terça-feira, 17 de julho de 2012

Aumentemos o histórico da nevasca curitibana de 1975


Soube que a Praça Santos Andrade ficou toda coberta de neve. Gostaria de avistar o contraste com o dia acima, em plena Primavera, em Curitiba? Acompanhe a minha postagem, caro leitor - arq. pessoal, 2011
Eu não tenho foto alguma da nevasca do dia 17 de julho de 1975, aqui em Curitiba. A internet certamente reúne, mas seria bem legal se os curitibanos, ativos ali na rede tuiteira, disponibilizassem fotografias, vídeos ou mesmo  se detenham a possibilidade de compartilhar depoimentos -  para a alegria de todos! - , os enviassem à equipe do Simepar. Para eles é um material precioso; o acervo seria visto por incontáveis internautas. Tal como foi a reportagem do ParanáTV, de 17, jul, 2009 ( YouTube)

Hoje, o meteorologista responsável pelos tuites do instituto, disparou algumas informações muito bem amparadas em informes históricos sobre a nevasca. Veja, inclusive, o apelo interativo que ele fez, depois de acolher a sugestão que ofereci:
   
                       " Curitibanos,  vocês tem fotos da neve de 75? Pessoal do norte, tem fotos dos estragos da geada negra de 75? enviem fotos para opera@simepar.org "

Guardar para si fotos que um dia poderão fazer parte de um acervo visto por milhares de pessoas não é interativo; se eu tivesse uma imagem ou fosse uma testemunha ocular da nevasca, já teria entregue tudo ao compartilhamento. Tenho grande interesse na história das coisas, das pessoas e dos fatos; peço, inclusive, desculpas ao leitor pelo afã, mas sou assim mesmo. Quem me conhece pessoalmente sabe, sou extremamente animada, embora não pareça. 

Até a próxima!

Links interessantes; acompanhe-os, leitor!


arq. pessoal
 
Hoje, apesar de não estar com a agenda de aulas totalmente preenchida, falta tempo para muitas tarefas, mas a leitura repleta de conteúdos interessantes é sempre um chamariz. O leitor assumido arranja sempre um tempo para somar informes. Veja abaixo uma dupla de links interessantes. Eles foram tuitados pela amável leitora Be Neviani. ,  sempre muito habilidosa no compartilhamento das informações na internet. Acompanhe-os, caro leitor:

 A Guitarrada, gênero tradicional no Pará, ...( Aguirre Talento, Folha, hoje)  e

 As injustiças sofridas por quem tem deficiência auditiva(  Crônicas da surdez



Até a próxima!


Frio e chocolate quente; casamento gostoso...

 
Como não ficar animada diante de um chocolate bem quente, caro leitor? No frio curitibano ele é um bom companheiro, sim. Quer um exemplo? No domingo à tarde fazia um frio daqueles, embora com aquele solzinho tímido e céu azul cheio de nuvens espalhadinhas, tal como algodão doce. Foi quando tive uma ideia e a minha pequena família aceitou. Fomos tomar um chocolate quente, ali na PaniCiello, que fica na Av. Manoel Ribas, 5965 . É uma das melhores confeitarias encontráveis em Santa Felicidade, bairro extremamente convidativo aos passeios em geral. - Curitiba invernosa, arq. pessoal 2012
A terça-feira curitibana amanheceu gelada, mas não disponho de tempo agora para ir até à PaniCielo. Para combater um pouco a friagem medonha, fiz há pouco um chocalate, aqui em casa. Pois não é que ao trazer a minha caneca e deixá-la ao lado do note, eis que recebo um tuite interativo  do Luis Vieira ; ele indicou o modo como a LadyLady aprendeu a preparar a gostosura. É uma lição deliciosa para todos. Aproveitemos a dica. Um chocolate quente é uma gostosura, sempre.

Até a próxima!

