxima - ou siga-me no Twitter !

domingo, 18 de abril de 2010

Prazeres e obrigações; dá para conciliá-los?

Não sou uma cozinheira diplomada, mas sempre que sinto vontade vou à cozinha preparar algo. Ontem à noite foi assim, porque aquele texto do Pellegrini (na postagem anterior) sobre fogão de lenha, comida caseira e afetos queridos despertou  em mim uma fome danada, uma saudade do tempo de sentar em volta de uma mesa grande e, lá do meu lugar, avistar todos os meus irmãos e meus pais. Sabe o que fiz? Um ensopado de galinha caipira com batatas salteadas. Ficou tão gostoso e a fome era tanta que nem deu tempo de fazer uma foto. Foi um prazer levar cada garfada à boca.

O parágrafo acima, meu caro leitor, aparece, entretanto, apenas para puxar a conversa temática de hoje: prazeres e obrigações. Está disposto? Na minha região há uma expressão certamente desconhecida pelo Sul e Sudeste: ficar de bubuia. A imagem em destaque, fisgada da internet, exemplifica a situação mais equilibrada para estar nos dias de hoje. Ficar de molho, espiando,  atentamente apurando todos os sentidos para ver e se defender dos perigos, sem perder, entretanto, as alegrias pelas  diversas bençãos da vida.





Um rol comum de obrigações - Desde que nos apercebemos como gente uma série de obrigações surgem na nossa rotina. Agora, por exemplo, não tenho mais aquele propósito de ir à escola, tal como o fazia à época da faculdade, mas minha filha adolescente, em plena idade escolar, precisa investir nos estudos. Na condição de mãe atenta não posso negligenciar a retaguarda de cuidados, caso contrário ela dormirá até mais tarde,  deixará de fazer uma revisão necessária diante das provas e trabalhos da semana para ficar twittando seguidamente no computador. Não posso negligenciar as minhas obrigações domésticas e verificar todos os dias se o lixo foi colocado lá fora para a coleta pública ou se dispomos do essencial para nos alimentar. São inúmeras as obrigações assumidas. As adjetivações incluem uma série ilimitada: as familiares, as profissionais, as cívicas, as da amizade, da gentileza, entre outras - e você poderá aumentá-las, não é mesmo?


Uma lista de prazeres - Neste rol a perspectiva difere; uns gostam de ouvir música, ler, encontrar amigos, bebericar e petiscar, estreitar afetos, viajar, cozinhar, escrever,  desenhar, experimentar emoções, elaborar poemas, visitar parentes, fotografar, caminhar, pedalar, entre outros prazeres - e aqui você também poderá ampliar a lista, não é mesmo? Interaja. Compartilhe conosco os pequenos e saudáveis prazeres que oxigenam a vida, a rotina. Vou gostar de apreciar os motivos da sua alegria.


A minha constatação - Ainda não descobri o gosto bom de sair de casa para votar, mas já descobri os bons resultados da dedicação aos estudos, da persistência em tentar acertar no preparo de um determinado prato, da alegria incontida ao avistar uma pequena vitória pessoal depois de ficar pacientemente esperando pelo resultado dos esforços individuais ou coletivos, mas sinto hoje uma grande vontade de compartilhar com os nove leitores/seguidores( o nº está crescendo a cada dia, você já viu?) alguns desejos que, se realizados conjuntamente, trariam a todos muitas alegrias, ou seja, muitos prazeres. 

Que tal?


> Acompanhar mais de perto e coibir com comentários incisivos a panfletagem escancarada dos veículos de comunicação em direção a este ou aquele candidato à Presidência da República? Deixar a ironia e contrastar vantagens e desvantagens de apostar em D, S, M ou seja lá em quem se dispõe a segurar a administração desse país historicamente cheio de contrastes, intenções e (des )comprometimentos.

> Participar mais da vida pública do seu município, estado, região e país? Eu sei que nos custa muita paciência, estômago e firmeza articular um posicionamento crítico diante desse universo enlameado, no entanto, é impossível deixar que essa fauna de vilões profissionais tome conta das contas públicas e do destino do seu município, estado, região  e país.

