quarta-feira, 16 de maio de 2012

Ciclistas e pedestres


Ciclistas dividem espaço da calçada com o pedestre. A maioria teme o trânsito intimidador motorizado. Ciclovias interligadas fazem falta, aqui em Curitiba. Cena domingueira, bairro do Água Verde, arq. pessoal
 
Até a próxima!

Ciclistas, canaletas e providências curitibanas

Pedalar na canaleta é mais seguro! - é o que diz o ciclista ao ser indagado por mim- arq. pessoal
Fazer fotos de ciclistas pedalando em canaletas exclusivas para os ônibus expressos é muito fácil, caro leitor. Não é por menos que o projeto do arquiteto Jaime Lerner prevê a implementação de ciclovias ao longo das canaletas curitibanas. Para saber outros detalhes? Clique no link à postagem do Ir e Vir de Bike; leia OAB_PR abraça a causa da bicicleta e defende ciclovia ao lado das canaletas. O projeto com as providências para solucionar a questão é interessante. O ciclista, aqui entre nós, não dispõe de ciclovias suficientes e com percurso viável em Curitiba; elas são interrompidas e não fazem um circuito integrador na cidade. É um problema urbano para um jardineiro fiel resolver. 

Um prefeito atento às necessidades de Curitiba terá entre outros um desafio monumental: oferecer condições seguras ao transporte não motorizado, também! Tenho certeza de que ganhará os votos de milhares de pedaleiros que fazem da bicicleta o seu meio de transporte ao trabalho e ao lazer.

Será que Gustavo Fruet sabe pedalar? Ele estava presente na reunião  destacada acima; quem pedala uma vez ou outra não alcança a dimensão exata dos problemas. É necessário fazer um percurso maior e enfrentar as dificuldades que a maioria encontra nas ruas curitibanas.

Até a próxima!

Humor & Política e História nacional


A tira é do Benett. A chancela é da Gazeta do Povo. O riso? É do leitor. 
Adorei a tira em destaque; além do humor, um pouco da história sobre a política nacional. Se eu fosse da banca que elabora questões para o vestibulando redigir, ah... certamente incluiria mais uma tirinha do Benett. Elas estão costumeiramente repletas de informações históricas e são provocadoras de risos.

Reconheço um ótimo chargista ou cartunista pela intensidade do riso que o desenho inteligente e conexo provoca no leitor. Você pensa assim, também?

Declaro, assim, a minha rendição diária ao humor inteligente. É o antídoto à tristeza que advém com as notícias matutinas.

Até a próxima!

terça-feira, 15 de maio de 2012

Tarde fria bem aquecida com um bolo de café

 
Feito em casa o bolo de café segue quentinho para a mesa - arq. pessoal
Fiz o bolo acima para acompanhar o meu café na fria tarde curitibana. Sei que ele não está bonito, mas garanto que estava muito gostoso, caro leitor. Ovos, farinha de trigo, café forte, manteiga, fermento e leite condensado bem misturados explicam como se produz a gostosura.


Máxima:  15ºC
Mínima:   11ºC
( Segundo o Simepar)

Até a próxima!

Ser educado com os demais? É imprescindível!


A visão da receptividade dos leitores ao que escreve o blogueiro é um termômetro; visualizações e comentários formam uma conexão, embora ambivalente - arq. pessoal
A exposição oferecida pelos blogs assusta. Quem não está acostumado a receber críticas foge da janela sempre aberta. Escrever em diários virtuais exige, aqui entre nós, certa dose de confiança pessoal, além da clareza do que se quer expressar - concorda comigo, leitor?

O objetivo do NaMira do Leitor é alcançar leitores interessados em educação em geral. Você já reparou como compartilho costumeiramente algumas conjecturas ligadas à expressão de atitudes de equilíbrio diante da janela oferecida pela internet? Há quem critique, mas recomendo: 1- Pense na importância dos informes que você leu em um blog - são válidos, oportunos e acrescentam alguma coisa para você?
2 –Expressar "Gostei bastante do que você"...ou então "Não gostei muito do que..." exigem justificativas. Encontre uma explicação sincera. Seja delicado, simples, direto, assertivo - e não esqueça de expressar cordialidade. A boa educação vale em todos os lugares. Na blogosfera? O pormenor conta bastante, afinal, espaços virtuais são como os lugares que freqüentamos - e será que apreciamos deixar má impressão ao sair de qualquer ambiente?
3 - Escreva na caixa de comentários se assim desejar. Leia e releia. Coloque-se no lugar do blogueiro. Pense nos leitores que analisarão o que você escreveu - e se decidir "enviar", não hesite, clique, envie.