Chove, faz frio e você pedala


Pedalar sob o frio curitibano, mas sem chuva parece ser menos preocupante - Cenas em Curitiba, arq. pessoal 2012
Temporada gelada e sensação térmica de geladeira, aqui em Curitiba. A mínima? 7ºC.  A máxima? 11ºC. É o que traduzem os números fornecidos pelo Simepar

O desfrute da ciclovia em  dia de sol é estimulante - Cena em Curitiba, arq. pessoal 2012

Luvas, cachecol, gorro, meias de lã e roupas resistentes ao frio fazem parte do nosso guarda-roupa e, agora, meu caro leitor, a companhia do guarda-chuva e da sombrinha, também. Fico imaginando como agem os ciclistas que optaram pelo transporte não motorizado. Talvez, os prestimosos editores dos blogs Vá de Bike e o Pedaleiro relatem como fazem para enfrentar a chuvarada e o frio que avança , lá no Sudeste e aqui no Sul. Eles são pedaleiros assumidos; não fazem apenas da biclicleta uma diversão, mas ela é o transporte que os leva de casa ao trabalho. Terão certamente muitas informações a oferecer.

Será que o leitor já enfrentou a temporada invernosa em cima de uma bicicleta? O que recomenda?

Até a próxima!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Belém é longe de Curitiba

 
Embarcar no Afonso Pena e desembarcar no Val- de-Cãns é um desafio junto ao relógio de uma parauara em Curitiba - arq. pessoal
Grande é a distância geográfica entre a capital do Pará e a do Paraná. São 3.208  Km2 até Curitiba. Quando viajo de avião até Belém desço em S.Paulo e faço uma conexão; se der sorte em tipo de voo disponível, levo 5h30m para desembarcar em Belém, portanto, não deve ser nada fácil aguardar o desdobramento das notícias sobre o acidente de ônibus  (G1) que vitimou 10 jovens universitários e deixou dezenas de feridos, ali nas próximidades de Ventania e Piraí do Sul, a 200 Km de Curitiba.

Em maio de 2011, a minha mãe faleceu. Eu? Estava em Curitiba e ela em Belém. Sei o que é ficar aflita para chegar ao local e acompanhar as despedidas de um familiar.  A experiência emocional diante de um ente querido acidentado ou desencarnado é determinante para bem aquilatar a situação, lá em Belém.


Se eu puder fazer algo para ajudar, dentro das minhas possibilidades de parauara em Curitiba, estou à disposição do leitor belenense.  

Até a próxima!

Por favor, divulguem a lista com o nome das vítimas!


Divulguem a lista com os nomes da vítimas do acidente; as famílias paraenses dela precisam, imediatamente!
Hoje, um ônibus, parte de um comboio de três, tombou e vitimou 10 estudantes universitários do Pará; eles sairam de Belém no sábado passado e vinham participar de um Congresso de Informática, aqui em Curitiba. A notícia triste ( Gazeta do Povo, hoje) me contagiou. Já viajei de ônibus para participar de congressos universitários e sempre deixava a minha mãe muito preocupada com a insegurança nas estradas brasileiras.

As mães e os pais das vítimas paraenses, jovens estudantes com um futuro de projetos pela frente, devem estar como a minha mãe ficava: apreensiva. A lista com os nomes das vítimas é fundamental para tranquilizar a todos; fará uma cisão entre os que sofrem mais e os que nutrem um repentino alívio. 

Cadê a lista? Já implorei à reportagem da Gazeta do Povo e fiz rogativas ao escritor Miguel Sanches Neto , que reside e trabalha em Ponta Grossa. Ele está mais próximo do Instituto Médico Legal de Ponta Grossa; lá  será o local da identificação dos nomes das jovens vítimas. 

 
 Até a próxima!

domingo, 15 de julho de 2012

Cidadão e gestor cuidadosos; soluções conjuntas iminentes


A manutenção da aparência ordeira na frente da sua casa é uma obrigação do cidadão, também - Adoro avistar uma cena assim, caro leitor. Tonifico a esperança de que as nossas cidades têm soluções conjuntas- Curitiba, Bairro Alto arq. pessoal  2012-
Interligar a cidade com ciclovias? Uma solução espetacular. Por que gestores não investem na ideia? O cidadão aprovará nas urnas, com certeza! - Ciclovia compartilhada com o pedestre, imediações do bairro Santo Inácio, arq. pessoal

Até a próxima!

A tradução real da vida marajoara


Imagem reproduzida via Google - A vida real no arquipélago do Marajó é desconhecida lamentavelmente entre paraenses e brasileiros de outras regiões, também!
Ao leitor do NaMira gosto de oferecer a melhor tradução dos fatos, mas tenho limites. Não disponho dos registros fotográficos desejados e faltam os detalhes assentados na realidade das minhas exigências. A solução? Trocar informes com blogs locais. Sobre a vida marajoara, por exemplo? Abaixo, você dispõe de links que traduzem a feição das dificuldades locais. 

