terça-feira, 31 de julho de 2012

Será que sou obeso (a)?

 
Fiz as fotos em destaque quando passei ali pela Praça Osório, quase no começo da  Boca Maldita, ainda na semana anterior. Será que sou obeso(a) ? É uma questão grave e a resposta não poderá ser escamoteada. Ando nos últimos tempos testando a equação proposta pelo Indice de Massa Corporal ( IMC Calculo) e o resultado, caro leitor, faz os meus olhos arregalarem. Não é por menos que caminho diariamente e faço algumas resistências aos alimentos gordurosos e mando ver nas frutas e saladas. Não quero ficar sem poder abotoar as calças, cortar a própria unha do pé ou ficar resfolegando depois de subir dois ou 3 lances de escada. A obesidade oferece combate; estou na lista dos que desejam viver mais e melhor. Você, também, caro leitor? Pergunta que atordoa rssrsrsr.... arq. pessoal 2012
  
Assumir a obesidade é um passo certeiro; combater os fatores desencadeantes, é responsabilidade individual, mas amigos sinceros podem ajudar. Sabe como? Com indicação de consulta médica eficiente, convites para caminhada, pedaladas ou incentivos estimulantes, tal como presentear com um tênis, uma camiseta nova ou frases revigorantes à manutenção das práticas desengordantes, entre outros encorajadores  Quanto à família, ajudará muito se colocar menos gordices à mesa e viabilizar a reconquista da vida saudável. Ser obeso é uma contigência reversível; eu acredito! - arq. pessoal 2012

Até a próxima!

Vislumbre o litoral de Natal, querido leitor!


Ainda bem que os meus amigos, quando em viagem, jamais esquecem de mim e do NaMiradoLeitor. A Ane Beatriz exerce uma função educativa que lhe permite viajar pelo Brasil afora; assim, veja como até conseguiu provocar a minha inveja geográfica com o belo panorama praiano de Natal, capital do Rio Grande do Norte - O Brasil é grande, um continente cheio de diversidades, variações climáticas e todos precisam exibi-las. Compartilhás-las, por exemplo, nas redes sociais é um modo espetacular de difusão informativa. Não esquecer, igualmente, de uma legenda será um complemento muito desejável, especialmente aos que estão distantes em todos os sentidos -  Imagem reproduzida com a autorização da autora.
 Até a próxima!

Sinais do inverno em Curitiba



Caminhar acelerado para driblar a friagem invernosa é regra geral. Não perco, entretanto, a oportunidade para refletir e registrar imagens da vida curitibana. Quero colocá-la sob a MiradoLeitor, mesmo com imagens que traduzam a baixa resolução da câmera do meu celular. Guarda alguma queixa da intenção das imagens aqui dispostas, leitor?  Rua Padre Anchieta, Bigorrilho,  arq. pessoal 2012


Na mesma sequência, a imagem de pessoas com frio é incontestável - Rua Padre Anchieta, Bigorrilho, Curitiba, arq. pessoal 2012  


Mesmo sob o frio, a vida segue o seu curso rotineiro. É preciso agir como se o clima não interferisse absolutamente em nada. É uma aprendizagem ao migrante e ao visitante. Caminhar e observar - Curitiba, arq. pesssoal 2012   
  
Não importa a idade; faz frio e ninguém nega as evidências. Mais velhos parecem sentir mais o rigor invernoso, mas é apenas um palpite de quem não é especialista, mas está ficando mais velha e sente muito frio, sempre, rsrsrsrsrsrs... Inverno 2012, arq. pessoal


Até a próxima!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Cante como se o amanhã estivesse longe...


Caminhar, assobiar ou cantar Moon River? Por que não? - Parque Barigüi, Curitiba, arq. pessoal 2012
Apesar do frio curitibano minar o meu ânimo e da acentuada dorzinha reumatóide que chega com a friagem invernosa, sinto vontade de assobiar e de cantarolar - e, você sabe o que não sai da minha cabeça, hoje? Moon River... . Opte, se assim desejar, pela inconfundível voz do Frank SinatraLetrasMus ou da queridíssima  Audrey Hepburn, Vagalume , caro leitor.  Manter-se entristecido é circunstancial, certamente; a música, quando é boa tem o poder de elevar nossos pensamentos e, se a letra é harmoniosa, ui, ui, ui, tudo fica bem melhor. Palmas constantes para Henry Mancini e Johnny Mercer! Adeus, tristeza!


Até a próxima!

Um SOS à conservação das frutas


Adoro ponkãs; você, também? arq. pessoal 2012

Como conservar bem as frutas fora da geladeira, caro leitor?  Quando compro frutas no supermercado, no Mercado Municipal ou ali na feirinha da Praça da Ucrânia, a vontade que eu tenho é de deixá-las sobre a fruteira porque a composição das cores é sempre tão linda! Guardá-las na geladeira é como escondê-las dos olhares e provocar um involuntário esquecimento quanto ao consumo.