O passo de cada vez - Eu não tenho prazer nenhum em votar em qualquer  candidato, mas não posso ficar alheia ao que acontece na vida pública. Crianças e jovens precisam de boa escola, professores merecem a remuneração condigna, todos necessitamos de oportunidades de emprego, de ganho diário para cumprir as obrigações assumidas com a família e desfrutar do merecido lazer e descanso. Os que disputam os cargos eleitorais descobriram o gostinho bom e barato de não trabalhar e ganhar muito, sob as asas dos cofres públicos. Eu não permitirei, prezado leitor, qualquer oportunismo político; elegerei alguém, mas não reelegerei ninguém.



Quer treinar a escrita? Acompanhe, avalie e  comente:



> Falta mais participação; vamos lá na Assembleia Legislativa do Paraná? Eu não gosto de partidos, muito menos de corporativismo cego, mas de ideias brilhantes, oportunas e centradas em objetivos éticos. Concordo com você, Galindo.


>Concordo plenamente -  e você? " Chega de insultar a inteligência e a paciência do eleitor. Queremos saber o que cada um fez de bom pelo bem estar público." é parte do texto da Franssinete Florenzano. O contexto do desabafo da jornalista é voltado à política no Pará, mas se encaixa aos mais diversos redutos eleitorais; confira em  É hora de podar.


Peço-lhe desculpas pela abundância de menções à política, mas esta página não é uma brincadeira, nem apenas um espaço para diletantismos estéreis, mas faz parte do rol de compromissos que assumi ao longo da vida. Fique com a minha gratidão pela leitura e compartilhamento que dela faz.


Um excelente domingo a todos; até a próxima - ou siga-me no Twitter.

sábado, 17 de abril de 2010

Apreciar, cuidar e advertir: um trio de ações ambientais

Bom dia! Ontem, quando voltava do supermercado, avistei uma criatura jogando na rua a bituca do cigarro; a poucos metros estava uma lixeira, mas a fumante ignorou a serventia do recipiente, disposto na maioria das ruas de Curitiba. Confesso, prezado leitor, que precisei me segurar e não ir lá, dar uma bronca, mas é preciso paciência e bons exemplos para que as novas gerações aprendam a cuidar melhor do lugar onde residem, estudam, trabalham e convivem. Exemplar, portanto, a orientação em Terra Ferida, do Claudio Angelo, na Folhinha de S. Paulo.





A bronca geral - A advertência feita pelo filósofo paraense Benedito Nunes, à entrada do aprazível Mangal das Garças, ajuda a dimensionar a reflexão necessária aos que visitam o local, sempre parte do roteiro turístico em Belém, mas o que temos feito para exemplificar nossas apreensões quanto ao futuro do lugar onde vivemos, caro leitor? Nossas atitudes diárias expressam coerência com as nossas declarações  ou ainda continuamos desertando da luta universal com relação aos cuidados ambientais?





Leitora observadora e blogueira assumida - Nos finais de semana costumo sair de casa e passear com a minha pequena família pelos parques de Curitiba. Sou migrante, acostumada com a paisagem amazônica, caracterizada pela imensas planícies e densa floresta e admiro o aproveitamento oferecido aos espaços públicos, transformados em invejáveis áreas de convivência. Levo junto nesses passeios a máquina fotográfica não apenas para registrar as expressões da beleza, mas também as incoerências no trato oferecido ao ambiente, porque imagens e vídeos têm sido coadjuvantes poderosos para evidenciar fatos cotidianos.


Assunto que rende muita conversa - Depredações e desperdício são expressões que devem fazer parte das nossas conversas em casa, nas observações, embora ligeiras no trabalho e incisivamente no interior das escolas. Crianças e jovens acostumados à reflexão sobre o ambiente demonstrarão convicções diante dos maus exemplos dos adultos, concorda comigo?



Gosto muito de acompanhar o Sítio Terra Vermelha, do escritor Domingos Pellegrini, porque os textos ali compartilhados revelam histórias e referências de um tempo afeito à natureza, suas manhas e lições. Não deixe de clicar no link, meu caro; tenho absoluta certeza de que irá apreciar a conversa boa e cativante do simpático escritor. Aproveite também para conhecer o Tipo assim...folhetim, do André Costa Nunes, que lá em Marituba(PA) mantém preocupações ambientais e toca com amor incontido um restaurante rural. Serão encontros marcados não apenas com a excelente redação, mas também com objetivos centrados no tema da postagem de hoje. Avante.




Quer interagir e compartilhar informes ambientais? Aqui em Curitiba os parques(veja o Parque Alemão nas duas últimas imagens em destaque abaixo) e as ruas nos bairros centrais são geralmente bem cuidados, mas e nas demais cidades do Paraná será que a satisfação é plena?  Que tal comentar sobre a situação dessas áreas  na cidade onde você reside ou das providências assumidas pelos que efetivamente têm interesse na qualidade de vida dos demais?