Cadê a realidade - Não é de hoje que advirto quanto à maquiagem dos pacotes turísticos, componente vital para vender gato por lebre, ou ainda das reportagens incompletas que fazem na Amazônia paraense. Exibir apenas uma feição e negligenciar as demais, fortalece aquele triste e anêmico comentário destituído das peculiaridades locais, dos problemas e do escamoetamento das virtudes de uma região. 

Uma radiografia - Acompanhe a minha sugestão blogueira. É uma tentativa de trazer a vida que acontece, lá no arquipélago marajoara e não apenas ao que comumente é denominado de ilha do Marajó. Veja o exemplo a seguir e aguarde a inserção de outros, oportunamente:

 Imagem reproduzida - O (des)embarque com as condições acima foi interditado. Funciona atualmente sob improvisação - Ver blog do Dario Pedrosa, abaixo

* O que bloga o Dário Pedrosa sobre as condições inseguras do Porto de Cambará e a sua atual interdição.


Lamentavelmente, embora eu faça uma peneirada na questão panfletária, aqui e ali, as menções políticas são salteadas, mas o meu interlocutor atento e sagaz saberá separar muito bem as observações partidaristas. A franqueza, o despreendimento e a total desvinculação de benefícios políticos com a propaganda é, lamentavelmente, um trio raro em páginas blogueiras.  Fiquemos de olho, caro leitor; olho de lince para ler e entender sem perder o prumo interlocutor.

 Até a próxima!

Laboratório de Democracia Urbana; uma sugestão blogueira


Reprodução de foto via postagem do blog Laboratório de Democracia Urbana - Porto de Camará, sob iminente perigo com relação à segurança dos passageiros
Identificar algumas páginas de alcance blogueiro é tarefa fácil, mas encontrar as que são apartidárias e mantenham o prumo certeiro nas questões cruciais da realidade, hum..., requer olho de lince, recomendação e observação criteriosa.

Um exemplo -  Com a ajuda de um retuite do Lafayette Nunes, descobri o Laboratório de Democracia Urbana, um blog com intenções afinadas com a prática que muito aprecio: o questionamento, a proposição, o reconhecimento das soluções, a atualização de dados e, sobretudo, o ressalte às questões críticas que envolvem os agrupamentos pelo Brasil afora. A Cidade Velha, a parte mais antiga de Belém, assim como as localidades que já estiveram como temas das postagens não poderiam desfrutar de  melhor representação. Uma leitura vertical da página mostrará a sua história blogueira.

Que tal? - Sugiro, se possível, que o blog reúna maior número de imagens, pois a dinâmica visual alcança agilmente a atenção e o crédito do leitor atento e interessado nos temas. Um exemplo? A postagem que  denuncia e explicita a imagem do perigoso (des)embarque de passageiros, lá no Porto de Camará, graças ao Engº Alonso Edler Lins, autor do texto.

Interaja - Conhece algum blog que atenda aos requisitos acima em italico, caro leitor? Por favor, faça a  indicação. Terei a maior satisfação em divulgá-lo, aqui no NaMira.

Até a próxima!

Domingo de inverno em Curitiba

No domingo passado, saímos para passear e o céu curitibano estava assim - Inverno sulista, arq.pessoal 2012
Da janela vejo que a manhã está ligeiramente ensolarada, mas as nuvens escuras espreitam a saída do curitibano. Logo mais à tarde, levaremos adiante um passeio de carro pela cidade e duas sombrinhas e um guarda-chuva, sempre ao alcance das mãos,  ficam bem reservados, afinal, estamos no inverno sulista, caro leitor. Manter-se prevenido com relação às surpresas das variações do clima faz parte da nossa agenda diária. Os extremos da temperatura em Curitiba estão assim: mínima de 4ºC e máxima de 15ºC, segundo dos dados do Simepar  

Contribua comigo - Como está o tempo aí? Caso não esteja na capital paranaense, será que poderia contribuir comigo e trazer informes? Adoraria reproduzi-los aqui. 


Até a próxima!
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