Animação obtida, lá no Josias de Souza
 O que deseja expressar: aplauso ou a crítica? Muitos temem expressar opinião sobre a postagem no blog. Seja natural e simples, mas educado. Posso dizer que não gostei de algo, sem agredir. É uma questão de equilíbrio na disposição das idéias. Lembre-se: não gostar significa não apreciar. Declare que não gostou, mas explique o motivo. Opinião e justificativa imediata são conexas. Lembre-se: as considerações centradas nos aspectos positivos são sempre bem mais fáceis de expressar, enquanto as críticas exigirão argumentos equilibrados, porém nunca agressivos. Sugiro: 1- Experimente deixar um comentário aqui. Será? Será que você agirá como a maioria? Passará em silêncio?
2 - Uma desculpa para não registrar comentários em blogs é o medo das críticas- o que inibe certamente a redação. É necessário, entretanto, aprendermos a conviver com elas, pois costumam reforçar as crenças que abraçamos e as convicções já consolidadas. Agressões verbais são dardos certeiros que apagam tentativas de expressão escrita em espaços virtuais. Penso que é sempre recomendável não buscar briga nos blogs. Dirigir-se cordialmente ao responsável é uma atitude sempre bem aceita universalmente.
3- Escreva o seu comentário. Lembre-se: você tem o direito de expressão e de postar a sua idéia. Caso surja um comentário malcriado, respire fundo. É sinal que seu posicionamento provocou alguém. Embora escrever não seja para provocar atitudes desagradáveis tal atitude tem propósito de desencadear novos comportamentos. Se estiver disposto? Argumente e defenda-se. Não está com vontade de levar adiante o desrespeito?Por favor, fique quieto. Dê o que se diz "um tempo". Brigões, mal-educados e infelizes desaparecem dos blogs sérios, cansam e vão vociferar em outro lugar.
4-Construa argumentos lógicos para os seus comentários. Argumentar com eficiência exige necessariamente construções apoiadas na coerência das idéias. Utilize-se de frases curtas, alinhe motivos, mostre as diferentes versões que consegue ver. Faça analogias. Aponte fatos. Conte uma pequena história. Só um "babaca", um brigão será capaz de contestar um argumento bem  amparado.

Comentários indelicados, despropositados e sem respeitar as regras da boa convivência entre pessoas educadas não merecem edição. Cabe ao dono do blog eliminar disparates e expressões de mau uso do espaço - e isso não será, jamais, censura às idéias, mas sim a preservação do espaço democrático para trocas discursivas entre as pessoas.

(Obs-  Texto do meu arquivo pessoal; agora, com algumas adaptações ao NaMirado Leitor atual. Foi publicado originalmente no portal on line da Gazeta do Povo, 23/9/2007. A animação foi incluida, após o destaque oferecido ao texto original, lá no blog do Josias de Souza)

Sob a mira do eleitor curitibano


Ilustração obtida no blog Criatura Design Gráfico
 
Veja que ótima análise fez o jornalista André Gonçalves acerca da conjuntura política curitibana e por que não dizer da paranaense, também? Ancorado lá em Brasília, mas com os olhos atentos à movimentação política local, o Conexão Brasília faz o que o eleitor aprecia: examina a situação que envolve a disputa pelo trono político em Curitiba. Avante.
 
Até a próxima!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Como estão as nossas calçadas, leitor?


Desníveis na calçada da Rua Marcelino Champagnat, esquina com a Cândido Hartmann, expõem os pedestes à insegurança. Já tropecei várias vezes ao passar pelo local. Clique na foto, leitor; veja a extensão do perigo. Bairro Mercês, Curitiba, arq. pessoal
Eu costumo caminhar pelas ruas e a tudo observar. As calçadas, o rebaixamento da guia e a arborização ganham a minha atenção, invariavelmente, porque a beleza das espécies floris, a atenção ao pedestre e conservação das vias de locomoção são pontos que não passam despercebidos do olhar que dirijo às ruas.