Ui, ui, como é gostoso um creme de graviola- arq. pessoal 2012


Você já reparou no colorido e no formato das frutas, na duração e no aproveitamento nutritivo que concentram? Eu já. Queria encontrar um modo de não deixar que uma fruta levemente estragada contamine as boas para o consumo; tem alguma dica bem prática e já testada, meu caro leitor? Sou aprendiz.

Outra pergunta: conhece um lugar que venda grande variedade de sucos de frutas in natura? Sugira, por favor; suco natural é delicioso. 
Até a próxima!




Uma fruteira cultural; vamos enchê-la, leitor?

 

Quando faço caminhadas pela Rua Júlia da Costa é impossível não lembrar de Belém com as suas frondosas mangueiras e bacurizeiros, ali nos versos de Manuel Bandeira. As  mangueiras que encontro aqui são portentosas promessas de alegria urbana: sombra e frutos à vontade!  - Frutaria nacional em destaque, Curitiba, arq. pessoal

Conhece algum poema que exalte a inesquecível Amoreira? - Safrinha de 2011, ali no entorno da estação-tubo defronte do Largo da Galícia, Mercês, Curitiba, arq. pessoal

As menções às frutas brasileiras ou aclimatadas ao nosso território estão espalhadas nos poemas, crônicas, romances e nas letras das músicas.

 "(...)  E tua fruta vai rolando
Para os nossos alguidares
Tu te entregas ao sacrifício
Fruta santa, fruta mártir
Tens o dom de seres muito
Onde muitos não têm nada
Uns te chamam açaizeiro
Outros te chamam juçara...  (...)"

Ah...os saudosos açaizeiros encontráveis em toda a Amazônia e no cancioneiro do Nilson Chaves - No quintal do Hotel Farol, Mosqueiro, Belém,PA, arq. pessoal 2010
Ajude-me a encontrar a direção de tais menções, caro leitor. Indique e irei procurá-las, oportunamente. Laranjais e banananeiras estão imortalizadas em Meus Oito Anos, do poeta Casimiro de Abreu; se você lembrar de outro poema, romance, música ou crônica, aos poucos, reuniremos mais dados sobre o tema e, assim, um variado panorama indicativo poderá ser composto pela disposição amistosa à interação. Está interessado em colaborar?

Até a próxima!

Caqui? Que delícia de fruta...


Não sei se o leitor gosta de caqui, mas eu não deixo de bem aproveitar a temporada da deliciosa fruta. Quando eu morava em Campinas(SP) costumava pegar caquis do galho, pois uma das minhas colegas de estudo morava em uma casa, lá em Barão Geraldo e um caquizeiro bem fértil oferecia bastante alegria aos frequentadores do grande quintal. Aqui em Curitiba? Sou compradora de caquis no supermercado e feirinhas; infelizmente, não conheço ninguém que tenha um pé da árvore no quintal de casa. Será que caquis poderiam ser plantados em praças ou não é uma espécie adequada?  Alô, entendidos no tema? Quero um #SOS informativoGostosuras, arq. pessoal 2012
 Até a próxima!

domingo, 29 de julho de 2012

"Feios, Sujos e Malvados", de Ettore Scola


Reprodução via Cine Marden - Feios, Sujos e Malvados
Hoje peguei  Brutti, Sporchi e Cattivi, uma comédia social interessante, em que Ettore Scola nos oferece ótimos momentos de diversão e reflexão. Recomendo o dvd, meu caro leitor. Quer saber um pouco mais sobre o filme? Veja a excelente resenha que o Marden Machado fez para o Cine Marden.

Até a próxima!


No domingo de sol, o cidadão dispõe de...


Curitiba ganhou mais um domingo de sol. Ficou convidativo, sem dúvida alguma, aos passeios ao ar livre, caro leitor. Há quanto tempo você não empreende uma volta descontraída em um dos parques públicos da sua cidade? O exemplo acima em destaque é estimulante, concorda comigo? Aqui em Curitiba, felizmente, dispomos de inúmeras opções: Tanguá, Barigüi,  Barreirinha, S. Lourenço,Tinguí, Parque Italiano, entre outros; basta escolher a direção. A vida em uma cidade e os seus aspectos positivos merecem a divulgação, sempre. Nada de exaltação partidária ou crítica espinhenta, mas apenas o ressalte do que é feito em favor do cidadão com o benefício dos cofres públicos. Parque Vilinha do Atuba, Curitiba,  arq. pessoal 2012
  Até a próxima!

De olho no leitor, sempre!



Faço uma foto na hora! Basta avistar um leitor, assim em atitude de fascínio momentâneo pelo texto. - NaMiradoLeitor, sempre! - Curitiba, arq. pessoal 2012
  Até a próxima!
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