Veja só que interessante! - agora tenho oito leitores/ seguidores. Obrigada a todos, inclusive aos que não escrevem nada, mas leem e estimulam a troca das ideias nesta página. Um dia -  quem sabe... -  sairão do silêncio para intensificar a conversa aqui estabelecida?


Obs-  Algumas incorreções na formatação da página têm me incomodado bastante, mas um bem-vindo apoio técnico está chegando; peço desculpas pela translineação equivocada e outros pequenos, embora significativos detalhes. Serão corrigidos nas demais postagens.




Até a próxima ou siga-me no Twitter!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Eu, você, as postagens e os fatos

Bom dia, prezado leitor! As perspectivas sempre são animadoras quando  nos propomos a manter uma página  na internet, mas é preciso atentar aos incontáveis interceptadores do projeto; o tempo disponível e os imprevistos que surgem no cotidiano do blogueiro. São poucos os que ganham a vida, a partir da remuneração obtida na web; a maioria precisa trabalhar em outra área para pagar as contas. 


Um pormenor, entretanto, não poderá ser esquecido: a interação já estabelecida com os quatro ou cinco leitores que prestigiram a página - e você já observou que agora o Na Mira obteve quatro seguidores? Mesmo em silêncio (entenda sem comentários) a presença do leitor é registrada. Peço-lhe desculpas pela  ausência das postagens diárias. Ficarei mais atenta e editarei ao menos um bom dia a cada manhã, combinado?


Abaixo você dispõe de alguns blocos para firmar o nosso encontro marcado nesta página. Não sei se serão permanentes, mas eles objetivam a mira temática, concorda comigo?




A imagem do dia -  Hoje quando fui levar minha filha até ao portão o céu estava nublado e a garoa marcava a manhã curitibana, mas quanto voltava da caminhada, ali pela Av. Manoel Ribas, registrei os efeitos do Sol na região do bairro Mercês.


Eu gosto muito dos dias ensolarados. Moro há anos  em Curitiba, mas ainda sofro os efeitos da variação do clima. Quando esfria repentinamente e o céu fica cinzento as minhas reservas de alegria e bem-estar diminuem.



Um momento para sorrir -  À direita você encontrará o link Tiras Nacionais; não deixe de clicar e apreciar a capacidade interpretativa dos fatos, o talento com o traço,  a disposição das cores e o senso de humor dessa turma. Para mim é uma leitura diária, repleta de risos.



Uma dica  filme - Eu adoro ir ao cinema e também assistir DVDs em casa, diante da calmaria doméstica. Você também gosta? O filme  Simplesmente Complicado foi o último filme que assisti. Na quarta -feira passada fui ao Shopping Barigüi com minha filha e não resisti, quando percebi que a sessão já iria começar. É uma comédia leve e descontraída; bom emprego do tempo, acredite. Vá sem receio algum - e , se ficar com vontade de comer o croque monsiuer, preparado pela atriz Meryl Streep não deixe de apreciar  a bem-vinda receita, fornecida pela Cilmara Castilho. O Adoro Cinema fornece a ficha técnica do filme.


Uma questão para refletir -  Está imperdível o texto O desaparecimento de florestas e de bidês, do Marcelo Leite, no blog Ciência em Dia. Adoro o estilo incisivo do ex-ombudsman da Folha de SP, visitante contumaz da Amazônia e excelente referência quando o assunto é a qualidade da vida em geral.


Uma ideia inaceitável- Manter ou aceitar candidaturas dos políticos com ficha de maus antecedentes é uma ideia para ser descartada imediatamente. Maiores detalhes e adesões ao processo de limpa no cenário político encontrei no ótimo Cara Nova  no Congresso; confira.


Quer treinar a escrita? Que tal comentar um dos tópicos da postagem de hoje. O aprimoramento da escrita acontece sempre que você lê com atenção, atina aos que concatenam as ideias e estabelecem (in)voluntariamente excelentes exemplificações. As  21 dicas do Alessandro Martins, no Livros e Afins são altamente recomendáveis.


Até a próxima ou siga-me no Twitter!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

A vida continua...

Desapareci um pouquinho. O trabalho para ser  bem feito e alcançar condições dignas de remuneração exige comprometimento integral. Explico a razão do sumiço: estou reescrevendo um material didático e o tempo tem sido o componente precioso nessa tarefa profissional.