Muitas perguntas...-  A quem cabe a responsabilidade pela construção das calçadas urbanas? Quem decide acerca do paisagismo que uma rua, praça ou jardinete exibirá? Quais as ações que um cidadão pode envidar  na modificação da paisagem urbana sem que surjam restrições da administração local? Como contribuir equilibradamente com o paisagismo urbano? Há um documento, um plano diretor urbano, aqui em Curitiba? Não sei, mas descobrirei. Conhece algum aí no seu município, leitor?
Fartamente arborizada, ótima pavimentação asfáltica, mas as calçadas em desníveis acentuados embaçam a beleza da Rua Marcelino Champagnat -  bairro Mercês,Curitiba, arq. pessoal
A foto em destaque é ilustrativa; é registro entristecido, entretanto. Enquanto circulava em caminhada pelos arredores de casa, aqui no bairro Mercês, quase torço o pé, porque os desníveis nas calçadas são constantes.  A Rua Marcelino Champagnat é linda, especialmente pelo conjunto visual oferecido pelo arvoredo existente, a largura e sinuosidade que expõe a rua, mas poderia ser mais bonita e segura, especialmente ao pedestre, concorda comigo, leitor?

Leia mais -Sobre as Calçadas Paulistanas encontrei um link interessante compartilhado pelo Marcelo Lorenzati, do blog O Lápis Verde , assim como um ótimo apoio informativo sobre as calçadas curitibanas, em postagem feita pelo Rogério Galindo, ali no Caixa Zero.

 Até a próxima!

domingo, 13 de maio de 2012

Remar contra a maré


Ilustração captada do blog Digo Diz

Remar contra a maré é tal como estabelecer um argumento contrário ao da maioria, caro leitor. Quem discorda? Geralmente fica à margem. Paciência! Uma hora ou outra as ideias contrárias ganharão o merecido destaque. Lamentável, entretanto, é saber que muitos nem estarão mais vivos para ouvir ou ler algo que possa ser traduzido como você tinha razão.

Até a próxima!

Os filhos e as suas mães

Eu estava dentro do expresso Centenário Campo Comprido e não pude evitar de ouvir a conversa entre uma dupla de jovens universitários. Pelo que entendi a menina era de uma cidade do interior do Paraná, enquanto o rapaz era de Curitiba. Tento reproduzir a cena , caro leitor. 
 
Retirei a imagem acima, lá do blog do Luis Nassif
 -  Ééééé..mãe. É um colega. - Dizia a jovem estudante ao celular
 ..............( ela ouvia a mãe e fazia ar de enfado).
- Sim , ele tem duas pernas, dois braços, uma cabeça e usa mochila nas costas - Ironizava a jovem
.......... ( O que a mãe falava parecia irritar a garota e ela respondia com ar de deboche à suposta indagação). 

- Éée.., mãe. Vou lá no Shopping Curitiba. Ééeee, ãe, vou comprar uma camiseta. Tá mãe, vou me cuidar e comer direitinho, sim. 

Após desligar o celular a garota fechou a questão com a frase que mãe alguma jamais deveria ouvir:  - Olha, cara, minha mãe enche o saco! 

Fiquei  imaginando o que estará fazendo agora a jovem estudante? Será que no dia dedicado às mães, repetirá impensadamente um feliz dia das mães? Será sem remorso algum pelo que disse em debochada declaração juvenil dentro de um ônibus expresso?

Às mães que um dia ouviram um não me encha o saco ou um me deixa em paz, em razão dos cuidados maternos, recebam a minha solidariedade e compreensão. Mais tarde, distantes das ilimitadas atenções, os filhos reconhecerão a importância e a falta que fazem tais cuidados. Lamentável se nem puderem mais dizer qualquer frase. As mães não cansam de cuidar, proteger e amar, mas elas morrem. Será tarde para reconhecer e homenageá-las e  ouvir um não tem de quê ou um não faz mal ou ainda um nem precisava trazer presente, basta um abraço e um beijo, meu filho

Sugestão - Filho? Não economize as atenções; a sua mãe merece, sempre! Mãe? Continue " enchendo o saco"; um dia o filho verá a ação materna de outro ângulo. Acompanhe, caro leitor,  a homenagem semanal, exemplo de contribuição interativa estabelecida pelo jornalista Luis Nassif. O link está lá na legenda da ilustração.

Até a próxima!


"Ah, seu filho da mãe!"



Benett, hoje, na Gazeta do Povo
 
Será que um filho corrupto honra a mãe que tem? O que dizem as mães dos que são vilões nas causas públicas? Alguém já ouviu o que elas dizem? Os jornais e as revistas não trazem as referências que eu quero  ler acerca das mães daqueles que merecem da maioria dos brasileiros um "filho da mãe" bem raivoso. Pobres mães que não souberam educar e dar um basta na hora certa.  O Benett destoa do mimimi dominical e acresce maior valor à crônica histórica no cartunismo. Nem flores e nem lama, mas sim a verdade cristalina. É um dos melhores que eu conheço.

Até a próxima!
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