Hoje deixo algumas sugestões à leitura; clique nos links e amplie o universo informativo. Na volta da caminhada matinal li alguns informes e imagino que você também irá apreciá-los.


> Não é novidade, mas a revista  NOVA ESCOLA mostra que o curso de Pedagogia não prepara professores diante das necessidades das crianças que precisam ler, escrever e articular noções básicas com as operações matemáticas. Quando será que alguém  -  longe das salas escolares e sentado confortavelmente  lá no MEC - perceberá o quanto faz falta o antigo curso de magistério? Aquele que  bem preparava professores ao trabalho com as quatro primeiras séries e tinha equivalência ao antigo segundo grau, hoje denominado de ensino médio


> A temática do nepotismo aparece escancarada no ótimo texto do André Gonçalves; ele fica em Brasília, mas está sempre bem informado sobre as notícias diversificadas que aparecem  no caldeirão político no Paraná.


> As manchetes jornalísticas do dia explicitadas pelo Josias de Souza.



Você tem uma observação a fazer sobre os temas acima? Algum assunto local que mereça um bate-papo entre os que costumam prestigiar a página?



Compartilho também um registro fotográfico; este  feito, ali bem no começo da Boca Maldita, cenário inesquecível da Curitiba atual.










Voltarei oportunamente, prezado leitor, mas se puder siga-me no Twitter; o microblog é irresistível, embora muita gente não goste. Eu  não tenho queixas. A interação  é imediata e os contatos são estimulantes.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Varredura do terreno político

O fato de acordar em paz e contar com o modesto conforto familiar não oblitera a minha atenção aos entristecedores acontecimentos que rondam a cabeça dos brasileiros. Alguns  de nós certamente seguimos olhando apenas para o próprio umbigo, mas outros desejam estender a mão para ajudar. Eu estendo os dedos sobre o teclado para  observar, destacar e redimensionar pequena ajuda, mas se articulada com outras mãos alcançará indiscutível ampliação. Leia mais, escreva mais, converse mais, prezado leitor.


Qualquer trabalho coletivo envolverá a disposição dos seus participantes. Limpar um terreno, um pequeno jardim, por exemplo. Se duas ou três pessoas colocam as mãos para tirar as ervas daninhas, podar o arvoredo, recolher o lixo e adubar as plantas logo a paisagem será alterada. Na varredura da sujeira política também deverá ser assim. Sem a mobilização popular para obstar a safadeza, a vilania escancarada, o oportunismo e o profisionalismo abraçado pelos políticos que descaradamente estão a pedir votos a situação continuará a mesma.



Não sei se você, prezado leitor, conhece alguém que mereça o seu voto incondicional para presidente. Sei que não há criatura perfeita, mas há certamente uma história de atitudes éticas que perpassam na vida de uma pessoa, seja esta candidata ou não. Estou de olho em todos os que já levantaram o dedinho para indicar que estão candidatos ao maior cargo político desta pátria querida, mas até agora ninguém fez os meus olhos brilharem com o entusiasmo dos grandes achados.


Crianças e jovens são carentes de direção; eu tenho uma filha de 14 anos de idade - e o  leitor talvez tenha até netos ou filhos com o título eleitoral na carteira. É urgente conversarmos com eles e puxarmos conversa diária no café, na hora das refeições e naqueles momentos propícios que a vida nos oferece para uma conversa de olho no olho.


Eu leio muito e nos útimos tempos, mais intensamente na web. Fico de olho no que escrevem os jovens e estou cada vez mais percebendo que uma onda de egocentrismo  está presente no que refletem. Não há mais destaque aos ideais coletivos. Sabe aquele ditado "Um por todos e todos por um?"- ele está ausente na rotina das novas gerações, porque também parece descartado do cotidiano dos que lhes deram a vida.




As imagens de tristeza e de desencanto que intencionalmente deixo hoje transparecer nesta postagem poderiam ser substituidas, caso optasse em centrar temática ligeira, descompromissada com a vida nacional. Momentos de alegria familiar, satisfações coletivas como a elevação dos índices da qualidade de vida das populações mais carentes têm espaço certamente na agenda brasileira, mas é preciso união, esforços coletivos - e o primeiro deles está em  orientar a limpeza do terreno político, concorda comigo, prezado leitor?  Trabalhemos, portanto.


Até a próxima ou siga-me aqui no Twitter.
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